57📑La Enfermera Hot

57📑La Enfermera HotQuando o avĂŽ do Jonny quebrou o quadril, o mĂ©dico foi claro: precisava de repouso absoluto e cuidados constantes. A famĂ­lia decidiu contratar uma enfermeira domiciliar. AlguĂ©m profissional. ResponsĂĄvel. Mas ninguĂ©m esperava que essa enfermeira fosse a LucĂ­a. Curvas explosivas, lĂĄbios carnudos e uns olhos verdes que pareciam ler pensamentos sujos. O uniforme branco dela mal segurava os peitos. A saia justa subia perigosamente quando ela se inclinava, e o jeito dela andar tinha um ritmo, um fogo controlado. No dia que ela chegou na casa, o Jonny ficou mudo. — A senhora Ă© a enfermeira? — perguntou ele, com a voz seca. — LucĂ­a, prazer — respondeu ela com um sorriso quente —. E vocĂȘ é ? — O neto. Me chamo Jonny. Ela olhou ele de cima a baixo. Alto, magro, cara de menino bonzinho
 mas olhos intensos. Interessante. Os primeiros dias foram normais. LucĂ­a cuidava do avĂŽ com carinho e profissionalismo: medicação, banho assistido, exercĂ­cios leves. Mas de vez em quando, enquanto o Jonny passava pelo corredor, ela olhava pra ele. E ele
 tambĂ©m. Numa tarde quente, o avĂŽ dormia profundamente, e o Jonny desceu pra cozinha de short, suado depois de malhar. Encontrou ela lĂĄ, com o uniforme desabotoado no decote, pegando ĂĄgua. — Quer uma coisa gelada? — perguntou ele, reparando como o tecido grudava nos peitos molhados dela. — Depende
 vocĂȘ me daria uma coisa quente tambĂ©m? — respondeu ela, direta. O silĂȘncio ficou elĂ©trico. Ele deu um passo. Ela nĂŁo recuou. — Faz dias que vocĂȘ me olha assim, Jonny. E eu jĂĄ tĂŽ molhada desde a primeira vez que vocĂȘ desceu sem camisa. Eles se beijaram sem mais palavras. Ele segurou ela pela cintura. Ela subiu na bancada. O uniforme subiu pelas coxas dela.vadia— Seu avĂŽ nĂŁo vai acordar?
— Dorme como um defunto. E se acordar
 vai achar que vocĂȘ tĂĄ massageando meu coração.
A língua dela era quente, macia, selvagem. Ele a despiu ali mesmo, passando a mão na buceta e nas tetas dela. Puxou o pau duro e roçou naquela pele ardente. Meteu de uma só vez, fazendo ela gemer e se agarrar nas prateleiras.cogida—Meu Deus
 Jonny! Isso!
A cozinha se encheu de gemidos, os corpos deles se chocando igual bichos famintos. Ele tava comendo ela como se fosse a fantasia dele virando carne, apertando os peitos dela, chupando eles. Ela montava nele de pernas abertas, lambendo o pescoço dele, apertando ele com a buceta molhada e vibrante.
Gozaram juntos. Com força. Com uma paixão que não dava mais pra esconder.
Quando acabou, ela passou a mĂŁo no peito dele e sussurrou no ouvido:
—NĂŁo costumo misturar trabalho e prazer
 mas por vocĂȘ
 posso abrir uma exceção.
E o Jonny, ainda ofegante, soube que aquela enfermeira ia ser o remĂ©dio dele
 e o vĂ­cio tambĂ©m.vadiaNaquela tarde quente, o avĂŽ dormia profundamente depois de tomar o remĂ©dio. LucĂ­a conferiu se estava tudo em ordem
 e subiu as escadas sem fazer barulho. Sabia que o Jonny estava tomando banho. Tinha ouvido quando passou. E aquela imagem — a ĂĄgua escorrendo pelo corpo jovem, firme, com aquela pica balançando pesada entre as pernas — nĂŁo saĂ­a da cabeça dela. Abriu a porta do banheiro. O vapor cobria tudo como uma nĂ©voa quente. Ele nĂŁo ouviu ela entrar. LucĂ­a mordeu o lĂĄbio. Tirou o uniforme, deixando o pano branco cair no chĂŁo junto com a calcinha fio dental. Chegou perto do chuveiro, deslizou a porta de vidro e entrou. Jonny se virou, surpreso
 e na hora, excitado. — LucĂ­a? — Shh
 Hoje vou te dar um banho especial. Ela empurrou ele de leve contra a parede. Ajoelhou-se debaixo da ĂĄgua e começou a lamber a base da pica, que jĂĄ endurecia com força. Chupou ela inteira, molhada, engolindo com uma habilidade que fez ele gemer alto. Ele agarrou o cabelo dela, ofegante. — Porra, LucĂ­a
 assim nĂŁo vou aguentar nada! Ela sorriu de boca cheia e chupou ainda mais fundo, como se quisesse esvaziar ele na garganta. Depois se levantou, virou-se e se esfregou nele. — Me come no chuveiro. Quero sentir vocĂȘ dentro. Agora. Ela se inclinou com as mĂŁos na parede, e Jonny penetrou ela. Molhada pela ĂĄgua
 e por dentro. Ele comeu com força. Segurou os quadris dela e começou a meter com tudo, as estocadas ecoando no azulejo, misturadas com o barulho da ĂĄgua e os gemidos dos dois. — Isso! Assim! Me dĂĄ, Jonny! — ela gritava —. Me arrebenta, me cura, me enche! Quando o tesĂŁo chegou no limite, ele levantou ela no colo, levou enrolada em toalhas atĂ© a cama, e jogou ela de costas. LucĂ­a montou nele na hora, cavalgando com fĂșria, pulando na pica dele com os peitos quicando na frente dos olhos dele. — Te amo assim, enfermeira! VocĂȘ Ă© um vĂ­cio do caralho! — E vocĂȘ Ă© minha dose diĂĄria de sexo — respondeu ela, sem parar de se mexer. Jonny agarrou ela com Força, ele se virou, colocou ela de quatro sobre os lençóis e enfiou a pica no cu dela.enfermeiraLucĂ­a gritou, surpresa e extasiada.
—Isso! Mete nesse buraco! Me arrebenta toda!

