Naquela noite…
Assim que os gemidos pararam, espiei pra ver o que conseguia enxergar. Encontrei minha mãe do lado esquerdo, Angélica do lado direito e aquele homem no meio, os três pelados e abraçados, tinham caído no sono depois da putaria que tinham feito. Me sentia meio mal por saber que não era eu quem tinha o privilégio de estar assim com a Angélica, e que minha mãe não era mais o que costumava ser. Angélica era meu amor platônico desde que éramos crianças. No dia seguinte, era fim de semana, achei que Angélica tinha voltado pra casa. Levantei da cama com uma dor de cabeça do caralho. Assim que desci as escadas, encontrei a Angélica chupando a buceta da minha mãe enquanto aquele homem metia nela como se fosse uma qualquer.
Mãe: Aaah, isso, mmhh, sim…
– Agh! Angélica… – sussurrei.
Angélica: Aaah, sim, amor, aaah, com força!
Ele: Oohh, não me canso desse seu cu! Oohh!!
Mãe: Aaah, eu também quero, aaah…
Então Angélica virou e me olhou…
Angélica: Aaah, pobre idiota, aaah, aí parado olhando, aaah.
As palavras cortantes da Angélica não me afetavam mais, já tinha me acostumado a ser tratado assim.
Angélica: Aaah, se tivesse me dito que sua mãe comia um homem tão gostoso, aaah.
Ele: Oohh, olha, idiota, agora sua amiguinha também é minha puta, oohh.
Angélica: Aaah, sim, papai, ahhh!!
Mãe: Aaah, faz comida pra gente, aaah.
Disse minha mãe enquanto acariciava o cabelo da Angélica, que tava toda focada em chupar a buceta dela. Mas aí eu colapsei e fiz a única coisa que veio na minha cabeça naquele momento…
– NÃO, NÃO AGUENTO MAIS ISSO!
Me aproximei da minha mãe e, olhando pra ela com toda a raiva que me consumia, falei:
– Escolhe! Ele ou eu?!
Mas aí minha mãe me deu um tapa, se levantou e me empurrou. Toda nua, com os peitos balançando de um lado pro outro, me deu um chute no estômago que me deixou sem ar…
Mãe: Então arruma suas coisas e vaza!
Minha mãe tinha escolhido aquele cara em vez de mim. Fiquei um tempão sem conseguir me levantar. Quando me levantei, sentia uma dor… enorme que me impedia de andar direito, então decidi dormir
No dia seguinte, acordei e resolvi descer pra comer alguma coisa, já que no dia anterior não tinha comido nada. A casa estava em silêncio, procurei minha mãe ou aquele cara por todos os lados, mas não encontrei. Comecei a me desesperar, pensei que talvez ele tivesse sequestrado ela ou até machucado, mas aí recebi uma mensagem da minha mãe com um vídeo anexado. A mensagem dizia:
“A essa hora você já deve estar acordado, só quero te avisar que decidimos vir pra praia de férias, então não me procure nem se preocupe comigo, estou em excelentes mãos, NAS DO MEU HOMEM”
Em seguida, um vídeo dela sendo fodida por aquele cara na beira da praia. Dava pra ver outras pessoas sem roupa também, e até curtindo a cena enquanto se tocavam olhando pra minha mãe, então imaginei que fosse uma praia de nudismo ou algo assim. A Angélica apareceu por um segundo no vídeo, piscando o olho, completamente pelada, então deduzi que era ela quem tava gravando.
Naquele dia, desmoronei. Minha mãe basicamente tinha me abandonado. Me joguei no sofá e chorei, totalmente destruído. Uma hora depois, decidi sair pra procurar o que comer e talvez ver um amigo pra aliviar um pouco a dor. Então liguei pra um dos meus melhores amigos e chamei ele pra comer. Ele chegou e me abraçou. Não contei tudo na hora, não me sentia bem, mas a gente conversou sobre várias coisas e comeu.
Quando terminamos, ele me convidou pra casa dele. Quando chegamos, ele disse que eu podia ficar no quarto de hóspedes quantos dias quisesse. Passou uma semana e resolvi voltar pra casa pra ver se minha mãe tinha voltado, mas quando abri a porta, encontrei vazia, exatamente como tinha deixado. Imaginei que minha mãe demoraria pra voltar, porque sabia que ela tava se divertindo.
Peguei algumas coisas e voltei pra casa do meu amigo. Falei que ajudaria com as despesas enquanto ficasse lá, porque não queria que ele pensasse que eu era um aproveitador. Os dias foram passando, e a Ruby, outra amiga minha, me ofereceu a departamento se eu precisasse, peguei a palavra dela e decidi passar uns dias com ela, obviamente também ajudei com as despesas, naquela semana me diverti pra caramba compartilhando com meus dois amigos, mas por dentro sentia o vazio de não ter minha mãe comigo e saber que poderia ter sido com ela que eu estaria compartilhando aquela felicidade.
