Era uma tarde cinzenta de inverno quando Zara desceu do ônibus. O vento gelado a obrigou a ajustar a roupa: puxou a saia preta curta que havia subido pela coxa, ajeitou a gola da blusa branca e fechou o zíper do casaco até o pescoço, apesar de ainda estar suando de calor e desejo pelo que havia acontecido no ônibus. Atravessou a rua sem perder tempo, cumprimentando com um sorriso os vizinhos que, como de costume, a confundiam com sua irmã gêmea:
—Oi, Kira!
Ela respondeu com um sorriso leve, sem parar para corrigi-los. Não estava com disposição para explicações; a única coisa que queria era falar com sua irmã. Algo tinha acontecido naquela viagem, algo que a deixava ardendo por dentro.
Tocou a campainha do apartamento, mas não obteve resposta. Pegou a cópia da chave que a irmã lhe dera e entrou. Mal fechou a porta, ouviu o som da água correndo no banheiro. A porta entreaberta deixava escapar vapor, e pelas frestas da moldura, o corpo nu de Kira se deixava ver sob a névoa.
Zara ficou imóvel. Não a via assim nua desde crianças, mas agora, talvez pelo calor que subia de suas entranhas depois do que acontecera no ônibus, a cena lhe pareceu hipnótica. Sensual.
Kira deslizava pela água morna, completamente entregue. Passava uma esponja pelas pernas, lentamente, como se acariciasse pensamentos ocultos. Depois subia pelo ventre, pelo peito, pelo pescoço. Tinha os olhos fechados, os fones de ouvido colocados, e uma expressão tão íntima que Zara sentiu que não deveria estar olhando... mas não conseguia parar.
Uma pontada atravessou seu ventre. Mordeu o lábio, prendeu a respiração. Sua mão apoiou-se na coxa, as unhas cravaram-se levemente na pele. Um impulso quase involuntário queria levá-la além... até que uma voz interna a freou de repente:É sua irmã! Como você pode olhar pra ela desse jeito?
Além disso, você gosta de homens... né?
Foi nesse momento que um celular vibrou sobre a mesa da cozinha. O zumbido fez cócegas na imaginação dela.
—Vibrador… —sussurrou, rindo sozinha—. Não dá pra estar tão excitada assim… que puta!
Ela se aproximou e viu que era o telefone da Kira. Tinha recebido várias ligações ou mensagens. Por brincadeira —ou por desejo disfarçado de brincadeira— ela pegou com a intenção de apoiá-lo no corpo, só para sentir aquela vibração que tanto gostava.
Mas o telefone parou de vibrar, e a tela se desbloqueou. O reconhecimento facial não percebeu que era a Zara e cedeu sem problemas. Ela hesitou um segundo. Mas a curiosidade falou mais alto.
Abriu as notificações do WhatsApp e a primeira coisa que viu foi uma sequência de fotos explícitas: um pênis ereto, capturado de todos os ângulos, acompanhado de mensagens de um tom tão direto que ela nem chegou a ler por completo. Não precisou. As imagens acenderam uma faísca que conectou direto com o que ela tinha sentido no ônibus. Seu corpo pegou fogo.
No mesmo instante, como se algo invisível as unisse, Kira —ainda na banheira— sentiu uma onda de desejo percorrer sua pele. Sem razão aparente, voltou a se tocar como tinha feito há poucos minutos, deixando-se levar por aquela corrente intensa que vinha da água, da mente, do corpo.
Como se estivessem conectadas por um espelho invisível, as duas começaram a se mover. Uma na cozinha, outra no banheiro. Zara, sem pensar, deslizou na cadeira; deixou o celular sobre a mesa e fechou os olhos. Sua mão subiu até os seios. Ao mesmo tempo, Kira fazia o mesmo, perdida na própria fantasia.
