Tenho como regra nunca misturar de jeito nenhum meus gostos sexuais com minha vida pessoal e profissional. Muito raramente na vida eu quebrei essa regra, mas essa última vez que quebrei quase acabou com meu casamento. Acontece que numa empresa que atendo, uma vez por mês tenho que ir fazer backup dos computadores e, como são vários, vou cedo e leva várias horas. Nessas horas, acabo interagindo com várias pessoas que trabalham lá. Uma delas é o encarregado do andar, que é gay e super simpático, e normalmente fica até eu terminar meu serviço e fechar os escritórios. Muitas vezes esse cara faz piadas sobre como me atenderia e um par de vezes até bateu na minha bunda dizendo como me devoraria. Algumas das indiretas que ele soltava nem eram tão indiretas, o que me fazia suspeitar se ele não sabia que eu tenho uns gostos bi. Cheguei até a pensar que talvez ele me viu alguma vez no cinema pornô que às vezes vou. A penúltima vez que o vi, naquele dia eu tava bem tarado, então pensei que não seria má ideia que, quando ficássemos sozinhos, ele me chupasse a pica. Quando ficamos a sós, ele pareceu ter percebido minha intenção, então aumentou o tom da conversa e acabou confessando o que eu suspeitava: que me viu várias vezes no cinema e que, por vergonha, quando me via na escuridão do cinema, ele ia embora. Conversamos sobre tudo um pouco e eu disse que não gostava de misturar trabalho com meus gostos sexuais. Ele me disse que fazia o contrário e, graças a isso, me contou das minas e caras do escritório que ele já tinha comido. Me contou quem era bicurioso e quais minas eram umas putinhas. Foi assim que as horas passaram e terminei meu serviço sem ter meu oral. No mês seguinte, uns dias antes de ter que passar no escritório pra fazer meu trabalho, recebi uma mensagem desse cara onde ele dizia que uma mina do escritório que às vezes transava com ele queria me comer. A verdade é que respondi a mensagem bem puto, já que eu tinha esclarecido que eu não gostava de misturar minha vida com meu trabalho e muito menos que conversasse com alguém sobre isso. Quando chegou o dia de passar no escritório, não dei muita bola e, quando ficamos sozinhos, ele me explicou que não contou nada, que essa mina pegava geral lá no trabalho e comentou que queria me pegar. Aos poucos, enquanto ele explicava, comecei a me interessar por quem era a mina. Quando ele falou o nome, curti a ideia. Era uma magrela alta, com peitões grandes mas meio caídos, mas uma bunda incrível que ela sempre exibia com jeans bem apertados. Então ele me propôs organizar um menage e que me avisaria. Não passou um dia e recebi uma mensagem pra marcar que dia a gente podia sair os três juntos. 2 dias depois, continuei quebrando minha regra e fui buscá-los no escritório de carro. Já no caminho pro hotel, algo dentro de mim dizia que eu não devia quebrar minha regra, mas a magrela tava com uma leggings apertada que marcava uma bunda impressionante e uma xereca bem carnuda. No caminho, eles me contaram que já tinham feito vários menages juntos, com homens e mulheres. Já no quarto, pedi algo pra beber enquanto ela entrava no banheiro. Quando ele tirou a roupa, pude ver que também tinha uma bunda fenomenal. Só de cueca, sentei na cama esperando a magrela sair do banheiro, e ele se inclinou na minha frente, enfiou a mão por baixo e pegou no meu pau. Sem perceber, ele se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau pra fora e começou a chupar. Bem nessa hora, a magrela saiu do banheiro só de tanguinha e uma camiseta que deixava os bicos durinhos à mostra. Ela chegou perto da gente e também se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau. Depois de uns minutos me chupando, ela tirou a camiseta e pude ver os peitões grandes dela, bem caídos. Assim caídos, estavam perfeitos pra uma espanhola que ela começou a fazer. Enquanto ela fazia a espanhola, me estiquei na cama e ele tirou toda a roupa, e pude ver o pauzão dele, que ele colocou em cima. minha cara pra ela chupar. Enquanto ela me chupava a pica e de vez em quando fazia um boobs fuck, eu tentava não me engasgar com a pica dela, bem depilada. Naquele momento, ela fala pra ele me mostrar o que ele sabe fazer. Então ele se jogou na cama de barriga pra cima, dobrou as costas e começou a chupar a própria pica. Ela subiu em cima da cama e continuou chupando minha pica enquanto eu tirava a tanga dela e comecei a meter os dedos na pussy. Aí ela me pede pra enfiar os dedos no cu dela. Primeiro meti um dedo, depois outro, até ter três dentro do cu dela. Meus dedos sentiam o apertado do cu dela. Quando eu entrava e saía com os dedos do cu dela, dava pra sentir umas bolinhas duras de merda lá dentro. Era estranho sentir sólidos com meus dedos dentro do cu dela; às vezes, a bombada dos meus dedos fazia o cu dela soltar um peido bem fedorento. O cara continuava chupando a própria pica sozinho. De repente, ela percebe que eu tô perto de gozar e aí pede pra gente foder ela. Quando tiro os dedos do cu dela, vejo que estão todos lambuzados de merda. Vou ao banheiro, lavo eles e volto pra cama com uma toalha molhada pra limpar o cu dela. Mas ela já tava montando no cara e me dizia pra colocar uma camisinha e enfiar no cu dela. Coloquei uma camisinha e fiquei atrás dela; enquanto ela não parava de cavalgar, passei a toalha na racha do cu dela, e ela parou pra eu meter. Apoiei a cabeça da pica, e ela parou