Já faziam 2 semanas de nada. Uma vontade de pedir um horário, mas não dava, tinha que deixar ela controlar o tempo. Acho que não foi que ela não gostou, era só questão de tempo e foi assim. 3 semanas depois daquele encontro, vejo ela num evento com o Pedro. Os dois me cumprimentam educadamente, ela como se nada tivesse acontecido, e quando tão indo embora, ela me fala: "Na semana, vejo com minha secretária pra te encaixar. Desculpa, tinha me passado." "Ok, ok, sem problema. Se for de tarde é melhor, assim não peço folga no trabalho." "Fecho, vou fazer o possível." E sem mais, foram embora.
Na semana seguinte, mensagem do consultório pra marcar naquela mesma tarde, 18:40. Chego firme, não tinha ninguém. Ela me manda entrar e fecha a porta atrás de mim. "Olha, não sei nem como começar. O que aconteceu não tá certo de jeito nenhum e não pode se repetir. Mas, por outro lado, não paro de pensar em como me senti bem. Não sabia se tava bem comigo mesma, mas no sábado te vi e senti de novo algo que não sei o que é. Por isso te chamei."
"Se você topa e se for só entre nós, a gente pode continuar", falo. "Como seria continuar?" ela pergunta. Levanto, encurralo ela na parede e começo a beijar ela. Viro ela de costas e beijo o pescoço. "Assim", falo e meto a mão por cima da calça dela, já tava molhadinha. Começo a abrir a calça e meter os dedos na buceta enquanto beijo ela. Falo: "Hoje a gente goza junto." Jogo ela de volta no sofá e começo a tirar a roupa dela. Nisso, ela tava a ponto de gozar. Começo a abrir e passar a língua, e no meu jogo me chamaram. Fiquei uns 5 minutos chupando ela quando começou a arquear. Comecei a desejar ela e esfregar o clitóris. Ela se remexe e goza. Tomei aquele caldo e continuei mais um pouco. Nessa altura, eu ia gozar a qualquer momento, então, como ela tava, virei ela de costas e, sem mais, meti de quatro. Falo: "Te coloco assim pra você não ver minha cara e sentir culpa pelo seu marido." "METE" ela falou, e meti de uma vez. Deixei uns segundos e tirei, e assim comecei a brincar um pouco. Não deu nem 2 minutos, senti que ia gozar e falo: "Vamos gozar juntos." E nós dois... Fomos nós dois. Que sensação gostosa aquela, pulsando dentro de mim e descendo, enquanto ela jorrava gozo e fluidos. Levantei ela, encostei no meu peito e falei: "Você gozou duas, eu uma. Vamos pelo empate." Comecei a chupar os peitos dela e ela a me bater uma até eu ficar duro. Sozinha, ela se ajeitou, enfiou pra dentro e começou a pular sem culpa dessa vez, até gozar de novo, e eu atrás dela, bem na hora, porque nisso o marido liga. "Pedro tá me chamando, o que eu faço?" "Atende, fala que tá com um paciente." "...Oi, amor, tudo bem? Nada, aqui no consultório com um paciente, acabei de limpar a boca dele. E você?" Ouvir ela falar aquilo sem pensar me deixou duro. Nós dois pelados e ela em cima de mim, tirei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar o cu dela. O pulo que ela deu quando sentiu a língua. "Não foi nada, bati na mesa, amor, nem vi." E eu metendo a língua nisso. Ela para, como quem diz "fica quieto", e quem já passou por isso sabe o tesão que dá. Longe de ir embora, virei ela de costas e comecei a meter, com os fluidos que tinha, entrou fácil. "Amor, me dá um minuto que vou despachar o paciente e continuo." "!!!Por favor", ela fala, "deixa eu falar." "Você desliga e eu grito", falo. "Não seja filho da puta, é meu marido, ele vai perceber. Você continua, eu faço devagar." Pego o telefone dela e coloco no viva-voz. "Foi embora, amor?" Escuto: "Sim, sim, já me liberei, até semana que vem." Nisso eles conversam e eu vou colocando