As duas desciam pelos ventres com carícias lentas, quase idênticas. Zara percorreu as coxas, tremendo. Kira, com os dedos molhados, se acariciava como se adivinhasse cada gesto da irmã. Não se falavam, não se viam, mas era como se uma soubesse exatamente o que a outra fazia.
Suas respirações aceleraram. Os movimentos eram um reflexo perfeito: suaves, íntimos, cheios de desejo contido. Como dois corpos pulsando no mesmo ritmo. Como se o fogo que as consumia viesse de uma mesma origem, de uma mesma memória, de um laço que ia além do lógico.
Entre o vapor do banheiro, Kira estava deitada na banheira, a água morna acariciando sua pele como um amante paciente. Seus dedos, escorregadios e exploradores, começaram a traçar círculos lentos em volta de seus mamilos, endurecidos pelo desejo. A cada carícia, sua respiração ficava mais profunda, mais intensa. Suas pernas se abriram levemente, convidando à exploração. Sua mão direita desceu por sua barriga lisa, parando na borda de seu clitóris, brincalhona, provocante. Com movimentos suaves e precisos, começou a esfregar, aumentando gradualmente a pressão, como se conhecesse cada curva e cada canto de seu corpo.
Na cozinha, Zara, de olhos fechados, se deixou levar pela mesma corrente de desejo. Sua mão esquerda subiu até seu peito, moldando sua mama, seu polegar roçando o mamilo ereto. Com a outra mão, deslizou por seu estômago, parando na borda de sua calcinha. Com um movimento fluido, se livrou da barreira de tecido, deixando sua buceta exposta e latejante. Seus dedos, úmidos e ansiosos, começaram a explorar, traçando círculos lentos e provocantes em volta de seu clitóris, imitando os movimentos de sua irmã.
Ambas gemiam suavemente, seus corpos respondendo ao mesmo ritmo, como se estivessem conectadas por um fio invisível. Kira, na banheira, introduziu dois dedos em seu interior, movendo-os com um vai e vem lento e profundo. Zara, na cozinha, fez o mesmo, seus dedos curvando-se dentro dela, acariciando cada canto sensível. Suas respirações se sincronizaram, cada suspiro um eco do outro, cada gemido uma sinfonia de desejo compartilhado.
As mãos de ambas subiram a seus peitos, apertando e amassando, os polegares roçando os mamilos com uma pressão perfeita. Seus quadris se moviam em uníssono, buscando mais fricção, mais profundidade. A água da banheira Salpicava suavemente, acompanhando o ritmo de seus movimentos. Na cozinha, Zara deslizou mais para baixo na cadeira, abrindo mais as pernas, convidando a uma exploração mais profunda.
A cada carícia, cada gemido, cada movimento, Kira e Zara se aproximavam mais do clímax, seus corações batendo em perfeita sincronia. E então, em um movimento simultâneo, um dedo de cada uma deslizou até a entrada de seus ânus. Com as pontas dos dedos, percorreram suavemente o contorno, pressionando com uma delicadeza que beirava o insuportável. A pressão aumentou, e quase entraram, provocando um gemido mais profundo, mais primitivo. Sem parar de se masturbar, continuaram explorando, seus corpos tremendo de antecipação.
Finalmente, com um grito de prazer, ambas alcançaram o êxtase, seus corpos convulsionando em um clímax compartilhado, apesar da distância que as separava. O orgasmo as percorreu como uma onda, intensificando-se a cada movimento, até que, com um último gemido e um squirt explosivo, uma corrente líquida jorrou de seus centros com força, salpicando o chão da cozinha, molhando a madeira e suas pernas, como uma confissão incontrolável de prazer. Foi uma explosão silenciosa e selvagem, um deslize de pura animalidade envolto em desejo puro.
