Há uns anos atrás, eu transava loucamente com a melhor puta do planeta. Ela era vários anos mais nova que eu, tinha vários filhos, adorava sexo e era viciada, vivia pra dar. Morena, peitos incríveis, submissa, amava sexo anal, chupava o pau como ninguém e estava disponível 24/7. Se não fosse pela minha esposa, eu teria ficado com minha negona. Um dia ela cansou e tudo acabou, bloqueou meu telefone e nunca mais falou comigo.
Até que uns dias atrás, vi reações dela nos meus stories. Mandei uma mensagem na hora... e nada. Mandei outra... e nada. Então deixei pra lá. Uma noite ela postou uma foto da bunda, e aí reagi. Eu estava com uns copos a mais e já comecei errado: "Oi", ela respondeu. "Já vem pra casa", eu disse. Ela não respondeu mais. Eu continuei na farra, fiquei completamente bêbado, e a filha da puta me responde: "Em 20 minutos tô aí". Então corri pra casa, passei um perfume e a campainha tocou. Meu pau já estava duro como uma pedra. Quando abri a porta, me joguei pra cima dela e fui direto pra boca.
A empurrei contra a porta, meu pau bem encostado na buceta dela, fiquei apertando bem a bunda e continuei beijando. Não tinha acendido a luz de casa, só uma lâmpada na sala que dava pra ver alguma coisa. Ela correspondia com a língua. Começou a esfregar meu pau por cima da calça. Aquela bunda estava mais firme que nunca. Já estava latejando pra comer ela, mas queria enfiar bem a mão na buceta. Estava encharcada e, de fato, nada tinha mudado. Ela pegou meu pau e tirou pra fora, e aí notei uma mudança na técnica dela. Mas a mesma desesperação pra chupar como se fosse possuída. E foi isso que fez. Notei que nesses anos ela chupou várias, e era uma delícia como ela fazia. Eu empurrava a cabeça dela, ela sempre se engasgava e isso a deixava louca, mas agora não se engasgava mais, engolia meu pau inteiro sem sufocar. Nunca tinham metido tudo, então tirei, levantei ela pelo braço. Ela estava de minissaia, coloquei contra a porta e comecei a chupar o cu dela. Ela se retorcia de prazer, gemeu baixinho e... timidamente, apoiei meu pau e quando ela abriu, entrei com a cabeça e gritei. "Para aí!" - eu nunca grito porque estava arrombando o cu dela, e ela sempre pedia. Tirei meu pau e acendi a luz. Queria morrer, não era ela. Era a filha. O corpo era o mesmo, me deixou com mais tesão, obviamente, porque meu pau estava duro como um mastro. "O que você faz aqui?" perguntei, enquanto olhava para os peitos enormes e bem empinados que ela tinha. Foi um momento muito constrangedor e excitante. Me vesti, e ela me contou que a mãe dela tinha dado o celular para ela porque o dela quebrou, que ela tinha terminado com um cara que namorava e, para ele não encher o saco, continuou usando o celular como se fosse da mãe. Quando eu mandei mensagem, ela soube que era eu, e que a mensagem era para a mãe. Mas que ela sofreu muito e veio me pedir para não encher mais o saco. Só que eu não dei tempo, e a tesão falou mais alto. Eu ainda estava com meu pau duro, dentro da calça, ela de peitos para fora e com minissaia, estava linda, e a garota é uma cachorra. Mas não conseguia tirar da cabeça as vezes que levava ela para a praça ou os presentes que dava. Agora ela já tinha 19 anos e deixava meu pau mais duro que a mãe. O tesão me dominou, eu queria comer ela, e comecei a esfregar meu pau. Ela só me olhou e os mamilos dela incharam na hora. Peguei ela pelo braço, levei para o quarto, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a comer. Usei a palavra: buceta. Ela é bem apertadinha, mas muito elástica, só entrei metade e os olhinhos dela estavam brancos, foi assim que comecei a comer ela. Uma delícia, segurando firme nos peitos dela, e enfiei mais e mais e mais fundo, aí senti o orgasmo dela, igual à puta da mãe, um jato d'água. Mas lubrifica muito mais e entrei por completo. Ela já não gemia, gritava e eu metia com mais força. Sentia a buceta dela apertando meu pau quase com força, não ia esticar mais. E aí não consegui tirar, jorrei toda minha porra dentro. Foi uma foda incrível, arrombei bem a buceta dela e caí sem tirar em cima do corpo dela, ficamos exaustos, ela com seus... unhas acariciando minhas costas, não queria tirar ela de dentro, nos abraçamos e assim adormecemos, foi aí que começou essa história, depois conto mais sobre minha segunda chance
Até que uns dias atrás, vi reações dela nos meus stories. Mandei uma mensagem na hora... e nada. Mandei outra... e nada. Então deixei pra lá. Uma noite ela postou uma foto da bunda, e aí reagi. Eu estava com uns copos a mais e já comecei errado: "Oi", ela respondeu. "Já vem pra casa", eu disse. Ela não respondeu mais. Eu continuei na farra, fiquei completamente bêbado, e a filha da puta me responde: "Em 20 minutos tô aí". Então corri pra casa, passei um perfume e a campainha tocou. Meu pau já estava duro como uma pedra. Quando abri a porta, me joguei pra cima dela e fui direto pra boca.