aos poucos, e ela solta um suspiro. "Aaaaaa, que prazer poder terminar essa semana", ela diz, e suspira de novo "aaaaaa". "É que a semana foi puxada?", ele responde. "Vêm meses difíceis, acho que não vou aguentar!" "Vai ter que aguentar, porque a plantação com essa chuva tá atrasada e tem contas pra pagar no banco. Bom, aguentaremos o que vier, amor, juntos os dois." E quando ela disse isso, gozei tudo dentro. Limpei minha pica com a calcinha que ela tinha, limpei a buceta dela, coloquei de volta e fui embora. Ela continuou falando mais um pouco, depois me escreveu, mas isso já é outra história. Acho que vai dar pra uma longa ou duas curtas. Opinem. Obrigado pelo apoio. Obrigado por isso. Não. Não sei quanto tempo vai durar nem o que vai acontecer, mas valeu. Deixo ela no vácuo e não respondo mais nada, começa o jogo de empurra-empurra. Nos dias antes de marcar com ela, eu via os stories e, típico de coroa gostosa, ela começa a mandar alegria e frases, mas como não respondo nada, começa a se questionar. "Oi, o que houve que você não me respondeu nada nem me escreveu? Achei que agora que você tinha meu número ia mandar algo." "Oi, como você está? Desculpa, é que estou com minha namorada esses dias e não tenho tempo, não leva a mal, é só isso..." "Ah, achei que não tinha gostado de algo ou que fiz algo, porque você me cortou de uma vez." Deixo no vácuo e ela não me escreveu mais. Passa uma semana e os status já começam a jogar merda pra todo lado. Deixo ela mais uns dias pra passar a raiva e depois bloqueio pra não ver os stories. Aí acho que encheu a paciência dela e ela me escreve do telefone do consultório: "Boa tarde, estou escrevendo do consultório da Dra... me informa que ficou uma receita sem assinar. Se o senhor puder passar para assinar à tarde depois das 18:30 para poder apresentar e assim não ter que cobrar a consulta. Tenha um bom dia!!!" Era óbvio que queria me ver. "Ah, okok, sem problema. Tô enrolado com tempo. Fala pra doutora se não for urgente, no fim de semana que vem eu passo, senão transfiro, como quiser, sem problema." Isso faria ela esperar uns 10 dias pra me ver. Aí ela me escreve no privado: "Olha, eu não sei o que aconteceu, mas no final você acabou sendo uma merda de pessoa. Acabei abrindo os olhos pra perceber que fui uma idiota por me envolver com um cara que não sabe o que quer. Não me escreve mais nem vem, esquece de mim. Quando acontecer algo nessa sua boca de merda, porque se continuar com esses hábitos, vai cair logo." Deixo no vácuo e apago ela dos contatos, então não sei o que aconteceu com os status dela. Nisso tudo, passaram 2 meses, eu meio brigado com minha namorada por outros assuntos pessoais que não eram de relacionamento, mais projetos que a gente tem quando é jovem. Eu tinha um carrinho velho, mas bem cuidado. mantido e meu objetivo era trocar ele até o fim do ano, por isso venho juntando grana há um tempão, peso por peso, e ela queria que eu investisse num capricho pessoal dela, o que pra minha ideia não é assim. Eu posso te ajudar, mas não montar um negócio do zero com capital só meu, e ela não entendeu isso. Conto isso porque soma no desfecho. Chega um amigo que tava viajando e a gente se juntou pra comer. O grupo de sempre, os mesmos 5 que terminamos o colégio. Costela no meio, cerveja e fernet. Umas 2 da manhã, a maioria já voltando com as mulheres depois de insistir pra sair pra tomar mais uns no baile. Acabamos saindo eu, o que voltou e mais um amigo. Aí, o mais normal: ao entrar e sentar perto do balcão, avisto a dentista. Ela me vê e a cara dela mudou. Parece que criou coragem e pegou uns