Nos meus contos, costumo ser bem dominante e me aproveitar das gatinhas, mas nem sempre foi assim. Há muuuuitos anos, quando eu tinha 19 anos, tinha poucas gatinhas no meu currículo, umas 5 ou 6 só, e era bem verdão. Pesava uns 72kg, sempre fui alto e atlético, e tava no Tinder caçando umas minas.
Com as piranhas que eu tinha comido até então, eu era o dominante — eram da minha idade ou mais novas, e eu conseguia lidar com elas. Mas um dia dei match com uma gatinha que não lembro o nome, então vou chamar de T.
A T tinha uns 35 anos, um peitão de silicone do caralho, a cintura MUITO fina e uma raba de academia foda. Além disso, era toda tatuada e uma morena LOUCA! Atrevida, sem medo de nada, uma "alma livre". Tinha uma banda, também trabalhava em bares — daquelas pessoas que vivem o hoje e cagam pro amanhã.
Combinamos de nos ver depois de trocar uma ideia. Quando chegou a hora, queria morrer: a gata era uma delícia, mas era muito mais velha que eu. Eu ficava sem graça, queria falar bem e ter assunto, mas as perguntas dela eram tipo "e há quanto tempo você terminou o colégio?", "e como vai na facul, mô?" e "o que você quer ser quando crescer?" e "fica muito longe a casa do seu pai?". Não tinha como equilibrar a situação, ela só ria da minha cara. E quando eu perguntava algo, ela morria de rir. Depois de tomar um vinho que ela me deu, falei:
Eu: O que te chamou a atenção em mim? Tô aqui há 1 hora e você não para de me zuar.
T: Não tô te zuando, mô, por que você diz isso?
— Você me zoa, fala "quando você crescer" e tal, faz isso pra me sentir pequeno.
+ Bom, não vou perguntar mais. Te convidei de boa.
— Por que você me convidou?
+ Porque você é bonitinho, garoto. Me conta das suas experiências sexuais.
Meu pulso treme e eu falo:
— Na real, tenho uns problemas sexuais... Você que é mais velha, talvez possa me ajudar. Tenho o pau muito grande, as minas da minha idade sofrem.
+ Ammmmm, não acredito em você.
— Sério... Talvez não seja tanto (eu já tava todo nervoso). (menosprezado) se quiser, te mostro
+senta aqui, garoto. eu sento e ele tira a pica. vou fazer uma punheta pra ver como é, só isso, não se iluda, te mostro UM peito pra você ficar de pau duro.
-a pica ficou duríssima, 18cm e bem grossa
+HAHA e CLARO, como é que você vai foder uma gostosa com isso, animal? ainda por cima é um cara leitoso, todo bruto, com certeza
-eu, não fala assim comigo
+melhor não falar mais com você, tem razão
na hora, ela me faz um garganta profunda, 5/6 da pica dentro da garganta. foi um boquete sem amor, sem se importar se eu tava gostando, a gatinha só ficava com tesão porque eu era um cara e ela mais velha, e tava ali só porque a gata tava entediada e não tinha nada melhor pra fazer.
-tira a roupa
+você também
ela me deita na cama e senta na minha cara. não ligou se eu queria, se eu tava confortável. era uma gostosa de 35, muito fodida, uma buceta com muitos km, e eu tava acostumado com outra coisa. ela ria enquanto passava a buceta no meu rosto pra lá e pra cá, tava se masturbando com a minha cara, basicamente. eu não sabia o que fazer: por um lado, queria tirar ela de cima e mandar tomar no cu, e por outro... ERA UMA MULHER GATA, COMO QUE EU IA SER TÃO BURRO DE NÃO FODER ELA?
aí ela senta na beira da cama e me faz deitar com a cabeça apoiada na perna toda tatuada dela, de barriga pra cima. "toma", ela diz, "pega o peito" e me faz chupar os peitos dela. ela se masturba enquanto eu faço isso e fala "ai, parece um bebê. você é meu bebê da Yoly Bell."
acho que ela goza ou só quer mudar de posição, e fala: "nem pense em deixar o leite escapar ainda." me deita e monta em cima de mim, enfiando a pica pra dentro.
EU ME ASSUSTO: PARA!!!!
ela: o que foi? tá bem?
-não, sem camisinha não. nunca fiz com alguém que não conheço sem camisinha
+tarde demais, garotinho. hoje você vai gozar tudo dentro da minha buceta
-que?? eu nunca fiz isso. sai de cima de mim
+você é meu bebê e hoje vai gozar dentro de mim
-não! Sai!
Tiro ela de cima e levanto: "Você não pode me comer sem camisinha sem avisar." E começo a me vestir. Eu era muito novo, fiquei assustado mesmo, era algo que nunca tinha feito. Além disso, uma gostosa muito mais velha me dava medo de pegar alguma coisa, ainda mais uma com uma vida sexual tão ativa.
