Contratei um Poringa boy cuck pra ficar com a mulher P6

É isso mesmo que vocês leram, esse casal chegou ao fim, mas por motivos lógicos que vou contar agora.
Depois da última vez que ela me chupou em casa enquanto eu trabalhava, no fim de semana passado, na sexta, ela me mandou uma mensagem dizendo que queria fazer algo especial para o corno.

Falei que claro, podia contar comigo, e ela me chamou na casa dela pra às 22h. Eu naquele dia não tava com muita energia nem vontade, mas fazer o quê, tem que saber levar o papel de touro, então lá pras 21h tomei um tadalafina pra não decepcionar e fui pra casa dela.

Quando ela desceu pra me abrir, tava com uma jaqueta oversized que cobria ela toda, me deu um beijo como se fôssemos namorados e, quando subimos no elevador, mostrou que por baixo tava usando umas meias 7/8 com cinta-liga e um sutiã de renda todo preto que ficava uma delícia nela. Começamos a nos pegar no elevador enquanto eu passava a mão nela, e ela tava super molhada.

Ela me disse: "Hoje é um castigo pro cuck, mas também um presente pra você, love."

Eu não entendia direito, até que entramos no apartamento. O corno tava amarrado sentado numa cadeira daquelas com braço, com as pernas presas e as mãos amarradas na cadeira, e uma venda nos olhos, mas por cima dos olhos, ou seja, ele conseguia ver.
Eu fiquei surpreso porque nunca me disseram que ele era bissexual, nem eu nunca falei que era.

Então perguntei por que ele tava daquele jeito e amarrado. Ele me olhou, mas não falou nada.
Foi ela quem se aproximou dele e disse: "O cuck se comportou mal, então tem que aprender", e deu um tapa na cara dele, mas com raiva de verdade, marcando os dedos no rosto.

Depois veio até mim e me beijou com uma fúria quase adolescente. Eu já não aguentava mais de tesão naquele momento, e claro, com o tadalafina, tava durasso. Ela baixou minha calça, pegou uma almofada do sofá, colocou no chão, se ajoelhou e disse pro corno: "Quem dera você tivesse uma rola tão gostosa assim e que me fizesse sentir tão puta." Em seguida, começou a me chupar como nunca, ia e voltava da cabeça até a base, se engasgava de propósito. com a pica, ela chupava minhas bolas deixando tudo molhado, e enquanto passava a mão na minha bunda ia enfiando um dedo.
Eu tava no céu, acho que nunca tinha ficado tão dura e cheia de veia.
Ficou uns 5 minutos chupando, eu gemendo e aproveitando, e o cuck em silêncio.
Avisei que ia gozar, e ela falou espera.

Foi até onde tava o cuck, abaixou a venda dele, e mandou abrir a boca e nem pensar em fechar senão ia pra rua (aí percebi que tava tudo podre entre eles), fez sinal pra eu chegar perto e começou a bater uma pra mim do lado do marido, enquanto me beijava e sussurrava no meu ouvido — me avisa quando for gozar que quero que você dê tudo na boca dele —

Foram mais 2 minutos e avisei, continuei batendo uma e coloquei a pica perto da boca do corno, e quando saiu o primeiro jato de porra na boca dele, ela agarrou a nuca dele e enfiou a boca toda na minha pica, e gritou, vai, cuck de merda, deixa limpinha e não deixa cair uma gota.
Sinceramente, não parecia que era a primeira pica que ela chupava porque sabia bem o que fazia e continuou chupando até não sair mais nada e engoliu tudo sem nem fazer cara de nojo.

Fui no banheiro me lavar, e quando saí ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, e gritou pro cuck trazer vinho (aí percebi que tinha soltado ele), estávamos os dois deitados com ela no meu peito feito casal, veio o corno de tanga, nos deu as taças, e foi embora fechando a porta.

Começamos a beber, e claro que perguntei o que rolou, que onda é essa? porque acima de tudo a curiosidade. E ela me contou que no pacto deles não tava incluído ele ficar com outra gostosa e ela achou mensagens no celular dele de uma colega de trabalho que tinham se pegado mas não transado ainda e isso fez ela se sentir muito traída por ele. E que não botou ele pra fora de casa só porque segundo o cuck só tinham se beijado, mas que tava tudo podre. E que ele implorou pra ela não ir embora, que faria qualquer coisa por continuar ficando com ela. E aí, naquela noite, ela teve a ideia de humilhar ele e se divertir comigo.

Claramente, só escutei sem julgar, porque não é algo que me interesse. Continuamos conversando e bebendo vinho, e partimos para os beijos. A pika estava meia-bomba por causa do álcool, e ela me perguntou se eu queria um boquete duplo. Falei que não tinha problema, então ela chamou o corno (e, por sinal, ele não falou uma palavra a noite toda), e disse: "Vem aqui e me ajuda a chupar ele pra deixar a pika do meu macho bem dura e encher minha buceta de porra."

