Me encontrei na casa onde morava com meu marido, com a minha sogra usando umas roupas minhas e batendo a porta na minha cara. Fui pra casa da minha irmã Mariana e, quando cheguei, não vi nem o carro dela nem movimento. Liguei pra ela e ela não atendeu. Esperei uns minutos e fiquei pensando na proposta do Salvador sobre o apartamento que ele tinha me oferecido, e mandei uma mensagem: "Oi Salva. Desculpa te incomodar, mas se ainda tá de pé o que você me ofereceu, aceito. Mas vai ser só por hoje e pra passar a noite. Porque minha irmã não me responde e preciso de um lugar pra trabalhar e descansar. Valeu." Mandei também pra minha irmã: "Oi Mari, vim até sua casa e parece que vocês não estão, porque tive uma briga com o Dante e queria passar esse dia com vocês. Desculpa se te atrapalho." Depois de um tempo, recebi a resposta da minha irmã quase na hora, com outra mensagem. Li primeiro a dela: "Oi Yuli... desculpa, não, não estamos em casa, estamos na casa da minha cunhada, a irmã do gordo, porque ela teve um acidente doméstico e vim ajudar ela por causa das filhas dela. Assim que ela se recuperar, volto. O que aconteceu? Brigou com seu marido? Beijos, linda, e cuida do meu sobrinho." E a outra mensagem era do Salvador: "Oi Yulita linda... perfeito. Assim que sair, te mando o endereço dos apartamentos, aí a gente se encontra lá e te passo a chave. Beijos, gostosa." Então fui devagar em direção à área urbana e recebi a localização dos apartamentos junto com uma mensagem do Salvador: "Oi Yulita. Coloca esse endereço no GPS, vai te levar direto. Já tô saindo e com certeza a gente se encontra lá. Beijos, bonita." E foi assim, fui devagar até onde o endereço que ele mandou indicava. Quando cheguei, vi um complexo de apartamentos novinhos em folha, sem nenhum carro e sem sinal de que algum deles estivesse habitado. Achei que tinha escrito errado, até que vejo uma caminhonete vindo na minha direção. Quando vi o Salvador descendo, ele estava com um sorriso no rosto. Salva:- Yulita... que bom que você chegou bem
Eu: - Mas aqui não mora ninguém e... isso é de quem?
Salva: - É que terminaram de construir faz pouco tempo, mas já está em excelentes condições pra morar. Acho que te falei, isso é do meu pai... mas na verdade também é meu... mas enfim... não importa. Vem, entra e vai ver que é lindo
Eu concordei com a cabeça e sorri timidamente
Ele abriu o portão do condomínio e fomos pro lado de um deles, abriu a porta e eu entrei. Ao ver, fiquei maravilhada, era um apartamento lindo, mas não um kitnet como ele tinha me dito, tinha uma cozinha pequena, separada uma sala de jantar com uma mesa bonita e quatro cadeiras. Um lugar pequeno, sala de estar com sofás e uma televisão, olhei pro quarto e tinha uma cama de casal e mais um quarto com duas camas separadas. Um banheiro bonito com chuveiro, bidê e vaso. Tudo estava lindo. Eu estava voltando quando vejo o Salvador entrar.
Eu: - Você mentiu pra mim... me disse que era um kitnet
Salva: - É que tem kitnet sim, mas acho que você não ia se sentir confortável num lugar tão pequeno, esse apartamento é mais familiar, como você viu tem tudo... não falta nada. Já tem água, gás e até TV a cabo... também internet. Ali na porta da geladeira está a senha e pode usar tudo que precisar...
Eu: - Bom, muito obrigada, e então sobre pagar pelos dias que eu ficar... não vou cobrar pelo meu trabalho, esse que tenho que entregar pra vocês
Salva: - Não, não, não... Yulita... encara como um pequeno gesto, um favor que faço pra mulher do meu melhor amigo
Eu: - Bom... obrigada. Deixa eu de alguma forma te agradecer. Vou descer todas as coisas do meu carro e...