"Porra, que gostoso", pensou Zara, enquanto seu corpo tremia de êxtase, o prazer percorrendo-a em ondas que pareciam não ter fim. Kira, em seu estado de êxtase, se deixou levar pela sensação, seus gemidos ecoando no pequeno espaço do banheiro, misturando-se com o som da água e o eco de sua própria respiração ofegante. Que bela masturbação! pensou... Que horas são? Que estranho minha irmã ainda não ter chegado... (continua)
http://www.poringa.net/posts/relatos/6021943/Zara-y-Kira---parte-2.html
—Oi, Kira!
Ela respondeu com um sorriso leve, sem parar para corrigi-los. Não estava com disposição para explicações; a única coisa que queria era falar com sua irmã. Algo tinha acontecido naquela viagem, algo que a deixava ardendo por dentro.
Tocou a campainha do apartamento, mas não obteve resposta. Pegou a cópia da chave que a irmã lhe dera e entrou. Mal fechou a porta, ouviu o som da água correndo no banheiro. A porta entreaberta deixava escapar vapor, e pelas frestas da moldura, o corpo nu de Kira se deixava ver sob a névoa.
Zara ficou imóvel. Não a via assim nua desde crianças, mas agora, talvez pelo calor que subia de suas entranhas depois do que acontecera no ônibus, a cena lhe pareceu hipnótica. Sensual.
Kira deslizava pela água morna, completamente entregue. Passava uma esponja pelas pernas, lentamente, como se acariciasse pensamentos ocultos. Depois subia pelo ventre, pelo peito, pelo pescoço. Tinha os olhos fechados, os fones de ouvido colocados, e uma expressão tão íntima que Zara sentiu que não deveria estar olhando... mas não conseguia parar.
Uma pontada atravessou seu ventre. Mordeu o lábio, prendeu a respiração. Sua mão apoiou-se na coxa, as unhas cravaram-se levemente na pele. Um impulso quase involuntário queria levá-la além... até que uma voz interna a freou de repente:É sua irmã! Como você pode olhar pra ela desse jeito?
Além disso, você gosta de homens... né?
Foi nesse momento que um celular vibrou sobre a mesa da cozinha. O zumbido fez cócegas na imaginação dela. —Vibrador… —sussurrou, rindo sozinha—. Não dá pra estar tão excitada assim… que puta!
Ela se aproximou e viu que era o telefone da Kira. Tinha recebido várias ligações ou mensagens. Por brincadeira —ou por desejo disfarçado de brincadeira— ela pegou com a intenção de apoiá-lo no corpo, só para sentir aquela vibração que tanto gostava.
Mas o telefone parou de vibrar, e a tela se desbloqueou. O reconhecimento facial não percebeu que era a Zara e cedeu sem problemas. Ela hesitou um segundo. Mas a curiosidade falou mais alto.
Abriu as notificações do WhatsApp e a primeira coisa que viu foi uma sequência de fotos explícitas: um pênis ereto, capturado de todos os ângulos, acompanhado de mensagens de um tom tão direto que ela nem chegou a ler por completo. Não precisou. As imagens acenderam uma faísca que conectou direto com o que ela tinha sentido no ônibus. Seu corpo pegou fogo.
No mesmo instante, como se algo invisível as unisse, Kira —ainda na banheira— sentiu uma onda de desejo percorrer sua pele. Sem razão aparente, voltou a se tocar como tinha feito há poucos minutos, deixando-se levar por aquela corrente intensa que vinha da água, da mente, do corpo.
Como se estivessem conectadas por um espelho invisível, as duas começaram a se mover. Uma na cozinha, outra no banheiro. Zara, sem pensar, deslizou na cadeira; deixou o celular sobre a mesa e fechou os olhos. Sua mão subiu até os seios. Ao mesmo tempo, Kira fazia o mesmo, perdida na própria fantasia.
As duas desciam pelos ventres com carícias lentas, quase idênticas. Zara percorreu as coxas, tremendo. Kira, com os dedos molhados, se acariciava como se adivinhasse cada gesto da irmã. Não se falavam, não se viam, mas era como se uma soubesse exatamente o que a outra fazia.
