Fomos de férias com a minha mulher pra Punta Cana.
Um lugar espetacular. A gente se hospedou num hotel cinco estrelas de uma das redes mais importantes do mundo. É rodeado de palmeiras e todo tipo de vegetação tropical, praias enormes, água morna e sol o tempo todo.
É um paraíso formado por 200 bangalôs espalhados em grupos de quatro e separados por jardins lindíssimos. Tinha bichos soltos, tipo pavão e outras espécies circulando por lá. Realmente, um lugar dos sonhos.
A maioria dos ocupantes era europeia e tinha uns argentinos como a gente.
O calor, a praia, o clima todo, nos deixava mais que excitados e a gente transava toda vez que dava chance. Podia ser de manhã antes do café, na sesta, na volta da praia ou de noite.
Não tínhamos horários nem preocupações com contas a pagar. Em uma palavra, não tínhamos o “estresse” habitual dos nossos dias em Buenos Aires.
Minha mulher ia pras aulas de ginástica na piscina enquanto eu passeava deslumbrado com as belezas naturais do lugar e, principalmente, com as das mulheres que, quase todas de topless e com umas tangas minúsculas, fervilhavam por ali. Se não, eu ficava lendo algum livro enquanto tomava sol numa espreguiçadeira.
Um dia, enquanto a gente transava, ela me contou que o instrutor da academia era um cara jovem que tratava ela com uma deferência especial e que ficava olhando pra ela de um jeito sugestivo, como se quisesse fazer algo mais com ela.
Ele tinha notado que nos shows da noite (dos quais ele também participava junto com o grupo de animação do hotel) ele sempre ficava procurando ela com o olhar.
Meus ratos começaram a funcionar a mil porque talvez existisse a possibilidade de fazer uma festa pra Fina, onde pudesse participar algum convidado especial.
Naquela noite, igual às anteriores, depois do jantar, fomos tomar uns drinques e curtir o show e a dança.
Tomamos umas cervejas bem geladas e uns copos de rum (a vitamina "R" dos dominicanos) que começou a nos deixar meio alegres.
O clima naquele dia era especial. Como a maioria dos grupos que estavam ali já tava de saída, o show foi mais solto que o normal e pairava no ar uma certa sensualidade.
As mulheres estavam espetaculares, pareciam todas deusas gostosas e a gente, os homens, tava tudo besta e bem tarado. Tinha se formado um clima muito, mas muito especial naquela noite.
Ela tava mais gostosa do que nunca. Tava usando um vestido preto colado no corpo que marcava todas as curvas dela. Era bem decotado e curto, tipo minissaia. Tava deslumbrante e eu vi que vários caras olhavam pra ela com tesão.
Ela estava calçada com umas sandálias de tirinhas e salto bem alto que faziam suas pernas bronzeadas ficarem ainda mais gostosas. Tinha um ar sensual, pecaminoso e sexy.
Senti que a amava com toda a fúria e me dava um tesão danado ver ela mexer a bunda redonda e as cadeironas generosas dela quando dançava merengue.
Os peitos dela, sem sutiã, balançavam loucamente no ritmo da música e o vestido curto, incapaz de conter o movimento das pernas, se enroscava nos coxas dela de um jeito escandaloso.
Ver ela assim me fazia endurecer a pica.
Nós paramos pra descansar um pouco e pedimos champanhe, tão gostoso quanto mortal.
Bebeu rapidamente o copo e os olhos dela brilharam. Tava um pouquinho alegre e muito tesuda.
Eu ia contar algo quando o guri da ginástica, que eu tinha notado enquanto dançávamos que não tirava os olhos dela nem quando eu olhava pra ele, chegou na nossa mesa e pediu licença pra convidar ela pra dançar.
Tenho que admitir que eles tinham um corpo bonito. Alto, pele morena, vestido de roupa branca, olhos vivos e um sorriso largo numa boca grande.
Percebi que minha mulher ficou felizona ao ver ele e se sentiu lisonjeada com o convite. Olhando pra mim pra buscar minha aprovação, ela se levantou e foi dançar com o garoto.
Dançaram quatro músicas seguidas e notei como a calça do jovem desenhava um pedaço comprido de carne por baixo do tecido, dando-lhe uma leve ereção por causa de olhar o decote da minha mulher e tê-la segurando pela cintura.
Ela deve ter uns 25 anos.
Enquanto o moleque chamava o garçom pedindo mais champanhe, sussurrei no ouvido dele se não queria comer aquela gostosa.
Ela me olhou com um sorriso cúmplice e uma onda de rubor iluminou o rostinho gostoso dela.
