Minha gata me come no aniversário à tarde

Olá, pessoal! Aqui estamos trazendo mais uma das tantas histórias que temos com a minha mina. Desculpa a gente não estar escrevendo muito, mas faz dois meses que descobrimos a quarta bênção, nosso quarto filho ou filha. Então, continuamos povoado de turros, era um parto lindo da Matanza, como vocês sabem por aquelas histórias daqueles anos gloriosos que possivelmente nunca vão voltar, quando o país tinha o cheiro das girls. Dá pra dizer que foi onde tudo começou, ou pelo menos onde essa história começou. E o que melhor do que lembrar daqueles belos anos de cumbia, freeze, azul, girls de calçada e thong babe de asignações, planos e, claro, porra, pra esquecer um pouco esse presente tão frio e hostil? O primeiro aniversário turro. A real é que não lembro exato se foi o primeiro primeiro aniversário turro que eu tive que ir, mas foi um dos primeiros e possivelmente um dos que marcou a diferença entre o mundo que eu tinha deixado pra trás e o mundo com a minha turra e a família dela. Vale dizer que eu ainda tava me adaptando das girls, e por isso esse aniversário tinha cara de batismo de fogo. Os preparativos pro aniversário começaram cedo, era de um dos 700 priminhos da minha mina, e rapidinho a família começou a cozinhar as pisetas, ir buscar os palitos, os chisitos, colocar os balões, etc. A Jessi, no entanto, mostrando que ia ser uma vagabunda gostosa a relação toda, não levantou da mesa nem um segundo pra ajudar, ficou com outra prima fazendo as unhas. Prioridades. Tava lá sentadinha, bem na calçada, com uma calcinha preta, completamente pelada, com um fiozinho que deixava transparecer, toda tranquila, sem se abalar, enquanto as tias e outros parentes iam de um lado pro outro carregando as coisas do aniversário. O único comentário dela sobre o aniversário foi: "E prima, vão comprar o que pra beber? Eu quero freeze". Impossível não te subir o pau ouvindo ela falar sem se importar. absolutamente nada fiel ao estilo de uma mina de lei. Eu, por minha parte, tava numa situação meio termo, sem saber se dava uma força ou ficava na minha. Mas minha mina resolveu os problemas ou as dúvidas: "vai com os manos love comprar um bagulho pra beber". Sem parar de olhar pra rabeta dela de calça jeans, assenti com a cabeça enquanto por dentro tava pegando fogo de saber que tinha conquistado a verdadeira mina. Caminhamos com alguns dos primos umas quadras até onde compravam a bebida e voltamos com três ou quatro garrafas cada um. Tinha muito, muita cerveja, vinho de caixa e Gancia. Enquanto a gente ia andando, um dos manos primos falou: "parabéns pelo moleque (pela gravidez)". Trocamos umas palavras numa boa, e o primo da minha mina me deu uma frase que marcaria a Jesi por todos os anos futuros: "olha que a Jesi é foda, ela é mó vagabunda, a filha da puta". Aí outro dos primos que vinha andando atrás da gente, também carregado de garrafas de bebida, completou: "esquece, agora que tem macho e tá prenha, até o cu você vai ter que limpar". Eu caminhava feliz, mas tentava esconder um pouco o sorriso porque sentia que os manos tavam me aceitando, que eu tava virando parte da família do bairro e dos códigos. Claro que sabia que não podia vacilar, mas sentia que ter engravidado minha mina tão rápido era tipo um ponto a meu favor. Em termos de futebol, ganhar o clássico fora de casa. O que mais lembro do aniversário, obviamente sem contar o sexo, é a quantidade de gente que tinha. Meio que me sobrecarregava, era um monte: crianças, adultos, bebês. Pra boa parte da família, eu era a figurinha nova, recebia muita atenção e me metralhavam de perguntas. Na hora, senti como se fosse um teste. Tipo, pra saber se eu tava qualificado pra fazer parte do mundo mano. Por sorte, nunca tive vergonha e respondia com muita naturalidade cada pergunta que faziam. Se eu hesitasse, era só olhar pra minha mina. ver ela toda piranha vadia e grávida, e parecia que as respostas saíam sozinhas. É que já dentro do aniversário, a Jesi tava arrasando a pista. Ela tinha colocado um vestidinho rosa choque bem justo no corpo, bem curtinho, na altura da bunda, marcando a barriguinha de grávida e destacando a bunda firme e redonda dela. Por trás, era um espetáculo. Você via ela andar e parecia que ela rebolava aquela bunda como se dançasse um ritmo tropical. Os glúteos se mexiam no ritmo dos passos dela, e o vestido, bem