Olá, pessoal! Aqui estamos trazendo mais uma das tantas histórias que temos com a minha mina. Desculpa a gente não estar escrevendo muito, mas faz dois meses que descobrimos a quarta bênção, nosso quarto filho ou filha. Então, continuamos lotando de pivetes, era um puta partido da Matanza, como vocês sabem por aquelas histórias daqueles anos gloriosos que possivelmente nunca vão voltar, quando o país tinha o cheiro das minas. Dá pra dizer que foi onde tudo começou, ou pelo menos onde essa história começou. E o que melhor do que lembrar daqueles belos anos de cumbia, freeze azul, minas de calçada e fio dental de baba, com os esquemas e os planos? E, claro, muito leite pra esquecer um pouco esse presente tão frio e hostil.
O primeiro aniversário de quebrada. A real é que não lembro exato se foi o primeiro primeiro aniversário de quebrada que eu tive que ir, mas foi um dos primeiros e possivelmente um que marcou a diferença entre o mundo que eu tinha deixado pra trás e o mundo com a minha mina e a família dela. Vale dizer que eu ainda tava me adaptando às minas, e por isso esse aniversário tinha cara de batismo de fogo.
Os preparativos pro aniversário começaram cedo, era de um dos setecentos priminhos da minha mina, e rapidamente a família começou a cozinhar as picanhas, ir buscar os palitos, os salgadinhos, colocar os balões, etc. A Jessi, no entanto, mostrando que ia ser uma vagabunda gostosa a relação toda, não levantou da mesa nem um segundo pra ajudar, mas ficou com outra prima fazendo as unhas. Prioridades. Tava lá sentadinha, de calçada, com uma calcinha preta, completamente pelada, com um fiozinho que deixava transparecer, toda tranquila, sem se mexer, enquanto as tias e outros parentes iam de um lado pro outro carregando as coisas do aniversário. O único comentário dela sobre o aniversário foi: "E prima, vão comprar o que pra beber? Eu quero freeze, hein." Impossível não te subir o pau ouvindo ela falar sem se importar. absolutamente nada fiel ao estilo de uma mina de lei. Eu, por minha parte, tava numa situação meio termo, sem saber se dava uma força ou ficava na minha. Mas minha mina resolveu os problemas ou as dúvidas: "vai com os manos love, comprar umas paradas pra beber". Sem tirar o olho da rabeta dela de calça jeans, concordei com a cabeça enquanto por dentro eu ardia de saber que tinha conquistado a verdadeira mina. Caminhamos com alguns dos primos umas quadras até onde compravam a bebida e voltamos com três ou quatro garrafas cada um. Tinha muito, muita cerveja, vinho de caixa e Gancia. Enquanto a gente ia andando, um dos manos primos falou: "parabéns pelo guri (pela gravidez)". Trocamos umas palavras numa boa, e o primo da minha mina me deu uma frase que marcaria a Jesi por todos os anos futuros: "olha que a Jesi é foda, ela é mó vagabunda, a filha da puta". Aí outro dos primos que vinha andando atrás da gente, também carregado de garrafas de bebida, completou: "esquece, agora que ela tem macho e tá prenha, até o cu você vai ter que limpar". Eu caminhava feliz, mas tentava esconder um pouco o sorriso porque sentia que os manos estavam me aceitando, eu tava virando parte da família do bairro e dos códigos. Claro que sabia que não podia vacilar, mas sentia que ter engravidado minha mina tão rápido era tipo um ponto a meu favor. Em termos de futebol, ganhar o clássico fora de casa. O que mais lembro do aniversário, obviamente sem contar o sexo, é a quantidade de gente que tinha. Meio que me sufocava, era um monte: crianças, adultos, bebês. Como pra boa parte da família eu era a figurinha nova, recebia muita atenção e me metralhavam de perguntas. Na hora, senti como se fosse uma prova. Tipo, pra ver se eu era qualificado pra fazer parte do mundo dos manos. Por sorte, nunca tive vergonha e respondia com muita naturalidade cada pergunta que faziam. Se eu hesitava, bastava olhar pra minha mina. ver ela toda putinha vila e grávida, e parecia que as respostas saíam sozinhas. É que já dentro do aniversário, a Jesi tava arrasando a pista. Ela tinha colocado um vestidinho rosa choque bem justo no corpo, bem curtinho, na altura da bunda, marcando a barriguinha de grávida e destacando a bunda firme e redonda dela. Por trás, era um espetáculo. Você via ela andar e parecia que ela rebolava aquela bunda como se tivesse dançando um ritmo tropical. Os glúteos mexiam no ritmo dos passos dela, e o vestido, bem fininho, deixava transparecer todo o fio