Enquanto me visto, ouço ela rindo. Me viro e olho pra ela. Tá de quatro, com a bunda virada pra mim e ela sorrindo, enfiando dois dedos no cu.
+ Já te decifrei, meu amor. Você é muito machinho, já sei. Mas é que você é meu bebê, desculpa, não percebi. Me perdoa?
- ...
+ Olha como eu masturbo meu cu, cê gosta? (risadinha)
- ...
+ Vem, vem e me fala que não é meu bebê. Cospe em mim, me bate.
- Me viro e tiro a roupa.
+ Sua sou eu hoje à noite. Sua e de mais ninguém. Me mostra o que você sabe fazer.
- Enfio a pica duríssima no cu dela.
+ BRUTO!!! TÁ DOENDO!
- No final, você tinha razão. Sou um bruto, mas quem tá no comando agora sou eu. Peguei ela pelo cabelo, dei um tapa na cara e enfiei a pica até o fundo. Ela deu um grito abafado.
Começo a foder ela desesperado, como todo cara. Era a primeira vez que comia um cu, ia e voltava em alta velocidade. Minha cabeça não conseguia pensar no que tava fazendo, e meu corpo respondia assim. Ela coloca as mãos cruzadas atrás pra eu segurar, e eu nem entendi o que ela tava oferecendo. Só conseguia ouvir ela gemer como uma puta e me distanciava da situação, me via... suado, ofegante, dando tudo de mim e extremamente excitado. Devo ter ficado uns 7 minutos no esforço físico da minha vida, e bateu vontade de gozar.
+ Querido, me dá tudo. Tudo. Na boca, na cara, nos peitos, no cu, na buceta, mas por favor, onde você quiser, me dá, ela fala.
Não aguentei a excitação e enchi o cu dela de porra. Minhas mãos tremiam.
Ela se deita de lado com um sorriso, ri perversamente e fala: "Vem, deita comigo."
Eu tava encharcado de suor e com a pica dura. Ela me dá um beijo de língua e fala: "Eu sem provar, não vou embora. ficar, e ela chupa minha pica com muita língua pra engolir tudo. faz mais uns carinhos em mim e praticamente me manda pra casa com uma marmita.
assustado quando cheguei, bloqueei ela. tenho muitos números bloqueados, vou ver se consigo encontrar ela.
pra minha próxima história, eu gostaria de contar:
– aluna 1
– viciada em pegar em lugares
– colega da facul
Com as piranhas que eu tinha comido até então, eu era o dominante — eram da minha idade ou mais novas, e eu conseguia lidar com elas. Mas um dia dei match com uma gatinha que não lembro o nome, então vou chamar de T.
A T tinha uns 35 anos, um peitão de silicone do caralho, a cintura MUITO fina e uma raba de academia foda. Além disso, era toda tatuada e uma morena LOUCA! Atrevida, sem medo de nada, uma "alma livre". Tinha uma banda, também trabalhava em bares — daquelas pessoas que vivem o hoje e cagam pro amanhã.
Combinamos de nos ver depois de trocar uma ideia. Quando chegou a hora, queria morrer: a gata era uma delícia, mas era muito mais velha que eu. Eu ficava sem graça, queria falar bem e ter assunto, mas as perguntas dela eram tipo "e há quanto tempo você terminou o colégio?", "e como vai na facul, mô?" e "o que você quer ser quando crescer?" e "fica muito longe a casa do seu pai?". Não tinha como equilibrar a situação, ela só ria da minha cara. E quando eu perguntava algo, ela morria de rir. Depois de tomar um vinho que ela me deu, falei:
Eu: O que te chamou a atenção em mim? Tô aqui há 1 hora e você não para de me zuar.
T: Não tô te zuando, mô, por que você diz isso?
— Você me zoa, fala "quando você crescer" e tal, faz isso pra me sentir pequeno.
+ Bom, não vou perguntar mais. Te convidei de boa.
— Por que você me convidou?
+ Porque você é bonitinho, garoto. Me conta das suas experiências sexuais.
Meu pulso treme e eu falo:
— Na real, tenho uns problemas sexuais... Você que é mais velha, talvez possa me ajudar. Tenho o pau muito grande, as minas da minha idade sofrem.
+ Ammmmm, não acredito em você.
— Sério... Talvez não seja tanto (eu já tava todo nervoso). (menosprezado) se quiser, te mostro
+senta aqui, garoto. eu sento e ele tira a pica. vou fazer uma punheta pra ver como é, só isso, não se iluda, te mostro UM peito pra você ficar de pau duro.
