Limonada Afrodisíaca

Neste relato, o protagonista é um menino de 8 anos, filho único de uma família de classe média alta, que há apenas alguns meses começou a ficar sozinho em casa quase todo dia, já que a mãe começou a se envolver na economia familiar, agora sendo assistente e sócia nos negócios do marido. Por causa disso, eles viviam viajando, agora os dois como nômades, e digamos que não contrataram ninguém para cuidar do filho, não por pão-durismo, mas porque não confiavam em ninguém fora do núcleo familiar. Então, desde o início, a mãe o treinou para ser autônomo e autossuficiente desde cedo, conseguindo fazer muitas coisas bem sozinho com menos de 10 anos. Uma das características dele é que adorava ler e era apaixonado por animais. Por causa disso, sua alimentação era vegetariana, e por isso ele era fisicamente magro. Por algum motivo, os pais não deixavam ele ter bichos de estimação, provavelmente por serem muito conservadores quanto à ideia de que a vida e a integridade de um ser vivo é uma responsabilidade grande demais para deixar nas mãos de uma criança, daí a recusa. Então, já que não o deixavam ter um animal, ele teve a iniciativa de ajudar alguns abrigos de animais doando dinheiro, já que não podia adotar. E na ânsia de financiar essa causa, já que os pais também não estavam nem aí para soltar um centavo nisso, a primeira coisa que veio à mente dele foi o empreendimento típico de qualquer criança: uma barraquinha de limonada. Com isso, ele juntaria grana e estaria disposto a doar todo o lucro, junto com toda a mesada dele. Então, ele colocou a mão na massa, montou uma prateleira, preparou uma jarra de limonada fresca como teste, e numa manhã se posicionou no jardim perto da calçada, esperando algum pedestre com sede, enquanto lia um jornal impresso. A leitura dele foi interrompida quando... Apareceu a que foi sua primeira cliente, que pediu pra ele servir um copo, e ela bebeu rápido, como se tivesse sede, porque tinha feito atividade física, corrida nesse caso. De roupa, ela usava uma legging, tênis, boné e óculos esportivos, além do cabelo preso num rabo de cavalo. Essa roupa justa destacava a figura escultural, voluptuosa, encantadora, atlética e sensual dela. Ela pediu outro copo, disse pra manter a conta aberta e também pediu que ele bebesse junto com a bebida dele, que ela ia pagar os tragos. Os dois esvaziaram a jarra, e então ela tirou uma nota de 100 dólares da mochila de cintura pra pagar, entregou pra ele e disse pra ficar com o troco. Antes de continuar a corrida, ela fez uma proposta: primeiro, afirmou e elogiou que a bebida dele estava uma delícia, era a melhor limonada que ela já tinha provado, então sugeriu que ele preparasse uma jarra pra ela todo dia. Se ele aceitasse, ela passaria por ele no dia seguinte pra ele seguir ela até a casa dela. Ela daria os ingredientes necessários, ou seja, ele só teria que preparar do jeito dele, e pagaria 100 dólares por jarra. O menino, sem hesitar, aceitou na hora. Fazendo as contas, ele calculou que essa quantia levaria uma semana inteira pra juntar, se tudo desse certo, mas com essa proposta ele ganharia 7 vezes mais, economizando tempo, além de ser garantido.