Com um lampejo de safadeza, respondeu algo que me explodiu a cabeça: "Não sei se vou dar conta dos dois". Tava tudo dito.
Sugeri que ela fosse pintar os lábios e, quando fiquei sozinho com José — que era o nome do rapaz —, perguntei se ele não queria ir com a gente pro bangalô tomar uns drinques.
Aceitou na hora com um sorriso que iluminava o rostinho moreno dela.
Quando ela voltou, piscando o olho pra ele, avisei que tinha chamado o José pro nosso bangalô.
O cara se afastou um instante, foi até a cozinha e pegou outra garrafa de champanhe e uma de rum.
Alcançou a gente rapidinho enquanto a gente tava andando pelos jardins do hotel.
Ela, que ficou no meio de nós dois, enlaçou nossas cinturas com os braços e, me olhando com uma mistura de luxúria, alegria e gratidão, me deu um beijo de língua profundo, que eu respondi descendo a mão até pegar na bunda dela, que transbordava da pequena tanga.
Enquanto apalpava as nádegas dela, ele interrompeu o beijo e, virando a cabeça, olhou pro jovem e deu um beijo nele que deixou ele duro, e o pau dele também, como dava pra ver claramente por baixo da calça.
Não dá pra dizer que isso quebrou o gelo, porque nós três sabíamos muito bem pra que estávamos indo pro bangalô.
Fizemos um brinde enquanto esperávamos minha mulher sair do banheiro.
Quando ele fez aquilo, o moleque não acreditou no que tava vendo e eu… também não.
A Mica parecia uma deusa gostosa: sandálias de salto bem alto e fininho, uma calcinha fio dental de renda, um corpete com meia-lua de renda e bojo modelador, que empinava os peitos dela como dois balões levemente queimados de sol, com os bicos durinhos e eretos.
Ela tinha os lábios e olhos intensamente pintados, que lhe davam um ar de puta que faria até um morto parar.
Tudo estava pronto pra festa e ela, desafiadora, perguntou o que a gente tava esperando enquanto tomava mais uma taça de champanhe (e já iam umas...).
Levamos uma fração de segundo para tirar a roupa. Depois, com um ar de tesão e olhar de fogo, minha mulher se aproximou de mim e começou a me beijar.
José, ansioso, acariciava o próprio pau, que ia ganhando forma e firmeza.
Depois de uns instantes, ela se soltou dos meus braços e, indo até ele, repetiu a manobra, só que dessa vez baixou a mão pra apalpar o pedaço do moleque, que tava duro que nem pedra.
Ela acariciou ele, bateu uma punheta pra ele, apertou, esfregou na barriga dela e, sem parar de beijar, enfiou a língua até a campainha.
O José passava a mão por todo o corpo da minha mulher, como se quisesse pegar tudo ao mesmo tempo, mas sem conseguir. O pau dele começou a vazar líquido seminal e ficou vermelho e brilhante.
Minha mulher apertava ele com fúria e de repente se separou e olhou nos olhos dele de um jeito cheio de tesão.
O jovem apertou os peitos dela e começou a chupá-los, passando de um para o outro.
De repente ela o afastou, empurrando ele pra cima da cama, acomodou ele na beirada e, num ato de submissão e desejo, se ajoelhou entre as pernas dele, pegou a pica com as duas mãos e chupou.
José suspirava, gemia, gritava e puxava os cabelos dela pra impedir que ela fizesse ele goz… mas falhou. O boquete era tão intenso que, instantes depois, o moleque derramou o leite na boca da minha mulher, que aguentou tudo sem desperdiçar nada. Ela engoliu, lambeu os lábios e continuou chupando até o jovem quase desmaiar. Ela é uma verdadeira especialista no assunto.
Essa foi a primeira transa, mas eu queria mais... e consegui.
Me dava uma graça que, com a desculpa de estar super aberta a tudo que viesse, ela tomou mais duas taças de champanhe e disse que não tava fazendo efeito, quando na verdade já tava bêbada e dava pra perceber pelo jeito solta e perversa que ela tava, se acariciando nos peitos, passando a mão nas nossas picas, esfregando os dedos nos sucos da buceta dela e, já molhados, enfiando eles na nossa boca até a gente ficar louco.
Dançava no meio dos dois com uma taça na mão, no ritmo da música que saía de um canal de áudio do bangalô.
Depois de um tempo, a gente sentou no sofão. Ela no meio dos dois, com um tesão tão grande que começou a pegar nos dois paus, a beijar a gente, e depois se inclinou pra chupar, pulando de um pro outro.
Nossas mãos acariciavam seus lindos peitos, sua buceta banhada de sucos e seu magnífico cu.
