Lupita e o Negão Uganda capítulo 1O celular de Lupita toca, e ela, muito irritada, atende pensando que se fosse o Rodrigo, ia esculachar ele por ter feito aquilo com ela, mas ao atender, ouviu a voz rouca de cachaça do seu Pedro… — Como é que tá a puta mais gostosa que já comi… sentindo saudades do seu macho, hehehe… a novinha, com seus 19 anos nas costas, ficou nervosa ao ouvir ele, sentia medo, mas ao mesmo tempo começou a brotar lá do fundo uma sensação de tesão emocionante.
— Seu Pedro… co-como o senhor tá… — Aqui, pois, trabalhando, procurando um tempinho pra dar uma escapada e te foder como você merece, hehehe… a novinha não entendia o que tava rolando com ela, sentia um ódio misturado com medo daquele cara, mas ao mesmo tempo o corpo dela reagia excitada ao reconhecer a voz daquele velho que, na base do chantagem, tinha dominado ela. Os bicos dos peitos tinham endurecido e ela sentia um arrepio no cu… — Você não sabe a vontade que eu tô de te ter nas minhas mãos, aqui todas as putas não chegam aos seus pés, todo dia eu bato uma pensando em como te comi na festa…
Lupita começou a lembrar como aquele dia na festa terminou com ela subjugada pelo poder daquele velho dominador, se entregando e gozando como nunca tinha gozado com ninguém. Seu Pedro, aquele pau sem dúvida tinha sido o melhor que ela já tinha visto e provado em todos os sentidos, mas sem a satisfação de ter visto ela gozar nenhuma vez ou de ter provado daquele elixir… — Que foi, puta… os ratos comeram sua língua, hehehe… — NÃO!! Seu Pedro, me diz pra que o senhor me ligou…
— PRA QUE!!! Pra falar com a minha mulher… com a minha puta, hehehe… a novinha só conseguiu soltar um gemido de reclamação com o que ele tava dizendo… — TÔ ERRADO, POR ACASO!!!… o velho recriminou ela de maneira brava, assustando a Lupe… — Eh!!! Não, seu Pedro, o senhor não tá errado… — hehe então me diz o que você é… a novinha, apertando o punho, cheia de vergonha, impotência e tesão, caiu no jogo do velho… — Eu-eu sou sua mu-mulher, seu Pedro… — hehe assim que eu gosto, puta, que Obedeça seu marido, hehehe...
Quero que você venha agora mesmo pra oficina... tô com uns amigos e quero que eles conheçam a beleza de mulher que eu tenho, quero que você venha com seu lindo uniforme escolar que é o que mais me excita.
Lupe continuava só ouvindo o que o velhote dizia... -- muito bem, sua putinha, quero que você se desnude agora... -- Quê!!!... -- O que você ouviu, se desnude rápido!!!! Lupita, como uma autômata, tirou a camiseta e deslizou a bermudinha, ficando completamente pelada em cima da cama... -- Pronto, seu Pedro... -- hehe não acredito, então tira uma foto e manda pro meu número, rápido... A menina quis reclamar -- M-mas não tô mentindo... -- Manda rápido!!!! Quando Lupe ouviu a voz irritada do velhote, acabou aceitando o que ele pedia e, tirando a foto, mandou pro seu carrasco, cheia de vergonha.
Seu Pedro, só de ver a foto, quase gozou... -- Muito bem, sua putinha, assim que eu gosto, vejo que você continua tão gostosa como sempre, a menina mais linda de toda a cidade... Apesar do momento vergonhoso e humilhante, um sorrisinho fraco nasceu no rosto dela com o elogio do velhote... -- Pelo amor de Deus, garota, melhor você não ter me mandado a foto, os amigos que tão aqui comigo não acreditam no quanto você é gostosa, isso me deixa com ciúmes e agora te desejo ainda mais, quero morder esses peitões e esse rabão que você tem... A menina continuava contrariada ouvindo ele, com os flashbacks dos momentos vividos na Feira e da última vez que esteve com ele naquela cama confortável onde estava; agora os amigos dele a conheciam por fotos, mas completamente pelada, isso a envergonhava.
Pega um táxi agora, garota, que eu pago a viagem daqui, é melhor você fazer isso porque sabe que vai ser pior pra você.
Sim, seu Pedro, em meia hora tô aí. Resignada, Lupita atendeu ao pedido do velho pervertido e, depois de vestir seu uniforme escolar e mentir pra mãe que ia pra umas aulas de reforço, partiu rumo à oficina mecânica onde esperavam seu velho amante, seu Pedro, e os amigos bêbados.
Ela saiu. Apressada, foi pra rua em busca do primeiro táxi que a levasse até o encontro com o seu já bem velho amante, porque vamos esclarecer: a menina tinha namorado, o velho Pedro era o amante dela.
Quando Lupita chegou no destino, desceu do táxi bem apressada e abriu o portão de chapa, entrando na oficina pra ninguém reconhecer ela entrando naquele antro de velhos bêbados, num bairro cheio de velhas fofoqueiras e críticas. O barulho do portão foi estremecedor, e os caras lá dentro, ao verem surpresos a mulher gostosa que apareceu, ficaram em completo silêncio. Não podiam acreditar como aquela jovenzinha, quase menina, era linda, chegando de visita — e olha que há pouco tinham visto ela pelada numa selfie.