Quando a segunda semana terminou, decidi voltar pra casa e então ouvi os gemidos típicos lá de fora, sabia que minha mãe tinha voltado, mas tinha várias malas do lado de fora da casa e um bilhete grudado nelas, peguei o bilhete e li:
“Essas são suas coisas, pega e vaza, não queremos ver você de novo, inútil”
Minha mãe tinha escrito aquele bilhete, soube que era hora de desistir da luta, peguei minhas coisas e fui embora, voltei pra casa da Ruby e então expliquei o que tinha acontecido, ela me abraçou e disse que não tinha problema, me recebeu de braços abertos e então começamos juntos uma nova fase, a dor no meu coração de ter perdido minha mãe foi bem duradoura e complicada, mas mesmo assim decidi seguir em frente.
Uns dias depois, recebi outra mensagem da minha mãe com uma foto anexada, a mensagem dizia:
“Estou grávida, vou embora pra longe viver com meu amo, agora sou escrava sexual dele, não venha me procurar de novo”
Junto com a foto do teste de gravidez que marcava positivo, naquela tarde me refugiei na Ruby, chorei enquanto ela me abraçava e depois decidi focar em mim, com o passar do tempo, fui me recuperando aos poucos, morar com Ruby me ajudava, juntos cozinhávamos, limpávamos, arrumei um trabalho de meio período que me ajudava a ganhar uma grana e assim poder ajudar a Ruby com as despesas, me dediquei à academia, à universidade e a passar tempo com a Ruby.
O tempo passou e Ruby e eu tínhamos uma vida juntos, fomos nos conhecendo, nos apaixonamos e decidimos ter um relacionamento, saíamos pro cinema e pra comer juntos. Depois de um ano, enquanto passeava com a Ruby, que já era minha namorada oficialmente, nos encontramos com minha mãe, ela estava vestida com um top que Só cobria os peitos dela, que agora estavam ainda maiores, acho que por causa da amamentação, junto com uma calça jeans rasgada que tava na moda e uma jaqueta de couro. Ela carregava um bebê nos braços e, do lado dela, aquele cara vestindo uma camiseta verde com uma jaqueta preta de couro e uma calça jeans, além de uns óculos…
Assim que os gemidos pararam, espiei pra ver o que conseguia enxergar. Encontrei minha mãe do lado esquerdo, Angélica do lado direito e aquele homem no meio, os três pelados e abraçados, tinham caído no sono depois da putaria que tinham feito. Me sentia meio mal por saber que não era eu quem tinha o privilégio de estar assim com a Angélica, e que minha mãe não era mais o que costumava ser. Angélica era meu amor platônico desde que éramos crianças. No dia seguinte, era fim de semana, achei que Angélica tinha voltado pra casa. Levantei da cama com uma dor de cabeça do caralho. Assim que desci as escadas, encontrei a Angélica chupando a buceta da minha mãe enquanto aquele homem metia nela como se fosse uma qualquer.
Mãe: Aaah, isso, mmhh, sim…
– Agh! Angélica… – sussurrei.
Angélica: Aaah, sim, amor, aaah, com força!
Ele: Oohh, não me canso desse seu cu! Oohh!!
Mãe: Aaah, eu também quero, aaah…
Então Angélica virou e me olhou…
Angélica: Aaah, pobre idiota, aaah, aí parado olhando, aaah.
As palavras cortantes da Angélica não me afetavam mais, já tinha me acostumado a ser tratado assim.
Angélica: Aaah, se tivesse me dito que sua mãe comia um homem tão gostoso, aaah.
Ele: Oohh, olha, idiota, agora sua amiguinha também é minha puta, oohh.
Angélica: Aaah, sim, papai, ahhh!!
Mãe: Aaah, faz comida pra gente, aaah.
Disse minha mãe enquanto acariciava o cabelo da Angélica, que tava toda focada em chupar a buceta dela. Mas aí eu colapsei e fiz a única coisa que veio na minha cabeça naquele momento…
– NÃO, NÃO AGUENTO MAIS ISSO!
Me aproximei da minha mãe e, olhando pra ela com toda a raiva que me consumia, falei:
– Escolhe! Ele ou eu?!
Mas aí minha mãe me deu um tapa, se levantou e me empurrou. Toda nua, com os peitos balançando de um lado pro outro, me deu um chute no estômago que me deixou sem ar…
Mãe: Então arruma suas coisas e vaza!
