Uma quarta-feira de manhã, eu tava saindo pra pedalar e percebi que o pneu da frente da bicicleta tava murcho.
Caminhei com a bike do lado, cheguei na borracharia, tinha um carro sendo consertado, então tive que esperar.
Aí comecei a conversar com o dono do carro, um homem alto e bem definido.
Braços fortes, dava pra ver que malhava, aquele corpo.
Começamos a bater um papo sobre ciclismo e passamos um tempão enquanto consertavam o carro e a bicicleta. Ele me convidou pra tomar um suquinho na frente da borracharia.
Depois disso, ele pediu meu número de celular, e eu falei que não podia, que era casada e não queria arrumar problema com meu marido por causa disso.
Aí ele respondeu:
Ele — Mas, se não fosse isso, você me daria?
Eu — Talvez. (com uma piscadinha) Flertei um pouco com ele por ele ter sido gentil, mas nunca imaginei o que viria.
Ele — Me acompanha, por favor.
Eu — Aonde?
Ele — Pro meu escritório, sou advogado e fica aqui do lado.
Eu — Te falei que não posso.
Ele — Vamos só um pouquinho, te ofereço um drink, só um.
Eu — Isso é um não bem claro.
Ele — Ok, vamos na borracharia ver se meu carro e sua bike tão prontos.
Eu — Ok, vamos.
A gente para, e na mesma hora ele me agarra pela cintura como se eu fosse a parceira dele.
Eu — Para, podem nos ver.
Ele — Você tinha que me dar algo em troca do café.
Me olhou com cara de safado.
Eu — Vamos, tira logo.
Ele — Ainda não vou meter.
Falou num tom debochado.
Eu — Kkkk
Ri com sarcasmo.
Nem vai fazer, pensei comigo.
Passamos pela porta do escritório dele, ele abriu a porta à força e me empurrou pra dentro, me segurando por trás pela cintura, com os braços enlaçando minha barriga.
Falei: "Me solta", forçando ele.
Mas ele me enfiou mesmo assim e fechou a porta. Ele é muito mais forte que eu, começou a me beijar e a massagear meus peitos, eu não abria a boca.
Ele enfiou a mão na minha buceta e começou a massagear.
Tava conseguindo me excitar, e eu não queria isso. Fazendo força, ele puxou um peito pra fora e começou a chupar desesperadamente. Eu batia nele e falava:
Eu — Não, me solta.
E bati nele. Uma tapa e ele parou, me olhando sério, me agarrou pelas nádegas e me levantou, fez um movimento e me deixou com a pussy na altura do rosto dele, com minha calça de ciclista até os joelhos e assim, pendurada, começou a lamber minha pussy e aí sim eu me molhei toda. Enfiava a língua, mexia lá dentro, mordia meu clitóris, dava tapinhas com a língua. Percebendo que eu não resistia mais, começou a me abaixar devagar até me deixar sentada no chão, tirou o cock. Eeeeeeeeee meu deus, linda, parecia desenhada e grande, uns 19 ou 20 cm, com uma cabeça rosa. Colocou nos meus lábios e devagar comecei a beijar, com uma mão agarrei e ele pulsava entre meus dedos. Abri minha boca e meti até onde deu, chupei, beijei, mordi, lambi, punhetei, fiz tudo direito. Pra que ele, que já era meu amante, ficasse duro. Levantei sem soltar o cock dele e me encostei na parede, tirei todo meu equipamento de ciclista e abaixei a calcinha fio dental. Puxei ele e com voz de menininha falei: Eu — Me come, pussy, sou toda sua. De uma só vez ele meteu inteiro, o que me fez ficar na ponta dos pés. E começou uma metida e tirada tremenda, uns 10 minutos me comendo num ritmo sem parar, enquanto eu gozava toda e minhas pernas tremiam. Ele — Que yummy cum que você gozou. Agora é minha vez. Me virou, levantou uma perna e meteu de novo, eu tava no céu, gozei de novo e falei: Eu — Que tasty pussy, me dá o cum, enche minha pussy de cum. Sei que essas palavras deixam os homens loucos. Ele começou a ofegar e 1 minuto depois me encheu de cum, contei 4 jatos super potentes. Me beijou de língua dessa vez, minha boca aberta pra receber aquele beijo, nos chupamos e ele enfiou um dedo no meu cu. Reclamei um pouco, depois tirou, levou à boca, chupou e enfiou de novo, dessa vez com facilidade. Sem tirar o cock da minha pussy, continuou brincando com meu cu enquanto nos comíamos de beijos e nossas gozadas escorriam pelas minhas pernas. Ele se separou de mim, me Levantei como na noite de núpcias pra entrar no quarto, ele me meteu no escritório dele, me colocou de pernas abertas na mesa e enfiou dois dedos no meu cu.
