Esta é a história de como minha namorada me traiu com o professor da escola dela.
Fala pessoal, meu nome é Kevin e eu tinha 25 anos quando isso aconteceu comigo. Naquela época, eu tinha um ano que tinha saído da faculdade e me formado, mas tinha uma namorada de 20 anos que ainda estudava. Ela era muito gostosa, linda e popular. Eu sabia que ela dava mole pros colegas e pros professores, era muito safada, adorava se divertir, e eu gostava disso, mas sabia que nunca ia dar em nada. Bom, a época das viagens escolares já estava começando e minha namorava tava animada. Chegou aquele dia tão esperado, eu já tinha vivido isso e era uma época muito boa: festas, tempo com amigos e colegas do grupo da escola. Eu, por minha parte, falei pra ela ir e se divertir, porque essa época só se vive uma vez. Resumindo, dei dinheiro pra ela gastar na viagem e acompanhei ela até o colégio, de onde ela ia sair pra praia com os colegas. Lá eu vi todos os colegas e amigos dela, mas alguém que eu vi me deixou puto. Não sei, era o professor dela, um cara de uns 35 anos. Mas não sei, não me passava confiança. Os homens vão me entender aquela sensação, aquela ameaça que a gente sente, mas eu confiava na minha namorada e sabia que não ia rolar nada. Bom, nos primeiros dias tudo ia bem, a gente conversava, ela me mandava fotos, vídeos da viagem, tudo normal, até os últimos 3 dias da viagem.
Nos últimos dias ela quase não falava comigo, e eu só conseguia seguir os passos dela pelo Facebook e Instagram. Ela começou a postar fotos nos stories, fotos com os professores dela, o que me deu um frio na espinha. Se as mulheres têm sexto sentido, os homens têm o senso de proteção com quem amamos — uma dor no peito. Eu sabia que algo podia rolar, porque eu mesmo já tinha passado por essa fase antes de ficar com ela: era festa, beber, pegar umas amigas e até algumas professoras que eu quis. Mas eu sabia que para as mulheres isso era mais fácil de fazer. Só que eu queria confiar que ela não tinha feito nada de errado, mas a coisa tava indo de mal a pior. Ela postava fotos de biquíni abraçada com o professor.
Bom, o tempo passou e a viagem acabou. Fui buscar minha mina e, quando já estávamos longe dos colegas dela — não queria causar problemas nem que o pessoal ficasse sabendo dos nossos rolos —, encarei ela e falei: "Me fala a verdade, você comeu algum colega ou alguém que conheceu na viagem?" Ela negou na minha cara, uma vez e outra. Mas meu instinto tava dizendo que tinha algo errado e que eu precisava investigar.
E foi o que fiz. Eu conhecia todas as amigas e colegas dela, principalmente as que não se davam bem com ela. Em especial uma, que é a segunda mais popular e tem uma rivalidade com ela — dá até pra dizer que rola um certo ódio. Um dia, marquei de conversar com essa mina e, no meio do papo, pedi pra ela me contar sobre a viagem. Falei que tava com dúvidas, me fiz de vítima e ainda enchi o ego dela. No fim, ela topou e me contou que, nos últimos dias, ficou sabendo que um grupo onde minha mina tava jogou o jogo da garrafa — ou melhor, verdade ou desafio. Ela descobriu que, num verdade, o professor revelou que era loucamente apaixonado pela minha mina e que, num desafio, ela aceitou dar um beijo nele na frente de todo mundo. O grupo inteiro sabia, e depois disso, nos últimos dias, eles sumiram direto.
Com isso, fui confrontar minha mina. Sem saída, ela admitiu tudo e me contou o que rolou depois do beijo. Ela ficou toda excitada e, quando tava indo pro quarto dela, encontrou o professor, que tirou uma moeda e, brincando, disse: "Se der sol, você me dá um beijo rápido; mas se der águia, me dá um beijo de língua bem longo." O professor jogou a moeda, e caiu águia. Aí ela acabou dando um beijo de língua super apaixonado nele.
Foram pro quarto do professor, onde continuaram se beijando e ela, toda excitada, tirou a blusa e o sutiã, deixando à mostra os peitos lindos dela. O professor beijava e chupava eles, foi tanto prazer que minha namorada gozou e molhou a calcinha fio dental. O professor se despiu, ficando só de cueca. Minha namorada puxou a cueca dele pra baixo e meteu a rola do mestre na boca, começou a chupar, lamber da base até a ponta, e os ovos dele ela também colocava na boca. O velho só aguentou 20 minutos antes de gozar jorrando, enchendo a boca da minha namorada. Quando minha namorada se levantou, o professor puxou a saia dela pra baixo, já estava toda encharcada. Quando o professor meteu a rola na minha namorada, ela estava super sensível e gozou. Minha namorada teve a cara de pau de me dar detalhes do que aconteceu, em quantas posições, colocou ela de quatro, de missionário, etc. Minha namorada gozava que nem uma louca. Durante todo o tempo que transaram, o velho só gozou 3 vezes. Mas no quarto dava pra sentir o cheiro de fora, aquele cheiro depois de um sexo selvagem. No final, eles passaram os últimos dias juntos, com essa relação tendo cada vez mais encontros. Minha namorada, chorando, me contou tudo isso, acho que no final ela estava meio arrependida. Eu, por minha parte, mandei tudo pra merda, não pelo que ela fez, a infidelidade, mas pela falta de confiança, por eu ter descoberto por outra pessoa e não por ela.