drinques, porque veio me encarar. Me cumprimenta numa boa, eu também. "Oi, oi. Pra responder você não tem tempo, mas pra sair com seus amigos sobra, hein? Não sei de onde vem esse seu papo, fala com seu marido, não comigo." "Não precisa, porque ele é homem, e não um cara idiota." "Tá bom, tudo bem, mas não entendo por que você veio, porque o que você disser não vai me importar." "Nada, só pra você saber que é um infeliz. Tchau, cara idiota." Meio que virou as costas e foi continuar dançando com as amigas. Meus amigos olhando sem entender. "É minha dentista, tá toda doida", falei e me fiz de besta. Não passou nem uma hora desde que cheguei e chega no grupo de novo, bem alterada: "Quero te pedir desculpas pelo que falei, não é o que penso de você. Eu te amo, viu?" E os olhos enchem d'água. "Não se preocupa, sei que tá alterada, mas não precisa vir até aqui porque todo mundo tá vendo." "Nononão, eu quero falar sério." "Sim, sim, já entendi. Vai com suas amigas", falei. "Mas me desbloqueia e vou embora." "Tá, depois te desbloqueio." "Nonono, me mostra agora e vou." Tive que desbloquear. Nisso, meus amigos estavam com outros amigos, então aproveitei e me despedi pra ir embora. Saio e mensagem dela: "Desculpa, não sei o que deu em mim, não sou assim, mas parece que bebi e fiquei chata." "Não foi nada, esquece, já passou. Vai pra sua. Casa, o Pedro vai te encher o saco. Ele foi pro sítio esse fim de semana, tinha que trilhar, então me deixou sozinha até segunda. — Bom, aproveita pra descansar. — Não quero descansar, quero falar com você!! E pelo jeito que as coisas estavam, não ia parar de encher o saco, então falei: te espero em casa, te aviso quando chegar. — Eu tô de caminhonete e tô com medo de bater, por que você não dirige?? — Nem fodendo, larga sua caminhonete e vou te buscar. Fui buscá-la e ela mal conseguia se segurar de tanto que tinha bebido. Levei ela pra casa, dei um pouco de água e, quando me descuidei, ela começou a vomitar — sorte que tava na piscina. Ela desabou a chorar e era um caos. Ajudei ela, dei um banho, emprestei uma camiseta e uma calça, e deixei ela dormindo no quarto. Eu me joguei num colchão na cozinha. A última coisa que eu queria era uma denúncia por tentativa de abuso, haha. No outro dia, acordei, fiz um café bem forte e acordei ela. — Bom dia, doutora — falei. — Levanta, levanta, que você tem que ir pra sua casa depois do papelão que fez ontem à noite. — Quero morrer, que vergonha, não sei o que fiz ontem, não lembro muito depois que você chegou. — A melhor coisa que pode te acontecer é não lembrar, então toma o café e te levo pra sua casa. — Não, não, por favor, me sinto mal pelo que aconteceu, me deixa ficar, não quero ficar sozinha, prometo não encher mais o saco. — Ok, mas depois você vai, assim que sua roupa secar. Aí a gente tomou café da manhã, conversou, passou a manhã inteira como se fôssemos amigos de longa data. Comemos e lá pelas 3 da tarde falei que ia tirar um cochilo, que a roupa dela tava pronta caso ela quisesse ir. — Bom, vou tomar um banho e vou embora — ela disse. — Ok, só deixa aberto — falei. Capotei e, tipo meia hora depois, ouvi um barulho. — Ela foi embora — pensei, e quando virei pra continuar dormindo, ela apareceu pelada com a roupa na mão. Lembrei da nossa primeira conversa e, sinceramente, fiquei pensando como seria chupar uma rola. Mas antes que você fale qualquer coisa, me deixa fazer isso, é o mínimo depois do que te fiz passar ontem à noite. Bom, deixei ela fazer e ela se entregou de vez, ao ponto de eu gozar na boca dela e ela engolir, e continuou até deixar dura de novo. Agora sim, me