Dei de cara na casa que dividia com meu marido com a minha sogra, usando algumas das minhas roupas e me fechando a porta na cara. Fui em direção à casa da minha irmã Mariana e, ao chegar, não vi nem o carro dela nem movimento. Liguei para ela e não atendeu. Esperei alguns minutos e pensei na proposta do Salvador do mono ambiente que ele tinha me oferecido e escrevi: "Oi Salva. Desculpa te incomodar, mas se ainda estiver de pé o que você me ofereceu, te digo que sim. Mas só será por hoje e para passar a noite. Porque minha irmã não me responde e preciso de um lugar para poder trabalhar e descansar. Obrigada." Também escrevi para minha irmã: "Oi Mari, vim para sua casa e parece que não estão, porque tive uma discussão com Dante e queria passar este dia com vocês. Desculpa se te incomodo."
Depois de um tempo, recebi a resposta da minha irmã quase imediatamente, junto com outra mensagem. Li primeiro a dela: "Oi Yuli... desculpa, não, não estamos em casa, estamos na casa da minha sister in law, a irmã do gordo, porque ela teve um acidente doméstico e vim ajudá-la por causa das meninas dela. Assim que ela se recuperar, estarei de volta. O que aconteceu? Brigou com seu marido? Beijos, linda, e cuida do meu sobrinho." E a outra mensagem era do Salvador: "Oi Yulita linda... perfeito. Assim que saio, te envio o endereço dos apartamentos, assim nos encontramos aí e fuck you a chave. Beijos, gostosa."
Então fui devagar em direção à zona urbana e recebi a localização dos apartamentos junto com uma mensagem do Salvador: "Oi Yulita. Coloca esse endereço no GPS, vai te deixar bem na porta. Eu já estou saindo e com certeza nos encontramos lá. Beijos, bonita." E assim foi, fui devagar para onde o endereço que ele tinha me passado indicava. Ao chegar, vi um complexo de apartamentos totalmente novos e sem um carro, nem parecia que algum deles estava habitado. Achei que tinha escrito errado e, quando vi, uma caminhonete vinha na minha direção. Ao vê-lo descer, Salvador trazia um sorriso no rosto.
Salva:- Yulita... que bom que você chegou bem.
Eu: Mas aqui não mora ninguém e... isso é de quem?
Salva: É que acabaram de terminar de construir, mas já está em excelentes condições para morar. Acho que te falei, isso é do meu pai... mas na verdade também é meu... mas enfim... não importa. Vem, entra e você vai ver que está lindo.
Eu acenei com a cabeça e sorri timidamente.
Ele abriu o portão do condomínio e fomos para o lado de um dos prédios, abriu a porta e eu entrei. Ao ver, fiquei maravilhada. Era um lindo apartamento, mas não era um monoambiente como ele tinha dito. Tinha uma cozinha pequena, além de uma sala de jantar com uma mesa bonita e quatro cadeiras. Um pequeno espaço, sala de estar com sofás e uma TV. Olhei para o quarto e havia uma cama de casal e outro quarto com duas camas separadas. Um banheiro bonito com chuveiro, bidê e vaso sanitário. Tudo estava lindo. Eu estava voltando quando vejo Salvador entrar.
Eu: Você mentiu pra mim... me disse que era um monoambiente.
Salva: É que tem monoambiente, mas não acho que você se sentiria confortável num lugar tão pequeno. Este apartamento é mais familiar, como você viu tem tudo... não falta nada. Já tem água, gás e até TV a cabo... também internet. Ali na porta da geladeira está a senha e você pode usar tudo o que precisar...
Eu: Bom, muito obrigada. E então, sobre pagar por esses dias que eu ficar... não vou cobrar meu trabalho, esse que preciso entregar pra vocês.
Salva: Não, não, não... Yulita... leve como um pequeno gesto, um favor que faço para a mulher do meu melhor amigo.
Eu: Bom... obrigada. Deixa eu de alguma forma te agradecer. Vou descer todas as coisas do meu carro e...
Salva: Não, não, não... faz o seguinte. Me dá a chave do seu carro e eu entro ele aqui e desço tudo o que você tiver nele, todas as suas coisas. Você poderia aproveitar e tomar um banho para ficar e se sentir mais confortável aqui. Faça como se fosse sua casa...
