tomando a porra da buceta

Meu pai tava vendo TV na sala. Tava meio excitado e vieram um monte de pensamentos loucos na minha cabeça. Deu vontade de provocar ele pra depois me masturbar no meu quarto. Saí do meu quarto e fui pra cozinha. Tava só com uma regata por cima, sem sutiã, e por baixo só uma calcinha fio dental. Antes de sair, me olhei no espelho e, na minha opinião, tava bem provocante.

Saí do quarto. Caminhei pela sala, na frente do meu pai, e fui pra cozinha. Fiquei uns minutos mexendo nas coisas lá e olhando pra sala. Percebi que meu pai começou a se tocar na virilha. Isso me excitou mais e resolvi avançar um pouco mais no meu jogo de provocação. Chamei ele: "Pai, me alcança o açúcar?" Tava numa prateleira alta, eu conseguia pegar, mas deu vontade de ter ele perto.

Ele veio pra cozinha. No caminho, ajeitou o pau já duro. Perguntou o que tava rolando e eu falei: "Pai, a porta tá emperrada." Nem tinha tentado abrir. Ele chegou, abriu sem problema e me deu o açucareiro. Me aproximei, beijei a bochecha dele e falei: "Valeu, gostoso."

Me ter tão perto assim provocou ele demais. Ele me abraçou. Me colou nele. Senti a firmeza da ereção dele e tava muito excitada. Mas não tive coragem de ir além. De repente, senti as mãos dele descendo pelas minhas costas e tocando minha bunda. Tava só de fio dental, senti as mãos dele direto na minha pele. Meio que me remexi e ele percebeu que eu tava gostando e começou a apertar minha bunda com força.

Abracei ele mais forte e ele se grudou ainda mais em mim. O pau duro dele já dava pra sentir firme. Afastei ele e, olhando nos olhos, toquei no pau dele. Perguntei: "Pai, por que isso tá duro?"

Ele começou a gaguejar. Não sabia o que responder e eu continuei segurando por cima da calça. Senti nas minhas mãos que era bem grande e tava muito duro. Eu tava morrendo de tesão e era óbvio que ele também. Mas ele não tomava atitude.

De repente, o homem venceu o pai. E senti as mãos dele, as duas, agarrarem minha bunda com força. Era o que eu esperava. Busquei os lábios dele e... Beijei. Senti como as mãos experientes dele desciam minha calcinha fio dental e deixavam minha bunda livre. Senti os dedos dele explorando minha pussy molhada. Senti como um dos dedos dele brincava com meu cuzinho. Senti ele entrando por trás. Eu me deixava levar.
Depois de alguns instantes, ele me carregou e me levou pro meu quarto. Me jogou na cama. Desabotoou a calça e a baixou. Baixou a cueca e deixou à mostra o pau dele duro, rijo, enorme.
Ele disse “fica de quatro”. Obedeci. Fiquei de quatro na beira da cama. Ele se posicionou atrás de mim, ajustou minhas pernas com as mãos, abrindo mais do que eu já tinha feito. Senti os dedos dele por um instante na minha buceta e de repente senti ele começando a me penetrar. O pau grande dele foi me preenchendo aos poucos, centímetro por centímetro.
Eu tava adorando, tava morrendo de prazer e de repente ele disse “uff, mais apertadinha que sua mãe”. Com essas palavras eu acelerei e comecei a gozar, ele continuou “mais puta que sua mãe” e eu gozei com essas palavras. Ele gemia e curtia minha gozada.
Depois de mais uns minutos, ele tirou de dentro. Se afastou de mim e sentou na cadeira que tinha no meu quarto. Ele disse “vem meu amor, senta no colo da pussy”. Levantei da cama, fui até ele e sentei nele, de costas. Senti ele entrando tudo, inteiro, de uma vez só. Sentia que tava me rasgando, mas eu levantava e me deixava cair de novo nele.
Fui acelerando até chegar lá de novo. Minha pussy ficou louca na minha segunda gozada. Senti que ele tava gozando também. Ele sentiu o mesmo. Ele disse “toma seu cum”.
Levantei. Me ajoelhei. Coloquei o pau dele na boca. Em instantes ele gozou. Senti o cum dele enchendo minha boca.tomando a porra da bucetaTomei ele. Limpei o pau dele com minha língua. Já era mulher dele. Com o tempo, a gente fez isso não poucas vezes, com certeza também não muitas. Mas cada vez foi delicioso e cada vez mais intenso e profundo.

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