Salva: - Não, não, não... faz o seguinte. Me dá a chave do seu carro que eu estaciono aqui e desço tudo que você tem nele, todas as suas coisas. Você podia aproveitar e tomar um banho pra ficar e se sentir mais à vontade aqui. Fica à vontade como se fosse sua casa...
Eu: - Obrigada, Salva...
Entreguei a chave do meu carro e ele saiu
Eu fui ver se estava tudo certo Liguei o aquecedor, não tava ligado, então acendi e deixei esquentar um pouco enquanto tirava meus tênis e andava descalça lá dentro. Salvador entrou com minha bolsa e minha mochila do notebook.
Salva: - Vamo, Yulita... o que cê tá esperando...??
Eu: - O aquecedor não tava ligado.
Salva: - Sério? Ai, que animal que eu sou... ainda bem que você não entrou no banho, ia congelar.
Eu: - Sem problema - e sorri pra ele.
Salva: - Bom... isso era tudo que achei... precisa de mais alguma coisa?
Eu: - Não, não... tá de boa... muito obrigada. Depois do banho vou comprar algo pra cozinhar e vejo o que a gente come.
Salva: - Faz o seguinte. Você toma banho e eu compro o que precisar, carne, verdura, laticínio ou o que for...
Eu: - Beleza, valeu... então se você cuida das compras, posso preparar um macarrão à bolonhesa ou um wok de legumes com atum?
Salva: - Gostei das duas opções... deixa eu ver o que consigo e te ajudo a preparar.
Eu: - Brigada...
Salva: - Bom, vou fechar a porta e você toma banho sossegada.
Ele saiu de novo e eu fui tomar banho.
Umas vinte minutos depois, terminei, fui pro quarto, esvaziei minha bolsa e vesti um vestido curto com minha calcinha fio dental, sem sutiã. Arrumei um pouco minha roupa no armário que tinha e coloquei minhas tamancas pra ficar mais à vontade dentro de casa.
Senti que tentavam abrir a porta, era o Salvador, que não conseguia abrir. Quando vi ele carregado com tantas sacolas, fiquei surpresa.
Eu: - Mas o que é tudo isso?
Salva: - Valeu... não conseguia abrir... e trouxe tudo que você pudesse precisar: comida, umas coisas de limpeza, umas pro banheiro e mais outras.
Eu: - Mas isso é demais... como vou fazer pra te pagar por tudo isso?
Salva: - Relaxa... só tenta descansar e aproveitar.
Eu: - Beleza... obrigada.
Nós dois esvaziamos as sacolas e fomos guardando tudo no lugar. Arrumei as coisas na bancada que ia usar pra cozinhar. Enquanto isso, via o Salvador colocando umas velas aromáticas na mesa da sala e outras na mesinha. que tinha perto dos sofás. Salva: — Tomara que você goste da minha seleção de fragrâncias, mas dizem que lavanda é um aroma que ajuda a relaxar e purificar o ambiente. Eu: — Sim... gostei da sua seleção. Você tem muito bom gosto. Poderia me dizer onde estão as tigelas? Salva: — Ah... já vou pegar pra você, estão no armário de cima e você é meio baixinha! — Nós dois rimos. Eu: — Estamos quase da mesma altura. Salva: — Ai, meu Deus, Yulita... — ria às gargalhadas — juro que achei que você era bem mais baixinha — parece que sua gravidez te esticou! — nós dois rimos de novo — fazia tempo que não me divertia assim com alguém. Eu: — A verdade é que eu também... principalmente com alguém mais velho, porque me divirto com os sobrinhos das minhas irmãs, mas não com alguém da minha idade ou por aí... Salva: — Ahhhh é verdade que você é mais nova que eu. Eu: — Bom... também não é exagero! Tenho 24... em alguns meses faço 25, talvez meu bebê nasça perto do meu aniversário — coloquei no fogo a panela para ferver arroz e os legumes. Ia picando e colocando nela. Salva: — Ah, é? Achei que você tinha uns 22 anos... parece mais nova. Eu: — Bom, obrigada... e você, quantos anos tem? Tem a mesma idade que o Dante? — cortava os legumes e ia colocando na frigideira. Salva: — Não, não, ele tem a sua idade, eu tenho 25, uns dois anos mais velho. Ele era um vizinho do meu antigo bairro, todos os moleques da rua se juntavam pra jogar futebol e foi aí que conheci seu marido... éramos muito bons jogando! — ria às gargalhadas — éramos os