Suas respirações aceleraram. Os movimentos eram um reflexo perfeito: suaves, íntimos, cheios de desejo contido. Como dois corpos pulsando no mesmo ritmo. Como se o fogo que as consumia viesse de uma mesma origem, de uma mesma memória, de um laço que ia além do lógico.
Entre o vapor do banheiro, Kira estava deitada na banheira, a água morna acariciando sua pele como um amante paciente. Seus dedos, escorregadios e exploradores, começaram a traçar círculos lentos em volta de seus mamilos, endurecidos pelo desejo. A cada carícia, sua respiração ficava mais profunda, mais intensa. Suas pernas se abriram levemente, convidando à exploração. Sua mão direita desceu por sua barriga lisa, parando na borda de seu clitóris, brincalhona, provocante. Com movimentos suaves e precisos, começou a esfregar, aumentando gradualmente a pressão, como se conhecesse cada curva e cada canto de seu corpo.
Na cozinha, Zara, de olhos fechados, se deixou levar pela mesma corrente de desejo. Sua mão esquerda subiu até seu peito, moldando sua mama, seu polegar roçando o mamilo ereto. Com a outra mão, deslizou por seu estômago, parando na borda de sua calcinha. Com um movimento fluido, se livrou da barreira de tecido, deixando sua buceta exposta e latejante. Seus dedos, úmidos e ansiosos, começaram a explorar, traçando círculos lentos e provocantes em volta de seu clitóris, imitando os movimentos de sua irmã.
Ambas gemiam suavemente, seus corpos respondendo ao mesmo ritmo, como se estivessem conectadas por um fio invisível. Kira, na banheira, introduziu dois dedos em seu interior, movendo-os com um vai e vem lento e profundo. Zara, na cozinha, fez o mesmo, seus dedos curvando-se dentro dela, acariciando cada canto sensível. Suas respirações se sincronizaram, cada suspiro um eco do outro, cada gemido uma sinfonia de desejo compartilhado.
As mãos de ambas subiram a seus peitos, apertando e amassando, os polegares roçando os mamilos com uma pressão perfeita. Seus quadris se moviam em uníssono, buscando mais fricção, mais profundidade. A água da banheira Salpicava suavemente, acompanhando o ritmo de seus movimentos. Na cozinha, Zara deslizou mais para baixo na cadeira, abrindo mais as pernas, convidando a uma exploração mais profunda.
A cada carícia, cada gemido, cada movimento, Kira e Zara se aproximavam mais do clímax, seus corações batendo em perfeita sincronia. E então, em um movimento simultâneo, um dedo de cada uma deslizou até a entrada de seus ânus. Com as pontas dos dedos, percorreram suavemente o contorno, pressionando com uma delicadeza que beirava o insuportável. A pressão aumentou, e quase entraram, provocando um gemido mais profundo, mais primitivo. Sem parar de se masturbar, continuaram explorando, seus corpos tremendo de antecipação.
Finalmente, com um grito de prazer, ambas alcançaram o êxtase, seus corpos convulsionando em um clímax compartilhado, apesar da distância que as separava. O orgasmo as percorreu como uma onda, intensificando-se a cada movimento, até que, com um último gemido e um squirt explosivo, uma corrente líquida jorrou de seus centros com força, salpicando o chão da cozinha, molhando a madeira e suas pernas, como uma confissão incontrolável de prazer. Foi uma explosão silenciosa e selvagem, um deslize de pura animalidade envolto em desejo puro.
"Porra, que gostoso", pensou Zara, enquanto seu corpo tremia de êxtase, o prazer percorrendo-a em ondas que pareciam não ter fim. Kira, em seu estado de êxtase, se deixou levar pela sensação, seus gemidos ecoando no pequeno espaço do banheiro, misturando-se com o som da água e o eco de sua própria respiração ofegante. Que bela masturbação! pensou... Que horas são? Que estranho minha irmã ainda não ter chegado... (continua)
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