Eu: Obrigada, Salva...
Dei a chave do meu carro e ele saiu.
Eu fui ver se estava tudo bem. O aquecedor estava desligado, não estava, então liguei e deixei esquentar um pouco enquanto tirava minhas pantufas e andava descalça dentro. Salvador entrou com minha bolsa e minha maleta com o notebook.
Salva: Vamos, Yulita... o que está esperando?
Eu: O aquecedor não estava ligado.
Salva: Sério? Puts, que animal que eu sou... ainda bem que você não entrou no banho, teria congelado.
Eu: Não foi nada – e sorri pra ele.
Salva: Bom... isso era tudo que encontrei... precisa de mais alguma coisa?
Eu: Não, não... tá bom... muito obrigada. Depois do banho vou comprar algo pra cozinhar e ver o que a gente come.
Salva: Vamos fazer o seguinte. Você toma banho e eu compro o que você precisar, carne, verduras, laticínios, o que for...
Eu: Tá bom, obrigada... então se você cuida das compras, eu poderia preparar um macarrão à bolonhesa ou um wok de legumes com atum?
Salva: Gosto das duas opções... deixa eu ver o que consigo e te ajudo a preparar.
Eu: Obrigada...
Salva: Bom, vou fechar a porta e você toma banho tranquila.
Ele saiu de novo e eu fui tomar banho.
Passados quase vinte minutos, terminei, fui pro quarto, esvaziei minha bolsa e coloquei um vestido curto junto com uma calcinha fio dental sem sutiã. Organizei um pouco minha roupa no guarda-roupa que tinha e coloquei meus mocassins pra andar mais confortável dentro de casa.
Deu pra sentir que tentavam abrir a porta e era o Salvador, que não conseguia abrir. Ao vê-lo carregado com tantas sacolas que trazia, me surpreendi.
Eu: Mas o que é tudo isso?
Salva: Obrigado... não conseguia abrir... e te trouxe tudo que você pudesse precisar: comida, algo de limpeza, algo pro banho e outras coisas mais.
Eu: Mas isso é demais... como vou fazer pra te pagar por tudo isso?
Salva: Relaxa... você tenta se descontrair e aproveita.
Eu: Tá bom... obrigada.
Esvaziamos as sacolas entre os dois e fomos guardando tudo no lugar. Acomodei as coisas na bancada que usaria pra cozinhar. Enquanto isso, vi Salvador colocando umas velas aromáticas na mesa de jantar e outras na mesinha. que havia perto dos sofás. Salva:
- Espero que goste da minha seleção de fragrâncias, mas dizem que lavanda é um aroma que ajuda a relaxar e limpar o ambiente.
Eu:
- Sim... gosto da sua seleção. Você tem muito bom gosto. Poderia me dizer onde estão as tigelas?
Salva:
- Ah... já te alcanço, estão no armário de cima e você é meio baixinha!
- Ambos rimos.
Eu:
- Estamos quase da mesma altura.
Salva:
- Ai, meu Deus, Yulita...
- ria às gargalhadas
- juro que pensei que você era muito mais baixinha
- parece que sua gravidez te esticou!
- ambos rimos de novo
- fazia tempo que eu não me divertia assim com alguém.
Eu:
- Na verdade, eu também... principalmente com alguém mais velho, porque me divirto com os sobrinhos das minhas irmãs, mas não com alguém da minha idade ou por aí...
Salva:
- Ahhhh, é verdade que você é mais nova que eu.
Eu:
- Pô... também não exagera! Tenho 24... em alguns meses faço 25, talvez meu bebê nasça perto do meu aniversário
- coloquei no fogo a panela para ferver arroz e os legumes. Fui picando e colocando nela.
Salva:
- Ah, é? Pensei que você tinha uns 22 anos... parece mais nova.
Eu:
- Bom, obrigada... e você, quantos anos tem? Tem a mesma idade que o Dante?
- cortava os legumes e ia colocando na frigideira.
Salva:
- Não, não, ele tem a sua idade, eu tenho 25, uns dois anos mais velho. Ele era um vizinho do meu antigo bairro, todos os moleques da rua se juntavam para jogar futebol e foi assim que conheci seu marido... éramos muito bons jogando!