da calcinha fio-dental branca. Como se isso não bastasse, toda vez que ela sentava, o vestido subia uns centímetros, deixando ver o branco da fio-dental que cobria a pussy dela. Olha, minha mina tava arrasando, mas não pensem que ela não tinha concorrência. Tinha, e de sobra. É que não importa de quem seja o aniversário nem a hora da tarde em que rola. O importante é chamar a atenção. O desfile de minhas tinha começado. Do que você imaginar, tinha. Leggings bem apertadas em bundas perfeitas. De fio-dental, você ia morrer. Tinha vestidinhos curtos e justos no corpo. Tinha vestidos de zíper, como se usava na época, com o zíper abaixado pra mostrar o decote. E não era só entre as minas novinhas que tinha competição, não; entre as minas mais velhas também queriam dar o ar da graça. Minha sogra, por exemplo, tinha colocado uma legging animal print superjusta na bunda, completamente nua por baixo, como se fosse uma das filhas dela. Além disso, aproveitando os peitões que a Lúcia tem, um decote bem suculento numa regatinha preta. Sendo sincero, não sei como os moleques faziam pra não ir bater uma no banheiro vendo tudo aquilo. Ou talvez algum tenha ido e eu não fiquei sabendo, haha. Talvez uma das coisas mais engraçadas do aniversário é que, em nenhum momento, as minas que já tinham filhos davam bola pra eles. Os teus estavam lá correndo, gritando, se metendo em perigo, enquanto as minhas sentadas na mesa tomavam Frize e conversavam com a Jéssi sobre a gravidez dela ou sobre assuntos super transcendentais e importantes. Como é que tinha aumentado o salão, os novos tênis Nike que anunciavam na TV, que tinham comprado com o dinheiro do auxílio, e claro, os jogos da fragata Almirante Brown. Eu me enchi de orgulho quando uma das tias da minha mina, sem papas na língua, gritou bem alto: "Ah, mas você engravidou ela na hora, hein, moleque!", fazendo alusão a eu ter engravidado ela rápido. Com certeza eu tinha uma pica bem grande.
Claro que eu não acreditava em todos os elogios da família dela; sabia que vários me olhariam como um playboy que caiu num território desconhecido e que, só por ser playboy, me olhavam com nojo e desconfiança. Mas também sabia que, aos poucos, tinha me metido no coração de vários. Que compartilhávamos os mesmos gostos por cumbia dos anos 90, que eu tinha me mudado pra barraco da minha mina e me adaptado a esse estilo de vida, e que, como já disse várias vezes, ter engravidado ela tão rápido pelo menos me deu moral com os caras.
Umas horas depois, mas principalmente depois de vários drinks, a festa relativamente tranquila se transformou numa espécie de baile de tarde. E é que as caixas de som tremiam com a cumbia bonner, e rapidamente o quintal de terra da casa do aniversário virou uma pista de dança. Dançamos todos, ou quase todos, até os mais velhos, e claro, as novinhas. Minha mina, que já tinha várias doses de Frize e gancia no corpo, começou a dançar pra mim de um jeito bem excitante. Começou a me reboltar. Nos primeiros minutos, deixou eu abraçar ela por trás, com minhas mãos na altura da barriguinha grávida e com minha pica bem dura encostada na bunda dela, perfeitamente nua. Ela fazia movimentos suaves, mexendo a bunda, roçando na minha pica. Mas conforme os hits iam passando, a rebolação foi ficando mais intensa; já não eram movimentos suaves, e sim selvagens, quentes, basicamente batendo a bundinha perfeita dela na minha pica bonner. E pra quem tá se perguntando, sim, ela tava me reboltar. Selvagem a poucos metros da própria mãe. Devo dizer que sim, e ainda por cima era a própria mãe dela que estava dançando quente com um cara que também tinha ido ao aniversário. Ainda tenho na mente hoje a lembrança de sentir as investidas da minha mina com a bunda dela batendo no meu pau enquanto eu levantava a vista e via minha sogra se esfregando e dançando sexy pro cara da camisa creme. Eu sei que hoje, com tudo que já contei, parece nada, mas naquele momento — que, se não me engano, fazia um mês que eu tinha me mudado — ter uma situação daquelas de putaria e safadeza entre mãe e filha me deixava louco. Não sei quanto tempo ficamos rebolando, sinceramente, quem vos fala já tava meio bêbado também, sempre tive uma fraqueza por Frizze, principalmente o azul. Mas lembro de deslizar minha mão esquerda por baixo do vestidinho rosa da minha mina. Toquei suavemente a calcinha fio dental branca dela e tava completamente encharcada. Molhada pra