sinto melhor. Vou, ele me diz. "Você não vai sair daqui não", eu falo e jogo ela na cama, começo a beijar ela, os dois apaixonadíssimos. Chupei ela por um bom tempo, sentei ela de frente pra mim, agarrei nos peitos e comi ela, não sei por quanto tempo, mas gozamos os dois juntos. "Que mulher gostosa pra cama que você é", eu falo. "Hoje sou sua, faz de mim o que quiser", ela me beija de novo e eu viro ela de bruços e começo a chupar a bunda dela. "Esse aqui eu quero", eu falo, "onde ficar duro, eu meto em você". Ela se vira, me beija e fala: "Me cuida, por favor, me cuida". E se entrega na hora. A fera começou a se levantar, e eu começo devagar a pontuar e a empurrar. Doía, mas ela aguentou. Quando a cabeça entrou, ela colocou a mão na minha cintura e eu deixei ela se acomodar. Depois de um tempo, comecei a empurrar de novo até que ela não resistiu mais e eu deixei ir devagar. Me firmo nela. "Já entrou, agora respira e relaxa que você vai aproveitar". Comecei o vai e vem, vai e vem, e depois de um tempo ela já tava mandando sozinha. Enchi a bunda dela de porra e deixei pulsando até sair sozinha. Saiu um fiozinho de sangue e um pouco de merda, mas fazer o quê, quem já fez um cu sabe que é normal. Ficamos abraçados um tempo, nos limpamos e dormimos assim. Quando acordei já era tarde, então chamei ela, tomamos banho juntos e levei ela até a caminhonete. Ela me agradeceu, me deu um abraço, desceu e foi embora. Depois de um tempo, chega um WhatsApp: "Obrigada, obrigada, obrigada por me fazer sentir assim. Verdade, eu gosto da pessoa que sou quando tô com você e do que eu me animo a fazer. Se for sincera, teria gostado de ficar até amanhã, tipo, nós dois pelados aí." "Por que não fez isso? Pensei que o Pedro ia chegar, por isso te levei. Ele não avisou que foi caçar com os amigos, então vai ficar fora, senão não teria problema." "Te espero então, vou comprar algo pra comer." Enquanto ele chegava, fui comprar pra fazer uma torta, porque a verdade é que tava zero vontade de cozinhar, mas fazer o quê, vai ser parte do próximo relato.
Na semana seguinte, mensagem do consultório pra marcar naquela mesma tarde, 18:40. Chego firme, não tinha ninguém. Ela me manda entrar e fecha a porta atrás de mim. "Olha, não sei nem como começar. O que aconteceu não tá certo de jeito nenhum e não pode se repetir. Mas, por outro lado, não paro de pensar em como me senti bem. Não sabia se tava bem comigo mesma, mas no sábado te vi e senti de novo algo que não sei o que é. Por isso te chamei."
"Se você topa e se for só entre nós, a gente pode continuar", falo. "Como seria continuar?" ela pergunta. Levanto, encurralo ela na parede e começo a beijar ela. Viro ela de costas e beijo o pescoço. "Assim", falo e meto a mão por cima da calça dela, já tava molhadinha. Começo a abrir a calça e meter os dedos na buceta enquanto beijo ela. Falo: "Hoje a gente goza junto." Jogo ela de volta no sofá e começo a tirar a roupa dela. Nisso, ela tava a ponto de gozar. Começo a abrir e passar a língua, e no meu jogo me chamaram. Fiquei uns 5 minutos chupando ela quando começou a arquear. Comecei a desejar ela e esfregar o clitóris. Ela se remexe e goza. Tomei aquele caldo e continuei mais um pouco. Nessa altura, eu ia gozar a qualquer momento, então, como ela tava, virei ela de costas e, sem mais, meti de quatro. Falo: "Te coloco assim pra você não ver minha cara e sentir culpa pelo seu marido." "METE" ela falou, e meti de uma vez. Deixei uns segundos e tirei, e assim comecei a brincar um pouco. Não deu nem 2 minutos, senti que ia gozar e falo: "Vamos gozar juntos." E nós dois... Fomos nós