De repente ela se levantou, subiu na cama, se ajeitou de quatro com a bunda pra cima, apoiando a cabeça no colchão, e com as duas mãos abriu as nádegas na mais eloqüente provocação pra gente comer ela igual a uma puta.
José deu um pulo e foi direto chupar a buceta e o cu dela. Enfiou a cara entre as nádegas e chupou desesperado, subindo e descendo, metendo a língua entre as dobras e esperando enlouquecê-la.
Minha mulher gritava, tremia, gemia, suspirava e gozava sem parar. Nunca tinha visto ela assim e tava me surpreendendo.
Ela prendeu minha rola com os lábios como se fosse um aspirador e começou a chupar com uma força e prazer como nunca tinha feito comigo antes, e olha que isso era algo que a gente praticava com frequência.
Tive que fazer um esforço pra não gozar rápido, já que a situação me deixava louco.
Me soltou de repente e, olhando para José, pediu que ele a pegasse. Ele então tirou o rosto do buraco do cu, se aproximou e apontou o pau duro como um ferro para as dobras da buceta.
Isso durou uns dez minutos até que ele parou e, cuspindo no buraquinho traseiro dela, começou a pressionar com a ponta do pau dele, todo lubrificado e brilhante.
Empurrou e entrou na bunda que se abria como uma flor. A bela pica dele foi se abrindo caminho até sumir no buraco tão precioso da minha gostosa e amada mulherzinha, e senti ciúmes, tenho que confessar.
Ele começou a se mexer e ela a gozar sem parar, soltando gemidos, se movendo e se contorcendo como nunca.
Que coisa sórdida eu tava presenciando! Um desconhecido tava comendo e pelo cu a minha mulher na minha frente e eu olhando como se nada, melhor dizendo, com um pau duro daqueles.
Nós três estávamos muito tesudos e completamente bêbados.
José logo encheu a bunda soberba da Mica com bastante porra, que transbordava pelo buraco.
Isso fez com que, apesar da sensação estranha que sentia, acabasse na boca dela.
Ela tomou toda a minha porra e depois a gente caiu os três na cama, com os corpos enroscados e exaustos.
Depois nos higienizamos e, antes de o José ir embora, tomamos outra taça de champanhe.
Foi uma experiência especial e meus ratinhos me levam a incentivá-la a transar com outros homens na minha frente.
Um lugar espetacular. A gente se hospedou num hotel cinco estrelas de uma das redes mais importantes do mundo. É rodeado de palmeiras e todo tipo de vegetação tropical, praias enormes, água morna e sol o tempo todo.
É um paraíso formado por 200 bangalôs espalhados em grupos de quatro e separados por jardins lindíssimos. Tinha bichos soltos, tipo pavão e outras espécies circulando por lá. Realmente, um lugar dos sonhos.
A maioria dos ocupantes era europeia e tinha uns argentinos como a gente.
O calor, a praia, o clima todo, nos deixava mais que excitados e a gente transava toda vez que dava chance. Podia ser de manhã antes do café, na sesta, na volta da praia ou de noite.
Não tínhamos horários nem preocupações com contas a pagar. Em uma palavra, não tínhamos o “estresse” habitual dos nossos dias em Buenos Aires.
Minha mulher ia pras aulas de ginástica na piscina enquanto eu passeava deslumbrado com as belezas naturais do lugar e, principalmente, com as das mulheres que, quase todas de topless e com umas tangas minúsculas, fervilhavam por ali. Se não, eu ficava lendo algum livro enquanto tomava sol numa espreguiçadeira.
Um dia, enquanto a gente transava, ela me contou que o instrutor da academia era um cara jovem que tratava ela com uma deferência especial e que ficava olhando pra ela de um jeito sugestivo, como se quisesse fazer algo mais com ela.
Ele tinha notado que nos shows da noite (dos quais ele também participava junto com o grupo de animação do hotel) ele sempre ficava procurando ela com o olhar.
Meus ratos começaram a funcionar a mil porque talvez existisse a possibilidade de fazer uma festa pra Fina, onde pudesse participar algum convidado especial.
Naquela noite, igual às anteriores, depois do jantar, fomos tomar uns drinques e curtir o show e a dança.
Tomamos umas cervejas bem geladas e uns copos de rum (a vitamina "R" dos dominicanos) que começou a nos deixar meio alegres.
O clima naquele dia era especial. Como a maioria dos grupos que estavam ali já tava de saída, o show foi mais solto que o normal e pairava no ar uma certa sensualidade.
As mulheres estavam espetaculares, pareciam todas deusas gostosas e a gente, os homens, tava tudo besta e bem tarado. Tinha se formado um clima muito, mas muito especial naquela noite.