piores!! Eu era um espaguete com dois pés esquerdos e ele era mole demais, ou seja, sempre que alguém tentava tomar a bola dele, ele caía de propósito e dizia que era falta... Então acho que por sermos tão ruins jogando é que viramos amigos... ele ia pra minha casa ou eu ia pra casa dele... Eu: — E como era seu relacionamento com a mãe do Dante? Como ela era com você? — enquanto mexia a comida. Salva: — Acho que bem, só ficava um tempo porque meus pais não me deixavam eu ficar um tempão na casa dos meus amigos pra não encher o saco ou ficar comendo... porque eu era uma lima — ela riu — vivia comendo... e mesmo assim quase não engordava...
Eu: — Ah é? Bom, melhor... porque, por exemplo, seu amigo e eu, se a gente come muita farinha e muita porcaria, engorda do nada — provei a comida, coloquei um pouco mais de sal e alguns temperos
Salva: — Mas você tá uma gostosa, nena... o que você tá falando!!
Eu: — Bom, obrigada... você podia pôr a mesa que isso aqui já tá quase pronto.
Salva: — Ok... deixa comigo então que eu vou cuidar da limpeza, depois da sua comida deliciosa
Servi a comida e o Salvador levou os pratos pra mesa
A gente sentou e comeu conversando sobre vários assuntos
No final, ele levantou tudo e foi levando pra pia pra lavar, eu peguei meu notebook e vi o pedido do Salvador e do pai dele, mandei pra gráfica imprimir, pra amanhã já poder finalizar tudo e entregar pra ele.
Ele se aproximou por trás de mim e acariciou meus ombros, massageando de leve
Salva: — Serviço de massagem a domicílio...
Eu: — Uii... faz devagarzinho porque eu sou muito sensível e me dá tontura, se fizer muito forte pode me dar ânsia
Salva: — Vou ser como uma brisa: suave, leve e que você mal vai sentir...
Ele foi massageando meu pescoço e meus ombros, eu fechei os olhos e fui aproveitando. Já tava ofegante curtindo o momento quando sinto que uma das mãos dele enfia entre meus peitos que tavam sem sutiã e acaricia, eu longe de negar ou falar alguma coisa, solto um gemidinho leve e jogo minha cabeça pra trás. Sinto a boca dele percorrendo meu pescoço e meus ombros, segurando meu cabelo com uma mão enquanto a outra continuava apertando, sentindo entre os dedos meu mamilo duro. Era tanta tesão que tava despertando em mim, que meu peito começou a vazar umas gotas de leite dos meus mamilos. Ao sentir que saía, em vez de parar ou se conter, continuou tocando, abrindo a mão toda e acariciando meu peito por inteiro. Apertava, tocava, mexia e brincava com minha buceta auréola que estava bem dura, com dois dedos ele passava e puxava um pouco mais. Meus gemidos aumentavam junto com minha respiração acelerada. Ele me levantou da cadeira, apoiou minha barriga voluptuosa na mesa, se encostou em mim enquanto a outra mão percorria minhas costas. Ao chegar no meu quadril, levantou meu vestido, acariciou minha bunda e queria puxar o tecido da minha calcinha. Como viu que não conseguia, com minhas próprias mãos eu tirei, ficando só com o vestido e sentindo o pau enorme dele querendo sair da roupa. Só consegui tocar por cima, ele me virou para ele e só abaixou a calça e, vendo por trás do tecido da cueca dele a ponta do pau aparecendo, eu acariciei devagar e suavemente. Ao ver que ele fechava os olhos e curtia o que eu fazia, eu puxei a cueca dele para baixo e ele se jogou em mim para me beijar, me apertar contra ele e me sentir. Tirei meu vestido e ele me apoiou na mesa, acariciando meus peitões enormes que ainda soltavam gotas de leite, e ele se atirou neles e começou a mamar. Chupava como um desenfreado, um homem desesperado que morria de sede do meu líquido branco. Aquele ouro para ele, tão precioso. Ele tirou a cueca e encostou a ponta do pau enorme na entrada da minha buceta, e era um vai e vem enquanto tentava entrar só com a ponta e tirava, essa sensação me excitava cada vez mais, enquanto minha buceta ia ficando molhada com o contato do membro dele. Me