fininho, deixava transparecer toda a tirinha da tanga branca. Como se isso não bastasse, toda vez que ela sentava, o vestido subia uns centímetros, deixando ver o branco da tanga que cobria a pussy. Embora minha mina estivesse arrasando, não pensem que ela não tinha concorrência. Tinha, e de sobra. E é que não importa de quem seja o aniversário nem a hora da tarde em que acontece. O importante é chamar a atenção. O desfile de minas tinha começado. Do que você imaginar, tinha. Leggings bem apertadas em bundas perfeitas. De tanga, você ia morrer. Tinha vestidinhos curtos e justos no corpo. Tinha vestidos de zíper, como se usavam na época, com o zíper baixo pra mostrar o decote. E não era só entre as minas novinhas que tinha competição, não; entre as minas mais velhas também queriam dar o recado. Minha sogra, por exemplo, tinha colocado uma legging animal print superjusta na bunda, completamente naked, como se fosse uma das filhas dela. Além disso, aproveitando os peitões que a Lúcia tem, um decote suculento numa regatinha preta. Sendo sincero, não sei como os moleques faziam pra ver tudo aquilo e não ir bater uma no banheiro. Ou talvez algum tenha feito e eu não fiquei sabendo, haha. Talvez uma das coisas mais engraçadas do aniversário é que, em nenhum momento, as minas que já tinham filhos davam bola pra eles. Os teus estavam lá correndo, gritando, se colocando em perigo, enquanto as minas sentadas na mesa tomavam Frize e conversavam com a Jesi sobre a gravidez dela ou sobre assuntos super transcendentais e importantes. como é que a barbearia tinha aumentado, os novos tênis Nike que anunciavam na TV, que tinham comprado com a grana do auxílio, e claro, os jogos da fragata Almirante Brown. Eu me enchi de orgulho quando uma das tias da minha mina, sem papas na língua, gritou bem alto: "ah, mas você engravidou ela na hora, hein, moleque", fazendo alusão a eu ter engravidado ela rápido. Com certeza eu tinha a pica bem grande. Claro que eu não acreditava em todos os elogios da família dela, sabia que vários me olhariam como um playboy que caiu num território desconhecido e que só por ser playboy me olhavam com nojo e desconfiança. Mas também sabia que aos poucos eu tinha entrado no coração de vários. Que a gente compartilhava os mesmos gostos por cumbia dos anos 90, que eu tinha me mudado pro barraco da minha mina e me adaptado a esse estilo de vida, e que, como já disse várias vezes, ter engravidado ela tão rápido pelo menos me deu moral com os caras.

Umas horas depois, mas principalmente depois de vários drinks, a festa relativamente tranquila se transformou numa espécie de baile de tarde. E é que as caixas de som tremiam com a cumbia bonner, e rapidamente o quintal de terra da casa do aniversário virou uma pista de dança. Dançamos todos, ou quase todos, até os mais velhos, e claro, as novinhas. Minha mina, que já tinha várias doses de Frize e gancia no corpo, começou a dançar pra mim de um jeito bem excitante. Começou a me rebolando. Nos primeiros minutos, deixou eu abraçar ela por trás, com minhas mãos na altura da barriguinha grávida e com minha pica bem dura encostada na bunda dela, perfeitamente nua. Ela fazia movimentos suaves, mexendo a bunda, roçando na minha pica. Mas conforme os hits iam passando, a rebolada foi ficando mais intensa, já não eram movimentos suaves, mas sim selvagens, quentes, basicamente batendo a bundinha perfeita dela na minha pica bonner. E pra quem tá se perguntando, sim, ela tava me rebolando. Selvagem a poucos metros da própria mãe. Devo dizer que sim, e que além disso era a própria mãe dela que estava dançando quente com um cara que também tinha ido ao aniversário. Ainda tenho a lembrança hoje na minha mente de sentir as investidas da minha mina com a bunda dela batendo no meu pau enquanto eu levantava a vista e via minha sogra se esfregando e dançando sexy para o cara da camisa creme. Eu sei que hoje, com todas as coisas que já contei, parece nada, mas naquele momento — que, se não me engano, fazia um mês que eu tinha me mudado — ter uma situação tão putaria e safadeza entre mãe e filha me deixava louco. Não sei quanto tempo ficamos rebolando, sinceramente, quem fala aqui já estava meio bêbado também, sempre tive uma fraqueza por Frizze, principalmente o azul. Mas lembro de deslizar minha mão esquerda por baixo do vestidinho rosa da minha mina. Toquei suavemente a calcinha fio