caralho. Senti um calor, um fogo extra no corpo todo. Sem me importar com nada, dois dos meus dedos passaram por baixo da calcinha dela e comecei a tocar a buceta dela. Bem melada, molhada, super excitada. Eu tava com o pau durasso, não aguentava mais. Rebolando com a minha mina com dois dedos dentro da buceta dela já seria um fogo em qualquer balada da Matanza, mas fazer isso num aniversário de tarde/noite e com a família toda perto era uma loucura autêntica. Longe de tirar minha mão, minha mina continuou rebolando até que, sem me dizer nada, me pegou pela mão e me levou andando até um dos quartos. Sem muito disfarce, entramos no quarto do priminho mais novo da minha mina. Obviamente, paredes sem reboco, teto de madeira com grandes manchas pretas de umidade e vários brinquedos espalhados pelo chão. Ela me empurrou na cama de solteiro que tinha lençóis de desenhos e veio pra cima de mim. Começamos a nos beijar na boca, com paixão, com tesão, com um desenfreado total e com o extra de estarmos os dois bêbados. Os beijos Elas estavam quentes e, sem parar de sentir a língua dela na minha, abaixei o jeans como pude. Aproveitando que eu não uso cueca, coloquei minha piroca dura, venosa e cabeçuda contra a buceta molhada dela. Minha mina afastou a tanga fio dental e, sem nem tirar, deixou minha porra entrar até o fundo da buceta dela. Assim, de uma vez. Sem rodeios, sem camisinha, aproveitando todo o fluxo dela como lubrificante. A barriguinha de grávida dela batia um pouco na minha, mas isso não impedia minha mina de pular em cima de mim. Ela começou a me cavalgar num ritmo feroz. Com aquele nível de álcool e aquele tesão, não tinha chance de começar devagar. Tudo era selvagem, bem bruto, ela pulava em cima da piroca enquanto eu, por baixo do vestido dela, apertava os peitos dela. A pobre caminha de solteiro rangia a cada cavalgada dela. E ela pulava em cima de mim sem se importar com nada. Eu, por minha vez, curtia e curtia como nunca na vida. Minha mina alternava beijos na minha boca com chupões no pescoço, enquanto, entre gemidos, repetia sem parar: "cê é meu, pai, cê é meu". Em dois momentos da foda, enquanto Jesi me cavalgava destruindo minha piroca, eu tinha que pensar em outra coisa, porque se eu pensasse que estávamos fodendo na cama do priminho dela, num aniversário, e tão quentes assim, com certeza eu ia gozar antes dos 20 minutos. Na real, essa foda foi muito importante pra mim, porque eu sentia que, por mais que minha mina me cavalgasse bem bruto, chupasse minha boca, colocasse minhas mãos nos peitos dela, eu tinha o controle total da minha gozada. Algo que a grande maioria dos caras tem natural, tipo um 10 habilidoso, mas pra mim era um pouco mais difícil, já que por vários anos eu me acostumei a foder com patricinhas que, pelo menos naquela época, não eram nem 2% na cama do que uma mina média podia fazer. Tão bem estavam saindo as coisas que, quando minha mina gozou enchendo minha piroca de fluxo e enquanto dava uns gemidos lindos de prazer, eu estava inteiro, sentia que podia continuar. fodendo pelo menos mais uma hora. Acho que era mais uma sensação do que realidade. Mas naquele momento encaixava perfeitamente, como se ela já estivesse grávida e eu desse mais pica pra garantir. Foi exatamente aí que minha mina, enquanto continuava cavalgando em mim, mas mais devagar, me pediu explicitamente o seguinte: "me enche de porra, amor, me dá tudo". E ali eu perdi todo o controle pra merda. Mas não importa, porque a tarefa já estava feita, então não resisti e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma gozada linda, sentia como minha pica saía bem apertada e disparava dentro da buceta dela. Demos uns beijos gostosos e minha mina, como se ainda não pudesse me deixar mais louco e mais tesudo, passou a mão na buceta e depois limpou nos lençóis da cama. Sem arrumar nada, sem limpar nada, saímos do quarto e voltamos pro aniversário. Pra quem quiser contribuir ou ajudar com algum presentinho sem compromisso, deixamos o Private Message r11.206xs.147
O primeiro aniversário de quebrada. A real é que não lembro exato se foi o primeiro primeiro aniversário de quebrada que eu tive que ir, mas foi um dos primeiros e possivelmente um que marcou a diferença entre o mundo que eu tinha deixado pra trás e o mundo com a minha mina e a família dela. Vale dizer que eu ainda tava me adaptando às minas, e por isso esse aniversário tinha cara de batismo de fogo.