- riu às gargalhadas
- éramos os piores!! Eu era um palito com dois pés esquerdos e ele era muito molenga, ou seja, sempre que alguém queria tirar a bola dele, ele caía de propósito e dizia que era falta...
Então acho que por sermos ambos tão ruins jogando é que viramos amigos... ele ia pra minha casa ou eu ia pra casa dele...
Eu:
- E como você se dava com a mãe do Dante? Como ela era com você?
- enquanto mexia a comida.
Salva:
- E acho que bem, só ficava um pouco já que meus pais não me... deixavam eu ficar muito tempo na casa dos meus amigos pra não incomodar ou começar a comer... porque eu era uma larica – ele riu – vivia comendo... e mesmo assim quase não engordava...
Eu: Ah, é? Bom, melhor... porque, por exemplo, você e seu amigo, se a gente come muita farinha e essas porcarias, engorda fácil – provei a comida, coloquei um pouco mais de sal e alguns temperos.
Salva: Mas você tá uma gostosa, minha filha... que isso!!
Eu: Bom, obrigada... podia pôr a mesa que isso aqui já tá quase pronto.
Salva: Ok... deixa comigo então, e eu vou me dedicar a limpar depois da sua comida gostosa.
Servi a comida e Salvador levou os pratos pra mesa.
Nos sentamos e comemos, conversando sobre vários assuntos.
Quando terminamos, ele levantou tudo e foi levando pra pia pra lavar, eu peguei meu notebook e vi o pedido do Salvador e do pai dele, mandei pra gráfica pra imprimirem, pra amanhã já poder finalizar tudo e entregar.
Ele se aproximou por trás de mim e acariciou meus ombros, massageando suavemente.
Salva: Serviço de massagem a domicílio...
Eu: Ai... faz devagar porque eu sou muito sensível e fico tonta, se fizer muito forte posso até passar mal.
Salva: Vou ser como uma brisa: suave, leve e você quase não vai sentir...
Foi massageando meu pescoço e meus ombros, eu fechei os olhos e fiquei curtindo.
Já estava ofegante, aproveitando o momento, quando senti uma das mãos dele deslizar entre meus peitos, que estavam sem sutiã, e começar a acariciar. Longe de negar ou dizer algo, soltei um leve gemido e joguei a cabeça pra trás.
Senti sua boca percorrendo meu pescoço e meus ombros, segurando meu cabelo com uma mão enquanto a outra continuava apertando, sentindo entre seus dedos meu mamilo duro.
Era tanta tesão que estava despertando em mim, que meu peito começou a vazar umas gotinhas de leite dos mamilos.
Ao sentir que estava saindo, em vez de parar ou se conter, ele continuou tocando, abrindo totalmente a mão e acariciando meu peito por inteiro.
Apertava, tocava, movia e brincava com minha... O mamilo estava bem duro, com dois dedos ele passava e puxava um pouco mais. Meus gemidos aumentavam junto com minha respiração acelerada. Ele me levantou da cadeira, apoiou minha barriga voluptuosa sobre a mesa, encostou-se em mim enquanto a outra mão percorria minhas costas. Ao chegar até meu quadril, levantou meu vestido, acariciou minha bunda e tentou puxar a calcinha. Como viu que não conseguia, com minhas mãos eu a tirei, ficando só com o vestido e sentindo seu pau enorme que queria sair da roupa, só consegui tocá-lo por cima. Ele me virou para ele, abaixou só a calça e, através da cueca, dava pra ver a ponta do pau dele. Acariciava devagar e suavemente. Ao vê-lo fechar os olhos e curtir o que eu fazia, eu abaixei sua cueca e ele se atirou sobre mim para me beijar, me apertar contra ele e me sentir. Tirei meu vestido e ele me apoiou na mesa, acariciando meus peitos enormes que continuavam a soltar gotas de leite. Ele se atirou sobre eles e começou a chupá-los. Sugava como um desesperado, um homem sedento do meu líquido branco. Aquele ouro para ele, tão precioso. Tirou a cueca e apoiou a ponta do pau enorme na entrada da minha buceta, era um vai e vem enquanto tentava entrar só a ponta e depois tirava. Essa sensação me excitava cada vez mais, enquanto minha buceta ia ficando molhada no contato com o membro dele. Me abracei, me enlaçando ao corpo dele, ao calor, àquele momento tão nosso, tão íntimo e tão proibido. Ele beijava meu pescoço, dando lambidas, beijos cheios de saliva e gemida em cima de mim, enquanto aumentava os movimentos entre nossos sexos. Ele estava totalmente dentro de mim quando começou a gemer, a respirar com mais intensidade. Senti seus espasmos, seus tremores, como se estivesse tremendo de frio, mas era o momento tão erótico que ele ficou assim. Nossos movimentos eram um vai e vem, sincronizado e devagar. Eu, de vez em quando, tentava... Procurar seu olhar e, quando conseguia, nossos lábios se uniam, nossas línguas se fundiam e se chocavam. Sentia que não aguentava mais, quando sinto que ele apoia a cabeça no meu peito e fica ofegante sem parar.
