
Ela é a minha mãe de bunda grande e caderona, desde que descobriu que eu a observava, que eu pegava as calcinhas usadas dela no cesto de roupa suja onde ela deixava as calcinhas, ela me pegou quando eu cheirava e provava elas, mudou o jeito dela de ser, já que ela só tem meu pai por 15 dias a cada mês e meio, porque ele trabalha em plataforma, as necessidades dela de um homem meter a rola nela e fazer ela se sentir mulher, ela se insinuou pra mim aos poucos até chegar a andar nua pela casa, e eu, filho dela, me sinto feliz por ter minha mãe como minha mulher.


Quando a gente conversou sobre isso pela primeira vez, ela me perguntou por que eu ficava olhando daquele jeito, por que eu cheirava as calcinhas dela, que ela era minha mãe e que eu não podia ver ela como mulher. Ela me perguntou se eu tinha namorada, e eu falei que nunca tinha tido namorada. Eu expus minha admiração e meu amor, que eu amava ela como mãe, mas que na minha mente eu também queria ela e via ela como uma mulher, que eu gostava de olhar pra ela, admirar as curvas do corpo dela, e que eu cheguei a pegar as calcinhas dela porque meu desejo era grande demais. E eu não tinha como aliviar a tensão do meu corpo. Ela confessou que não incomodava ela eu pegar as calcinhas se era isso que eu queria, mas que ela ficava com vergonha, só que eu tinha minhas necessidades.



Que ela continuaria deixando as calcinhas usadas pra mim, eu agradeci porque ela entendia minhas necessidades como homem. Ela me confessou que, com meu pai trabalhando muito tempo fora de casa, ela se sentia sozinha, e que tinha noites em que não conseguia dormir, se sentia inquieta, com calor e muito sensível no corpo todo. E desde que percebeu meu desejo por ela, o corpo dela ficou ainda mais descontrolado. Foi aí que eu disse que fazia muito tempo que meu pai deixava ela sem companhia, que ela, como mulher, precisava de alguém que satisfizesse as necessidades dela de mulher. Minha mãe arregalou os olhos e disse que não poderia arrumar um amante, porque no lugar onde a gente mora todo mundo se conhece. Foi o momento em que eu disse que, se ela sabia do meu desejo por ela, eu poderia ser o cúmplice dela e satisfazer as necessidades dela.

Ela se surpreendeu com o que eu disse, e ficou calada por um momento, depois disse que eu já não era mais um menino, que já era um homem, que aceitava minha proposta com a condição de que quando meu pai estivesse por perto, tudo fosse o mais normal possível. Eu disse que sim, que aceitava o pedido dela. Ela me falou que estava precisando de sexo há semanas, que estava completamente molhada e com muita vontade de fazer amor.

Minha mãe abaixou a calcinha e me deixou ver o quanto ela estava molhada e aquele fluido vaginal escorrendo dela, uma delícia, eu ia comer minha mãe.

Continuará...
4 comentários - A buceta da minha mãe