Era óbvio o que vinha, então falei:
Eu – devagar, meu amor, faz tempo que não faço por lá.
Ele – vou fazer suave e depois arrebento tudo.
Essas palavras ecoaram na minha alma.
Ele colocou a cabeça no esfíncter, empurrou devagar e foi enfiando aos poucos, rapidamente me acostumei com a pica linda do meu comedor.
E começou o vai e vem igual ao anterior, me comendo gostosão pra caralho, eu já era uma puta no cio, falava:
Eu – arrebenta meu cu que gostoso você me come, me come, me come.
Ele – cê gosta como eu te como, puta?
Eu – sim, arrebenta o cu da sua puta que eu adoro.
Ele – vou te encher de porra e você vai vir todo dia pra eu arrebentar.
Eu – sim, meu amor, vai me comer assim? Sim.
Ele – óbvio, puta, você vai ser minha e vou te mandar cheia de porra pra casa, já que seu marido não te come, eu vou fazer isso.
Eu – sim, deixa ele, ele que perdeu.
Ele – sim, agora você é minha.
Eu – sim, sou sua, você me tem gemendo alto e com o cu cheio de pica, continua me comendo aaaaahhh.
Gozei inteira e ele me encheu de porra.
Saí de cima dele depois de nos beijarmos apaixonadamente. Ele me levou ao banheiro, me lavei, me vesti e ele me deu outro beijo, saímos, peguei minha bicicleta.
Atravessamos pra borracharia, ele pegou o carro dele, eu minha bicicleta, dei meu número e nos despedimos, ele deu um tapa na minha bunda e fomos cada um pro seu destino.
Subi na bicicleta cheia e satisfeita e pedalei até minha casa.
Entrei no chuveiro, lembrei do que tinha vivido e me arrependi, mas depois me acariciei com dois dedos no clitóris, saí do banho e me meti na cama pra tirar uma soneca… aí acordei, olhei o celular e vi um vídeo das câmeras de segurança do escritório do meu amante, ele me mandou… mas isso é outra história.
Caminhei com a bike do lado, cheguei na borracharia, tinha um carro sendo consertado, então tive que esperar.
Aí comecei a conversar com o dono do carro, um homem alto e bem definido.
Braços fortes, dava pra ver que malhava, aquele corpo.
Começamos a bater um papo sobre ciclismo e passamos um tempão enquanto consertavam o carro e a bicicleta. Ele me convidou pra tomar um suquinho na frente da borracharia.
Depois disso, ele pediu meu número de celular, e eu falei que não podia, que era casada e não queria arrumar problema com meu marido por causa disso.
Aí ele respondeu:
Ele — Mas, se não fosse isso, você me daria?
Eu — Talvez. (com uma piscadinha) Flertei um pouco com ele por ele ter sido gentil, mas nunca imaginei o que viria.
Ele — Me acompanha, por favor.
Eu — Aonde?
Ele — Pro meu escritório, sou advogado e fica aqui do lado.
Eu — Te falei que não posso.
Ele — Vamos só um pouquinho, te ofereço um drink, só um.
Eu — Isso é um não bem claro.
Ele — Ok, vamos na borracharia ver se meu carro e sua bike tão prontos.
Eu — Ok, vamos.
A gente para, e na mesma hora ele me agarra pela cintura como se eu fosse a parceira dele.
Eu — Para, podem nos ver.
Ele — Você tinha que me dar algo em troca do café.
Me olhou com cara de safado.
Eu — Vamos, tira logo.
Ele — Ainda não vou meter.
Falou num tom debochado.
Eu — Kkkk
Ri com sarcasmo.
Nem vai fazer, pensei comigo.
Passamos pela porta do escritório dele, ele abriu a porta à força e me empurrou pra dentro, me segurando por trás pela cintura, com os braços enlaçando minha barriga.
Falei: "Me solta", forçando ele.
Mas ele me enfiou mesmo assim e fechou a porta. Ele é muito mais forte que eu, começou a me beijar e a massagear meus peitos, eu não abria a boca.
Ele enfiou a mão na minha buceta e começou a massagear.
Tava conseguindo me excitar, e eu não queria isso. Fazendo força, ele puxou um peito pra fora e começou a chupar desesperadamente. Eu batia nele e falava:
Eu — Não, me solta.