Salva: - Aaaaaggghhhhh... Yuli... aiii, meu amor... eu vou... vou... aaaagggghhhhh...
Sentia o sêmen dele entrar com violência, como ondas gigantes dentro de mim.
Ao recuperar a compostura, ele me ajudou a descer da mesa. Me deu uns beijos suaves.
Salva: - Eu adoraria ficar e... talvez continuar... - vestiu a cueca e a calça.
Eu: - Eu prefiro que não... se não levar a mal, preciso que você vá. Quero ver como vai ser minha primeira noite dormindo sozinha.
Salva: - É por isso mesmo... te peço por favor... deixa eu te fazer companhia, não quero te deixar sozinha - vestiu a camisa e foi abotoando aos poucos.
Eu: - Vou ficar bem. Amanhã de manhã vou buscar as coisas da festa surpresa da sua mãe e...
Salva: - Ah, sim, sim... quanto ficou tudo? Porque quero já te pagar isso... - puxou a carteira.
Eu: - Acho que passei o orçamento pro seu pai... porque não sei se anotei em algum lugar e... deixa eu procurar amanhã...
Salva: - Bom... então tem certeza que vai ficar bem assim, sozinha...?? - guardou a carteira e me olhou nos olhos.
Eu: - Sim, sim... obrigada por tudo...
Salva: - Eu que agradeço... pela sua comida e pela sobremesa! Você é incrível...
Ambos sorrimos. Ele me deu um beijo e foi embora.
Estava prestes a desligar meu notebook, quando recebo um e-mail do Dante.
"Oi, meu amor. Há quanto tempo não usava esse meio. Pensar que antes te escrevia centenas de mensagens lindas por aqui e algumas cartas de papel, com poemas ou alguma canção romântica que era especialmente pra você. Sabe, meu amor... não consigo fazer nada se você não está. Gostaria que me desse uma chance, uma oportunidade pro nosso amor. Não te peço por mim, mas pelo nosso bebê, nosso filhinho. Não quero que fiquem sozinhos, preciso de vocês na minha vida, dos dois. Juro que farei qualquer coisa pra sermos uma grande família de agora em diante. e vou cuidar muito de você e do nosso filhinho. Te amo, linda... te amo muito". Me comoveu com suas palavras e respondi: "Oi, Dante. É, a verdade é que é legal receber uma mensagem sua pelo correio, pensar que antes a gente vivia trocando as frases mais cafonas e grudentes ou músicas românticas da moda. Eu também não queria passar minha gravidez sozinha, tá sendo muito ruim o que tô passando agora que estou aqui... (fiquei em silêncio porque não ia contar onde estava) num hotel, é a primeira vez em todos esses anos que vou dormir sozinha. Tomara que eu consiga dormir e que a gente possa conversar sobre o que vamos fazer por nós e pelo nosso bebê. Um beijo. Giuli" Ia deixar o notebook carregando, para ir me deitar, quando ouvi o som da chegada de uma nova mensagem, era do Dante: "Me diz onde você tá... preciso te ver, preciso estar com você... por favor, meu amor, minha vida... minha linda chuletinha. Lembra que eu te chamava assim? - eu sorri - sério, minha moreninha linda do meu coração... preciso de você, e muito. Te mando muitos beijinhos". Só li a mensagem dele e deixei o notebook ligado. Fui para o quarto. Pensando no que tinha acontecido com Salvador e também nas mensagens do Dante. Precisava tomar uma decisão: se voltava com o Dante ou se ficava sozinha e tentava algo com o Salvador. Parei de pensar tanto e me deitei, quase imediatamente peguei no sono. CONTINUA....