Ela tava mais gostosa do que nunca. Tava usando um vestido preto colado no corpo que marcava todas as curvas dela. Era bem decotado e curto, tipo minissaia. Tava deslumbrante e eu vi que vários caras olhavam pra ela com tesão.
Ela estava calçada com umas sandálias de tirinhas e salto bem alto que faziam suas pernas bronzeadas ficarem ainda mais gostosas. Tinha um ar sensual, pecaminoso e sexy.
Senti que a amava com toda a fúria e me dava um tesão danado ver ela mexer a bunda redonda e as cadeironas generosas dela quando dançava merengue.
Os peitos dela, sem sutiã, balançavam loucamente no ritmo da música e o vestido curto, incapaz de conter o movimento das pernas, se enroscava nos coxas dela de um jeito escandaloso.
Ver ela assim me fazia endurecer a pica.
Nós paramos pra descansar um pouco e pedimos champanhe, tão gostoso quanto mortal.
Bebeu rapidamente o copo e os olhos dela brilharam. Tava um pouquinho alegre e muito tesuda.
Eu ia contar algo quando o guri da ginástica, que eu tinha notado enquanto dançávamos que não tirava os olhos dela nem quando eu olhava pra ele, chegou na nossa mesa e pediu licença pra convidar ela pra dançar.
Tenho que admitir que eles tinham um corpo bonito. Alto, pele morena, vestido de roupa branca, olhos vivos e um sorriso largo numa boca grande.
Percebi que minha mulher ficou felizona ao ver ele e se sentiu lisonjeada com o convite. Olhando pra mim pra buscar minha aprovação, ela se levantou e foi dançar com o garoto.
Dançaram quatro músicas seguidas e notei como a calça do jovem desenhava um pedaço comprido de carne por baixo do tecido, dando-lhe uma leve ereção por causa de olhar o decote da minha mulher e tê-la segurando pela cintura.
Ela deve ter uns 25 anos.
Enquanto o moleque chamava o garçom pedindo mais champanhe, sussurrei no ouvido dele se não queria comer aquela gostosa.
Ela me olhou com um sorriso cúmplice e uma onda de rubor iluminou o rostinho gostoso dela.
Com um lampejo de safadeza, respondeu algo que me explodiu a cabeça: "Não sei se vou dar conta dos dois". Tava tudo dito.
Sugeri que ela fosse pintar os lábios e, quando fiquei sozinho com José — que era o nome do rapaz —, perguntei se ele não queria ir com a gente pro bangalô tomar uns drinques.
Aceitou na hora com um sorriso que iluminava o rostinho moreno dela.
Quando ela voltou, piscando o olho pra ele, avisei que tinha chamado o José pro nosso bangalô.
O cara se afastou um instante, foi até a cozinha e pegou outra garrafa de champanhe e uma de rum.
Alcançou a gente rapidinho enquanto a gente tava andando pelos jardins do hotel.
Ela, que ficou no meio de nós dois, enlaçou nossas cinturas com os braços e, me olhando com uma mistura de luxúria, alegria e gratidão, me deu um beijo de língua profundo, que eu respondi descendo a mão até pegar na bunda dela, que transbordava da pequena tanga.
Enquanto apalpava as nádegas dela, ele interrompeu o beijo e, virando a cabeça, olhou pro jovem e deu um beijo nele que deixou ele duro, e o pau dele também, como dava pra ver claramente por baixo da calça.
Não dá pra dizer que isso quebrou o gelo, porque nós três sabíamos muito bem pra que estávamos indo pro bangalô.
Fizemos um brinde enquanto esperávamos minha mulher sair do banheiro.
Quando ele fez aquilo, o moleque não acreditou no que tava vendo e eu… também não.
A Mica parecia uma deusa gostosa: sandálias de salto bem alto e fininho, uma calcinha fio dental de renda, um corpete com meia-lua de renda e bojo modelador, que empinava os peitos dela como dois balões levemente queimados de sol, com os bicos durinhos e eretos.
Ela tinha os lábios e olhos intensamente pintados, que lhe davam um ar de puta que faria até um morto parar.
Tudo estava pronto pra festa e ela, desafiadora, perguntou o que a gente tava esperando enquanto tomava mais uma taça de champanhe (e já iam umas...).
Levamos uma fração de segundo para tirar a roupa. Depois, com um ar de tesão e olhar de fogo, minha mulher se aproximou de mim e começou a me beijar.
José, ansioso, acariciava o próprio pau, que ia ganhando forma e firmeza.