a bunda pra entrar mais fácil, então agarrei ela pela cintura e empalei de uma vez. Quando minha pica entrou até o fundo, ela esticava as mãos pra abrir as próprias nádegas e minha pica entrar mais. Aí começamos a foder os três num ritmo muito bom, quase sincronizado, a ponto de, quase sem me mexer, minha pica chegar a quase sair do cu dela e depois ir até o fundo. Ela gemia como uma louca e alternava beijando nós dois. De vez em quando, minha pica quase saía toda, e ao entrar de uma vez, fazia soltar vários peidos do cu dela. Muito cheiro de merda. Eu fiz ela ficar bem excitada e gozei várias vezes antes de nós gozarmos quase juntos. Quando tirei meu pau do cu, a camisinha estava toda suja de merda e parte da minha virilha também estava suja. Fui ao banheiro me higienizar e, enquanto fazia isso, ela também entrou no banheiro e sentou no bidê para lavar a buceta e o cu. Quando saímos do banheiro, ela começou a me beijar e se deitou de barriga para cima, guiando minha cabeça até a buceta dela. Assim ficamos num 69. Eu afundava minha língua nos lábios grossos dela e mordia o clitóris duro enquanto ela enfiava meu pau até o fundo da garganta dela. Nisso, sinto que o cara coloca o pau dele na boca dela também, e ela às vezes tentava enfiar os dois paus na boca dela. Uns minutos depois, ele também começou a chupar meu pau e minhas bolas. E então, enquanto ela chupava meu pau, ele começou a chupar meu cu e enfiar a língua no meu cu. Saliva escorria por todo o meu ânus, percorrendo minhas bolas e terminando na boca dela. Aí ele se colocou de quatro ao meu lado, arqueando as costas para deixar o cu bem levantado, dizendo pra gente: — Agora me comam os dois. Não entendi muito até um tempo depois. Coloquei uma camisinha e um pouco de lubrificante no pau e comecei a esfregar meu pau por toda a fenda do cu dele até chegar nas bolas dele. Ao subir, parava no ânus dele e apoiava a ponta do meu pau, e ele mexia o cu pedindo por favor para eu penetrar ele. Então ele pegou meu pau e começou a enfiar devagar no cu apertado dele. Depois que enfiou tudo, colocou uns travesseiros embaixo da virilha dele e se esticou na cama, deixando a raba bem levantada. Quando comecei a meter forte, vejo que ela tinha tirado da mochila dela uma cintaralha e estava colocando. Aí entendi quando ele disse "me comam". Depois que ela colocou direitinho, ele diz pra ela: — Antes de me comer, come ele que eu deixei o cu dele pronto com minha língua. Então ela passou lubrificante no pau de borracha e Ela se posicionou atrás de mim e, quando ia meter, pedi pra ela ir bem devagar. Foi assim que ela, lentamente, me penetrou com a cinturona de borracha e começou a me comer enquanto eu comia ele. Num momento, os dois ficaram parados e só eu me mexia, enfiando meu pau no cu dele e depois enterrando a cinturona até o fundo do meu cu. Ela então começou a me comer como se fosse o pau de verdade dela. Descobri que as mulheres mexem a cintura melhor que um homem. O ritmo dela me excitava pra caralho e fez eu gozar com muita força no cu dele. Ele tirou meu pau do cu dele, removeu a camisinha e limpou com a língua os restos de porra que ficaram. Ela tirou a cinturona do meu cu, limpou, passou lubrificante de novo, virou ele de bruços, abriu bem as pernas dele e começou a comer ele. Fui no banheiro me lavar e aí percebi que já era tarde pra caralho e a gente tinha que vazar. Enquanto me vestia, deixei ela mais um pouco continuando a comer ele. Depois ela entrou no banheiro pra tomar banho e, enquanto ele se vestia em cima da cama, me mostrava que ainda tava de pau duro. Aí meu instinto falou que eu não podia deixar ele ir embora assim, então, parado em cima da cama, o pau dele ficava na altura do meu rosto. Me aproximei e comecei a chupar ele, batendo uma pra ele gozar rápido, mas ele enfiava na minha boca e não terminava. Aí ele se deitou de novo na cama, arqueou as costas e começou a chupar o próprio pau, enquanto pedia pra eu masturbar ele. Ela olhava enquanto se vestia. Ele começou a tremer mais até gozar na própria boca. Lambeu o próprio pau até limpar a última gota. Quando todo mundo já tava vestido e a gente deixou claro que não ia contar pra ninguém o que rolou e que íamos repetir em breve, partimos pra saída. Aí meu medo de ter quebrado minha regra se concretizou. Quando fui abrir a porta da garagem, ela travou e não abria. Tivemos que chamar a portaria e, depois de uma hora de tentativas falhas, tiveram que conseguir alguém pra vir cortar uma parte. do mecanismo pra poder abrir. Desde a hora que a gente desceu pra garagem já tinham passado mais de 4 horas. Já passava da meia-noite. Nem quis ligar o celular. Depois de deixar elas num ponto de táxi, liguei pro seguro pra pedir um guincho e, em casa, falei que o carro tinha quebrado e que o celular tinha descarregado de tanto ligar pro guincho. O guincho demorou quase 4 horas, então voltei pra casa lá pras 5 da manhã. Minha esposa não acreditou muito na história, então, assim que me deitei, me fez o teste do tanque cheio. Quando viu que quase não subia e que eu não conseguia segurar, ela desconfiou ainda mais e eu fiquei um tempão fazendo média. A parada do portão podia acontecer a qualquer hora, mas justo aconteceu quando eu quebrei minha regra de nunca misturar minha vida sexual com o trabalho. Também descobri que adorei a cinturuda.
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