Fala pessoal, meu nome é Kevin e eu tinha 25 anos quando isso aconteceu comigo. Naquela época, eu tinha um ano que tinha saído da faculdade e me formado, mas tinha uma namorada de 20 anos que ainda estudava. Ela era muito gostosa, linda e popular. Eu sabia que ela dava mole pros colegas e pros professores, era muito safada, adorava se divertir, e eu gostava disso, mas sabia que nunca ia dar em nada. Bom, a época das viagens escolares já estava começando e minha namorava tava animada. Chegou aquele dia tão esperado, eu já tinha vivido isso e era uma época muito boa: festas, tempo com amigos e colegas do grupo da escola. Eu, por minha parte, falei pra ela ir e se divertir, porque essa época só se vive uma vez. Resumindo, dei dinheiro pra ela gastar na viagem e acompanhei ela até o colégio, de onde ela ia sair pra praia com os colegas. Lá eu vi todos os colegas e amigos dela, mas alguém que eu vi me deixou puto. Não sei, era o professor dela, um cara de uns 35 anos. Mas não sei, não me passava confiança. Os homens vão me entender aquela sensação, aquela ameaça que a gente sente, mas eu confiava na minha namorada e sabia que não ia rolar nada. Bom, nos primeiros dias tudo ia bem, a gente conversava, ela me mandava fotos, vídeos da viagem, tudo normal, até os últimos 3 dias da viagem.
Nos últimos dias ela quase não falava comigo, e eu só conseguia seguir os passos dela pelo Facebook e Instagram. Ela começou a postar fotos nos stories, fotos com os professores dela, o que me deu um frio na espinha. Se as mulheres têm sexto sentido, os homens têm o senso de proteção com quem amamos — uma dor no peito. Eu sabia que algo podia rolar, porque eu mesmo já tinha passado por essa fase antes de ficar com ela: era festa, beber, pegar umas amigas e até algumas professoras que eu quis. Mas eu sabia que para as mulheres isso era mais fácil de fazer. Só que eu queria confiar que ela não tinha feito nada de errado, mas a coisa tava indo de mal a pior. Ela postava fotos de biquíni abraçada com o professor.
Bom, o tempo passou e a viagem acabou. Fui buscar minha mina e, quando já estávamos longe dos colegas dela — não queria causar problemas nem que o pessoal ficasse sabendo dos nossos rolos —, encarei ela e falei: "Me fala a verdade, você comeu algum colega ou alguém que conheceu na viagem?" Ela negou na minha cara, uma vez e outra. Mas meu instinto tava dizendo que tinha algo errado e que eu precisava investigar.E foi o que fiz. Eu conhecia todas as amigas e colegas dela, principalmente as que não se davam bem com ela. Em especial uma, que é a segunda mais popular e tem uma rivalidade com ela — dá até pra dizer que rola um certo ódio. Um dia, marquei de conversar com essa mina e, no meio do papo, pedi pra ela me contar sobre a viagem. Falei que tava com dúvidas, me fiz de vítima e ainda enchi o ego dela. No fim, ela topou e me contou que, nos últimos dias, ficou sabendo que um grupo onde minha mina tava jogou o jogo da garrafa — ou melhor, verdade ou desafio. Ela descobriu que, num verdade, o professor revelou que era loucamente apaixonado pela minha mina e que, num desafio, ela aceitou dar um beijo nele na frente de todo mundo. O grupo inteiro sabia, e depois disso, nos últimos dias, eles sumiram direto.
Com isso, fui confrontar minha mina. Sem saída, ela admitiu tudo e me contou o que rolou depois do beijo. Ela ficou toda excitada e, quando tava indo pro quarto dela, encontrou o professor, que tirou uma moeda e, brincando, disse: "Se der sol, você me dá um beijo rápido; mas se der águia, me dá um beijo de língua bem longo." O professor jogou a moeda, e caiu águia. Aí ela acabou dando um beijo de língua super apaixonado nele.
Foram pro quarto do professor, onde continuaram se beijando e ela, toda excitada, tirou a blusa e o sutiã, deixando à mostra os peitos lindos dela. O professor beijava e chupava eles, foi tanto prazer que minha namorada gozou e molhou a calcinha fio dental. O professor se despiu, ficando só de cueca. Minha namorada puxou a cueca dele pra baixo e meteu a rola do mestre na boca, começou a chupar, lamber da base até a ponta, e os ovos dele ela também colocava na boca. O velho só aguentou 20 minutos antes de gozar jorrando, enchendo a boca da minha namorada. Quando minha namorada se levantou, o professor puxou a saia dela pra baixo, já estava toda encharcada. Quando o professor meteu a rola na minha namorada, ela estava super sensível e gozou. Minha namorada teve a cara de pau de me dar detalhes do que aconteceu, em quantas posições, colocou ela de quatro, de missionário, etc. Minha namorada gozava que nem uma louca. Durante todo o tempo que transaram, o velho só gozou 3 vezes. Mas no quarto dava pra sentir o cheiro de fora, aquele cheiro depois de um sexo selvagem. No final, eles passaram os últimos dias juntos, com essa relação tendo cada vez mais encontros. Minha namorada, chorando, me contou tudo isso, acho que no final ela estava meio arrependida. Eu, por minha parte, mandei tudo pra merda, não pelo que ela fez, a infidelidade, mas pela falta de confiança, por eu ter descoberto por outra pessoa e não por ela.
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