abracei, enlaçando o corpo dele, o calor dele, aquele momento tão nosso, tão íntimo e tão proibido. Ele beijava meu pescoço, dava lambidas, beijos cheios de saliva e gemia em cima de mim, enquanto aumentava os movimentos entre nossos sexos. Ele estava totalmente dentro de mim, quando começou a ofegar, a respirar com mais força, eu sentia os espasmos dele, sentia os tremores, como se estivesse tremendo de frio, mas era tamanho o momento erótico que ele ficava assim. Nossos movimentos eram um vai e vem, sincronizado e devagar. Eu, de vez em quando, tentava buscar o olhar dela e quando conseguia, nossos lábios se uniam, nossas línguas se misturavam e colidiam. Sentia que não aguentava mais, quando sinto que ela apoia a cabeça no meu peito e ofegava sem parar. Salva: - Aaaaaggghhhhh... Yuli... ayyyyy meu amor... vou... vou... aaaagggghhhhh... Sentia ele gozando com força, como ondas gigantes dentro de mim. Quando fui me recompondo, ele me ajudou a descer da mesa. Me deu uns beijos suaves. Salva: - Adoraria ficar e... talvez continuar... - vestiu a cueca e a calça. Eu: - Prefiro que não... se não levar a mal, preciso que você vá. Quero ver como vai ser minha primeira noite dormindo sozinha. Salva: - Por isso mesmo... te peço por favor... deixa eu te acompanhar, não quero te deixar sozinha - vestiu a camisa e foi abotoando aos poucos. Eu: - Vou ficar bem. Amanhã de manhã vou buscar as coisas do aniversário surpresa da sua mãe e... Salva: - Ah sim sim... quanto foi tudo? Porque quero já te pagar isso... - pegou a carteira. Eu: - Acho que passei o orçamento pro seu pai... porque não sei se anotei em algum lugar e... deixa eu procurar amanhã... Salva: - Bom... então tem certeza que vai ficar bem assim, sozinha...?? - guardou a carteira e me olhou nos olhos. Eu: - Sim, sim... obrigada por tudo... Salva: - Obrigado a você... pela sua comida e pela sobremesa! Você é incrível... Nós dois sorrimos. Ele me deu um beijo e foi embora. Estava prestes a desligar meu notebook, quando recebo um e-mail do Dante. "Oi meu amor. Fazia tempo que não usava esse meio. Pensar que antes eu te escrevia centenas de mensagens lindas por aqui e algumas cartas de papel, com poemas ou alguma música romântica que era especialmente pra você. Sabe meu amor... não consigo fazer nada se você não está. Gostaria que me desse uma chance, uma oportunidade pro nosso amor. Não te peço por mim, mas pelo nosso bebê, nosso filhinho. Não quero que vocês fiquem sozinhos, preciso de vocês na minha vida, dos dois. Te juro que farei de tudo pra sermos uma grande família de agora em diante. E mais, vou cuidar muito de você e do nosso filhinho. Te amo, gostosa... te amo muito." As palavras dele me emocionaram, e respondi: "Oi, Dante. É verdade, é legal receber uma mensagem sua pelo correio. Pensar que antes a gente vivia trocando os versos mais melosos e grudentos ou músicas românticas da moda. Eu também não queria passar minha gravidez sozinha, já tô passando por um momento muito merda aqui... (pausei porque não ia falar onde estava) num hotel, é a primeira vez em anos que vou dormir sozinha. Tomara que eu consiga dormir e que a gente possa conversar sobre o que vamos fazer por nós e pelo nosso bebê. Um beijo. Giuli." Ia desligar o notebook e ir me deitar, quando ouvi a chegada de uma nova mensagem. Era do Dante: "Me fala onde você tá... preciso te ver, preciso estar com você... por favor, meu amor, minha vida... minha linda costelinha. Lembra que eu te chamava assim?" — eu sorri — "Sério, minha morena linda do meu coração... tô precisando muito de você. Mando muitos beijinhos." Só li a mensagem dele e deixei o notebook ligado. Fui pro quarto, pensando no que tinha rolado com Salvador e também nas mensagens do Dante. Precisava decidir se voltava com o Dante ou ficava sozinha e tentava algo com o Salvador. Parei de pensar tanto e me deitei, quase na hora já apaguei. CONTINUA...