Depois de um tempo, recebi a resposta da minha irmã quase imediatamente, junto com outra mensagem. Li primeiro a dela: "Oi Yuli... desculpa, não, não estamos em casa, estamos na casa da minha sister in law, a irmã do gordo, porque ela teve um acidente doméstico e vim ajudá-la por causa das meninas dela. Assim que ela se recuperar, estarei de volta. O que aconteceu? Brigou com seu marido? Beijos, linda, e cuida do meu sobrinho." E a outra mensagem era do Salvador: "Oi Yulita linda... perfeito. Assim que saio, te envio o endereço dos apartamentos, assim nos encontramos aí e fuck you a chave. Beijos, gostosa."
Então fui devagar em direção à zona urbana e recebi a localização dos apartamentos junto com uma mensagem do Salvador: "Oi Yulita. Coloca esse endereço no GPS, vai te deixar bem na porta. Eu já estou saindo e com certeza nos encontramos lá. Beijos, bonita." E assim foi, fui devagar para onde o endereço que ele tinha me passado indicava. Ao chegar, vi um complexo de apartamentos totalmente novos e sem um carro, nem parecia que algum deles estava habitado. Achei que tinha escrito errado e, quando vi, uma caminhonete vinha na minha direção. Ao vê-lo descer, Salvador trazia um sorriso no rosto.
Salva:- Yulita... que bom que você chegou bem.
Eu: Mas aqui não mora ninguém e... isso é de quem?
Salva: É que acabaram de terminar de construir, mas já está em excelentes condições para morar. Acho que te falei, isso é do meu pai... mas na verdade também é meu... mas enfim... não importa. Vem, entra e você vai ver que está lindo.
Eu acenei com a cabeça e sorri timidamente.
Ele abriu o portão do condomínio e fomos para o lado de um dos prédios, abriu a porta e eu entrei. Ao ver, fiquei maravilhada. Era um lindo apartamento, mas não era um monoambiente como ele tinha dito. Tinha uma cozinha pequena, além de uma sala de jantar com uma mesa bonita e quatro cadeiras. Um pequeno espaço, sala de estar com sofás e uma TV. Olhei para o quarto e havia uma cama de casal e outro quarto com duas camas separadas. Um banheiro bonito com chuveiro, bidê e vaso sanitário. Tudo estava lindo. Eu estava voltando quando vejo Salvador entrar.
Eu: Você mentiu pra mim... me disse que era um monoambiente.
Salva: É que tem monoambiente, mas não acho que você se sentiria confortável num lugar tão pequeno. Este apartamento é mais familiar, como você viu tem tudo... não falta nada. Já tem água, gás e até TV a cabo... também internet. Ali na porta da geladeira está a senha e você pode usar tudo o que precisar...
Eu: Bom, muito obrigada. E então, sobre pagar por esses dias que eu ficar... não vou cobrar meu trabalho, esse que preciso entregar pra vocês.
Salva: Não, não, não... Yulita... leve como um pequeno gesto, um favor que faço para a mulher do meu melhor amigo.
Eu: Bom... obrigada. Deixa eu de alguma forma te agradecer. Vou descer todas as coisas do meu carro e...
Salva: Não, não, não... faz o seguinte. Me dá a chave do seu carro e eu entro ele aqui e desço tudo o que você tiver nele, todas as suas coisas. Você poderia aproveitar e tomar um banho para ficar e se sentir mais confortável aqui. Faça como se fosse sua casa...
Eu: Obrigada, Salva...
Dei a chave do meu carro e ele saiu.
Eu fui ver se estava tudo bem. O aquecedor estava desligado, não estava, então liguei e deixei esquentar um pouco enquanto tirava minhas pantufas e andava descalça dentro. Salvador entrou com minha bolsa e minha maleta com o notebook.
