Fuder minha irmã

Olá, é meu primeiro post/relato e é sobre algo que mantenho até hoje kkk, espero que gostem. Essa história começa quando eu era bem pequeno, sou o mais novo da minha família e sempre me sobrava fazer tudo que ninguém queria. 😅 Como tenho um gênio difícil, eu recusava de cara, porque se aproveitavam de mim fazendo coisas que não tinham nada a ver comigo. E aí, o que aconteceu? Começaram a usar os encantos delas para me convencer. Basicamente era lavar roupa, arrumar a cama, lavar louça, limpar, etc. Na real, com minha irmã mais velha não criei tanto apego, mas com a do meio a gente se apegou pra caralho, tanto que fiquei apaixonado por ela, porque se eu fizesse alguma coisa, ela levantava a blusa como "recompensa" por fazer os deveres dela, por exemplo. E eu? Adorava! Pra vocês terem uma ideia melhor, eu tava entrando no ensino médio, e ela, conforme crescia, ficava cada vez mais gostosa. Na época da pandemia, eu tinha 15 e ela 19, e ela tinha um namorado… um relacionamento bem safado, a ponto de se pegarem na nossa sala. Um dia, ela tava numa videochamada com o ex, eu tava do lado, no meu computador jogando em "macrojuegos", e ela pediu pra eu virar de costas, mas eu tava focado no meu jogo. Num momento, eu viro e ela tava mostrando os peitos pro ex. 😅 Lembro que o namorado dela brigou com ela por causa disso, mas achei interessante que ela não ligou, porque disse pro ex: "Sem problemas, é meu irmão". Já tinha visto aquilo por anos. No ano seguinte, com a pandemia mais tranquila, fomos pra praia com minha família, basicamente meus pais, minha irmã e eu. Minha irmã mais velha ficou. Esses três dias foram ótimos, mas o que me interessava mesmo era ver a raba dela. No primeiro dia na praia, ela me pediu pra passar protetor solar nela, e eu aproveitava pra passar a mão naquele rabo, sério, ela sempre teve um corpaço, muito, muito gostosa. Uma tarde, ela me xingou porque eu não era bom em disfarçar que a mão escorregava na bunda dela, e ela percebeu. Nessa vez, lembro que ela se trancou no conversar com a agora ex-namorada dela e ela começou a contar que ele tinha apalpado a bunda dela (alto-falante) e o ex disse pra ela me “cucar”. “Cucar” é tipo brincar ou zoar, também pode ser encher o saco de brincadeira pra provocar uma reação. E isso fez minha irmã começar a ficar mais carinhosa comigo, tipo se aproximando mais, não reclamava mais das minhas “apalpadas” nem dos meus olhares, na verdade pedia massagens. Na real a intenção era “me foder” e claro que eu sabia por causa da ligação, mas num ponto cheguei a pensar que era sério… e com o passar dos dias, sim, ela tava se aproximando de verdade. Sem dúvida rolou algum tipo de “conexão”. Quando voltamos, fizemos uma troca nos quartos e ela e eu dormíamos no mesmo quarto, e aos poucos ela começou a aproximar a cama dela da minha, até que começamos a dormir juntos. Normalmente ela usava shorts ou calças de pijama em casa e mudou pra usar minhas cuecas ou andar só de calcinha. Quando eu escovava os dentes, ela entrava sem vergonha e eu também. 🫣 Tudo mudou num oito de maio e lembro bem porque era dias antes do meu aniversário, era uma semana muito tranquila e até meio nostálgica. Todos os dias perto do meu aniversário eu lembro assim. Naquele dia oito, ela tirou os bichinhos de pelúcia do quarto, e num momento ouço a banheira. Aquela banheira quase nunca era usada, então o barulho chamou atenção, achei estranho. Espiei e ela tava lá com os bichos, só de calcinha, ensaboando eles, tipo juntando e brincando, como quando era pequena, e isso me derreteu de verdade. Senti que amava ela, e não pelo lado sexual, já amava ela, mas era um amor naquele momento, pela carinha linda dela. Quando me senti ali, ela perguntou se eu lembrava das vezes que pedia pra eu limpar a banheira e o que fazia… e eu disse que sim. Ela virou pra mim e perguntou: “Você nunca tomou banho aqui como eu, né? Não quer?” E eu respondi: Sim! Tiramos a roupa e fiquei atrás dela (os dois entramos na banheira). ao mesmo tempo), honestamente foi meio desconfortável. Ela tem tipo 1,57 e