E aí, galera, beleza? Agradeço pelos pontos, fotos e chats, valeu. Quando o inverno chegou, a gente foi viajar uns dias. Pouca roupa, mochilas, um bus e um trecho de trem pra chegar. Chegamos lá pelas 19h, já quase escuro, mal dava pra ver os arredores. Entramos, pedimos o quarto e, totalmente exaustos, entramos, tiramos a roupa e fomos direto pra banheira. Enchemos ela e, enquanto isso, ficamos nos pegando de boca. Entramos, cada um numa ponta da banheira, e ela logo começou a passar um pé no meu pau e o outro no meu rosto, enquanto se esfregava as tetonas. Daí começou a me bater uma punheta com os pés, e quando eu tava quase gozando, ela falou que queria na boca dela. Enchi a boca dela de porra e ela pediu pra gente se beijar e dividir. Falei que sim e nos beijamos de boca. Depois disso, saí da banheira e me joguei na cama. Pedimos comida e fomos dormir.
Acordamos bem cedo, com frio, então nos agasalhamos e fomos tomar café, depois passear. Na volta, entramos numa farmácia pra comprar umas escovas de dente que a gente tinha esquecido, mas aproveitamos pra pegar um óleo, camisinhas e lubrificante. Voltamos pro quarto, tomamos banho, comemos e, quando fomos deitar, minha avó falou que queria começar a tentar mais coisas, enquanto tirava a tanga. "Lambe meu cu, tá bem limpinho", ela disse. Sem hesitar, comecei a lamber, tocar, enfiar o dedo devagar, até que ela falou pra eu tentar meter o pau. Custou um pouco, mas entre dedos e lubrificante, enfiei. Ela gemeu bastante no começo e, depois de meter e tirar, enchi as costas dela de porra. Aí comecei a lamber e enfiar dedo na buceta molhada dela até ela gozar.
Nos outros dias, fez muito frio e choveu, então a gente não fez muita coisa. Na volta, como não tava calor, a gente se trocou num banheiro: ela vestiu uma legging e eu uma calça comprida, tava um dia bonito. Quando a viagem continuou, ela pegou minha mão e levou até a virilha dela. "Não tô nada por baixo", ela sussurrou no meu ouvido, entre risadas. Quando a gente desceu. Do trem, a gente tinha que ir pra rodoviária e esperar o nosso. Nessa altura já era umas 22h da noite, e a rodoviária tava quase vazia. Colocamos as mochilas nos lockers e fomos comer alguma coisa, nos falaram que o ônibus tava vindo com muito atraso. Antes de pegar as mochilas, ela falou: "vamos no banheiro". Mas quando entrou no banheiro masculino comigo, entre risadas disse que não tinha problema se não tivesse ninguém. Tirei o pau pra mijar em pé e ela me abraçou por trás enquanto com as mãos pegou ele e apontou pra eu mijar. Quando eu tava quase terminando, entrou um homem totalmente em silêncio e a gente ficou se olhando fixo. Minha avó me soltou e saiu pra fora. Terminei de mijar, pedi desculpa pro homem, que riu e disse que não tinha problema. Saímos da área dos banheiros e fomos pra sala de espera. A gente riu um pouco do que tinha acontecido e umas horas depois já tava no ônibus, continuando a volta pra casa. Ao chegar em casa, ia ter que voltar às rotinas. Meu melhor amigo falou pra gente se encontrar. Então combinamos pro fim de semana. Naquela noite, minha tia me ligou dizendo que tava com um tesão danado e queria que a gente se tocasse por videochamada, então obviamente eu disse que sim porque sentia falta dela. Quase chegando no fim de semana, minha avó falou pra gente ir comprar no centro da cidade. Acontece que fomos num sexshop, ela comprou conjuntos, óleos, e quando voltávamos pra casa, ela disse que tinha uma surpresa.
Acordamos bem cedo, com frio, então nos agasalhamos e fomos tomar café, depois passear. Na volta, entramos numa farmácia pra comprar umas escovas de dente que a gente tinha esquecido, mas aproveitamos pra pegar um óleo, camisinhas e lubrificante. Voltamos pro quarto, tomamos banho, comemos e, quando fomos deitar, minha avó falou que queria começar a tentar mais coisas, enquanto tirava a tanga. "Lambe meu cu, tá bem limpinho", ela disse. Sem hesitar, comecei a lamber, tocar, enfiar o dedo devagar, até que ela falou pra eu tentar meter o pau. Custou um pouco, mas entre dedos e lubrificante, enfiei. Ela gemeu bastante no começo e, depois de meter e tirar, enchi as costas dela de porra. Aí comecei a lamber e enfiar dedo na buceta molhada dela até ela gozar.
Nos outros dias, fez muito frio e choveu, então a gente não fez muita coisa. Na volta, como não tava calor, a gente se trocou num banheiro: ela vestiu uma legging e eu uma calça comprida, tava um dia bonito. Quando a viagem continuou, ela pegou minha mão e levou até a virilha dela. "Não tô nada por baixo", ela sussurrou no meu ouvido, entre risadas. Quando a gente desceu. Do trem, a gente tinha que ir pra rodoviária e esperar o nosso. Nessa altura já era umas 22h da noite, e a rodoviária tava quase vazia. Colocamos as mochilas nos lockers e fomos comer alguma coisa, nos falaram que o ônibus tava vindo com muito atraso. Antes de pegar as mochilas, ela falou: "vamos no banheiro". Mas quando entrou no banheiro masculino comigo, entre risadas disse que não tinha problema se não tivesse ninguém. Tirei o pau pra mijar em pé e ela me abraçou por trás enquanto com as mãos pegou ele e apontou pra eu mijar. Quando eu tava quase terminando, entrou um homem totalmente em silêncio e a gente ficou se olhando fixo. Minha avó me soltou e saiu pra fora. Terminei de mijar, pedi desculpa pro homem, que riu e disse que não tinha problema. Saímos da área dos banheiros e fomos pra sala de espera. A gente riu um pouco do que tinha acontecido e umas horas depois já tava no ônibus, continuando a volta pra casa. Ao chegar em casa, ia ter que voltar às rotinas. Meu melhor amigo falou pra gente se encontrar. Então combinamos pro fim de semana. Naquela noite, minha tia me ligou dizendo que tava com um tesão danado e queria que a gente se tocasse por videochamada, então obviamente eu disse que sim porque sentia falta dela. Quase chegando no fim de semana, minha avó falou pra gente ir comprar no centro da cidade. Acontece que fomos num sexshop, ela comprou conjuntos, óleos, e quando voltávamos pra casa, ela disse que tinha uma surpresa.
0 comentários - Minha avó me achou parte 9