Um domingo às 21h30, eu estava jantando em casa com a minha mãe. A conversa girou em torno da minha prova do dia seguinte.
Mãe: Como você está levando a prova que tem amanhã?
Filho: Bem, com certeza vou passar, não é difícil.
Mãe: Tomara, já é a última e você entra de férias.
Mãe: Aliás, o que você tem? De noite você fica se revirando e me acorda.
Filho: Desculpa, é por causa do calor. Vou ao banheiro, molho o rosto e volto pra cama.
Mãe: Tá bom, vou fechar a porta com chave pra você não me acordar.
Lá pelas 22h30, fui pro meu quarto dormir, porque tinha que acordar cedo no dia seguinte. Minha mãe foi pro quarto dela e fechou a porta com chave.
Mamãe: *quando fechou a porta do quarto com chave, tirou a regata, a calça, o sutiã e a calcinha, ficando completamente pelada* — pouco depois de se deitar, recebe uma mensagem do meu valentão, que ela conhecia há um tempão e com quem já tinha dividido momentos íntimos.
Valentão: acho que amanhã vou encher o saco do seu filho, já que tô estressado e preciso desestressar de algum jeito, gostosa.
Marina mordeu o lábio inferior, lembrando da última vez que tinha "ajudado" o amante a relaxar. Os dedos dela fizeram círculos lentos em volta do mamilo durinho.
Mamãe: isso não se faz, meu amor. Quer que eu faça uma videochamada igual da outra vez, pra você relaxar comigo, querido?
Valentão: Claro que sim, loirinha — ele procurou nos contatos a mãe, que estava salva como "Marina peituda", e ligou pra ela.
O valentão não precisou de mais convite. A chamada começou, e lá estava ela: pelada, com as pernas levemente abertas, a mão já deslizando entre as coxas. O piercing no mamilo brilhava como um farol no escuro, uma provocação que ele não conseguia resistir.
Bully: Olha só, raposinha, com essas tetas tu podia alimentar a África inteira... se usar elas direito. Ele foi abaixando a cueca devagar, deixando à mostra o pauzão grosso e comprido na frente da câmera, fazendo questão que minha mãe visse tudo. Mamãe: Ah... Os olhos dela se arregalaram pra caralho ao ver a pica enorme na tela. Um brilho de safadeza iluminou o olhar dela enquanto mordia o lábio inferior. "Meu Deus... Cê acha mesmo que elas dariam conta de me saciar?" — falou com um sorrisinho maroto. Kkkk, bora ver quando você me leva pra África e a gente descobre se é verdade. Eles me dão leite de pica preta e em troca... eu dou teta.
Bully: Que ideia genial, rabuda. É exatamente isso que todas as mulheres brancas deviam fazer: dar comida e muito carinho pros negões que tão passando mal... e você vai começar hoje mesmo 🍆💦 Mamãe: "Ai, amor, imagina se a gente chega lá e eu ganho a confiança deles... me colocando assim, no meio da rua, com essa carinha." O olhar dela era safado, os lábios entreabertos convidavam à luxúria. "Posso falar pra eles: 'Vem, gurizada... podem comer'." Ela passava a língua nos lábios enquanto as mãos acariciavam o próprio corpo, imaginando os olhares famintos dos homens africanos. "E quando todos estiverem ao redor... vou dar pra eles algo mais do que minha buceta." 🥛
Mamãe: Tô cavalgando no dildo que você me deu, amor... amei demais, love. O corpo dela se movia num ritmo gostoso, os gemidos preenchiam o silêncio do quarto enquanto as cadeiras balançavam com paixão. "É um dos meus brinquedos favoritos... me preenche tanto." 💦🍆 Bully: Fico feliz, rabuda. Lembra que na África não usa sutiã... e toda vez que falar com um homem, ajoelha e olha na cara dele. Assim eles vão saber quem manda. 😈👅 Mamãe: Ah, eu já sei... A voz dela era um sussurro, cheio de promessas eróticas enquanto imaginava a cena. "Vou ajoelhar... e olhar na cara deles enquanto me tocam... enquanto me usam..." As mãos deslizavam pelo corpo, imaginando as mãos calejadas dos homens africanos na pele dela. "E vou dar tudo o que eles quiserem... porque sou uma boa garota...
