O Rei Aleron era jovem, forte, temido em batalha… e conhecido por seu pau capaz de dobrar vontades. Depois de conquistar três reinos, decidiu que era hora de escolher sua rainha, mas não faria isso com alianças políticas. Ele a escolheria com seu corpo. —Seis mulheres… —anunciou de seu trono de ferro e veludo vermelho—. Seis das mais gostosas dessas terras. Aquela que conseguir me fazer gozar com a buceta dela, será minha. Minha rainha. As seis se entreolharam com desejo e fome. Eram diferentes: Uma nobre delicada, uma escrava morena de quadril largo, uma guerreira, uma sacerdotiza pecadora, uma ladra tatuada… e uma virgem criada para o prazer. O trono estava adaptado: almofadas, apoios de braço, espaço livre pra montar no rei com força. Aleron já estava nu, sentado com a coroa na cabeça e o pau ereto como um cetro. Duro, veiudo, ardente. —Comecem —ordenou. Primeira: A guerreira
Se aproximou sem medo, montou no rei com a segurança de quem já domou feras selvagens. A buceta dela estava apertada, quente, engoliu ele até a base. Ela se mexia rápido, ofegava, beijava ele, mordia o pescoço dele. —Mmm... é só isso? —rosnou o rei, se segurando. Ela gemeu, gozou em cima dele, mas o rei não gozou. —Próxima! Segunda: A escrava.
Pele escura, quadril largo, peitos naturais e lábios carnudos. Ela enfiou devagar, girando o quadril, feito uma cobra. O rei fechou os olhos. Ela sabia apertar, sabia espremer. — Tá gostando, meu rei? Quer encher minha buceta? Ele apertou os dentes, passou a mão na bunda dela, meteu mais forte. Mas não gozou. — Próxima! Terceira: A nobre.
Linda, refinada, educada… mas ardia por dentro. Montou nele com movimentos elegantes, como se estivesse dançando em cima da pica dele. Se masturbava enquanto cavalgava, gemendo pra si mesma. Gozou com um grito, molhando o rei. Mas ele ainda resistia. —Próxima… Quarta: A sacerdotisa.
De roupas translúcidas, olhar safado. Subiu devagar, olhando nos olhos dele. Enfiou com devoção, como se a pica dele fosse um deus. Cada movimento era uma oração, cada gemido, um ritual. O rei a abraçou, ofegou… quase. —Maldita bruxa… chegou perto. Mas não. Quinta: A ladra.
Tatuada, boca suja, raba perfeita. Meteu sem aviso, gemendo alto, cavalgando de costas. Tava comendo ele como se fosse dela. Espalhava prazer em cada quicada. O rei apertou os punhos. Segurou ela pela cintura. Tava no limite. Mas não. Ainda não. —Última! Sexta: A virgem do prazer.
Criada desde pequena para ser a mais sensual do reino. Ela olhou nos olhos do rei, sentou-se no pau dele com suavidade. A buceta dela era apertada, pura, ainda virgem… mas molhada. Cada movimento era lento, preciso, como se sentisse a alma dele ao enfiar nele. —Meu rei… goza dentro de mim. Me faz tua. Pra sempre. Ele a abraçou. Ela se mexia como se dançasse em chamas. E então… ele rugiu como uma fera e gozou com força, enchendo ela até o fundo. Tremendo. Suando. Possuído. Quando terminou, o salão explodiu em gritos e gemidos. As outras caíram de joelhos. —Temos rainha! —anunciou um servo. O Rei beijou a jovem na boca, ainda com o pau dele escorrendo dentro dela. —Tua pussy… será meu templo. E eu, teu deus eterno. O rei Aleron se levantou, o pau ainda brilhando com o néctar da vitória. A jovem virgem que o fez gozar ainda estava sentada nele, com o rosto tomado de prazer e as coxas tremendo. A buceta dela pulsava com o sêmen real lá dentro. O salão do castelo ardia em cantos e tambores. A multidão assistia das sacadas: nobres, soldados, escravos, donzelas, todos testemunhas do ritual carnal. Porque neste reino… a coroa se ganhava com o corpo. —Rainha! —gritaram em uníssono os presentes—. Rainha do prazer! Ela se levantou, nua, com o sêmen escorrendo pela coxa. Os peitos lambidos, os bicos duros, os lábios molhados. E ergueu os braços, pulando de alegria, mostrando