Seu Pedro quase correndo saiu pra recebê-la, pagou o táxi que esperava do lado de fora e, ao voltar, viu como todos os amigos dele estavam devorando com os olhos a sua amada e jovem Lupita, que, bem tímida, ficou parada ali, imóvel. O velho pegou ela pela cintura e, de repente, a surpreendeu com um beijo de língua, pra que todos ali soubessem a quem pertencia aquela mulher.
"Senhores, quero apresentar minha namorada. O nome dela é Lupe, e pra ninguém criar ilusão, estamos muito apaixonados, hehe."
"Vamos, gata, cumprimenta meus amigos. Não se faz de tímida não, que você já me mostrou que de tímida não tem nada, hehehe."
Então Lupita cumprimentou com um beijo cada um dos presentes. Lá estavam: o irmão do Pedro, os dois velhos funcionários que, na noite em que seu Pedro a fez sua pela primeira vez, também queriam a parte deles e ficaram na vontade, e por último um homem negro que todos chamavam de Uganda. Assim, todos receberam o beijo frágil na bochecha de Lupita, e alguns dos velhos aproveitaram pra desviar a boca e dar um beijo de canto de lábio na Lupita corada.
"Vamos, então continuemos com as cartas, que agora minha mulher vai cuidar de trazer as bebidas pra gente. Vai, mulher, vai no freezer e distribui. Vamos!" Dito isso, uma sonora... tapa nos glúteos da Lupita, sinalizando que a noite estava sendo conduzida do jeito que dom Pedro dizia.
Naquela noite, foram muitas as cervejas que a jovem garota teve que servir. Quem mais bebia e mais se descontrolava era dom Pedro, sem dúvida a cerveja bateu forte e, no seu jeito de fanfarrão, humilhava nossa Lupita.
"O que houve, hoje tá mole!! Sua pirralha sem vergonha, vamos, meus amigos estão com as garrafas vazias!! Traz mais bebida rápido, porque parece que é a única coisa que você serve, vai ver quando eu te pegar mais tarde, você vai implorar pelo meu pau, sua putinha encurralada!!"
Essa situação não só incomodava a Lupe, mas também os convidados, que não paravam de olhar como a jovem mulher era gostosa. Enquanto servia, ela tinha que aguentar os roçados de mãos dos velhos, que, sem nenhum disfarce, ao receber a garrafa, agarravam sua mão frágil agradecendo a bebida e também o show da linda Lupita se exibindo com seu uniforme de colegial. O irmão de dom Pedro, aproveitando a distração do irmão mais velho, acariciou as coxas duras e torneadas da colegial, que não fez nada para não provocar a violência e o ciúme de dom Pedro. Os outros dois funcionários também aproveitaram que o chefe estava bêbado demais para acariciar os glúteos duros e redondos que a menina tinha, que, vermelha como um tomate, só se dedicava a servir cerveja para os convidados. O único que não passou a mão nela foi o homem de cor que trabalhava com dom Pedro há apenas uma semana. Lupita ficava intrigada com aquele homem negro chamado Uganda, que na verdade se chamava Loan, e era do Senegal, que foi parar naquele povoado remoto fugindo da guerra civil do seu país.
As cervejas corriam como orvalho de pólvora, e, como todo mundo sabe, beber tanto leva a mijar direto. Então, num dado momento, Uganda foi ao banheiro e, como estava ocupado, recorreu a um canto da oficina para esvaziar a bexiga cheia. O que ele não percebeu foi que, ao lado... A janela dava pra cozinha precária, e a Lupita não conseguiu evitar de olhar o momento em que o homem negro tirou o instrumento pra mijar. Lupita ficou perplexa e, com muito espanto, viu o senegalês tirar da braguilha uma mangueira de carne preta, longa e desproporcional, que mesmo dormindo era tão comprida como ela nunca, nunca tinha visto, descomunalmente cheia de veias, e uma cabeça que parecia uma ameixa roxa escura.
O Negrão começou a mijar como se nada fosse, deixando nossa Lupita toda confusa. Fez ela lembrar quando era criança e via os cavalos mijando, com jatos intermináveis de urina — isso a excitava e, sem perceber, a menina começou a se tocar na bucetinha, que já soltava uns líquidos de puro tesão. Lupita nunca tinha visto um pau tão enorme, e a putaria era algo natural que a garota já carregava dentro do corpo desenvolvido.Depois de uma hora, o velho Pedro mandou todo mundo embora porque não aguentava mais de bêbado.
— Fora, todo mundo! Quero privacidade com minha noiva! Fora!
E assim terminou aquela noite de muito álcool, com seu Pedro dormindo cinco minutos depois de deitar com Lupita. E a menina, que agora queria mesmo era uma rola bem metida na buceta, resultado do tesão que tava, sem conseguir tirar da cabeça o pauzão do negro Uganda.
NO PRÓXIMO CAPÍTULO, LUPITA DÁ UM JEITO DE ENCONTRAR O NEGRO UGANDA…
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