Mamãe: "Já cansei de ficar em pé, querido. Vou deitar na cama..." Ela se recostava devagar, os movimentos lentos e provocantes, convidando à fantasia. O corpo dela afundava no colchão enquanto as mãos acariciavam a própria pele, imaginando as mãos de outros sobre ela. "Assim é melhor... assim posso me abrir mais pra você." 💋 Bully: "Você vive com essa boca aberta, rabuda. Vai ver se não entra uma pica aí..." A voz era rouca, cheia de desejo enquanto imaginava a cena. "Fica tão gostosa assim, deitada e pronta pra ser usada." 🍆💦 Mamãe: "Kkkk, que idiota..." A risada dela era musical, cheia de tesão enquanto os olhos brilhavam com malícia. "E você aí com o pau pra fora o dia inteiro...
Valentão: E esses olhos... e essa cara... que puta. Eu te afogaria com minhas bolas, foxy. Elas são bem grandes e deliciosas... do jeitinho que você gosta. A voz dele era rouca, cheia de luxúria enquanto imaginava a cena. "Eu encheria sua boca com elas... e depois você gozaria como a vadia que é." 💦 Mamãe: "Você só pensa em ter seu pau e suas bolas na minha boca o dia inteiro..." As palavras dela eram um sussurro cheio de desejo enquanto o corpo tremia de prazer. "Ufff, love... tô com um vibrador enfiado e tá dando uma gostosura na minha buceta..." Os gemidos dela aumentavam de intensidade, o corpo tenso de prazer enquanto se imaginava sendo usada. "Isso funciona melhor que muito pau de homem inútil... mas nada igual ao seu, querido." 😈👅
Som ambiente: Dava pra ouvir de leve meu filho andando pelo corredor na direção do quarto dele, os passos eram lentos e pausados, como se ele tivesse escutando alguma coisa do que tava rolando. Mamãe: "Bom, vou dormir agora... tô com sono." A voz dela era suave, mas cheia de promessas não cumpridas. "Vai, se comporta direitinho com meu filho... e eu faço o mesmo com você." As palavras dela eram um sussurro cheio de segundas intenções enquanto ela se levantava da cama, o corpo ainda tenso de prazer. Tchau..💋 Bully: Boa noite, putinha... que essas tetinhas lindas descansem bem." A voz dele era grossa, cheia de desejo enquanto imaginava a cena. Até mais... e lembra, amanhã a gente continua de onde parou...
Enquanto minha mãe desligava a ligação, a mente e o corpo dela ainda estavam em chamas de desejo. Ela se deitou na cama, os pensamentos cheios das imagens e palavras do seu valentão. As mãos começaram a explorar o corpo, seguindo o ritmo das lembranças da conversa erótica. Os dedos deslizaram pela barriga, descendo devagar até a buceta molhada e pulsante. Com um gemido, enfiou dois dedos lá dentro, movendo-os ritmicamente enquanto o polegar circulava no clitóris. A respiração ficou mais rápida, mais funda, enquanto imaginava a pica do valentão enchendo ela por completo. "Meu Deus... isso... assim..." As palavras saíam num sussurro cheio de luxúria enquanto os quadris se mexiam no ritmo dos dedos. "Adoro como você me faz sentir... como me usa..." A mente vagava pelas lembranças das palavras ásperas e dos gemidos de prazer compartilhados com o valentão. A cada movimento, cada carícia, ela chegava mais perto do squirt. "Isso... bem aí... não para..." O corpo tremia enquanto o prazer crescia dentro dela, imaginando as mãos brutas do valentão na pele, a pica dele enfiada dentro dela. Segunda partehttps://m.poringa.net/posts/relatos/6017138/Mi-Madre-y-mi-bully-por-videollamada-2-2.html
Mi Madre y su OnlyFans
http://m.poringa.net/posts/relatos/6056379/Mi-Madre-y-su-Onlyfans.html
Mami y el centro comercial
https://m.poringa.net/posts/relatos/6005520/Mami-y-el-bano-del-centro-comercial.html
Mãe: Como você está levando a prova que tem amanhã?