dental branca dela e estava completamente encharcada. Molhada pra caralho. Senti um calor, um fogo extra em todo o meu corpo. Sem me importar com nada, dois dos meus dedos passaram por baixo da calcinha dela e comecei a tocar a buceta dela. Bem melada, molhada, super excitada. Eu estava com o pau duro que não aguentava mais. Rebolando com minha mina com dois dos meus dedos dentro da buceta dela já seria um fogo em qualquer balada da Matanza, mas fazer isso num aniversário de tarde/noite e com toda a família dela perto era uma loucura autêntica. Longe de tirar minha mão, minha mina continuou rebolando em mim até que, sem me dizer nada, me pegou pela mão e me levou andando até um dos quartos. Sem muito disfarce, entramos no quarto do priminho mais novo da minha mina. Obviamente, paredes sem reboco, teto de madeira com grandes manchas pretas de umidade e vários brinquedos jogados no chão. Ela me empurrou na cama de solteiro que tinha lençóis de desenhos e se jogou em cima de mim. Começamos a nos beijar na boca, a nos beijar com paixão, com tesão, com um desenfreado total e com o extra de estarmos os dois bêbados. Os beijos Elas estavam quentes e, sem parar de sentir a língua dela na minha, consegui abaixar meu jeans de qualquer jeito. Aproveitando que eu não uso cueca, coloquei minha piroca dura, veiuda e cabeçuda contra a buceta molhada dela. Minha mina tirou a calcinha fio-dental e, sem nem tirar, deixou minha porra entrar até o fundo da buceta dela. Assim, na lata. Sem enrolação, sem camisinha, usando todo o fluxo dela como lubrificante. A barriguinha de grávida dela batia um pouco na minha, mas isso não impedia minha mina de pular em cima de mim. Ela começou a cavalgar num ritmo feroz. Com aquele nível de álcool e aquele tesão, não tinha chance de começar devagar. Tudo era selvagem, bem bruto, ela pulava em cima da piroca enquanto eu, por baixo do vestido dela, apertava os peitos dela. A pobre caminha de solteiro rangia a cada cavalgada dela. E ela pulava em cima de mim sem se importar com nada. Eu, por minha vez, curtia e curtia como nunca na vida. Minha mina alternava beijos na minha boca com chupões no pescoço, enquanto, entre gemidos, repetia sem parar: "cê é meu, pai, cê é meu". Em dois momentos da foda, enquanto Jesi me cavalgava destruindo minha piroca, eu tinha que pensar em outra coisa, porque se eu pensasse que a gente tava fodendo na cama do priminho dela, num aniversário, e desse jeito quente, com certeza eu ia gozar antes dos 20 minutos. Na real, essa foda foi muito importante pra mim, porque eu sentia que, por mais que minha mina me cavalgasse bem bruto, chupasse minha boca e colocasse minhas mãos nos peitos dela, eu tinha controle total da minha gozada. Algo que a maioria dos caras tem natural, tipo um 10 habilidoso, mas pra mim era mais difícil, porque durante vários anos eu tinha me acostumado a foder com patricinhas que, pelo menos naquela época, não eram nem 2% na cama do que uma mina média podia fazer. Tava tão bem encaminhado que, quando minha mina gozou enchendo minha piroca de fluxo e soltando uns gemidos lindos de prazer, eu tava inteiro, sentia que podia continuar. fodendo pelo menos mais uma hora. Acho que era mais uma sensação do que realidade. Mas naquele momento encaixava perfeitamente, como se ela já estivesse grávida e eu tivesse que meter mais pra garantir. Foi exatamente aí que minha mina, enquanto continuava cavalgando em mim, mas mais devagar, me pediu explicitamente o seguinte: "me enche de porra, amor, me dá tudo". E ali eu perdi todo o controle pra merda. Mas não importa, porque a tarefa já estava feita, então não resisti e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma gozada linda, sentia como meu pau saía bem apertado e disparava dentro da buceta dela. Demos uns beijos gostosos e minha mina, como se ainda não pudesse me deixar mais louco e mais tesudo, passou a mão na buceta e depois limpou nos lençóis da cama. Sem arrumar nada, sem limpar nada, saímos do quarto e voltamos pro aniversário. Pra quem quiser contribuir ou nos ajudar com algum presentinho sem compromisso, deixamos o Private Message r11.206xs.147Minha gata me come no aniversário à tarde
peitos

2 comentários - Minha gata me come no aniversário à tarde

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nano652 +2
Exelente relato, felicitaciones por la o el cuarto, espero el garche con la suegra