dois. Que sensação gostosa aquela, pulsando dentro de mim e descendo, enquanto ela jorrava gozo e fluidos. Levantei ela, encostei no meu peito e falei: "Você gozou duas, eu uma. Vamos pelo empate." Comecei a chupar os peitos dela e ela a me bater uma até eu ficar duro. Sozinha, ela se ajeitou, enfiou pra dentro e começou a pular sem culpa dessa vez, até gozar de novo, e eu atrás dela, bem na hora, porque nisso o marido liga. "Pedro tá me chamando, o que eu faço?" "Atende, fala que tá com um paciente." "...Oi, amor, tudo bem? Nada, aqui no consultório com um paciente, acabei de limpar a boca dele. E você?" Ouvir ela falar aquilo sem pensar me deixou duro. Nós dois pelados e ela em cima de mim, tirei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar o cu dela. O pulo que ela deu quando sentiu a língua. "Não foi nada, bati na mesa, amor, nem vi." E eu metendo a língua nisso. Ela para, como quem diz "fica quieto", e quem já passou por isso sabe o tesão que dá. Longe de ir embora, virei ela de costas e comecei a meter, com os fluidos que tinha, entrou fácil. "Amor, me dá um minuto que vou despachar o paciente e continuo." "!!!Por favor", ela fala, "deixa eu falar." "Você desliga e eu grito", falo. "Não seja filho da puta, é meu marido, ele vai perceber. Você continua, eu faço devagar." Pego o telefone dela e coloco no viva-voz. "Foi embora, amor?" Escuto: "Sim, sim, já me liberei, até semana que vem." Nisso eles conversam e eu vou colocando aos poucos, e ela solta um suspiro. "Aaaaaa, que prazer poder terminar essa semana", ela diz, e suspira de novo "aaaaaa". "É que a semana foi puxada?", ele responde. "Vêm meses difíceis, acho que não vou aguentar!" "Vai ter que aguentar, porque a plantação com essa chuva tá atrasada e tem contas pra pagar no banco. Bom, aguentaremos o que vier, amor, juntos os dois." E quando ela disse isso, gozei tudo dentro. Limpei minha pica com a calcinha que ela tinha, limpei a buceta dela, coloquei de volta e fui embora. Ela continuou falando mais um pouco, depois me escreveu, mas isso já é outra história. Acho que vai dar pra uma longa ou duas curtas. Opinem. Obrigado pelo apoio. Obrigado por isso. Não. Não sei quanto tempo vai durar nem o que vai acontecer, mas valeu. Deixo ela no vácuo e não respondo mais nada, começa o jogo de empurra-empurra. Nos dias antes de marcar com ela, eu via os stories e, típico de coroa gostosa, ela começa a mandar alegria e frases, mas como não respondo nada, começa a se questionar. "Oi, o que houve que você não me respondeu nada nem me escreveu? Achei que agora que você tinha meu número ia mandar algo." "Oi, como você está? Desculpa, é que estou com minha namorada esses dias e não tenho tempo, não leva a mal, é só isso..." "Ah, achei que não tinha gostado de algo ou que fiz algo, porque você me cortou de uma vez." Deixo no vácuo e ela não me escreveu mais. Passa uma semana e os status já começam a jogar merda pra todo lado. Deixo ela mais uns dias pra passar a raiva e depois bloqueio pra não ver os stories. Aí acho que encheu a paciência dela e ela me escreve do telefone do consultório: "Boa tarde, estou escrevendo do consultório da Dra... me informa que ficou uma receita sem assinar. Se o senhor puder passar para assinar à tarde depois das 18:30 para poder apresentar e assim não ter que cobrar a consulta. Tenha um bom dia!!!" Era óbvio que queria me ver. "Ah, okok, sem problema. Tô enrolado com tempo. Fala pra doutora se não for urgente, no fim de semana que vem eu passo, senão transfiro, como quiser, sem problema." Isso faria ela esperar uns 10 dias pra me ver. Aí ela me escreve no privado: "Olha, eu não sei o que aconteceu, mas no final você acabou sendo uma merda de pessoa. Acabei abrindo os olhos pra perceber que fui uma idiota por me envolver com um cara que não sabe o que quer. Não me escreve mais nem vem, esquece de mim. Quando acontecer algo nessa sua boca de merda, porque se continuar com esses hábitos, vai cair logo." Deixo no vácuo e apago ela dos contatos, então não sei o que aconteceu com os status dela. Nisso tudo, passaram 2 meses, eu meio brigado com minha namorada por outros assuntos pessoais que não eram de relacionamento, mais projetos que a gente tem quando é jovem. Eu tinha um carrinho velho, mas bem cuidado. mantido e meu objetivo era trocar ele até o fim do ano, por isso venho juntando grana há um tempão, peso por peso, e ela queria que eu investisse num capricho pessoal dela, o que pra minha ideia não é assim. Eu posso te ajudar, mas não montar um negócio do zero com capital só meu, e ela não entendeu isso. Conto isso porque soma no desfecho. Chega um amigo que tava viajando e a gente se juntou pra comer. O grupo de sempre, os mesmos 5 que terminamos o colégio. Costela no meio, cerveja e fernet. Umas 2 da manhã, a maioria já voltando com as mulheres depois de insistir pra sair pra tomar mais uns no baile. Acabamos saindo eu, o que voltou e mais um amigo. Aí, o mais normal: ao entrar e sentar perto do balcão, avisto a dentista. Ela me vê e a cara dela mudou. Parece que criou coragem e pegou uns drinques, porque veio me encarar. Me cumprimenta numa boa, eu também. "Oi, oi. Pra responder você não tem tempo, mas pra sair com seus amigos sobra, hein? Não sei de onde vem esse seu papo, fala com seu marido, não comigo." "Não precisa, porque ele é homem, e não um cara idiota." "Tá bom, tudo bem, mas não entendo por que você veio, porque o que você disser não vai me importar." "Nada, só pra você saber que é um infeliz. Tchau, cara idiota." Meio que virou as costas e foi continuar dançando com as amigas. Meus amigos olhando sem entender. "É minha dentista, tá toda doida", falei e me fiz de besta. Não passou nem uma hora desde que cheguei e chega no grupo de novo, bem alterada: "Quero te pedir desculpas pelo que falei, não é o que penso de você. Eu te amo, viu?" E os olhos enchem d'água. "Não se preocupa, sei que tá alterada, mas não precisa vir até aqui porque todo mundo tá vendo." "Nononão, eu quero falar sério." "Sim, sim, já entendi. Vai com suas amigas", falei. "Mas me desbloqueia e vou embora." "Tá, depois te desbloqueio." "Nonono, me mostra agora e vou." Tive que desbloquear. Nisso, meus amigos estavam com outros amigos, então aproveitei e me despedi pra ir embora. Saio e mensagem dela: "Desculpa, não sei o que deu em mim, não sou assim, mas parece que bebi e fiquei chata." "Não foi nada, esquece, já passou. Vai pra sua. Casa, o Pedro vai te encher o saco. Ele foi pro sítio esse fim de semana, tinha que trilhar, então me deixou sozinha até segunda. — Bom, aproveita pra descansar. — Não quero descansar, quero falar com você!! E pelo jeito que as coisas estavam, não ia parar de encher o saco, então falei: te espero em casa, te aviso quando chegar. — Eu tô de caminhonete e tô com medo de bater, por que você não dirige?? — Nem fodendo, larga sua caminhonete e vou te buscar. Fui buscá-la e ela mal conseguia se segurar de tanto que tinha bebido. Levei ela pra casa, dei um pouco de água e, quando me descuidei, ela começou a vomitar — sorte que tava na piscina. Ela desabou a chorar e era um caos. Ajudei ela, dei um banho, emprestei uma camiseta e uma calça, e deixei ela dormindo no quarto. Eu me joguei num colchão