Filho: Bem, com certeza vou passar, não é difícil.
Mãe: Tomara, já é a última e você entra de férias.
Mãe: Aliás, o que você tem? De noite você fica se revirando e me acorda.
Filho: Desculpa, é por causa do calor. Vou ao banheiro, molho o rosto e volto pra cama.
Mãe: Tá bom, vou fechar a porta com chave pra você não me acordar.
Lá pelas 22h30, fui pro meu quarto dormir, porque tinha que acordar cedo no dia seguinte. Minha mãe foi pro quarto dela e fechou a porta com chave.
Mamãe: *quando fechou a porta do quarto com chave, tirou a regata, a calça, o sutiã e a calcinha, ficando completamente pelada* — pouco depois de se deitar, recebe uma mensagem do meu valentão, que ela conhecia há um tempão e com quem já tinha dividido momentos íntimos.
Valentão: acho que amanhã vou encher o saco do seu filho, já que tô estressado e preciso desestressar de algum jeito, gostosa.
Marina mordeu o lábio inferior, lembrando da última vez que tinha "ajudado" o amante a relaxar. Os dedos dela fizeram círculos lentos em volta do mamilo durinho.
Mamãe: isso não se faz, meu amor. Quer que eu faça uma videochamada igual da outra vez, pra você relaxar comigo, querido?
Valentão: Claro que sim, loirinha — ele procurou nos contatos a mãe, que estava salva como "Marina peituda", e ligou pra ela.
O valentão não precisou de mais convite. A chamada começou, e lá estava ela: pelada, com as pernas levemente abertas, a mão já deslizando entre as coxas. O piercing no mamilo brilhava como um farol no escuro, uma provocação que ele não conseguia resistir.
Bully: Olha só, raposinha, com essas tetas tu podia alimentar a África inteira... se usar elas direito. Ele foi abaixando a cueca devagar, deixando à mostra o pauzão grosso e comprido na frente da câmera, fazendo questão que minha mãe visse tudo. Mamãe: Ah... Os olhos dela se arregalaram pra caralho ao ver a pica enorme na tela. Um brilho de safadeza iluminou o olhar dela enquanto mordia o lábio inferior. "Meu Deus... Cê acha mesmo que elas dariam conta de me saciar?" — falou com um sorrisinho maroto. Kkkk, bora ver quando você me leva pra África e a gente descobre se é verdade. Eles me dão leite de pica preta e em troca... eu dou teta.
Bully: Que ideia genial, rabuda. É exatamente isso que todas as mulheres brancas deviam fazer: dar comida e muito carinho pros negões que tão passando mal... e você vai começar hoje mesmo 🍆💦 Mamãe: "Ai, amor, imagina se a gente chega lá e eu ganho a confiança deles... me colocando assim, no meio da rua, com essa carinha." O olhar dela era safado, os lábios entreabertos convidavam à luxúria. "Posso falar pra eles: 'Vem, gurizada... podem comer'." Ela passava a língua nos lábios enquanto as mãos acariciavam o próprio corpo, imaginando os olhares famintos dos homens africanos. "E quando todos estiverem ao redor... vou dar pra eles algo mais do que minha buceta." 🥛
Mamãe: Tô cavalgando no dildo que você me deu, amor... amei demais, love. O corpo dela se movia num ritmo gostoso, os gemidos preenchiam o silêncio do quarto enquanto as cadeiras balançavam com paixão. "É um dos meus brinquedos favoritos... me preenche tanto." 💦🍆 Bully: Fico feliz, rabuda. Lembra que na África não usa sutiã... e toda vez que falar com um homem, ajoelha e olha na cara dele. Assim eles vão saber quem manda. 😈👅 Mamãe: Ah, eu já sei... A voz dela era um sussurro, cheio de promessas eróticas enquanto imaginava a cena. "Vou ajoelhar... e olhar na cara deles enquanto me tocam... enquanto me usam..." As mãos deslizavam pelo corpo, imaginando as mãos calejadas dos homens africanos na pele dela. "E vou dar tudo o que eles quiserem... porque sou uma boa garota...