Ele comeu ela com força, selvagem, com as mãos apertando as nådegas carnudas até o corpo dela tremer.
Quando sentiu que nĂŁo aguentava mais, virou ela de novo, ajoelhou na frente dela e gozou com tudo, jorrando o leite quente nos peitos dela.

LucĂ­a olhou pra ele com a lĂ­ngua pra fora, passando uma gota nos lĂĄbios.
—Esse tratamento vocĂȘ vai repetir amanhĂŁ, nĂ©?

—AmanhĂŁ, de tarde e de noite —respondeu ele, ofegante—. AtĂ© eu ficar sem forças
 ou vocĂȘ me matar de prazer.Relatos eroticosEra uma manhĂŁ tranquila. A LucĂ­a tinha passado a noite na casa, oficialmente pra vigiar o estado do avĂŽ, mas a real Ă© que o uniforme dela acabou amassado no chĂŁo do quarto do Jonny
 e ele, exausto, ainda dormia com um sorriso no rosto.

Desceram juntos pra cozinha, ainda com o gosto do tesĂŁo fresco no corpo. Ela tava com uma camiseta dele, sem calcinha. Ele sĂł de cueca e regata. Ficavam rindo baixinho, cĂșmplices.

Mas quando viraram no corredor, deram de cara com o avÎ sentado na mesa, com a xícara de café e o jornal aberto.

Jonny congelou. LucĂ­a, vermelha que nem um tomate.

O velho levantou uma sobrancelha, olhou pra um, depois pro outro
 e soltou uma risada, daquelas que vĂȘm lĂĄ do fundo do peito.

— NĂŁo se assustem, que eu nĂŁo sou cego — falou, sorrindo —. Nem surdo. Ontem achei que vocĂȘs tavam mexendo na minha cama
 mas era o teto que tava tremendo.

Jonny tentou falar alguma coisa, gaguejou, mas o avĂŽ cortou:

— TĂŽ orgulhoso de vocĂȘ, moleque. SĂ©rio. NĂŁo Ă© todo dia que se consegue uma mulher assim.

Lucía tentou disfarçar a vergonha, mas o velho não encheu mais o saco dela. Focou no neto.

— No meu tempo eu era igual. Ágil, bravo e com boa pontaria — disse, piscando o olho —. Se vocĂȘ fizer ela feliz na cama, ela vai cuidar de vocĂȘ melhor que qualquer mĂ©dico.

Jonny riu, meio sem graça, meio lisonjeado.

— NĂŁo sabia que vocĂȘ ia levar isso tĂŁo na boa


— Como nĂŁo? Olha o que vocĂȘ tĂĄ comendo! — o avĂŽ apontou com o queixo pra LucĂ­a —. Se eu tivesse vinte anos a menos e esse quadril bom
 eu brigava por ela.

LucĂ­a nĂŁo conseguiu segurar o riso.

— Fica tranquilo, seu AnĂ­bal. O senhor tambĂ©m tem seu charme.

— NĂŁo me tenta, enfermeira. Que o coração atĂ© bate
 mas nem sempre do lado certo.

Os trĂȘs riram. O clima ficou mais leve, mas a cumplicidade entre Jonny e LucĂ­a ficou ainda mais forte. NĂŁo tinha mais segredo.