Minha mãe tinha escolhido aquele cara em vez de mim. Fiquei um tempão sem conseguir me levantar. Quando me levantei, sentia uma dor… enorme que me impedia de andar direito, então decidi dormir
No dia seguinte, acordei e resolvi descer pra comer alguma coisa, já que no dia anterior não tinha comido nada. A casa estava em silêncio, procurei minha mãe ou aquele cara por todos os lados, mas não encontrei. Comecei a me desesperar, pensei que talvez ele tivesse sequestrado ela ou até machucado, mas aí recebi uma mensagem da minha mãe com um vídeo anexado. A mensagem dizia:
“A essa hora você já deve estar acordado, só quero te avisar que decidimos vir pra praia de férias, então não me procure nem se preocupe comigo, estou em excelentes mãos, NAS DO MEU HOMEM”
Em seguida, um vídeo dela sendo fodida por aquele cara na beira da praia. Dava pra ver outras pessoas sem roupa também, e até curtindo a cena enquanto se tocavam olhando pra minha mãe, então imaginei que fosse uma praia de nudismo ou algo assim. A Angélica apareceu por um segundo no vídeo, piscando o olho, completamente pelada, então deduzi que era ela quem tava gravando.
Naquele dia, desmoronei. Minha mãe basicamente tinha me abandonado. Me joguei no sofá e chorei, totalmente destruído. Uma hora depois, decidi sair pra procurar o que comer e talvez ver um amigo pra aliviar um pouco a dor. Então liguei pra um dos meus melhores amigos e chamei ele pra comer. Ele chegou e me abraçou. Não contei tudo na hora, não me sentia bem, mas a gente conversou sobre várias coisas e comeu.
Quando terminamos, ele me convidou pra casa dele. Quando chegamos, ele disse que eu podia ficar no quarto de hóspedes quantos dias quisesse. Passou uma semana e resolvi voltar pra casa pra ver se minha mãe tinha voltado, mas quando abri a porta, encontrei vazia, exatamente como tinha deixado. Imaginei que minha mãe demoraria pra voltar, porque sabia que ela tava se divertindo.
Peguei algumas coisas e voltei pra casa do meu amigo. Falei que ajudaria com as despesas enquanto ficasse lá, porque não queria que ele pensasse que eu era um aproveitador. Os dias foram passando, e a Ruby, outra amiga minha, me ofereceu a departamento se eu precisasse, peguei a palavra dela e decidi passar uns dias com ela, obviamente também ajudei com as despesas, naquela semana me diverti pra caramba compartilhando com meus dois amigos, mas por dentro sentia o vazio de não ter minha mãe comigo e saber que poderia ter sido com ela que eu estaria compartilhando aquela felicidade.
Quando a segunda semana terminou, decidi voltar pra casa e então ouvi os gemidos típicos lá de fora, sabia que minha mãe tinha voltado, mas tinha várias malas do lado de fora da casa e um bilhete grudado nelas, peguei o bilhete e li:
“Essas são suas coisas, pega e vaza, não queremos ver você de novo, inútil”
Minha mãe tinha escrito aquele bilhete, soube que era hora de desistir da luta, peguei minhas coisas e fui embora, voltei pra casa da Ruby e então expliquei o que tinha acontecido, ela me abraçou e disse que não tinha problema, me recebeu de braços abertos e então começamos juntos uma nova fase, a dor no meu coração de ter perdido minha mãe foi bem duradoura e complicada, mas mesmo assim decidi seguir em frente.
Uns dias depois, recebi outra mensagem da minha mãe com uma foto anexada, a mensagem dizia:
“Estou grávida, vou embora pra longe viver com meu amo, agora sou escrava sexual dele, não venha me procurar de novo”
Junto com a foto do teste de gravidez que marcava positivo, naquela tarde me refugiei na Ruby, chorei enquanto ela me abraçava e depois decidi focar em mim, com o passar do tempo, fui me recuperando aos poucos, morar com Ruby me ajudava, juntos cozinhávamos, limpávamos, arrumei um trabalho de meio período que me ajudava a ganhar uma grana e assim poder ajudar a Ruby com as despesas, me dediquei à academia, à universidade e a passar tempo com a Ruby.
O tempo passou e Ruby e eu tínhamos uma vida juntos, fomos nos conhecendo, nos apaixonamos e decidimos ter um relacionamento, saíamos pro cinema e pra comer juntos. Depois de um ano, enquanto passeava com a Ruby, que já era minha namorada oficialmente, nos encontramos com minha mãe, ela estava vestida com um top que Só cobria os peitos dela, que agora estavam ainda maiores, acho que por causa da amamentação, junto com uma calça jeans rasgada que tava na moda e uma jaqueta de couro. Ela carregava um bebê nos braços e, do lado dela, aquele cara vestindo uma camiseta verde com uma jaqueta preta de couro e uma calça jeans, além de uns óculos…
3 comentários - Minha mãe e o namorado negro (Cap. 20) A mudança