na cozinha. A última coisa que eu queria era uma denúncia por tentativa de abuso, haha. No outro dia, acordei, fiz um café bem forte e acordei ela. — Bom dia, doutora — falei. — Levanta, levanta, que você tem que ir pra sua casa depois do papelão que fez ontem à noite. — Quero morrer, que vergonha, não sei o que fiz ontem, não lembro muito depois que você chegou. — A melhor coisa que pode te acontecer é não lembrar, então toma o café e te levo pra sua casa. — Não, não, por favor, me sinto mal pelo que aconteceu, me deixa ficar, não quero ficar sozinha, prometo não encher mais o saco. — Ok, mas depois você vai, assim que sua roupa secar. Aí a gente tomou café da manhã, conversou, passou a manhã inteira como se fôssemos amigos de longa data. Comemos e lá pelas 3 da tarde falei que ia tirar um cochilo, que a roupa dela tava pronta caso ela quisesse ir. — Bom, vou tomar um banho e vou embora — ela disse. — Ok, só deixa aberto — falei. Capotei e, tipo meia hora depois, ouvi um barulho. — Ela foi embora — pensei, e quando virei pra continuar dormindo, ela apareceu pelada com a roupa na mão. Lembrei da nossa primeira conversa e, sinceramente, fiquei pensando como seria chupar uma rola. Mas antes que você fale qualquer coisa, me deixa fazer isso, é o mínimo depois do que te fiz passar ontem à noite. Bom, deixei ela fazer e ela se entregou de vez, ao ponto de eu gozar na boca dela e ela engolir, e continuou até deixar dura de novo. Agora sim, me sinto melhor. Vou, ele me diz. "Você não vai sair daqui não", eu falo e jogo ela na cama, começo a beijar ela, os dois apaixonadíssimos. Chupei ela por um bom tempo, sentei ela de frente pra mim, agarrei nos peitos e comi ela, não sei por quanto tempo, mas gozamos os dois juntos. "Que mulher gostosa pra cama que você é", eu falo. "Hoje sou sua, faz de mim o que quiser", ela me beija de novo e eu viro ela de bruços e começo a chupar a bunda dela. "Esse aqui eu quero", eu falo, "onde ficar duro, eu meto em você". Ela se vira, me beija e fala: "Me cuida, por favor, me cuida". E se entrega na hora. A fera começou a se levantar, e eu começo devagar a pontuar e a empurrar. Doía, mas ela aguentou. Quando a cabeça entrou, ela colocou a mão na minha cintura e eu deixei ela se acomodar. Depois de um tempo, comecei a empurrar de novo até que ela não resistiu mais e eu deixei ir devagar. Me firmo nela. "Já entrou, agora respira e relaxa que você vai aproveitar". Comecei o vai e vem, vai e vem, e depois de um tempo ela já tava mandando sozinha. Enchi a bunda dela de porra e deixei pulsando até sair sozinha. Saiu um fiozinho de sangue e um pouco de merda, mas fazer o quê, quem já fez um cu sabe que é normal. Ficamos abraçados um tempo, nos limpamos e dormimos assim. Quando acordei já era tarde, então chamei ela, tomamos banho juntos e levei ela até a caminhonete. Ela me agradeceu, me deu um abraço, desceu e foi embora. Depois de um tempo, chega um WhatsApp: "Obrigada, obrigada, obrigada por me fazer sentir assim. Verdade, eu gosto da pessoa que sou quando tô com você e do que eu me animo a fazer. Se for sincera, teria gostado de ficar até amanhã, tipo, nós dois pelados aí." "Por que não fez isso? Pensei que o Pedro ia chegar, por isso te levei. Ele não avisou que foi caçar com os amigos, então vai ficar fora, senão não teria problema." "Te espero então, vou comprar algo pra comer." Enquanto ele chegava, fui comprar pra fazer uma torta, porque a verdade é que tava zero vontade de cozinhar, mas fazer o quê, vai ser parte do próximo relato.
1 comentários - A Doutora Gostosa
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