Na manhã seguinte, a mulher passou por ele, e o menino, com a ajuda de um skate, seguiu o passo dela. Ele pôde ver como a mulher, ao correr, mexia os glúteos e os peitos dela, ambos de tamanhos proeminentes, balançavam. Chegaram na casa dela, o menino preparou a bebida como combinado, recebeu o dinheiro acordado e, antes de ir embora, ela fez outra proposta: além de preparar a bebida, ela precisava de um assistente pra rotina de exercícios que fazia no conforto da casa dela, que não passava de três horas. Se ele aceitasse ser, ela aumentaria mais 100 dólares, totalizando 200. dólares no total, o moleque sem mais enrolação aceitou a oferta e começou na hora. O novo horário dele seria das nove da manhã até o meio-dia, e como já tinha decorado o caminho desde a primeira vez, ele ia pro trampo sozinho e assim seguiu. Digamos que com o passar dos dias, entre os dois foi surgindo algo mais que uma amizade, e a mulher usava um look esportivo cada vez mais ousado e, com o assistente dela, mostrava um comportamento e uma linguagem corporal mais libertina, insinuante, feminina, sedutora e provocante na hora de fazer os exercícios, além de já pedir massagens. E o moleque, claro, sempre de olho e todo feliz. Mas isso subiu de nível quando, na primeira semana de trampo, a mulher disse que, já que ele tinha cumprido as expectativas dela ao contratá-lo porque fez um bom trabalho, ia dar um bônus extra ou um "aumento" no salário. Ela sempre pagava por dia e adiantado, mas esse outro dinheiro ela daria no fim do expediente, mas antes faria um jogo bem ousado usando a(s) nota(s). Ela falava que as notas estariam debaixo do sutiã dela, e ele teria que meter as duas mãos pra vasculhar até sentir e pegar as notas. Na real, era uma apalpadela consentida e curtida pelos dois. E como ele não achava as notas depois de um tempo, então agora, do mesmo jeito, ele colocava a cabeça e esfregava entre os peitos dela, esperando ver o dinheiro, mas no final ela entregava as notas mesmo (o dinheiro aqui era só a desculpa, o que valia mais era toda essa diversão, prêmio duplo). E assim fizeram dia após dia. Numa ocasião, enquanto ela se exercitava como de costume, ele perguntou só por curiosidade por que ela tava vendendo bebidas. Não que fosse algo errado, muito pelo contrário, mas já que a casa dela não era barata, assim como o skate que ela usava como transporte, isso queria dizer que ela tinha grana e não precisava ser um Comerciante ou funcionário, além de ser um garoto, e ele, aproveitando o questionamento sobre algo que já esperava que acontecesse, responde que talvez ele não tenha carências, mas outros seres vivos têm, os animais, e que queria ajudá-los conseguindo um dinheiro para doar aos abrigos e que, graças ao trabalho e ao dinheiro que ela lhe pagou por ele, ele arrecadou uma quantia maior do que esperava, mas não sabe como ou para onde enviar. Então, pede que ela o ajude com isso, que ele daria todo o dinheiro que ganhou para que ela depositasse nessas organizações, já que seus pais não soltariam um centavo e também não deixariam ele adotar um bichinho. E a mulher, acariciando o cabelo dele, diz que amanhã vão falar sobre isso. No dia seguinte, o garoto chegou com todo o dinheiro dele, era pouco mais de $3000. Foi recebido como de costume e, num sofá da sala, sentaram-se para conversar. Ele diz que trouxe o dinheiro para ela depositar e que, de agora em diante, faça o mesmo com cada pagamento que ele receber. E a mulher diz que vai fazer o que ele pede e até mais por essa causa, elogiando a generosidade e o compromisso dele, algo como ser a patrocinadora, afirmando que dinheiro não é problema, já que é sócia de uma rede de academias, bem como de produtos para condicionamento físico, é nutricionista na alma mater dela, vivendo de aluguéis e dos dividendos gerados em aproximadamente duas décadas que se dedicou ao negócio, o que lhe deu estabilidade econômica e liberdade financeira, tendo mais grana do que poderia gastar. E agora faria uma proposta um tanto indecente. Ali, ela explica algo sobre o cuidado com o corpo dela. Um detalhe é que, em relação à aparência, o garoto está convencido de que ela parece mais jovem que a mãe dele. Mas, ao revelar a idade dela, ele percebeu que a patrocinadora era 10 anos mais velha que a progenitora dele, por causa do estilo de vida saudável. Por isso é que ela estava tão bem conservada, muito melhor que os vinhos, mas queria provar outro. suposto método terapêutico de rejuvenescimento: colágeno. Se ela aceitasse participar, então aumentaria sua tarifa, e se ele ainda não soubesse, de quebra revelaria a origem dos bebês. Ela topou e, antes de começar, como sempre, tomaram um copo de limonada. Foram os dois pro quarto, e o moleque começou a sentir uma sensação estranha, começou a ficar excitado e a sentir desejo e apetite sexual, porque na bebida dele tinha dissolvido um comprimido de Viagra e outro estimulante, cujo efeito aconteceu, mas com muito mais intensidade. Ao ver ele daquele jeito, ela deu o próximo passo: na frente do menino, começou a se despir, e ele fez o mesmo, mas com pressa. E, quando os dois ficaram pelados, ele primeiro se jogou em cima da mulher, e os dois se apalparam, se abraçaram e se beijaram apaixonadamente como se não houvesse amanhã. Mas o moleque, mesmo sendo a primeira experiência sexual dele, agia como se já fosse um expert. Primeiro, esfregou o pau entre os peitos maravilhosos dela e depois meteu na boca dela com força, fazendo uma garganta profunda, pra depois penetrar ela e chupar os peitos dela. Fez todo tipo de posição sexual e até teve sexo anal. Só agia por instinto. Ficou metendo desde a manhã até a tarde, até o moleque ficar satisfeito ou o efeito passar. Quando o garoto voltou a si, só ficou suspirando até cair no sono, apagou de tão exausto pela atividade sexual intensa e prolongada. A mulher também estava igualmente acabada, mas ficou acordada, só com a pouca energia que sobrou, conseguiu se virar pra colocar o braço em cima do corpinho do amante adormecido, e ficou refletindo sobre o que aconteceu. Elogiou o desempenho foda que ele teve com ela na cama e deixou ela mais que satisfeita, isso ela não negava. Só que foi algo que no momento ela não tava procurando e aconteceu antes do tempo. Por ser mais velha, cabia a ela tomar o controle das ações, ser a professora que se aproveitava da pouca ou nenhuma experiência do aprendiz, mas aconteceu o contrário. Por outro lado, na opinião dela, sexo pesado não deve rolar de imediato — tem que ter um processo prático onde, a cada encontro, vai subindo o nível aos poucos pra ir se acostumando. E se não fosse pela condição física foda dela e porque o pau do moleque era proporcional ao tamanho dele, aquele encontro teria sido ainda mais devastador, a ponto de deixar ela sem andar. Com isso, confirmo um fato indiscutível pra dar um conselho: ela percebeu que não é recomendável dar esse tipo de medicamento pra menores. Neurologicamente, eles não conseguem controlar esse despertar hormonal massivo e precoce, ficando transtornados, virando uns sátiros completos, pervertidos insaciáveis e hiperssexuais, sem nenhum pudor. Como foi o caso dela: julgou o livro pela capa, não dimensionou os efeitos, deu esses incentivos pra ele pelo menos fazer cócegas nela. Além da pouca idade, fisicamente ele parecia fraco, inofensivo, incompetente e até covarde pra perder a virgindade. Mas essa subestimação custou caro — ela foi comida por ele de um jeito bruto, forte e seco, e não romântico como esperava. Enfim, aprendeu a lição: nos encontros seguintes, ia reduzir ou omitir a dose afrodisíaca e cumprir o patrocínio, já que o assistente dela entregou mais do que qualquer homem. Esse foi o trato.

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