Prêmio Diário de 50📑

Marco era um homem bom. Responsável, cumpridor, daqueles que não reclamam mesmo trabalhando dez horas por dia. Ele trabalhava numa empresa de logística, e o dia dele começava às sete e terminava depois das seis da tarde. Sempre chegava com a camisa suada, as mãos cansadas e o pescoço tenso. Mas o que o mantinha vivo, ereto e feliz... eram as mensagens da Laura. A namorada dele tinha um jeito especial de apoiá-lo: com fotos, vídeos e palavras que faziam ele tremer no escritório. Naquela quinta-feira, às 11h47 da manhã, enquanto o Marco revisava relatórios de carga, chegou uma notificação. Era uma foto.Prêmio Diário de 50📑Laura. Nua. De joelhos no tapete, os peitos pendurados macios, os bicos durinhos. Com a língua pra fora e um bilhete na mão que dizia: "Esse corpo é seu. Como você quer usar ele hoje à noite?" O pau do Marco endureceu em segundos. Ele disfarçou, apertou as pernas. Respondeu com uma mensagem rápida: "Vou te destruir quando chegar." Cinco minutos depois, outra mensagem. Um vídeo. A Laura se gravava de costas, no banheiro. Se inclinava na frente do espelho, mostrando aquela bunda redonda, perfeita, que se separava devagar enquanto ela abria a buceta com uma mão.vadia— Aqui é onde eu quero você hoje à noite, love — dizia —. Mete inteira… até me fazer chorar. Marco teve que ir ao banheiro. Se trancou com o celular e a punheta foi inevitável. Rápida, suja, necessitada. Pensou na boca dela, no cheiro, nos gemidos, nas tetas, na buceta dela. Gozou ofegante, apoiado no azulejo, e escreveu pra ela: “Me deve outra. Dessa vez quero que você me espere de quatro.” Quando chegou em casa, encontrou a porta entreaberta. A luz apagada. Só uma vela acesa no corredor. Ouviu música suave, respirações. Viu ela. Laura, nua, em cima da cama. De quatro, como ele pediu. A bunda brilhando de óleo, os dedos se acariciando no clitóris. O quarto cheirava a sexo. — Você demorou muito — disse ela, sem olhar pra trás.transadaMarco se despiu como uma fera. Sua pica já pulsava dura.
Caminhou até ela e cuspiu na entrada. Depois afundou a língua, beijando, lambendo, saboreando o suco que ela tinha mandado em fotos o dia todo. Ela gemia, toda molhada.
—Saudades de mim? —perguntou ele.
—Sim… me fode logo, não aguento mais…
Ele a penetrou com um único empurrão, forte, a pica dura, invadindo a buceta dela, com raiva contida. O corpo dela estremeceu. Ela gritou.
Ele segurou os quadris dela e começou a meter num ritmo selvagem. O quarto se encheu dos sons de carne batendo em carne, de gemidos molhados e promessas sujas.
—Vou te encher, como você sonhou o dia todo… —dizia ele enquanto a bombava.vadia—Sim! Isso! Me dá tudo! Fez ela gozar uma, duas vezes. Depois virou ela, abriu as pernas e comeu de frente. Olhando nos olhos dela. Beijando enquanto enchia a buceta dela de porra quente. Ela abraçou ele com força, tremendo. Satisfeita. —Foi bom, amor? —perguntou. —Foi a melhor motivação do mundo. E amanhã… quero mais. Ela sorriu, safada. —Amanhã… te faço uma videochamada sem calcinha. Se prepara pra sair antes do trabalho. E Marco já não via a hora de dar as onze.Contos eroticos

1 comentários - Prêmio Diário de 50📑

kpo79
mas 10 excelente relato💦✍😋💦