o corpo pra todos com orgulho. —Sou dele! Do rei e do reino! Ela se ajoelhou na frente dele, como uma puta leal. Beijou os ovos dele, acariciou a base do pau e enfiou na boca com fome, chupando como se quisesse devolver a alma. Mamava com barulhos sujos, profundos, ofegando, engolindo saliva, limpando ele dos restos de todas que tinham montado nele antes. O rei grunhia, acariciava o cabelo dela, segurava ela e enfiava tudo até a garganta. —Assim que eu gosto da minha rainha… devota e safada. Quando ele ficou duro de novo, levantou ela como se fosse uma boneca. Colocou ela de costas no trono e ergueu as pernas dela. —Agora todo mundo vai ver a Rainha… sendo verdadeiramente coroada. Meteu nela de uma só vez. Ela gritou de prazer, feliz, pulando a cada estocada. A pica real entrava e saía com força, fazendo os peitos dela balançarem e as pernas tremerem. O som dos corpos se chocando enchia o salão, enquanto os nobres aplaudiam e as donzelas se masturbavam vendo a cena. —Me fode, meu rei! Faz todo mundo ouvir! —ela gritava com a voz cheia de tesão. Ele não parava. Segurava ela pela cintura, metia como um deus selvagem. Fazia ela gemer, pedir mais, chorar de prazer. E quando estava quase gozando de novo, tirou e banhou os peitos dela com jorros quentes, marcando ela na frente de todo mundo como sua. Ela lambeu o resto do próprio peito e mostrou pro povo. —Viva o rei! Viva a pica que me fez rainha!
O povão explodiu em gritos de alegria. E naquela noite… a festa durou até todo mundo ficar pelado, transando, celebrando a luxúria como se fosse lei. As portas do quarto real se fecharam com estrondo. Era um cômodo imenso, com tochas acesas, peles macias no chão, cortinas de veludo e uma cama tão grande que dava pra aguentar três corpos… ou dez. Mas naquela noite, iam ser só dois. O rei Aleron olhou pra ela nua, coroada, com as pernas abertas sobre a seda vermelha. A rainha dele. Sua puta. Dele.
—Esta noite —disse com voz grave—, não vou te amar. Vou te possuir como uma escrava, como um prêmio, como uma fúria contida. E você… vai adorar. Ela mordeu o lábio, o corpo já tremendo de antecipação. —Sou sua, meu rei. Me come… como uma rainha pervertida. Ele subiu na cama, o pau já duro, quente, pingando luxúria. Abriu as pernas dela e meteu de uma vez, fazendo ela gritar com uma mistura de dor e prazer. A primeira estocada foi brutal. A segunda, mais funda. A terceira, animal. Ela arqueou as costas, arranhou ele, pediu mais. —Não para! Me dá tudo! Quero seu gozo de verdade! Ele levantou as pernas dela sobre os ombros e comeu até fazer ela gritar como uma puta no cio. Tirava e metia de novo até o talo, com força, com fome. Depois virou ela de bruços, mordeu as nádegas e cuspiu no cu dela. —Esse também é meu. Ela tremeu. —Toma, meu rei… arrebenta ele.
E sem mais, enfiou o dedo, depois dois, e quando já estava dilatada e escorrendo… enfiou o pau inteiro no cu dela. Ela gritou, mas não de dor. De puro prazer selvagem. O rei segurou ela pelos quadris e a sodomizou com poder, com ritmo, com fúria. As nádegas batiam forte, o som se misturava com gemidos e ofegos. —Sim, pelo cu! Assim! Me faz tua rainha puta! Quando estava prestes a gozar, virou ela, sentou, e ela subiu em cima. Enfiando o pau na buceta dela e dando as tetas. Ela cavalgou o pau dele lambuzada com os próprios fluidos, quicando, gemendo, pulando como uma puta feliz. —Me coroa de novo! Enche minha boca, minhas tetas, minha buceta! Ele comia ela mais rápido e forte. Gozou com fúria, primeiro dentro, depois tirando pra banhar as tetas, a cara, a barriga. Ela lambeu tudo, com a coroa na cabeça e o olhar lascivo. E assim, entre fodas, boquetes, linguadas e gemidos, a noite de núpcias virou uma orgia de dois. Porque o reino… tinha agora um rei insaciável. E uma rainha puta. E mal tinham começado.