Eu: - Mas aqui não mora ninguém e... isso é de quem?
Salva: - É que terminaram de construir faz pouco tempo, mas já está em excelentes condições pra morar. Acho que te falei, isso é do meu pai... mas na verdade também é meu... mas enfim... não importa. Vem, entra e vai ver que é lindo
Eu concordei com a cabeça e sorri timidamente
Ele abriu o portão do condomínio e fomos pro lado de um deles, abriu a porta e eu entrei. Ao ver, fiquei maravilhada, era um apartamento lindo, mas não um kitnet como ele tinha me dito, tinha uma cozinha pequena, separada uma sala de jantar com uma mesa bonita e quatro cadeiras. Um lugar pequeno, sala de estar com sofás e uma televisão, olhei pro quarto e tinha uma cama de casal e mais um quarto com duas camas separadas. Um banheiro bonito com chuveiro, bidê e vaso. Tudo estava lindo. Eu estava voltando quando vejo o Salvador entrar.
Eu: - Você mentiu pra mim... me disse que era um kitnet
Salva: - É que tem kitnet sim, mas acho que você não ia se sentir confortável num lugar tão pequeno, esse apartamento é mais familiar, como você viu tem tudo... não falta nada. Já tem água, gás e até TV a cabo... também internet. Ali na porta da geladeira está a senha e pode usar tudo que precisar...
Eu: - Bom, muito obrigada, e então sobre pagar pelos dias que eu ficar... não vou cobrar pelo meu trabalho, esse que tenho que entregar pra vocês
Salva: - Não, não, não... Yulita... encara como um pequeno gesto, um favor que faço pra mulher do meu melhor amigo
Eu: - Bom... obrigada. Deixa eu de alguma forma te agradecer. Vou descer todas as coisas do meu carro e...
Salva: - Não, não, não... faz o seguinte. Me dá a chave do seu carro que eu estaciono aqui e desço tudo que você tem nele, todas as suas coisas. Você podia aproveitar e tomar um banho pra ficar e se sentir mais à vontade aqui. Fica à vontade como se fosse sua casa...
Eu: - Obrigada, Salva...
Entreguei a chave do meu carro e ele saiu
Eu fui ver se estava tudo certo Liguei o aquecedor, não tava ligado, então acendi e deixei esquentar um pouco enquanto tirava meus tênis e andava descalça lá dentro. Salvador entrou com minha bolsa e minha mochila do notebook.
Salva: - Vamo, Yulita... o que cê tá esperando...??
Eu: - O aquecedor não tava ligado.
Salva: - Sério? Ai, que animal que eu sou... ainda bem que você não entrou no banho, ia congelar.
Eu: - Sem problema - e sorri pra ele.
Salva: - Bom... isso era tudo que achei... precisa de mais alguma coisa?
Eu: - Não, não... tá de boa... muito obrigada. Depois do banho vou comprar algo pra cozinhar e vejo o que a gente come.