Mais tarde, enquanto ajudava o avĂŽ a sentar no sofĂĄ, ele sussurrou no ouvido do Jonny:

— Escuta bem
 Numa mulher assim, vocĂȘ beija o pescoço, aperta a buceta Cintura
 mas, acima de tudo, ele olha pra ela como se fosse a coisa mais gostosa que a vida te deu. Isso nunca falha. O dia tinha chegado. O mĂ©dico deu alta pro seu AnĂ­bal. A recuperação foi perfeita, e todo mundo tava feliz. Mas o clima na casa tava carregado com uma tensĂŁo diferente
 a LucĂ­a nĂŁo precisaria mais voltar.

— Bom, galera — disse LucĂ­a, enquanto guardava as coisas numa malinha —. Foi um prazer cuidar de vocĂȘs
 em todos os sentidos.

Jonny olhou pra ela da porta, sem saber se sorria ou abraçava ela pra não ir embora.

— CĂȘ tem como voltar pra sua casa? — perguntou ele.

— Peço um táxi. Não se preocupa.

— Isso não. Eu te levo.

LucĂ­a encarou ele por um segundo. Tinha algo naquele olhar que dizia mais que mil palavras. Ela concordou com um meio sorriso.

O avĂŽ se despediu deles com uma frase que ficou ecoando:

— Se comportem mal
 mas com carinho.

A viagem no carro foi silenciosa no começo. Carregada de desejo guardado. Jonny tinha uma mão no volante, a outra na coxa de Lucía. Subia
 e subia. Ela não falava nada, mas abriu um pouco mais as pernas.

— CĂȘ tĂĄ molhada — sussurrou ele, sem olhar pra ela.

— Desde que vocĂȘ desceu de short hoje de manhĂŁ.

Chegaram no prédio. Subiram pro apartamento dela. Assim que a porta fechou, Lucía se jogou em cima dele.

Se beijaram com fome. As roupas voavam. Ele ergueu ela no colo como da primeira vez, encostou ela na parede e meteu ali mesmo, com ela agarrada no pescoço dele.

— Senti sua falta, Jonny! — gemeu ela.

— VocĂȘ nem foi embora e eu jĂĄ tava precisando de vocĂȘ.

Foram do corredor pro sofå, do sofå pro tapete, e dali pra cama. Jonny virou ela de bruços e comeu ela por trås, com força. Lucía gemia entre os lençóis, encharcada, pedindo mais.relatos pornoDepois ela montou nele, cavalgou a pica dele com desespero, as unhas marcando o peito dele, os peitos quicando na cara dele.
—Quero ficar assim! —gritava ela. —Transando com vocĂȘ o fim de semana inteiro!
—EntĂŁo vocĂȘ vai ter que se mudar comigo —ofegou ele.
Ela riu, sem parar de se mexer. E ele, enlouquecido, virou ela mais uma vez e gozou dentro dela, fundo, vibrando.
Os dois ficaram abraçados, suados, exaustos.
—E agora? —perguntou Lucía, com a voz suave.
Jonny olhou pra ela, acariciou a bochecha dela e respondeu:
—Agora
 quero que vocĂȘ seja meu remĂ©dio pra sempre.
LucĂ­a beijou ele devagar, enquanto pensava que, talvez, aquele cara nĂŁo sĂł esquentava o corpo dela
 tambĂ©m tava começando a esquentar o coração.

Passaram-se algumas semanas. Depois daquele fim de semana de putaria, vieram uns dias tranquilos, doces
 doces demais pra serem eternos.
Lucía tinha uma proposta de trabalho em outra cidade: uma clínica particular oferecia um salårio melhor, mais estabilidade e um recomeço. Jonny, por sua vez, continuava com os estudos, ajudando o avÎ e cuidando da vida dele.

NĂŁo foi uma briga. NĂŁo teve gritos. SĂł uma conversa longa, pelados na cama, abraçados, com a pele ainda Ășmida.
—Se a gente ficar junto —disse Lucía—, um de nós vai ter que abrir mão de alguma coisa.
—E eu nĂŁo quero que vocĂȘ abra mĂŁo de nada —respondeu ele, beijando a testa dela. —Porque vocĂȘ foi a melhor coisa que me aconteceu
 bem quando eu nĂŁo esperava.
Ela sorriu, triste mas sincera.
—EntĂŁo a gente termina, Ă© isso?
—NĂŁo. NĂŁo tĂŽ te terminando. TĂŽ te deixando livre. E eu tambĂ©m fico livre
 mas cheio de vocĂȘ.

A Ășltima vez que se viram foi na estação de trem. LucĂ­a se despediu com um beijo devagar, longo, profundo. Com uma lĂĄgrima que nĂŁo pediu licença. E Jonny acariciou a cintura dela, onde mais gostava.
—Se cuida, enfermeira gostosa —sussurrou ele.
—E vocĂȘ, que nĂŁo te cure qualquer uma —respondeu ela com um sorriso.vadia gostosa



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