Os preparativos pro aniversário começaram cedo, era de um dos setecentos priminhos da minha mina, e rapidamente a família começou a cozinhar as picanhas, ir buscar os palitos, os salgadinhos, colocar os balões, etc. A Jessi, no entanto, mostrando que ia ser uma vagabunda gostosa a relação toda, não levantou da mesa nem um segundo pra ajudar, mas ficou com outra prima fazendo as unhas. Prioridades. Tava lá sentadinha, de calçada, com uma calcinha preta, completamente pelada, com um fiozinho que deixava transparecer, toda tranquila, sem se mexer, enquanto as tias e outros parentes iam de um lado pro outro carregando as coisas do aniversário. O único comentário dela sobre o aniversário foi: "E prima, vão comprar o que pra beber? Eu quero freeze, hein." Impossível não te subir o pau ouvindo ela falar sem se importar. absolutamente nada fiel ao estilo de uma mina de lei. Eu, por minha parte, tava numa situação meio termo, sem saber se dava uma força ou ficava na minha. Mas minha mina resolveu os problemas ou as dúvidas: "vai com os manos love, comprar umas paradas pra beber". Sem tirar o olho da rabeta dela de calça jeans, concordei com a cabeça enquanto por dentro eu ardia de saber que tinha conquistado a verdadeira mina. Caminhamos com alguns dos primos umas quadras até onde compravam a bebida e voltamos com três ou quatro garrafas cada um. Tinha muito, muita cerveja, vinho de caixa e Gancia. Enquanto a gente ia andando, um dos manos primos falou: "parabéns pelo guri (pela gravidez)". Trocamos umas palavras numa boa, e o primo da minha mina me deu uma frase que marcaria a Jesi por todos os anos futuros: "olha que a Jesi é foda, ela é mó vagabunda, a filha da puta". Aí outro dos primos que vinha andando atrás da gente, também carregado de garrafas de bebida, completou: "esquece, agora que ela tem macho e tá prenha, até o cu você vai ter que limpar". Eu caminhava feliz, mas tentava esconder um pouco o sorriso porque sentia que os manos estavam me aceitando, eu tava virando parte da família do bairro e dos códigos. Claro que sabia que não podia vacilar, mas sentia que ter engravidado minha mina tão rápido era tipo um ponto a meu favor. Em termos de futebol, ganhar o clássico fora de casa. O que mais lembro do aniversário, obviamente sem contar o sexo, é a quantidade de gente que tinha. Meio que me sufocava, era um monte: crianças, adultos, bebês. Como pra boa parte da família eu era a figurinha nova, recebia muita atenção e me metralhavam de perguntas. Na hora, senti como se fosse uma prova. Tipo, pra ver se eu era qualificado pra fazer parte do mundo dos manos. Por sorte, nunca tive vergonha e respondia com muita naturalidade cada pergunta que faziam. Se eu hesitava, bastava olhar pra minha mina. ver ela toda putinha vila e grávida, e parecia que as respostas saíam sozinhas. É que já dentro do aniversário, a Jesi tava arrasando a pista. Ela tinha colocado um vestidinho rosa choque bem justo no corpo, bem curtinho, na altura da bunda, marcando a barriguinha de grávida e destacando a bunda firme e redonda dela. Por trás, era um espetáculo. Você via ela andar e parecia que ela rebolava aquela bunda como se tivesse dançando um ritmo tropical. Os glúteos mexiam no ritmo dos passos dela, e o vestido, bem fininho, deixava transparecer todo o fio da calcinha fio-dental branca. Como se isso não bastasse, toda vez que ela sentava, o vestido subia uns centímetros, deixando ver o branco da fio-dental que cobria a pussy dela. Olha, minha mina tava arrasando, mas não pensem que ela não tinha concorrência. Tinha, e de sobra. É que não importa de quem seja o aniversário nem a hora da tarde em que rola. O importante é chamar a atenção. O desfile de minhas tinha começado. Do que você imaginar, tinha. Leggings bem apertadas em bundas perfeitas. De fio-dental, você ia morrer. Tinha vestidinhos curtos e justos no corpo. Tinha vestidos de zíper, como se usava na época, com o zíper abaixado