6. El Chongo de mi Novia

Eu já não aguentava mais, tava me segurando fazia um tempão, com a piroca pulsando. Aí cheguei perto da Flor enquanto o Guido continuava comendo ela de quatro, tava arrebentando tudo, e fiquei de frente pra cara dela. 

Ela, assim que me vê, agarra minha rola com uma mão firme e quente e começa a fazer a melhor punheta da minha vida, gemendo contra minha rola cada vez que o Guido dava uma enfiada. 

Num instante, ela enfia na boca. Me devora igual uma puta desesperada. Engole até o fundo, com aquela boca molhada, quente, perfeita. Guido continua metendo por trás, e cada bombada que ele dá faz a Flor engolir mais e mais da minha pica. 

Estou vivendo minha fantasia completa: um ménage HMM, com Flor chupando minha buceta como uma expert enquanto tão comendo ela de quatro sem piedade. 

O tesão tá acabando com minha cabeça. Ela me olha com aquela cara de puta total com a pica na boca, os olhos marejados do boquete fundo, engolindo cada centímetro enquanto me bate uma punheta ao mesmo tempo. 

— Cê gosta que eu chupe essa pica assim? — ela me fala, sorrindo, com a boca toda cheia de saliva. 

Eu nem consigo falar. Pego ela com as duas mãos pelo cabelo e enfio na boca dela como se fosse a buceta dela. Ela se deixa. Engole. Me destrói. Guido continua bombando com uma força selvagem, bem agarrado na bunda dela. 

Cada estocada que ele dá, ela recebe inteira, e chupa mais forte. É o melhor boquete da minha vida. 

Eu queria que aquele momento fosse eterno, mas não dava mais pra segurar. Enchi a boca dela de porra com uma gozada violenta. Gozei como nunca. A jatos. 

Ela não parou nem um segundo. Deixou limpinho pra mim, engolindo tudo. Passou a língua nos lábios, sorriu, e me mostrou o quanto é uma engolidora de porra. 

Voltei pro lugar de espectador, com a pica ainda dura de tesão, e vi como o Guido continuava metendo com tudo. Ele tava descontrolado, virado num bicho. Pegava ela com força, agarrando pelo cabelo e pela bunda, sem parar, com toda a potência. 

Flor gemia que nem uma louca. Dava pra ver que aquela rola grande tava tocando lugares impossíveis nela. 

—Isso te acontece por ser uma puta! —grita Guido, e Flor fica ainda mais louca. 

Ela grita, pede, perde o controle. Guido vira ela de bruços, levanta a cintura dela e começa a foda mais violenta da noite inteira. Tá partindo ela ao meio. 

Flor não para de gritar: 

—Sou muito puta! —Me come gostoso! —Me arrebenta toda! 

O som dos corpos colidindo é brutal. Os lençóis amassam, o colchão pula, e a Flor tá totalmente fora de controle. 

Eu não consigo tirar os olhos da buceta da minha mina. A cena é um pornô perfeito. Guido fode ela como uma máquina, como se fosse a última foda da vida dele. 

Flor começa a gemer cada vez mais alto. 

—Você vai me fazer gozar de novo! —Isso! Me fode forte! 

Guido não alivia. Continua arrebentando ela. 

E de repente, Flor se arqueia, se sacode, o corpo dela entra em espasmos. As pernas tremem, as costas se curvam, os gemidos viram gritos de prazer absoluto. O orgasmo atravessa ela toda. 

Guido continua e, segundos depois, também goza. Geme alto, profundo. Dá as últimas bombadas e goza dentro dela. Sólido. Com força. Com descarga. Fica um segundo parado, gemendo, descarregando tudo dentro dela. 

Ele deixa duas gozadas no cu dela, e depois enfia tudo de novo pra terminar de encher ela por dentro. Flor geme, destruída, com o sorriso desfigurado de tanto prazer. 

Guido se joga pro lado, e eu fico de frente com o postal mais gostoso do mundo. 

A buceta dela: flor aberta, ensopada, vermelha, escorrendo porra grossa, as bochechas marcadas, o corpo quente dela, recém-comido. 

Chego mais perto. Me encosto bem no lugar onde o Guido estava segundos atrás. 

Ela me olha com aquela cara de putinha, felizona. 

—Agora você me come, meu amor? 

E eu só conseguia pensar: isso foi perfeito. 

Eu tava voando de tesão, com a pica dura igual pedra, esfregando ela na bunda recém-gozada da Flor. Aquela mistura de porra quente, baba e fluidos era o melhor lubrificante do mundo. No frio, nunca teria coragem, mas ali, com a cabeça pegando fogo, o corpo em êxtase e a cena ainda vibrando no ar, não dava pra perder tempo. Só o desejo mais puro e sujo. 

— Cê gostou de ver como me comeram? — perguntou Flor com aquele sorriso de puta provocadora. 

—Adoro que te comam por putinha! —respondi com a voz carregada de tesão. 

—Como você gosta de ver o head master da sua namorada sendo macetado, não é? —ela soltou, com aquela frase que me frita o cérebro. 

E enfiei de uma vez, até o fundo, com fúria. A buceta dela ainda tava quente, molhada, bem aberta, pulsando daquela fodida bestial e com a porra do Guido dentro. Sentia tudo: a textura, o calor, o encharcado, o usado. E esse tesão doentio explodia minha cabeça. 

—Adoro ser comida como uma putinha! — gemeu Flor entre as investidas. 

—Sou mó piranha, meu amor! Adoro ser comida de quatro! 

Eu tava fora de controle, batendo uma mentalmente com cada palavra. Agarrei a bunda dela com força, dei um tapa e comecei a meter sem parar. Eu a empurrava com toda a minha força, descarregando toda a loucura que a cena anterior tinha me deixado. 

—Ai sim, meu amor, acaba comigo também! Isso me acontece por ser puta! —gritava Flor, totalmente fora de si, repetindo as mesmas frases que o Guido tinha dito. E isso me deixava com um tesão danado. 

Ele bombava sem parar. Queria rachar ela no meio. E ela pedia, exigia: 

—Adoro essa pica! Me fode, sua puta! Enche minha buceta de porra! 

Não aguentei mais. Meti umas bombadas fundas nela e gozei igual um animal, descarregando toda a minha porra, reivindicando o que também era meu. Enchi ela pela segunda vez, por cima da porra anterior. 

Tinha realizado mais uma fantasia:Reclamar a buceta recém-comida da minha mina, cheia de porra, enquanto ela pedia meu pau feito uma puta. 

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