Salva: Vamos, Yulita... o que está esperando?
Eu: O aquecedor não estava ligado.
Salva: Sério? Puts, que animal que eu sou... ainda bem que você não entrou no banho, teria congelado.
Eu: Não foi nada – e sorri pra ele.
Salva: Bom... isso era tudo que encontrei... precisa de mais alguma coisa?
Eu: Não, não... tá bom... muito obrigada. Depois do banho vou comprar algo pra cozinhar e ver o que a gente come.
Salva: Vamos fazer o seguinte. Você toma banho e eu compro o que você precisar, carne, verduras, laticínios, o que for...
Eu: Tá bom, obrigada... então se você cuida das compras, eu poderia preparar um macarrão à bolonhesa ou um wok de legumes com atum?
Salva: Gosto das duas opções... deixa eu ver o que consigo e te ajudo a preparar.
Eu: Obrigada...
Salva: Bom, vou fechar a porta e você toma banho tranquila.
Ele saiu de novo e eu fui tomar banho.
Passados quase vinte minutos, terminei, fui pro quarto, esvaziei minha bolsa e coloquei um vestido curto junto com uma calcinha fio dental sem sutiã. Organizei um pouco minha roupa no guarda-roupa que tinha e coloquei meus mocassins pra andar mais confortável dentro de casa.
Deu pra sentir que tentavam abrir a porta e era o Salvador, que não conseguia abrir. Ao vê-lo carregado com tantas sacolas que trazia, me surpreendi.
Eu: Mas o que é tudo isso?
Salva: Obrigado... não conseguia abrir... e te trouxe tudo que você pudesse precisar: comida, algo de limpeza, algo pro banho e outras coisas mais.
Eu: Mas isso é demais... como vou fazer pra te pagar por tudo isso?
Salva: Relaxa... você tenta se descontrair e aproveita.
Eu: Tá bom... obrigada.
Esvaziamos as sacolas entre os dois e fomos guardando tudo no lugar. Acomodei as coisas na bancada que usaria pra cozinhar. Enquanto isso, vi Salvador colocando umas velas aromáticas na mesa de jantar e outras na mesinha. que havia perto dos sofás. Salva:
- Espero que goste da minha seleção de fragrâncias, mas dizem que lavanda é um aroma que ajuda a relaxar e limpar o ambiente.
Eu:
- Sim... gosto da sua seleção. Você tem muito bom gosto. Poderia me dizer onde estão as tigelas?
Salva:
- Ah... já te alcanço, estão no armário de cima e você é meio baixinha!
- Ambos rimos.
Eu:
- Estamos quase da mesma altura.
Salva:
- Ai, meu Deus, Yulita...
- ria às gargalhadas
- juro que pensei que você era muito mais baixinha
- parece que sua gravidez te esticou!
- ambos rimos de novo
- fazia tempo que eu não me divertia assim com alguém.
Eu:
- Na verdade, eu também... principalmente com alguém mais velho, porque me divirto com os sobrinhos das minhas irmãs, mas não com alguém da minha idade ou por aí...
Salva:
- Ahhhh, é verdade que você é mais nova que eu.
Eu:
- Pô... também não exagera! Tenho 24... em alguns meses faço 25, talvez meu bebê nasça perto do meu aniversário
- coloquei no fogo a panela para ferver arroz e os legumes. Fui picando e colocando nela.
Salva:
- Ah, é? Pensei que você tinha uns 22 anos... parece mais nova.
Eu:
- Bom, obrigada... e você, quantos anos tem? Tem a mesma idade que o Dante?
- cortava os legumes e ia colocando na frigideira.
Salva:
- Não, não, ele tem a sua idade, eu tenho 25, uns dois anos mais velho. Ele era um vizinho do meu antigo bairro, todos os moleques da rua se juntavam para jogar futebol e foi assim que conheci seu marido... éramos muito bons jogando!
- riu às gargalhadas
- éramos os piores!! Eu era um palito com dois pés esquerdos e ele era muito molenga, ou seja, sempre que alguém queria tirar a bola dele, ele caía de propósito e dizia que era falta...
Então acho que por sermos ambos tão ruins jogando é que viramos amigos... ele ia pra minha casa ou eu ia pra casa dele...