Ele fez uma cara meio de rejeição e ficou parado uns 2 ou 3 segundos. E não sei por que, entrei no jogo e, sem pensar, soltei um grito: "Vai, seu otário, não ouviu sua mulher? Vem chupar minha pika, senão vai se foder." O cara arregalou os olhos de surpresa (até eu fiquei surpreso por ter dito isso, haha), e ele veio todo submisso para a cama chupar junto com ela.

Quando ele colocou na boca e começou a chupar, confirmei que não era a primeira pika que ele pegava. E a desgraçada começou a rir e disse: "Viu? Comigo você não mente, senão vai se dar mal, seu putinho." E começou a empurrar a cabeça dele pra ele engasgar com minha pika. Depois de umas 3 ou 4 chupadas, quando já estava bem dura, ela mandou: "Vai, fica de pé na porta."

O cara, humilhado e obediente, fez o que ela mandou. Dava pra ver que ele estava excitado, porque na sunga a pika dele tava dura pra caralho, mesmo sendo meio pequena.

Aí ela pegou lubrificante na mesinha de cabeceira, passou na minha pika e sentou na bunda dela. Ela sentou de costas pra mim, tampando minha visão da porta, e foi enfiando a pika bem devagar na bunda. Doeu um pouco, mas ela não parou até ficar totalmente empalada.

E ela deu a melhor cavalgada da minha vida, gritando de dor e prazer o tempo todo, e dizendo: "Viu por que você não pode mentir pra mim? Porque senão meu macho vai vir e arrebentar meu cu assim, e vai deixar bem cheio de porra. Agora fecha a porta e vai embora. Não quero te ver até amanhã.

Quando fechei a porta, ela saiu de cima de mim e disse: "Meu Deus, não pode ser o quanto eu tô molhada." Ela ficou de quatro e pediu: "Por favor, me deixa sem conseguir sentar." E eu obedeci as ordens dela. Meti até o fundo, bem violento, enquanto puxava o cabelo dela e dava tapas na bunda dela. Ela gritava cada vez mais, óbvio que algum vizinho devia estar batendo uma ouvindo aqueles gritos. Era tanta violência que a cama saiu do lugar e dava pra ouvir o barulho da cama batendo na parede a cada metida que eu dava.

Devo ter ficado uns 15 minutos até não aguentar mais e deixar a bunda dela cheia de porra. Quando tirei, percebi que algo tinha se machucado porque tinha umas gotinhas de sangue misturado com a porra, e a bunda toda aberta e irritada.

Ela foi mancando de verdade pro banheiro se limpar, eu arrumei a cama e deitei. Quando ela voltou, me deu uma camiseta do marido dela e disse: "Toma, limpa sua pica com isso." E foi assim, imaginem como ficou aquela camiseta.

Ela deitou no meu peito e disse: "Nunca me arrebentaram tanto o cu, amor, juro que fui no banheiro e tô ardendo e doendo até pra sentar, como você me come gostoso."

Ficamos conversando um tempo, a pica ainda não tinha baixado por causa do tadalafila, e enquanto a gente conversava ela continuava acariciando ela. Eu, sinceramente, depois daqueles dois gozos quase seguidos, não queria mais. E ela disse: "Quer ficar pra dormir? Afinal, esse otário aí tem ordem de não voltar até amanhã ao meio-dia."

Não tinha nada melhor pra fazer, e além disso, mesmo depois de ter gozado, nunca se recusa um bom sexo matinal, então fiquei dormindo lá.

No outro dia de manhã, quis começar um sexo matinal e ela pediu: "Por favor, não, porque com o cu arrebentado, não consigo nem me mexer." Então ela me chupou até engolir tudo e eu fui embora.

Quando ela me acompanhou até a porta pra eu sair, pude ver que ela mancava forte e com dor. Ela disse que talvez fosse se separar ou pelo menos parar com essas coisas, porque algo no relacionamento dela de A confiança tinha se quebrado. Eu disse pra ela que não tinha problema, que entendia claramente a situação e meu papel ali, que não ia escrever nem nada, mas que quando ela quisesse, sabia que eu tava disponível pra satisfazer ela.

A gente se despediu com um beijo bem de namorados, de língua e tudo. E eu fui embora. Até hoje, uma semana depois, não recebi mensagem nenhuma, então acho que foi o fim dessa parceria que me proporcionou experiências maravilhosas. Por sorte, tô reavivando uma conversa com outro casal que já tinha postado uma história aqui. Então, quando tiver novidades, aviso vocês.

Enquanto isso, já sabem: se quiserem um touro bem localizado, com uma boa rola e sem neuras pra sua parceira, é só me chamar. Abraço.

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