-a pica ficou duríssima, 18cm e bem grossa
+HAHA e CLARO, como é que você vai foder uma gostosa com isso, animal? ainda por cima é um cara leitoso, todo bruto, com certeza
-eu, não fala assim comigo
+melhor não falar mais com você, tem razão
na hora, ela me faz um garganta profunda, 5/6 da pica dentro da garganta. foi um boquete sem amor, sem se importar se eu tava gostando, a gatinha só ficava com tesão porque eu era um cara e ela mais velha, e tava ali só porque a gata tava entediada e não tinha nada melhor pra fazer.
-tira a roupa
+você também
ela me deita na cama e senta na minha cara. não ligou se eu queria, se eu tava confortável. era uma gostosa de 35, muito fodida, uma buceta com muitos km, e eu tava acostumado com outra coisa. ela ria enquanto passava a buceta no meu rosto pra lá e pra cá, tava se masturbando com a minha cara, basicamente. eu não sabia o que fazer: por um lado, queria tirar ela de cima e mandar tomar no cu, e por outro... ERA UMA MULHER GATA, COMO QUE EU IA SER TÃO BURRO DE NÃO FODER ELA?
aí ela senta na beira da cama e me faz deitar com a cabeça apoiada na perna toda tatuada dela, de barriga pra cima. "toma", ela diz, "pega o peito" e me faz chupar os peitos dela. ela se masturba enquanto eu faço isso e fala "ai, parece um bebê. você é meu bebê da Yoly Bell."
acho que ela goza ou só quer mudar de posição, e fala: "nem pense em deixar o leite escapar ainda." me deita e monta em cima de mim, enfiando a pica pra dentro.
EU ME ASSUSTO: PARA!!!!
ela: o que foi? tá bem?
-não, sem camisinha não. nunca fiz com alguém que não conheço sem camisinha
+tarde demais, garotinho. hoje você vai gozar tudo dentro da minha buceta
-que?? eu nunca fiz isso. sai de cima de mim
+você é meu bebê e hoje vai gozar dentro de mim
-não! Sai!
Tiro ela de cima e levanto: "Você não pode me comer sem camisinha sem avisar." E começo a me vestir. Eu era muito novo, fiquei assustado mesmo, era algo que nunca tinha feito. Além disso, uma gostosa muito mais velha me dava medo de pegar alguma coisa, ainda mais uma com uma vida sexual tão ativa.
Enquanto me visto, ouço ela rindo. Me viro e olho pra ela. Tá de quatro, com a bunda virada pra mim e ela sorrindo, enfiando dois dedos no cu.
+ Já te decifrei, meu amor. Você é muito machinho, já sei. Mas é que você é meu bebê, desculpa, não percebi. Me perdoa?
- ...
+ Olha como eu masturbo meu cu, cê gosta? (risadinha)
- ...
+ Vem, vem e me fala que não é meu bebê. Cospe em mim, me bate.
- Me viro e tiro a roupa.
+ Sua sou eu hoje à noite. Sua e de mais ninguém. Me mostra o que você sabe fazer.
- Enfio a pica duríssima no cu dela.
+ BRUTO!!! TÁ DOENDO!
- No final, você tinha razão. Sou um bruto, mas quem tá no comando agora sou eu. Peguei ela pelo cabelo, dei um tapa na cara e enfiei a pica até o fundo. Ela deu um grito abafado.
Começo a foder ela desesperado, como todo cara. Era a primeira vez que comia um cu, ia e voltava em alta velocidade. Minha cabeça não conseguia pensar no que tava fazendo, e meu corpo respondia assim. Ela coloca as mãos cruzadas atrás pra eu segurar, e eu nem entendi o que ela tava oferecendo. Só conseguia ouvir ela gemer como uma puta e me distanciava da situação, me via... suado, ofegante, dando tudo de mim e extremamente excitado. Devo ter ficado uns 7 minutos no esforço físico da minha vida, e bateu vontade de gozar.
+ Querido, me dá tudo. Tudo. Na boca, na cara, nos peitos, no cu, na buceta, mas por favor, onde você quiser, me dá, ela fala.
Não aguentei a excitação e enchi o cu dela de porra. Minhas mãos tremiam.
Ela se deita de lado com um sorriso, ri perversamente e fala: "Vem, deita comigo."
Eu tava encharcado de suor e com a pica dura. Ela me dá um beijo de língua e fala: "Eu sem provar, não vou embora. ficar, e ela chupa minha pica com muita língua pra engolir tudo. faz mais uns carinhos em mim e praticamente me manda pra casa com uma marmita.
assustado quando cheguei, bloqueei ela. tenho muitos números bloqueados, vou ver se consigo encontrar ela.
pra minha próxima história, eu gostaria de contar:
– aluna 1
– viciada em pegar em lugares
– colega da facul
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