E bati nele. Uma tapa e ele parou, me olhando sério, me agarrou pelas nádegas e me levantou, fez um movimento e me deixou com a pussy na altura do rosto dele, com minha calça de ciclista até os joelhos e assim, pendurada, começou a lamber minha pussy e aí sim eu me molhei toda. Enfiava a língua, mexia lá dentro, mordia meu clitóris, dava tapinhas com a língua. Percebendo que eu não resistia mais, começou a me abaixar devagar até me deixar sentada no chão, tirou o cock. Eeeeeeeeee meu deus, linda, parecia desenhada e grande, uns 19 ou 20 cm, com uma cabeça rosa. Colocou nos meus lábios e devagar comecei a beijar, com uma mão agarrei e ele pulsava entre meus dedos. Abri minha boca e meti até onde deu, chupei, beijei, mordi, lambi, punhetei, fiz tudo direito. Pra que ele, que já era meu amante, ficasse duro. Levantei sem soltar o cock dele e me encostei na parede, tirei todo meu equipamento de ciclista e abaixei a calcinha fio dental. Puxei ele e com voz de menininha falei: Eu — Me come, pussy, sou toda sua. De uma só vez ele meteu inteiro, o que me fez ficar na ponta dos pés. E começou uma metida e tirada tremenda, uns 10 minutos me comendo num ritmo sem parar, enquanto eu gozava toda e minhas pernas tremiam. Ele — Que yummy cum que você gozou. Agora é minha vez. Me virou, levantou uma perna e meteu de novo, eu tava no céu, gozei de novo e falei: Eu — Que tasty pussy, me dá o cum, enche minha pussy de cum. Sei que essas palavras deixam os homens loucos. Ele começou a ofegar e 1 minuto depois me encheu de cum, contei 4 jatos super potentes. Me beijou de língua dessa vez, minha boca aberta pra receber aquele beijo, nos chupamos e ele enfiou um dedo no meu cu. Reclamei um pouco, depois tirou, levou à boca, chupou e enfiou de novo, dessa vez com facilidade. Sem tirar o cock da minha pussy, continuou brincando com meu cu enquanto nos comíamos de beijos e nossas gozadas escorriam pelas minhas pernas. Ele se separou de mim, me Levantei como na noite de núpcias pra entrar no quarto, ele me meteu no escritório dele, me colocou de pernas abertas na mesa e enfiou dois dedos no meu cu.
Era óbvio o que vinha, então falei:
Eu – devagar, meu amor, faz tempo que não faço por lá.
Ele – vou fazer suave e depois arrebento tudo.
Essas palavras ecoaram na minha alma.
Ele colocou a cabeça no esfíncter, empurrou devagar e foi enfiando aos poucos, rapidamente me acostumei com a pica linda do meu comedor.
E começou o vai e vem igual ao anterior, me comendo gostosão pra caralho, eu já era uma puta no cio, falava:
Eu – arrebenta meu cu que gostoso você me come, me come, me come.
Ele – cê gosta como eu te como, puta?
Eu – sim, arrebenta o cu da sua puta que eu adoro.
Ele – vou te encher de porra e você vai vir todo dia pra eu arrebentar.
Eu – sim, meu amor, vai me comer assim? Sim.
Ele – óbvio, puta, você vai ser minha e vou te mandar cheia de porra pra casa, já que seu marido não te come, eu vou fazer isso.
Eu – sim, deixa ele, ele que perdeu.
Ele – sim, agora você é minha.
Eu – sim, sou sua, você me tem gemendo alto e com o cu cheio de pica, continua me comendo aaaaahhh.
Gozei inteira e ele me encheu de porra.
Saí de cima dele depois de nos beijarmos apaixonadamente. Ele me levou ao banheiro, me lavei, me vesti e ele me deu outro beijo, saímos, peguei minha bicicleta.
Atravessamos pra borracharia, ele pegou o carro dele, eu minha bicicleta, dei meu número e nos despedimos, ele deu um tapa na minha bunda e fomos cada um pro seu destino.
Subi na bicicleta cheia e satisfeita e pedalei até minha casa.
Entrei no chuveiro, lembrei do que tinha vivido e me arrependi, mas depois me acariciei com dois dedos no clitóris, saí do banho e me meti na cama pra tirar uma soneca… aí acordei, olhei o celular e vi um vídeo das câmeras de segurança do escritório do meu amante, ele me mandou… mas isso é outra história.
3 comentários - No começo não queria, mas acabei cedendo