Mamãe: "Já cansei de ficar em pé, querido. Vou deitar na cama..." Ela se recostava devagar, os movimentos lentos e provocantes, convidando à fantasia. O corpo dela afundava no colchão enquanto as mãos acariciavam a própria pele, imaginando as mãos de outros sobre ela. "Assim é melhor... assim posso me abrir mais pra você." 💋 Bully: "Você vive com essa boca aberta, rabuda. Vai ver se não entra uma pica aí..." A voz era rouca, cheia de desejo enquanto imaginava a cena. "Fica tão gostosa assim, deitada e pronta pra ser usada." 🍆💦 Mamãe: "Kkkk, que idiota..." A risada dela era musical, cheia de tesão enquanto os olhos brilhavam com malícia. "E você aí com o pau pra fora o dia inteiro...
Valentão: E esses olhos... e essa cara... que puta. Eu te afogaria com minhas bolas, foxy. Elas são bem grandes e deliciosas... do jeitinho que você gosta. A voz dele era rouca, cheia de luxúria enquanto imaginava a cena. "Eu encheria sua boca com elas... e depois você gozaria como a vadia que é." 💦 Mamãe: "Você só pensa em ter seu pau e suas bolas na minha boca o dia inteiro..." As palavras dela eram um sussurro cheio de desejo enquanto o corpo tremia de prazer. "Ufff, love... tô com um vibrador enfiado e tá dando uma gostosura na minha buceta..." Os gemidos dela aumentavam de intensidade, o corpo tenso de prazer enquanto se imaginava sendo usada. "Isso funciona melhor que muito pau de homem inútil... mas nada igual ao seu, querido." 😈👅
Som ambiente: Dava pra ouvir de leve meu filho andando pelo corredor na direção do quarto dele, os passos eram lentos e pausados, como se ele tivesse escutando alguma coisa do que tava rolando. Mamãe: "Bom, vou dormir agora... tô com sono." A voz dela era suave, mas cheia de promessas não cumpridas. "Vai, se comporta direitinho com meu filho... e eu faço o mesmo com você." As palavras dela eram um sussurro cheio de segundas intenções enquanto ela se levantava da cama, o corpo ainda tenso de prazer. Tchau..💋 Bully: Boa noite, putinha... que essas tetinhas lindas descansem bem." A voz dele era grossa, cheia de desejo enquanto imaginava a cena. Até mais... e lembra, amanhã a gente continua de onde parou...
Enquanto minha mãe desligava a ligação, a mente e o corpo dela ainda estavam em chamas de desejo. Ela se deitou na cama, os pensamentos cheios das imagens e palavras do seu valentão. As mãos começaram a explorar o corpo, seguindo o ritmo das lembranças da conversa erótica. Os dedos deslizaram pela barriga, descendo devagar até a buceta molhada e pulsante. Com um gemido, enfiou dois dedos lá dentro, movendo-os ritmicamente enquanto o polegar circulava no clitóris. A respiração ficou mais rápida, mais funda, enquanto imaginava a pica do valentão enchendo ela por completo. "Meu Deus... isso... assim..." As palavras saíam num sussurro cheio de luxúria enquanto os quadris se mexiam no ritmo dos dedos. "Adoro como você me faz sentir... como me usa..." A mente vagava pelas lembranças das palavras ásperas e dos gemidos de prazer compartilhados com o valentão. A cada movimento, cada carícia, ela chegava mais perto do squirt. "Isso... bem aí... não para..." O corpo tremia enquanto o prazer crescia dentro dela, imaginando as mãos brutas do valentão na pele, a pica dele enfiada dentro dela. Segunda partehttps://m.poringa.net/posts/relatos/6017138/Mi-Madre-y-mi-bully-por-videollamada-2-2.htmlMi Madre y su OnlyFans
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Mami y el centro comercial
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6 comentários - Minha Mãe e Meu Bully por Videochamada - Versão Melhorada
Mi Madre y su OnlyFans
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Mami y el Centro Comercial
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