Estreia sexual com a vizinha solteirona

Um garoto vai devolver um pacote pra vizinha dele que encontrou na caixa de correio, mas vai fazer muito mais do que isso com ela e por ela.

Num subúrbio normal como qualquer outro, cheio de casas, ruas e jardins, com moradores sendo famílias típicas como qualquer outra, com um estilo de vida e convivência do mesmo tipo, algo tão cotidiano quanto na vida real, tinha um casal com um filho único, o protagonista da história, que foi criado e educado de um jeito tradicional e carinhoso. A mãe dele era acima de tudo uma dona de casa bem caseira, e o pai um homem muito trabalhador e provedor, mas principalmente muito ausente por causa da agenda de trabalho, assim como acontecia com os vizinhos e outros moradores todo fim de semana, porque eles costumavam sair pra espairecer. Então, durante os sábados e domingos, grande parte do subúrbio parecia uma cidade fantasma. Numa manhã de sábado, a mãe teve que sair pra comer com umas amigas e depois ir fazer compras, além de cuidar de outros assuntos. O filho a acompanhou e esperou até que ela subisse no carro e ligasse o motor pra se despedir. Antes de voltar pra casa, ele conferiu a caixa de correio e encontrou um pacote. Quando olhou, percebeu que a correspondência tinha se enganado, e que o verdadeiro destinatário, como dizia a nota etiquetada, era o nome da vizinha dele, que morava na casa da frente. Ele só precisava entregar pra ela. Parou na porta da entrada principal e mal conseguiu alcançar a campainha pra tocar. Assim que o som parou, a porta se abriu, e o garoto, de um jeito bem educado, cumprimentou e disse que só veio entregar um pacote que encontrou na caixa de correio e que parecia ser dela. Ela agradeceu pelo favor, pegou a entrega e, antes que o garoto fosse embora, a mulher o convidou pra entrar e também acompanhá-la no café da manhã. E o garoto, por ser educado e cavalheiro, aceitou o convite, já que seria uma oportunidade de interagir mais com a vizinha, porque quando se encontravam, só trocavam cumprimentos entre si. e disso não passava. Quando o menino terminou, ele comenta que precisava ir embora porque não queria deixar a casa dele sozinha. A vizinha então pede que ele faça um último favor: que a acompanhe até o quarto dela, que ficava no andar de cima. Ela explica que o batom dela caiu e rolou para debaixo da cama, e que como ele era menor, conseguiria pegar do fundo mais fácil e rápido, além de que ela não queria se sujar ainda, já que tinha tomado banho há pouco e por isso estava de roupão. O menino atendeu ao último pedido, enfiou-se debaixo da cama, pegou o batom e entregou a ela. Tentou abrir a porta para descer e ir embora, mas ao puxar a maçaneta, ela não abria. Então a vizinha, sentada na cama, diz: "Sabe, você ainda não pode ir. Queria que me fizesse mais um último favor." Quando o menino virou para ouvir a instrução, a mulher terminou de passar o batom e, na frente dele, tirou o roupão, ficando só de lingerie. O menino ficou muito impressionado, de boca aberta, o pulso acelerou, entrou em estado de choque, incapaz de falar e de parar de olhar para aquela deusa. Ele estava hipnotizado. A mulher, chamando-o com o dedo indicador, pede que ele se aproxime. Quando ele chegou ao lado dela, ela diz: "Está na hora de nos conhecermos melhor." Começa a acariciá-lo e a fazer carinho. Digamos que ela não gostava de vê-lo tão pasmo e precisava animá-lo antes, dando um agrado nele. Ela fez uma breve conversa e confissão, enquanto dava muestras de carinho. Disse que o viu crescer desde que era bebê e que tinha certa inveja da mãe dele, porque elas são mais ou menos da mesma idade, mas, diferente dela, a mãe dele conseguiu algo que ela nunca teria na vida: formar uma família feliz. Porque a vizinha era uma mulher infértil, e é por isso que, apesar da beleza dela, nenhum homem a levava a sério. E diante dessa desilusão e necessidade de afeto, aparentemente desenvolveu um complexo de Jocasta, tendo o pequeno vizinho como seu alvo e objetivo sexual preferido. E além disso... Da conduta de paquera dela, ela assumiu o papel de babá, depois os dois se deitaram na cama e a mulher começou a despir o convidado dela, que nunca resistiu a nada. O cérebro dele foi lavado, e ele virou um completo submisso, se entregando e se deixando levar pelos prazeres carnais que a vizinha degenerada tava oferecendo. E vamos combinar, esse momento não foi por acaso, foi bem planejado e calculado por ela como autora intelectual. Assim que os dois ficaram pelados, a mulher primeiro começou a beijar ele intensamente, boca com boca e língua com língua, enquanto pressionavam e esfregavam os corpos um no outro, gerando calor, suor e aumentando o tesão, principalmente na fêmea. Embora o moleque já tivesse uma ereção, a mulher decidiu guardar ela pro final, preferiu fazer tudo isso em vez de um oral, porque queria ser penetrada por aquela pica, mesmo que fosse só por um tempinho, já que não esperava muito de um garoto tão inocente, virgem e inexperiente. E assim, ela enfiou o membro dele dentro dela, assumindo o controle da parada. Esse acasalamento só durou uns trinta minutos, e o menino gozou dentro, porque não ia dar em nada mesmo. Exausto, ele não demorou a desmaiar depois da primeira experiência sexual dele, que pra um pivete de pouca idade já era a maior emoção, considerando que só de ver ela ao vivo e a cores de lingerie já era excitante pra caralho. O menino acordou e agora tava deitado num sofá da sala, confuso, e começou a se perguntar se tudo que tinha rolado antes era real ou um sonho.

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