pra mostrar o decote. E não era só entre as minas novinhas que tinha competição, não; entre as minas mais velhas também queriam dar o ar da graça. Minha sogra, por exemplo, tinha colocado uma legging animal print superjusta na bunda, completamente nua por baixo, como se fosse uma das filhas dela. Além disso, aproveitando os peitões que a Lúcia tem, um decote bem suculento numa regatinha preta. Sendo sincero, não sei como os moleques faziam pra não ir bater uma no banheiro vendo tudo aquilo. Ou talvez algum tenha ido e eu não fiquei sabendo, haha. Talvez uma das coisas mais engraçadas do aniversário é que, em nenhum momento, as minas que já tinham filhos davam bola pra eles. Os teus estavam lá correndo, gritando, se metendo em perigo, enquanto as minhas sentadas na mesa tomavam Frize e conversavam com a Jéssi sobre a gravidez dela ou sobre assuntos super transcendentais e importantes. Como é que tinha aumentado o salão, os novos tênis Nike que anunciavam na TV, que tinham comprado com o dinheiro do auxílio, e claro, os jogos da fragata Almirante Brown. Eu me enchi de orgulho quando uma das tias da minha mina, sem papas na língua, gritou bem alto: "Ah, mas você engravidou ela na hora, hein, moleque!", fazendo alusão a eu ter engravidado ela rápido. Com certeza eu tinha uma pica bem grande.
Claro que eu não acreditava em todos os elogios da família dela; sabia que vários me olhariam como um playboy que caiu num território desconhecido e que, só por ser playboy, me olhavam com nojo e desconfiança. Mas também sabia que, aos poucos, tinha me metido no coração de vários. Que compartilhávamos os mesmos gostos por cumbia dos anos 90, que eu tinha me mudado pra barraco da minha mina e me adaptado a esse estilo de vida, e que, como já disse várias vezes, ter engravidado ela tão rápido pelo menos me deu moral com os caras.
Umas horas depois, mas principalmente depois de vários drinks, a festa relativamente tranquila se transformou numa espécie de baile de tarde. E é que as caixas de som tremiam com a cumbia bonner, e rapidamente o quintal de terra da casa do aniversário virou uma pista de dança. Dançamos todos, ou quase todos, até os mais velhos, e claro, as novinhas. Minha mina, que já tinha várias doses de Frize e gancia no corpo, começou a dançar pra mim de um jeito bem excitante. Começou a me reboltar. Nos primeiros minutos, deixou eu abraçar ela por trás, com minhas mãos na altura da barriguinha grávida e com minha pica bem dura encostada na bunda dela, perfeitamente nua. Ela fazia movimentos suaves, mexendo a bunda, roçando na minha pica. Mas conforme os hits iam passando, a rebolação foi ficando mais intensa; já não eram movimentos suaves, e sim selvagens, quentes, basicamente batendo a bundinha perfeita dela na minha pica bonner. E pra quem tá se perguntando, sim, ela tava me reboltar. Selvagem a poucos metros da própria mãe. Devo dizer que sim, e ainda por cima era a própria mãe dela que estava dançando quente com um cara que também tinha ido ao aniversário. Ainda tenho na mente hoje a lembrança de sentir as investidas da minha mina com a bunda dela batendo no meu pau enquanto eu levantava a vista e via minha sogra se esfregando e dançando sexy pro cara da camisa creme. Eu sei que hoje, com tudo que já contei, parece nada, mas naquele momento — que, se não me engano, fazia um mês que eu tinha me mudado — ter uma situação daquelas de putaria e safadeza entre mãe e filha me deixava louco. Não sei quanto tempo ficamos rebolando, sinceramente, quem vos fala já tava meio bêbado também, sempre tive uma fraqueza por Frizze, principalmente o azul. Mas lembro de deslizar minha mão esquerda por baixo do vestidinho rosa da minha mina. Toquei suavemente a calcinha fio dental branca dela e tava completamente encharcada. Molhada pra caralho. Senti um calor, um fogo extra no corpo todo. Sem me importar com nada, dois dos meus dedos passaram por baixo da calcinha dela e comecei a