Eu:
- E como você se dava com a mãe do Dante? Como ela era com você?
- enquanto mexia a comida.
Salva:
- E acho que bem, só ficava um pouco já que meus pais não me... deixavam eu ficar muito tempo na casa dos meus amigos pra não incomodar ou começar a comer... porque eu era uma larica – ele riu – vivia comendo... e mesmo assim quase não engordava...
Eu: Ah, é? Bom, melhor... porque, por exemplo, você e seu amigo, se a gente come muita farinha e essas porcarias, engorda fácil – provei a comida, coloquei um pouco mais de sal e alguns temperos.
Salva: Mas você tá uma gostosa, minha filha... que isso!!
Eu: Bom, obrigada... podia pôr a mesa que isso aqui já tá quase pronto.
Salva: Ok... deixa comigo então, e eu vou me dedicar a limpar depois da sua comida gostosa.
Servi a comida e Salvador levou os pratos pra mesa.
Nos sentamos e comemos, conversando sobre vários assuntos.
Quando terminamos, ele levantou tudo e foi levando pra pia pra lavar, eu peguei meu notebook e vi o pedido do Salvador e do pai dele, mandei pra gráfica pra imprimirem, pra amanhã já poder finalizar tudo e entregar.
Ele se aproximou por trás de mim e acariciou meus ombros, massageando suavemente.
Salva: Serviço de massagem a domicílio...
Eu: Ai... faz devagar porque eu sou muito sensível e fico tonta, se fizer muito forte posso até passar mal.
Salva: Vou ser como uma brisa: suave, leve e você quase não vai sentir...
Foi massageando meu pescoço e meus ombros, eu fechei os olhos e fiquei curtindo.
Já estava ofegante, aproveitando o momento, quando senti uma das mãos dele deslizar entre meus peitos, que estavam sem sutiã, e começar a acariciar. Longe de negar ou dizer algo, soltei um leve gemido e joguei a cabeça pra trás.
Senti sua boca percorrendo meu pescoço e meus ombros, segurando meu cabelo com uma mão enquanto a outra continuava apertando, sentindo entre seus dedos meu mamilo duro.
Era tanta tesão que estava despertando em mim, que meu peito começou a vazar umas gotinhas de leite dos mamilos.
Ao sentir que estava saindo, em vez de parar ou se conter, ele continuou tocando, abrindo totalmente a mão e acariciando meu peito por inteiro.
Apertava, tocava, movia e brincava com minha... O mamilo estava bem duro, com dois dedos ele passava e puxava um pouco mais. Meus gemidos aumentavam junto com minha respiração acelerada. Ele me levantou da cadeira, apoiou minha barriga voluptuosa sobre a mesa, encostou-se em mim enquanto a outra mão percorria minhas costas. Ao chegar até meu quadril, levantou meu vestido, acariciou minha bunda e tentou puxar a calcinha. Como viu que não conseguia, com minhas mãos eu a tirei, ficando só com o vestido e sentindo seu pau enorme que queria sair da roupa, só consegui tocá-lo por cima. Ele me virou para ele, abaixou só a calça e, através da cueca, dava pra ver a ponta do pau dele. Acariciava devagar e suavemente. Ao vê-lo fechar os olhos e curtir o que eu fazia, eu abaixei sua cueca e ele se atirou sobre mim para me beijar, me apertar contra ele e me sentir. Tirei meu vestido e ele me apoiou na mesa, acariciando meus peitos enormes que continuavam a soltar gotas de leite. Ele se atirou sobre eles e começou a chupá-los. Sugava como um desesperado, um homem sedento do meu líquido branco. Aquele ouro para ele, tão precioso. Tirou a cueca e apoiou a ponta do pau enorme na entrada da minha buceta, era um vai e vem enquanto tentava entrar só a ponta e depois tirava. Essa sensação me excitava cada vez mais, enquanto minha buceta ia ficando molhada no contato com o membro dele. Me abracei, me enlaçando ao corpo dele, ao calor, àquele momento tão nosso, tão íntimo e tão proibido. Ele beijava meu pescoço, dando lambidas, beijos cheios de saliva e gemida em cima de mim, enquanto aumentava os movimentos entre nossos sexos. Ele estava totalmente dentro de mim quando começou a gemer, a respirar com mais intensidade. Senti seus espasmos, seus tremores, como se estivesse tremendo de frio, mas era o momento tão erótico que ele ficou assim. Nossos movimentos eram um vai e vem, sincronizado e devagar. Eu, de vez em quando, tentava... Procurar seu olhar e, quando conseguia, nossos lábios se uniam, nossas línguas se fundiam e se chocavam. Sentia que não aguentava mais, quando sinto que ele apoia a cabeça no meu peito e fica ofegante sem parar.