Se aproximou sem medo, montou no rei com a segurança de quem já domou feras selvagens. A buceta dela estava apertada, quente, engoliu ele até a base. Ela se mexia rápido, ofegava, beijava ele, mordia o pescoço dele. —Mmm... é só isso? —rosnou o rei, se segurando. Ela gemeu, gozou em cima dele, mas o rei não gozou. —Próxima! Segunda: A escrava.
Pele escura, quadril largo, peitos naturais e lábios carnudos. Ela enfiou devagar, girando o quadril, feito uma cobra. O rei fechou os olhos. Ela sabia apertar, sabia espremer. — Tá gostando, meu rei? Quer encher minha buceta? Ele apertou os dentes, passou a mão na bunda dela, meteu mais forte. Mas não gozou. — Próxima! Terceira: A nobre.
Linda, refinada, educada… mas ardia por dentro. Montou nele com movimentos elegantes, como se estivesse dançando em cima da pica dele. Se masturbava enquanto cavalgava, gemendo pra si mesma. Gozou com um grito, molhando o rei. Mas ele ainda resistia. —Próxima… Quarta: A sacerdotisa.
De roupas translúcidas, olhar safado. Subiu devagar, olhando nos olhos dele. Enfiou com devoção, como se a pica dele fosse um deus. Cada movimento era uma oração, cada gemido, um ritual. O rei a abraçou, ofegou… quase. —Maldita bruxa… chegou perto. Mas não. Quinta: A ladra.
Tatuada, boca suja, raba perfeita. Meteu sem aviso, gemendo alto, cavalgando de costas. Tava comendo ele como se fosse dela. Espalhava prazer em cada quicada. O rei apertou os punhos. Segurou ela pela cintura. Tava no limite. Mas não. Ainda não. —Última! Sexta: A virgem do prazer.
Criada desde pequena para ser a mais sensual do reino. Ela olhou nos olhos do rei, sentou-se no pau dele com suavidade. A buceta dela era apertada, pura, ainda virgem… mas molhada. Cada movimento era lento, preciso, como se sentisse a alma dele ao enfiar nele. —Meu rei… goza dentro de mim. Me faz tua. Pra sempre. Ele a abraçou. Ela se mexia como se dançasse em chamas. E então… ele rugiu como uma fera e gozou com força, enchendo ela até o fundo. Tremendo. Suando. Possuído. Quando terminou, o salão explodiu em gritos e gemidos. As outras caíram de joelhos. —Temos rainha! —anunciou um servo. O Rei beijou a jovem na boca, ainda com o pau dele escorrendo dentro dela. —Tua pussy… será meu templo. E eu, teu deus eterno. O rei Aleron se levantou, o pau ainda brilhando com o néctar da vitória. A jovem virgem que o fez gozar ainda estava sentada nele, com o rosto tomado de prazer e as coxas tremendo. A buceta dela pulsava com o sêmen real lá dentro. O salão do castelo ardia em cantos e tambores. A multidão assistia das sacadas: nobres, soldados, escravos, donzelas, todos testemunhas do ritual carnal. Porque neste reino… a coroa se ganhava com o corpo. —Rainha! —gritaram em uníssono os presentes—. Rainha do prazer! Ela se levantou, nua, com o sêmen escorrendo pela coxa. Os peitos lambidos, os bicos duros, os lábios molhados. E ergueu os braços, pulando de alegria, mostrando o corpo pra todos com orgulho. —Sou dele! Do rei e do reino! Ela se ajoelhou na frente dele, como uma puta leal. Beijou os ovos dele, acariciou a base do pau e enfiou na boca com fome, chupando como se quisesse devolver a alma. Mamava com barulhos sujos, profundos, ofegando, engolindo saliva, limpando ele dos restos de todas que tinham montado nele antes. O rei grunhia, acariciava o cabelo dela, segurava ela e enfiava tudo até a garganta. —Assim que eu