Lupita e o Negão Uganda capítulo 2

Lupita e o Negão Uganda capítulo 2Lupita e o Negão Uganda capítulo 2Já eram quase seis da tarde, Lupe acordou meio confusa, tinha dormido quase o dia inteiro, ainda não lembrava que dia era hoje. O resto da tarde passou arrumando seus cadernos e preparando o uniforme escolar. As imagens sujas que a atormentavam iam se dissipando aos poucos, mas só de pensar que um homem tinha um instrumento tão grande, tão grosso, tão comprido, tão monstruoso quanto o do negro Uganda, não conseguia tirar isso da cabeça.Só fazia com que sua bucetinha ficasse molhada. Don Pedro já tinha mandado várias mensagens, avisando que teria uma viagem curta e ficaria fora por uns dias, isso dava a ela liberdade pra relaxar e fazer o que bem entendesse.

Decidida, foi naquela tarde-noite pra oficina onde sabia que estaria o funcionário negro, que tanto a tinha impressionado. Só rezava pra que não estivessem os outros dois funcionários de Don Pedro, que tanto a desagradavam e que uma vez quase a pegaram à força.

Assim que chegou no destino, olhando pra todos os lados sem que ninguém pudesse notar, usou a chave que Don Pedro deixou pra abrir o cadeado e entrou na oficina.

— Mas o que temos aqui? — disse o Moreno quando viu a adolescente numa visita tão surpreendente quanto inesperada.

— Com licença, senhor — respondeu Lupita, tentando ser o mais casual possível.

— E o que traz por aqui essa garotinha encantadora... não vai me dizer que está perdida, hahaha!

— Já vou indo, só vim ver se o Don Pedro estava. Por favor, me deixa passar — dizia a jovem, safada, sabendo que o velho estava viajando. O negro ficou de boca aberta e, quando finalmente conseguiu ver a mulherão que seu chefe tinha levado pra oficina na noite anterior, aquela que o velho tantas vezes comentou, mas que ele não acreditava. (Mas que pedaço de mulher, esse velho sovina inútil não merece esse manjar tão gostoso), pensava o Africano, olhando dos pés à cabeça e devorando com seu olhar amarelado a linda colegial, enquanto sentia a temível piroca endurecer.

Lupe, que notava algo estranho na situação, quis ser educada com o negro, já que percebia que sua simples presença poderia causar algum tipo de problema entre patrão e funcionário.

— Boa tarde, senhor... espero não estar atrapalhando — disse a colegial, estendendo sua mãozinha branca.

— Mas que menina tão educada — disse o africano em seu português pobre, enquanto pegava a mão macia de Lupita e, disfarçadamente, a levava para roçar contra sua... pacote na mesma hora em que estampava um beijo no rosto dela, bem perto dos lábios. A colegial, por causa da tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos que furaram sua cara.

O negro Uganda, enquanto continuava bloqueando a porta de saída, começou a estudar a suculenta mulher que seu Patrão tinha como namorada. Calculava que ela tinha pelo menos 1,70m de altura, olhos verdes, peitos pequenos e empinados, umas pernas torneadas e coxas dos sonhos, e para completar, uma bunda gostosa, bem empinada e redondinha. Aquela garota era um verdadeiro monumento de mulher, pensava consigo mesmo.

Seria desnecessário descrever como esse negro tarado e sem vergonha, já que no seu país com certeza não tinha boa reputação — por algo teve que fugir e se refugiar nesse povoado remoto e fudido.

Sem perder tempo, o Negrão pegou a mão da jovem e a levou para o quartinho que Dom Pedro tinha confiado a ele. Diante da passividade da garota, ele a levou direto para o cômodo. "Vem comigo, putinha, e vai ver como vamos passar gostoso. Pelas costas do meu chefe, todo dia você vai aproveitar minha vara."

Não era o que ela queria para a vida, mas era algo que a excitava: acordar cada dia nos braços daquele garanhão, um animal de raça negra que ia comer ela assim que acordasse, e ainda por cima dando pra outros enquanto Dom Pedro cuidava dela como sua gostosa.

— Pensa bem, minha putinha, vai ver que nada vai te faltar, hehe. No meu país, eu era muito disputado pelas garotas que queriam paus grandes, hehehe. Ou me diz, não ia gostar que eu metesse meu pau em você agora mesmo...?

— SIM!! — Ah, digo, não, seu Uganda, eu só que... queria diz... A excitação tinha vencido a razão da garota. O corpo dela respondeu por ela diante da pergunta atrevida, deixando-a muito nervosa e corada pelo que disse, e tentando mudar de assunto, foi interrompida por um excitado e tarado negro africano. — Eu, senhor, meu namorado é seu chefe, Dom Pedro, seria errado eu me sentir atraída pelo senhor.

— Hehe, viu, minha putinha? Tá morrendo de vontade de ficar com o negrão, hehe. Je… Lupita não conseguia responder, tinha ficado sem graça com o que aconteceu e sem ideias de como explicar sua resposta. Depois de alguns segundos de silêncio, o negão continuou com os ataques psicológicos.