Depois de uns instantes, ela se soltou dos meus braços e, indo até ele, repetiu a manobra, só que dessa vez baixou a mão pra apalpar o pedaço do moleque, que tava duro que nem pedra.
Ela acariciou ele, bateu uma punheta pra ele, apertou, esfregou na barriga dela e, sem parar de beijar, enfiou a língua até a campainha.
O José passava a mão por todo o corpo da minha mulher, como se quisesse pegar tudo ao mesmo tempo, mas sem conseguir. O pau dele começou a vazar líquido seminal e ficou vermelho e brilhante.
Minha mulher apertava ele com fúria e de repente se separou e olhou nos olhos dele de um jeito cheio de tesão.
O jovem apertou os peitos dela e começou a chupá-los, passando de um para o outro.
De repente ela o afastou, empurrando ele pra cima da cama, acomodou ele na beirada e, num ato de submissão e desejo, se ajoelhou entre as pernas dele, pegou a pica com as duas mãos e chupou.
José suspirava, gemia, gritava e puxava os cabelos dela pra impedir que ela fizesse ele goz… mas falhou. O boquete era tão intenso que, instantes depois, o moleque derramou o leite na boca da minha mulher, que aguentou tudo sem desperdiçar nada. Ela engoliu, lambeu os lábios e continuou chupando até o jovem quase desmaiar. Ela é uma verdadeira especialista no assunto.
Essa foi a primeira transa, mas eu queria mais... e consegui.
Me dava uma graça que, com a desculpa de estar super aberta a tudo que viesse, ela tomou mais duas taças de champanhe e disse que não tava fazendo efeito, quando na verdade já tava bêbada e dava pra perceber pelo jeito solta e perversa que ela tava, se acariciando nos peitos, passando a mão nas nossas picas, esfregando os dedos nos sucos da buceta dela e, já molhados, enfiando eles na nossa boca até a gente ficar louco.
Dançava no meio dos dois com uma taça na mão, no ritmo da música que saía de um canal de áudio do bangalô.
Depois de um tempo, a gente sentou no sofão. Ela no meio dos dois, com um tesão tão grande que começou a pegar nos dois paus, a beijar a gente, e depois se inclinou pra chupar, pulando de um pro outro.
Nossas mãos acariciavam seus lindos peitos, sua buceta banhada de sucos e seu magnífico cu.
De repente ela se levantou, subiu na cama, se ajeitou de quatro com a bunda pra cima, apoiando a cabeça no colchão, e com as duas mãos abriu as nádegas na mais eloqüente provocação pra gente comer ela igual a uma puta.
José deu um pulo e foi direto chupar a buceta e o cu dela. Enfiou a cara entre as nádegas e chupou desesperado, subindo e descendo, metendo a língua entre as dobras e esperando enlouquecê-la.
Minha mulher gritava, tremia, gemia, suspirava e gozava sem parar. Nunca tinha visto ela assim e tava me surpreendendo.
Ela prendeu minha rola com os lábios como se fosse um aspirador e começou a chupar com uma força e prazer como nunca tinha feito comigo antes, e olha que isso era algo que a gente praticava com frequência.
Tive que fazer um esforço pra não gozar rápido, já que a situação me deixava louco.
Me soltou de repente e, olhando para José, pediu que ele a pegasse. Ele então tirou o rosto do buraco do cu, se aproximou e apontou o pau duro como um ferro para as dobras da buceta.
Isso durou uns dez minutos até que ele parou e, cuspindo no buraquinho traseiro dela, começou a pressionar com a ponta do pau dele, todo lubrificado e brilhante.
Empurrou e entrou na bunda que se abria como uma flor. A bela pica dele foi se abrindo caminho até sumir no buraco tão precioso da minha gostosa e amada mulherzinha, e senti ciúmes, tenho que confessar.
Ele começou a se mexer e ela a gozar sem parar, soltando gemidos, se movendo e se contorcendo como nunca.
Que coisa sórdida eu tava presenciando! Um desconhecido tava comendo e pelo cu a minha mulher na minha frente e eu olhando como se nada, melhor dizendo, com um pau duro daqueles.
Nós três estávamos muito tesudos e completamente bêbados.
José logo encheu a bunda soberba da Mica com bastante porra, que transbordava pelo buraco.
Isso fez com que, apesar da sensação estranha que sentia, acabasse na boca dela.
Ela tomou toda a minha porra e depois a gente caiu os três na cama, com os corpos enroscados e exaustos.
Depois nos higienizamos e, antes de o José ir embora, tomamos outra taça de champanhe.
Foi uma experiência especial e meus ratinhos me levam a incentivá-la a transar com outros homens na minha frente.
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