Salva: - Faz o seguinte. Você toma banho e eu compro o que precisar, carne, verdura, laticínio ou o que for...
Eu: - Beleza, valeu... então se você cuida das compras, posso preparar um macarrão à bolonhesa ou um wok de legumes com atum?
Salva: - Gostei das duas opções... deixa eu ver o que consigo e te ajudo a preparar.
Eu: - Brigada...
Salva: - Bom, vou fechar a porta e você toma banho sossegada.
Ele saiu de novo e eu fui tomar banho.
Umas vinte minutos depois, terminei, fui pro quarto, esvaziei minha bolsa e vesti um vestido curto com minha calcinha fio dental, sem sutiã. Arrumei um pouco minha roupa no armário que tinha e coloquei minhas tamancas pra ficar mais à vontade dentro de casa.
Senti que tentavam abrir a porta, era o Salvador, que não conseguia abrir. Quando vi ele carregado com tantas sacolas, fiquei surpresa.
Eu: - Mas o que é tudo isso?
Salva: - Valeu... não conseguia abrir... e trouxe tudo que você pudesse precisar: comida, umas coisas de limpeza, umas pro banheiro e mais outras.
Eu: - Mas isso é demais... como vou fazer pra te pagar por tudo isso?
Salva: - Relaxa... só tenta descansar e aproveitar.
Eu: - Beleza... obrigada.
Nós dois esvaziamos as sacolas e fomos guardando tudo no lugar. Arrumei as coisas na bancada que ia usar pra cozinhar. Enquanto isso, via o Salvador colocando umas velas aromáticas na mesa da sala e outras na mesinha. que tinha perto dos sofás. Salva: — Tomara que você goste da minha seleção de fragrâncias, mas dizem que lavanda é um aroma que ajuda a relaxar e purificar o ambiente. Eu: — Sim... gostei da sua seleção. Você tem muito bom gosto. Poderia me dizer onde estão as tigelas? Salva: — Ah... já vou pegar pra você, estão no armário de cima e você é meio baixinha! — Nós dois rimos. Eu: — Estamos quase da mesma altura. Salva: — Ai, meu Deus, Yulita... — ria às gargalhadas — juro que achei que você era bem mais baixinha — parece que sua gravidez te esticou! — nós dois rimos de novo — fazia tempo que não me divertia assim com alguém. Eu: — A verdade é que eu também... principalmente com alguém mais velho, porque me divirto com os sobrinhos das minhas irmãs, mas não com alguém da minha idade ou por aí... Salva: — Ahhhh é verdade que você é mais nova que eu. Eu: — Bom... também não é exagero! Tenho 24... em alguns meses faço 25, talvez meu bebê nasça perto do meu aniversário — coloquei no fogo a panela para ferver arroz e os legumes. Ia picando e colocando nela. Salva: — Ah, é? Achei que você tinha uns 22 anos... parece mais nova. Eu: — Bom, obrigada... e você, quantos anos tem? Tem a mesma idade que o Dante? — cortava os legumes e ia colocando na frigideira. Salva: — Não, não, ele tem a sua idade, eu tenho 25, uns dois anos mais velho. Ele era um vizinho do meu antigo bairro, todos os moleques da rua se juntavam pra jogar futebol e foi aí que conheci seu marido... éramos muito bons jogando! — ria às gargalhadas — éramos os piores!! Eu era um espaguete com dois pés esquerdos e ele era mole demais, ou seja, sempre que alguém tentava tomar a bola dele, ele caía de propósito e dizia que era falta... Então acho que por sermos tão ruins jogando é que viramos amigos... ele ia pra minha casa ou eu ia pra casa dele... Eu: — E como era seu relacionamento com a mãe do Dante? Como ela era com você? — enquanto mexia a comida. Salva: — Acho que bem, só ficava um tempo porque meus pais não me deixavam eu ficar um tempão na casa dos meus amigos pra não encher o saco ou ficar comendo... porque eu era uma lima — ela riu — vivia comendo... e mesmo assim quase não engordava...