eu 1,80, a banheira é muito pequena e então, foi meio chato por causa da posição, mas isso se resolveu. Começamos a falar de várias coisas, lembranças da infância, sobre como eu estava crescendo e como ia me virar na vida. Ela perguntou: "Não tá desconfortável com as pernas cruzadas?" Eu falei: Um pouco... e ela disse: "Vem, encosta em mim." Me virei de um jeito que minhas costas ficaram no peito dela, e ela me abraçou, e assim continuamos conversando. A conversa ficou tão linda que até num ponto a gente começou a chorar. Com certeza na minha família nunca teve essa oportunidade de falar com alguém sobre como eu me sentia, e fazer isso com ela foi a coisa mais maravilhosa, libertadora, e tão libertadora que logo em seguida, me virei (ficando de frente pra ela, e com toda a dificuldade da vergonha), falei que amava ela. Ela começou a rir, e disse: "Claro, seu bobo." Falei que de verdade amava ela, que mais do que sentir algo sexual, era pelo jeito que eu via ela e chegava a tocar ou bater punheta pensando nela. Que amava ela mais que isso, que sentia algo de verdade. Ela pensou e disse que tudo bem eu amar ela, me tirou da banheira, se secou e me secou, vestiu o roupão e eu coloquei minha calça de pijama, fomos pro nosso quarto, deitamos na cama meio sem jeito. Ela se levantou e disse: "Você percebeu a merda que falou?" Só concordei com a cabeça. "E ainda tá seguro do que disse?" Só concordei e afirmei que tava muito seguro... ela simplesmente tirou o roupão na minha frente, e ficou completamente nua. A verdade é que eu já tinha visto ela nua desde pequeno, mas dessa vez foi diferente, porque vi o corpo dela como algo lindo, não como um objeto pras minhas punhetas, vi ela como uma deusa basicamente na minha frente. Logo em seguida, ela abaixou minha calça, colocou uma das camisinhas que eu guardava e perguntou de novo: "Tá muito seguro de que me ama?" Eu repeti que sim, e então ela disse: "Ah Carequinha, vou te guiar, ok?" (Carequinha é meu apelido na minha família). Ela se colocou por cima de mim e foi introduzindo devagar, no início custou a entrar, e ela disse: "Isso tem que ser devagar, e sentir algo gostoso..." e começou a se mexer. Lembro como ela se esfregava e colocava "minhas" mãos na bunda dela, ou nos peitos dela. A gente foi experimentando algumas posições, ela por cima de mim, o famoso papai-e-mamãe e de quatro, até que eu gozei e ela disse: "Tanto love pra não durar nada?" E eu falei pra ela continuar me ensinando, ela só respondeu: "Vai..." Depois ela tirou a camisinha e mandou eu ir tomar banho. Assim foi minha primeira vez. A gente transava em casa direto, umas 4 ou 5 vezes por semana, mas minha mãe teve que ficar mais em casa e a gente começou a procurar outros lugares, tipo motéis. Depois veio a pior parte, ela casou com o atual parceiro dela. Chorei de ver ela feliz, tão linda, mas algo dentro de mim se partiu. No casamento dela, ela disse: "Fica tranquilo, Carequinha, não vou deixar de cuidar de você." E foi assim, a gente transou, talvez não como antes, mas umas 2 ou 3 vezes por mês. Até tem vezes que o marido dela precisa viajar a trabalho e a gente consegue transar mais, eu até durmo na casa dela. Sinceramente, nessa história eu revivo muitos sentimentos e nunca tinha contado minha vida inteira, todo mundo só queria saber a parte safada, hoje eu contei o love que sinto por ela. P.S.: Deixem pontos se quiserem que eu conte também como comi uma prima recentemente.

4 comentários - Fuder minha irmã

Buen relato, una santa tu hermana que te corresponde y aún así sigue su vida
Espero pronto tengan un mini peloncito 👌 +10

En mi caso, todo acabo fue algo más prematuro de la ad0lesc3nc1a y que acabo ya casi entrando a edades mas cercanas a la adultez
jajaja muchas gracias por tu apoyo hermano, si gustas puedes contarme al pv estoy abierto 🙏🏻
No tienes alguna fotito de tu hermana brouu :0?
smn si tengo jaja
no nudes pero ps algunas en bikini y tal
@Ipelon78 Rotalas por md , o pública la parte 2 brouu lo esperan los poringueros 😅
GAZ25
Deberías subir la parte dos o alguna foto de tu hermana