Fodo meu professor de teatro

Isso também aconteceu quando eu tava no colégio, alguns professores já tinham me usado como depósito de porra e eu já tinha experiência. No colégio era obrigatório fazer pelo menos uma matéria extracurricular. Então naquele ano decidi fazer teatro. Me falaram que não era puxado e era divertido. Me inscrevi e nos avisaram que tinha um professor novo. Ele se apresentou e era bem gostoso, então eu já fiquei de olho. Infelizmente, uma das assistentes era a esposa dele, mas eu senti que não seria um grande problema. Os meses foram passando e a gente foi criando intimidade, o grupo era bem unido. A esposa dele às vezes ia, às vezes não. Então, quando dava, eu aproveitava pra dar em cima dele. Ele correspondia às minhas investidas, mas não parecia interessado em ir além. Nos ensaios de uma peça, eu tive que interpretar a namorada do personagem principal. Começamos os preparativos e eu tentava ir com roupas bem provocantes. Num certo momento, teve uma cena em que eu tinha que dar um beijo no protagonista. Então eu me esforcei ao máximo e beijei meu colega de um jeito bem erótico. O professor ficou pasmo e tenho certeza de que ficou excitado. E o colega que eu beijei, mais ainda, ficou todo vermelho. O professor me deu uma bronca e disse que não era aquilo que ele queria. Eu só ri e continuamos o ensaio. Depois, fui falar em particular com ele e pedi desculpas, falei que não sabia como beijar direito na peça e que talvez ele pudesse me ensinar. Obviamente, isso foi uma indireta que ele sacou na hora. Ele ficou puto de novo e me mandou embora. Nos ensaios seguintes, continuei dando em cima. Num deles, fui com uma saia bem curtinha e me inclinei pra frente. Me virei e peguei ele olhando pra minha bunda. Aí eu encarei ele e ele ficou bem envergonhado. O tempo foi passando e a gente ficou ainda mais íntimo, eu já abraçava ele (sempre que a esposa não tava por perto) e ele não parecia se importar. Ele também começou a me tocar com mais frequência. Chegaram os ensaios finais e a gente ficava até tarde no teatro da escola. Numa dessas, ficou bem tarde, meus colegas foram embora e eu fiquei sozinha com ele. Ele tava arrumando umas coisas, fui atrás dele e não pensei duas vezes em dar uma provocada. Abracei ele de novo e ele não parecia desconfortável. Aí decidi passar a mão no pau dele. No começo ele se assustou e tentou tirar minha mão, mas depois se entregou ao prazer e deixou eu acariciar o membro dele. Eu ria enquanto ele não sabia o que fazer. Abri o zíper da calça dele e tirei a rola bem dura, que também fiquei estimulando. Ajoelhei, prendi o cabelo e devagarzinho coloquei o pau dele na minha boca. Ele fechou os olhos como se estivesse se arrependendo do que tava fazendo. Mas eu não pretendia parar. Chupei ele no ritmo até sentir as mãos dele na minha nuca marcando o compasso. Aí eu soube que ele tava gostando. Tirei a rola da boca e ele gozou no chão; tentei pegar um pouco do esperma pra passar no rosto, mas tudo se perdeu. Bem na hora, o porteiro do teatro entrou na sala, então me apressei pra levantar e vazar dali. Dois dias depois, no ensaio seguinte, a gente ficou até tarde de novo. No final, fiquei pra ver se conseguia repetir minha safadeza. Mas, pra minha surpresa, ele veio me procurar e pediu pra eu ir pros bastidores. Eu segui ele, e ele me encarou, me segurou firme pela cintura e começou a me beijar violentamente, como um homem que se segurou muito tempo pra transar. Eu, toda oferecida, correspondi aos beijos e carícias; pouco depois, ele começou a me despir, e foi bem fácil porque eu sempre usava pouca roupa, leve e fácil de tirar. Ele me subiu numa mesa, subiu também e a gente começou a fornicar. Eu sentia a rola dele entrando em todo o meu ser. Eu respondia gemendo que nem uma puta. Dava pra perceber que ele tava gostando: me acariciava, beijava os peitos, tava em êxtase. Depois disso, a gente conversou um pouco sobre o que aconteceu, mas ele não parecia nada arrependido, na verdade tava com uma cara de... atitude como se fosse começar um relacionamento. A gente se despediu naquela noite, mas nos ensaios seguintes aconteceu exatamente a mesma coisa: a gente transava de todas as formas possíveis e em todos os lugares do teatro, em todas as posições e jeitos imagináveis. Acho que a esposa dele não dava conta, porque um homem que fode daquele jeito não deve estar muito satisfeito na cama. Chegou a noite da apresentação da peça e, com isso, a aventura acabou. A gente se viu mais uma vez, mas o ano letivo já tinha terminado. No ano seguinte, ele não voltou.

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