Salva: - Aaaaaggghhhhh... Yuli... aiii, meu amor... eu vou... vou... aaaagggghhhhh...
Sentia o sêmen dele entrar com violência, como ondas gigantes dentro de mim.
Ao recuperar a compostura, ele me ajudou a descer da mesa. Me deu uns beijos suaves.
Salva: - Eu adoraria ficar e... talvez continuar... - vestiu a cueca e a calça.
Eu: - Eu prefiro que não... se não levar a mal, preciso que você vá. Quero ver como vai ser minha primeira noite dormindo sozinha.
Salva: - É por isso mesmo... te peço por favor... deixa eu te fazer companhia, não quero te deixar sozinha - vestiu a camisa e foi abotoando aos poucos.
Eu: - Vou ficar bem. Amanhã de manhã vou buscar as coisas da festa surpresa da sua mãe e...
Salva: - Ah, sim, sim... quanto ficou tudo? Porque quero já te pagar isso... - puxou a carteira.
Eu: - Acho que passei o orçamento pro seu pai... porque não sei se anotei em algum lugar e... deixa eu procurar amanhã...
Salva: - Bom... então tem certeza que vai ficar bem assim, sozinha...?? - guardou a carteira e me olhou nos olhos.
Eu: - Sim, sim... obrigada por tudo...
Salva: - Eu que agradeço... pela sua comida e pela sobremesa! Você é incrível...
Ambos sorrimos. Ele me deu um beijo e foi embora.
Estava prestes a desligar meu notebook, quando recebo um e-mail do Dante.
"Oi, meu amor. Há quanto tempo não usava esse meio. Pensar que antes te escrevia centenas de mensagens lindas por aqui e algumas cartas de papel, com poemas ou alguma canção romântica que era especialmente pra você. Sabe, meu amor... não consigo fazer nada se você não está. Gostaria que me desse uma chance, uma oportunidade pro nosso amor. Não te peço por mim, mas pelo nosso bebê, nosso filhinho. Não quero que fiquem sozinhos, preciso de vocês na minha vida, dos dois. Juro que farei qualquer coisa pra sermos uma grande família de agora em diante. e vou cuidar muito de você e do nosso filhinho. Te amo, linda... te amo muito". Me comoveu com suas palavras e respondi: "Oi, Dante. É, a verdade é que é legal receber uma mensagem sua pelo correio, pensar que antes a gente vivia trocando as frases mais cafonas e grudentes ou músicas românticas da moda. Eu também não queria passar minha gravidez sozinha, tá sendo muito ruim o que tô passando agora que estou aqui... (fiquei em silêncio porque não ia contar onde estava) num hotel, é a primeira vez em todos esses anos que vou dormir sozinha. Tomara que eu consiga dormir e que a gente possa conversar sobre o que vamos fazer por nós e pelo nosso bebê. Um beijo. Giuli" Ia deixar o notebook carregando, para ir me deitar, quando ouvi o som da chegada de uma nova mensagem, era do Dante: "Me diz onde você tá... preciso te ver, preciso estar com você... por favor, meu amor, minha vida... minha linda chuletinha. Lembra que eu te chamava assim? - eu sorri - sério, minha moreninha linda do meu coração... preciso de você, e muito. Te mando muitos beijinhos". Só li a mensagem dele e deixei o notebook ligado. Fui para o quarto. Pensando no que tinha acontecido com Salvador e também nas mensagens do Dante. Precisava tomar uma decisão: se voltava com o Dante ou se ficava sozinha e tentava algo com o Salvador. Parei de pensar tanto e me deitei, quase imediatamente peguei no sono. CONTINUA....
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