tocar a buceta dela. Bem melada, molhada, super excitada. Eu tava com o pau durasso, não aguentava mais. Rebolando com a minha mina com dois dedos dentro da buceta dela já seria um fogo em qualquer balada da Matanza, mas fazer isso num aniversário de tarde/noite e com a família toda perto era uma loucura autêntica. Longe de tirar minha mão, minha mina continuou rebolando até que, sem me dizer nada, me pegou pela mão e me levou andando até um dos quartos. Sem muito disfarce, entramos no quarto do priminho mais novo da minha mina. Obviamente, paredes sem reboco, teto de madeira com grandes manchas pretas de umidade e vários brinquedos espalhados pelo chão. Ela me empurrou na cama de solteiro que tinha lençóis de desenhos e veio pra cima de mim. Começamos a nos beijar na boca, com paixão, com tesão, com um desenfreado total e com o extra de estarmos os dois bêbados. Os beijos Elas estavam quentes e, sem parar de sentir a língua dela na minha, abaixei o jeans como pude. Aproveitando que eu não uso cueca, coloquei minha piroca dura, venosa e cabeçuda contra a buceta molhada dela. Minha mina afastou a tanga fio dental e, sem nem tirar, deixou minha porra entrar até o fundo da buceta dela. Assim, de uma vez. Sem rodeios, sem camisinha, aproveitando todo o fluxo dela como lubrificante. A barriguinha de grávida dela batia um pouco na minha, mas isso não impedia minha mina de pular em cima de mim. Ela começou a me cavalgar num ritmo feroz. Com aquele nível de álcool e aquele tesão, não tinha chance de começar devagar. Tudo era selvagem, bem bruto, ela pulava em cima da piroca enquanto eu, por baixo do vestido dela, apertava os peitos dela. A pobre caminha de solteiro rangia a cada cavalgada dela. E ela pulava em cima de mim sem se importar com nada. Eu, por minha vez, curtia e curtia como nunca na vida. Minha mina alternava beijos na minha boca com chupões no pescoço, enquanto, entre gemidos, repetia sem parar: "cê é meu, pai, cê é meu". Em dois momentos da foda, enquanto Jesi me cavalgava destruindo minha piroca, eu tinha que pensar em outra coisa, porque se eu pensasse que estávamos fodendo na cama do priminho dela, num aniversário, e tão quentes assim, com certeza eu ia gozar antes dos 20 minutos. Na real, essa foda foi muito importante pra mim, porque eu sentia que, por mais que minha mina me cavalgasse bem bruto, chupasse minha boca, colocasse minhas mãos nos peitos dela, eu tinha o controle total da minha gozada. Algo que a grande maioria dos caras tem natural, tipo um 10 habilidoso, mas pra mim era um pouco mais difícil, já que por vários anos eu me acostumei a foder com patricinhas que, pelo menos naquela época, não eram nem 2% na cama do que uma mina média podia fazer. Tão bem estavam saindo as coisas que, quando minha mina gozou enchendo minha piroca de fluxo e enquanto dava uns gemidos lindos de prazer, eu estava inteiro, sentia que podia continuar. fodendo pelo menos mais uma hora. Acho que era mais uma sensação do que realidade. Mas naquele momento encaixava perfeitamente, como se ela já estivesse grávida e eu desse mais pica pra garantir. Foi exatamente aí que minha mina, enquanto continuava cavalgando em mim, mas mais devagar, me pediu explicitamente o seguinte: "me enche de porra, amor, me dá tudo". E ali eu perdi todo o controle pra merda. Mas não importa, porque a tarefa já estava feita, então não resisti e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma gozada linda, sentia como minha pica saía bem apertada e disparava dentro da buceta dela. Demos uns beijos gostosos e minha mina, como se ainda não pudesse me deixar mais louco e mais tesudo, passou a mão na buceta e depois limpou nos lençóis da cama. Sem arrumar nada, sem limpar nada, saímos do quarto e voltamos pro aniversário. Pra quem quiser contribuir ou ajudar com algum presentinho sem compromisso, deixamos o Private Message r11.206xs.147

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