— Não responde porque é verdade, você adoraria ser minha putinha e tá morrendo de vontade de levar uma pirocada de um preto agora mesmo, he he. Só as vadias sabem aproveitar carne preta, he he. Me diz, se arrepende de ter vindo hoje? Fica tão excitada de estar com o negão e te comer a noite inteira, he he. Não nega, vagabunda…

A garota mordia os lábios entre o medo e a excitação do que o negão tava propondo; as mãos tremiam, Uganda já tinha deixado ela toda molhada só de falar putaria. O negão podia ouvir a respiração ofegante e trêmula da pobre menina, que já não aguentava mais de tesão. O corpo dela pedia sexo e até tinha esquecido por que foi até lá.Videos da Lupezinha
O Uganda, o negão, continuava sentado do lado da Lupita, acariciando as pernas dela e sentindo aquela suavidade arrepiante que a pele da mina tem. Via como a garota suspirava a cada toque que ele dava. O negão sentia o tremendo pau endurecendo cada vez mais, pensando que, se não fosse o chefe Pedro, ele mesmo seria quem ia aproveitar aquela deusa divina.Já a garota continuava vidrada naquele mundo erótico pra onde o homem negro a tinha transportado, tudo por causa da sua inocência boba e excesso de confiança; ela via o africano tocando nela, mas não o rejeitava, a mente dela trazia o momento em que viu pela primeira vez com os próprios olhos aquela pica preta descomunal que só em sonhos poderia imaginar, todas aquelas lembranças quentes elevavam sua temperatura ao máximo, e ela só curtia o momento, não existia mais nada pra ela.

O moreno começou a subir as mãos até chegar perto da sua buceta jovem, os dedos já acariciavam os lábios delicados fazendo a garota jogar a cabeça pra trás e arquear as costas, soltando só uns resmungos que mais pareciam gemidos. – aiiii não, por favor… não me toca aí ahhhh… seu patrão pode desconfiar da gente ahhh, o negro de olhar amarelado sorria ao perceber que os gemidos da garota eram mais de prazer do que de reclamação.

Uganda já não aguentava mais, não queria mais esperar, tinha na frente uma iguaria deliciosa e não queria que esfriasse, então com toda a sacanagem que carregava por dentro, aproximou seu rosto repulsivo da entreperna gostosa da garota, sentindo o cheiro que sua buceta molhada exalava. A colegial excitada, ao sentir o negro aproximar seus lábios grossos da sua parte íntima sensível, esticou as mãos impedindo o Negão de fazer o que queria.

– não, não, por favor, de-deixa, não faz isso… – exclamou Lupita com uma voz tão inocente mas sensual ao mesmo tempo, o que deixava o negro louco, pois fazia ele lembrar daquela vez que viu ela mijar com a mangueira gigante dele e quase ao mesmo tempo acendeu uma luz na cabeça do negro – que foi, mocinha, quer que seu macho Pedro descubra que você adora pica preta.. he he… que ele saiba como você gosta que os negros te comam he he…

– não, por favor, não faz isso, senhor, faço o que o senhor quiser, mas não conta pro seu Pedro… O africano sorria de um jeito vil e nojento ao ver que sua intenção safada tava indo pelo caminho certo. caminho, novamente colocou em caminho seu lábio carnudo em direção à deliciosa buceta da menina, a poucos milímetros já podia sentir aquele cheiro de mulher de Lupita, esticando a língua deu a primeira lambida naquela pele aveludada fazendo com que Lupe o agarrasse com certa força pelos cabelos como lã de aço, mais duas lambidas e a menina já soltava os primeiros líquidos vaginais, com as costas arqueadas e a cabeça de lado, mordia os lábios com os olhos semicerrados.
aiii não pa-pa-ra aahhh… a menina não aguentava mais aquela língua áspera que atacava com uma ferocidade desvairada seus lábios vaginais, suas mãos apertavam os lençóis sujos e amarelados que cheiravam a suor, mas estranhamente pra ela isso não importava e, muito a contragosto, o que queria era continuar sentindo aquela língua que a fazia se contorcer de prazer.
O homem da África deslizou as mãos para os pequenos e redondos seios, massageando-os grosseiramente, e a menina, numa reação rápida, pegou nas mãos dele tentando tirá-las, inutilmente, já que o negro tinha mais força. A pobre Lupita não demorou a ceder aos fortes apertões e beliscões que o abusador negrete dava em suas tetas e, novamente apertando os lençóis sujos, se dedicou a aguentar o prazer que ele lhe dava.
aiii aiii não pa-pa-ra senhor já chega aahhh… O negro, que na língua saboreava os primeiros fluidos que a menina soltava, sorria ao ouvir sua voz inocente reclamando, mas ao mesmo tempo curtindo a comida de buceta que ele dava. A menina, já praticamente com as pernas torneadas apertando a cabeça do negro, queria que aquela língua vibrante entrasse mais fundo em sua intimidade.
— Calma, gostosa… Logo vai chegar a hora em que meu amigo, a pica gigante, vai te fazer gozar do jeito que você gosta, ha ha ha…
— Ai não, de-deixa eu, por favor… não qui-quero aahhh aahhh…
— Aqui você faz o que eu mando; ou você quer que o seu Pedro descubra a puta que você é… você veio pra isso, como pode faltar com o respeito com meu chefe, agora vou te fazer pagar por essa traição comigo. chefinho, VOCÊ QUER ISSO!!!
muito bem boneca, agora só aproveita a noite que te espera, ha ha, você vai querer ficar morando aqui, ha ha... Em seguida, o negão mergulhou de novo a língua nojenta nos lábios da buceta já relaxados, numa lambida sem parar, continuava bebendo os líquidos corporais cada vez mais abundantes que a menina produzia, não tinha comparação nem com as poucas putas que ele já tinha provado na vida, Lupita era uma mulher incomparável e naquele momento ele a tinha à disposição.
CONTINUA---NO PRÓXIMO CAPÍTULO O NEGÃO VAI PROVAR A BUNDA APERTADA DA NOSSA LUPITA

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