A empurrei contra a porta, meu pau bem encostado na buceta dela, fiquei apertando bem a bunda e continuei beijando. Não tinha acendido a luz de casa, só uma lâmpada na sala que dava pra ver alguma coisa. Ela correspondia com a língua. Começou a esfregar meu pau por cima da calça. Aquela bunda estava mais firme que nunca. Já estava latejando pra comer ela, mas queria enfiar bem a mão na buceta. Estava encharcada e, de fato, nada tinha mudado. Ela pegou meu pau e tirou pra fora, e aí notei uma mudança na técnica dela. Mas a mesma desesperação pra chupar como se fosse possuída. E foi isso que fez. Notei que nesses anos ela chupou várias, e era uma delícia como ela fazia. Eu empurrava a cabeça dela, ela sempre se engasgava e isso a deixava louca, mas agora não se engasgava mais, engolia meu pau inteiro sem sufocar. Nunca tinham metido tudo, então tirei, levantei ela pelo braço. Ela estava de minissaia, coloquei contra a porta e comecei a chupar o cu dela. Ela se retorcia de prazer, gemeu baixinho e... timidamente, apoiei meu pau e quando ela abriu, entrei com a cabeça e gritei. "Para aí!" - eu nunca grito porque estava arrombando o cu dela, e ela sempre pedia. Tirei meu pau e acendi a luz. Queria morrer, não era ela. Era a filha. O corpo era o mesmo, me deixou com mais tesão, obviamente, porque meu pau estava duro como um mastro. "O que você faz aqui?" perguntei, enquanto olhava para os peitos enormes e bem empinados que ela tinha. Foi um momento muito constrangedor e excitante. Me vesti, e ela me contou que a mãe dela tinha dado o celular para ela porque o dela quebrou, que ela tinha terminado com um cara que namorava e, para ele não encher o saco, continuou usando o celular como se fosse da mãe. Quando eu mandei mensagem, ela soube que era eu, e que a mensagem era para a mãe. Mas que ela sofreu muito e veio me pedir para não encher mais o saco. Só que eu não dei tempo, e a tesão falou mais alto. Eu ainda estava com meu pau duro, dentro da calça, ela de peitos para fora e com minissaia, estava linda, e a garota é uma cachorra. Mas não conseguia tirar da cabeça as vezes que levava ela para a praça ou os presentes que dava. Agora ela já tinha 19 anos e deixava meu pau mais duro que a mãe. O tesão me dominou, eu queria comer ela, e comecei a esfregar meu pau. Ela só me olhou e os mamilos dela incharam na hora. Peguei ela pelo braço, levei para o quarto, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a comer. Usei a palavra: buceta. Ela é bem apertadinha, mas muito elástica, só entrei metade e os olhinhos dela estavam brancos, foi assim que comecei a comer ela. Uma delícia, segurando firme nos peitos dela, e enfiei mais e mais e mais fundo, aí senti o orgasmo dela, igual à puta da mãe, um jato d'água. Mas lubrifica muito mais e entrei por completo. Ela já não gemia, gritava e eu metia com mais força. Sentia a buceta dela apertando meu pau quase com força, não ia esticar mais. E aí não consegui tirar, jorrei toda minha porra dentro. Foi uma foda incrível, arrombei bem a buceta dela e caí sem tirar em cima do corpo dela, ficamos exaustos, ela com seus... unhas acariciando minhas costas, não queria tirar ela de dentro, nos abraçamos e assim adormecemos, foi aí que começou essa história, depois conto mais sobre minha segunda chance
1 comentários - Las vueltas de la vida