Eu: — Ah é? Bom, melhor... porque, por exemplo, seu amigo e eu, se a gente come muita farinha e muita porcaria, engorda do nada — provei a comida, coloquei um pouco mais de sal e alguns temperos
Salva: — Mas você tá uma gostosa, nena... o que você tá falando!!
Eu: — Bom, obrigada... você podia pôr a mesa que isso aqui já tá quase pronto.
Salva: — Ok... deixa comigo então que eu vou cuidar da limpeza, depois da sua comida deliciosa
Servi a comida e o Salvador levou os pratos pra mesa
A gente sentou e comeu conversando sobre vários assuntos
No final, ele levantou tudo e foi levando pra pia pra lavar, eu peguei meu notebook e vi o pedido do Salvador e do pai dele, mandei pra gráfica imprimir, pra amanhã já poder finalizar tudo e entregar pra ele.
Ele se aproximou por trás de mim e acariciou meus ombros, massageando de leve
Salva: — Serviço de massagem a domicílio...
Eu: — Uii... faz devagarzinho porque eu sou muito sensível e me dá tontura, se fizer muito forte pode me dar ânsia
Salva: — Vou ser como uma brisa: suave, leve e que você mal vai sentir...
Ele foi massageando meu pescoço e meus ombros, eu fechei os olhos e fui aproveitando. Já tava ofegante curtindo o momento quando sinto que uma das mãos dele enfia entre meus peitos que tavam sem sutiã e acaricia, eu longe de negar ou falar alguma coisa, solto um gemidinho leve e jogo minha cabeça pra trás. Sinto a boca dele percorrendo meu pescoço e meus ombros, segurando meu cabelo com uma mão enquanto a outra continuava apertando, sentindo entre os dedos meu mamilo duro. Era tanta tesão que tava despertando em mim, que meu peito começou a vazar umas gotas de leite dos meus mamilos. Ao sentir que saía, em vez de parar ou se conter, continuou tocando, abrindo a mão toda e acariciando meu peito por inteiro. Apertava, tocava, mexia e brincava com minha buceta auréola que estava bem dura, com dois dedos ele passava e puxava um pouco mais. Meus gemidos aumentavam junto com minha respiração acelerada. Ele me levantou da cadeira, apoiou minha barriga voluptuosa na mesa, se encostou em mim enquanto a outra mão percorria minhas costas. Ao chegar no meu quadril, levantou meu vestido, acariciou minha bunda e queria puxar o tecido da minha calcinha. Como viu que não conseguia, com minhas próprias mãos eu tirei, ficando só com o vestido e sentindo o pau enorme dele querendo sair da roupa. Só consegui tocar por cima, ele me virou para ele e só abaixou a calça e, vendo por trás do tecido da cueca dele a ponta do pau aparecendo, eu acariciei devagar e suavemente. Ao ver que ele fechava os olhos e curtia o que eu fazia, eu puxei a cueca dele para baixo e ele se jogou em mim para me beijar, me apertar contra ele e me sentir. Tirei meu vestido e ele me apoiou na mesa, acariciando meus peitões enormes que ainda soltavam gotas de leite, e ele se atirou neles e começou a mamar. Chupava como um desenfreado, um homem desesperado que morria de sede do meu líquido branco. Aquele ouro para ele, tão precioso. Ele tirou a cueca e encostou a ponta do pau enorme na entrada da minha buceta, e era um vai e vem enquanto tentava entrar só com a ponta e tirava, essa sensação me excitava cada vez mais, enquanto minha buceta ia ficando molhada com o contato do membro dele. Me abracei, enlaçando o corpo dele, o calor dele, aquele momento tão nosso, tão íntimo e tão proibido. Ele beijava meu pescoço, dava lambidas, beijos cheios de saliva e gemia em cima de mim, enquanto aumentava os movimentos entre nossos sexos. Ele estava totalmente dentro de mim, quando começou a ofegar, a respirar com mais força, eu sentia os espasmos