gosto da minha rainha… devota e safada. Quando ele ficou duro de novo, levantou ela como se fosse uma boneca. Colocou ela de costas no trono e ergueu as pernas dela. —Agora todo mundo vai ver a Rainha… sendo verdadeiramente coroada. Meteu nela de uma só vez. Ela gritou de prazer, feliz, pulando a cada estocada. A pica real entrava e saía com força, fazendo os peitos dela balançarem e as pernas tremerem. O som dos corpos se chocando enchia o salão, enquanto os nobres aplaudiam e as donzelas se masturbavam vendo a cena. —Me fode, meu rei! Faz todo mundo ouvir! —ela gritava com a voz cheia de tesão. Ele não parava. Segurava ela pela cintura, metia como um deus selvagem. Fazia ela gemer, pedir mais, chorar de prazer. E quando estava quase gozando de novo, tirou e banhou os peitos dela com jorros quentes, marcando ela na frente de todo mundo como sua. Ela lambeu o resto do próprio peito e mostrou pro povo. —Viva o rei! Viva a pica que me fez rainha!
O povão explodiu em gritos de alegria. E naquela noite… a festa durou até todo mundo ficar pelado, transando, celebrando a luxúria como se fosse lei. As portas do quarto real se fecharam com estrondo. Era um cômodo imenso, com tochas acesas, peles macias no chão, cortinas de veludo e uma cama tão grande que dava pra aguentar três corpos… ou dez. Mas naquela noite, iam ser só dois. O rei Aleron olhou pra ela nua, coroada, com as pernas abertas sobre a seda vermelha. A rainha dele. Sua puta. Dele.
—Esta noite —disse com voz grave—, não vou te amar. Vou te possuir como uma escrava, como um prêmio, como uma fúria contida. E você… vai adorar. Ela mordeu o lábio, o corpo já tremendo de antecipação. —Sou sua, meu rei. Me come… como uma rainha pervertida. Ele subiu na cama, o pau já duro, quente, pingando luxúria. Abriu as pernas dela e meteu de uma vez, fazendo ela gritar com uma mistura de dor e prazer. A primeira estocada foi brutal. A segunda, mais funda. A terceira, animal. Ela arqueou as costas, arranhou ele, pediu mais. —Não para! Me dá tudo! Quero seu gozo de verdade! Ele levantou as pernas dela sobre os ombros e comeu até fazer ela gritar como uma puta no cio. Tirava e metia de novo até o talo, com força, com fome. Depois virou ela de bruços, mordeu as nádegas e cuspiu no cu dela. —Esse também é meu. Ela tremeu. —Toma, meu rei… arrebenta ele.
E sem mais, enfiou o dedo, depois dois, e quando já estava dilatada e escorrendo… enfiou o pau inteiro no cu dela. Ela gritou, mas não de dor. De puro prazer selvagem. O rei segurou ela pelos quadris e a sodomizou com poder, com ritmo, com fúria. As nádegas batiam forte, o som se misturava com gemidos e ofegos. —Sim, pelo cu! Assim! Me faz tua rainha puta! Quando estava prestes a gozar, virou ela, sentou, e ela subiu em cima. Enfiando o pau na buceta dela e dando as tetas. Ela cavalgou o pau dele lambuzada com os próprios fluidos, quicando, gemendo, pulando como uma puta feliz. —Me coroa de novo! Enche minha boca, minhas tetas, minha buceta! Ele comia ela mais rápido e forte. Gozou com fúria, primeiro dentro, depois tirando pra banhar as tetas, a cara, a barriga. Ela lambeu tudo, com a coroa na cabeça e o olhar lascivo. E assim, entre fodas, boquetes, linguadas e gemidos, a noite de núpcias virou uma orgia de dois. Porque o reino… tinha agora um rei insaciável. E uma rainha puta. E mal tinham começado.
0 comentários - 46📑O Trono do Rei