dele, sentia os tremores, como se estivesse tremendo de frio, mas era tamanho o momento erótico que ele ficava assim. Nossos movimentos eram um vai e vem, sincronizado e devagar. Eu, de vez em quando, tentava buscar o olhar dela e quando conseguia, nossos lábios se uniam, nossas línguas se misturavam e colidiam. Sentia que não aguentava mais, quando sinto que ela apoia a cabeça no meu peito e ofegava sem parar. Salva: - Aaaaaggghhhhh... Yuli... ayyyyy meu amor... vou... vou... aaaagggghhhhh... Sentia ele gozando com força, como ondas gigantes dentro de mim. Quando fui me recompondo, ele me ajudou a descer da mesa. Me deu uns beijos suaves. Salva: - Adoraria ficar e... talvez continuar... - vestiu a cueca e a calça. Eu: - Prefiro que não... se não levar a mal, preciso que você vá. Quero ver como vai ser minha primeira noite dormindo sozinha. Salva: - Por isso mesmo... te peço por favor... deixa eu te acompanhar, não quero te deixar sozinha - vestiu a camisa e foi abotoando aos poucos. Eu: - Vou ficar bem. Amanhã de manhã vou buscar as coisas do aniversário surpresa da sua mãe e... Salva: - Ah sim sim... quanto foi tudo? Porque quero já te pagar isso... - pegou a carteira. Eu: - Acho que passei o orçamento pro seu pai... porque não sei se anotei em algum lugar e... deixa eu procurar amanhã... Salva: - Bom... então tem certeza que vai ficar bem assim, sozinha...?? - guardou a carteira e me olhou nos olhos. Eu: - Sim, sim... obrigada por tudo... Salva: - Obrigado a você... pela sua comida e pela sobremesa! Você é incrível... Nós dois sorrimos. Ele me deu um beijo e foi embora. Estava prestes a desligar meu notebook, quando recebo um e-mail do Dante. "Oi meu amor. Fazia tempo que não usava esse meio. Pensar que antes eu te escrevia centenas de mensagens lindas por aqui e algumas cartas de papel, com poemas ou alguma música romântica que era especialmente pra você. Sabe meu amor... não consigo fazer nada se você não está. Gostaria que me desse uma chance, uma oportunidade pro nosso amor. Não te peço por mim, mas pelo nosso bebê, nosso filhinho. Não quero que vocês fiquem sozinhos, preciso de vocês na minha vida, dos dois. Te juro que farei de tudo pra sermos uma grande família de agora em diante. E mais, vou cuidar muito de você e do nosso filhinho. Te amo, gostosa... te amo muito." As palavras dele me emocionaram, e respondi: "Oi, Dante. É verdade, é legal receber uma mensagem sua pelo correio. Pensar que antes a gente vivia trocando os versos mais melosos e grudentos ou músicas românticas da moda. Eu também não queria passar minha gravidez sozinha, já tô passando por um momento muito merda aqui... (pausei porque não ia falar onde estava) num hotel, é a primeira vez em anos que vou dormir sozinha. Tomara que eu consiga dormir e que a gente possa conversar sobre o que vamos fazer por nós e pelo nosso bebê. Um beijo. Giuli." Ia desligar o notebook e ir me deitar, quando ouvi a chegada de uma nova mensagem. Era do Dante: "Me fala onde você tá... preciso te ver, preciso estar com você... por favor, meu amor, minha vida... minha linda costelinha. Lembra que eu te chamava assim?" — eu sorri — "Sério, minha morena linda do meu coração... tô precisando muito de você. Mando muitos beijinhos." Só li a mensagem dele e deixei o notebook ligado. Fui pro quarto, pensando no que tinha rolado com Salvador e também nas mensagens do Dante. Precisava decidir se voltava com o Dante ou ficava sozinha e tentava algo com o Salvador. Parei de pensar tanto e me deitei, quase na hora já apaguei. CONTINUA...
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