Histórias de gente: dividindo a cama

Bom, sempre que falo com usuários do Poringa, a maioria vem me contar suas histórias e, sim, a maioria é viagem, mas algumas dá pra acreditar, como essa que uma mina me contou e, ao mesmo tempo, me deu até uma invejinha 🙂

Olá, leitores, sou a Agustina, tenho 27 anos, sou influenciadora e meio famosa na internet. Sou branquinha, loira, mas pinto o cabelo de todo tipo de cor. Sou bem girl, tenho 1,61m e minha amiga é mais gostosa, tem mais corpo e é mais baixinha. Então, quero contar que, por anos, eu e minha amiga tivemos uma amizade que envolvia sexo. A gente começou a dividir parceiro aos 16 anos. Foi algo que aconteceu sem querer. Eu meti os pés pelas mãos, achei que entre ela e ele já não rolava nada, mas no final ele deu um jeito de arrebentar a buceta das duas sem a gente perceber. Ele era aquele típico boy rico, mas não nos mimava, era bem mais velho que a gente. Bom, depois ela descobriu e a amizade desandou por um tempo. Voltamos a ser amigas e ela reatou com ele. É aqui que a parada fica meio louca. Ele começou a me procurar de novo (não sei o que esse cara tinha, juro que nem eu sei). Tentei negar, mas ele deu um jeito de me levar na caminhonete dele de novo, onde, junto com uns amigos, me arrebentaram (naquele dia eu soube o que era ter dois paus dentro de mim). E sim, eu gostei. E ele continuou me chamando (sabia que tava errado, mas, acho que toda novinha nessa idade, com os hormônios a mil, é presa fácil). Tenho vergonha de admitir que fui muito puta, e ainda por cima nas costas da minha amiga. Mas, enfim, um dia ele me fez esperar junto com dois amigos dele na caminhonete, sentada no banco de trás, e, bom, esses caras já não quiseram esperar, então começaram as carícias (tentei recusar, mas esses manos sabiam me controlar). E assim, enquanto um tirava meu uniforme, o outro colocava o pau dele na minha boca pra eu chupar (nenhum se destacava, pra ser sincera, eram uns pauzinhos de 10 a 15 cm, mais ou menos). E enquanto eu tava mamando, ouvia outra mina sendo comida lá fora (tavam metendo por trás nela). Não sabia o que pensar nessa hora. Ponto, eu pensei que era a única. Os minutos passaram e eu terminei toda pelada, deitada de barriga pra cima no banco de trás, enquanto dois arrombados se revezavam pra enfiar os paus na minha boca. Num momento, um deles me fez descer do carro, me levantou como um saco de batatas, enfiou os dedos no meu cu e na minha buceta, e me levou pro porta-malas, onde me fez subir e ficar de quatro. Do meu lado, tinha outra mina sendo comida no cu sem camisinha pelo babaca namorado da minha amiga (não sabia quem era na hora, mas quando vi e me aproximei, colocando do lado dela, percebi que era minha amiga de infância, com a cara vermelha, sendo comida no cu pelo cara que ela considerava namorado — ele não era bonito, era um gordo moreno que se achava o tal, uns 25 anos, se não me engano). Troquei olhares com minha amiga e senti um pau entrar sem aviso no meu cu (ele enfiou fácil, sem eu perceber, e doeu pra caralho). Soltei um grito e um xingamento, e ele respondeu com um tapa na bunda, dizendo que eu era a putinha dele. E assim, eu e minha amiga estávamos sendo comidas por três caras. Dois não paravam de arrombar nossos cuzinhos de 16 anos, e outro fez a gente dividir o pau preto e cheio de pelo dele. Tenho que admitir que a excitação que esses arrombados nos deram foi tanta que eu e minha amiga até nos beijamos, dividindo o pau daquele cara (não acreditávamos na situação que estávamos vivendo, nem eu nem ela). Éramos duas estudantes dividindo um cara, e ele estava nos dividindo com os amigos dele, e a gente estava deixando (acho que por sermos tão novas e também por termos nos deixado levar). E por mais intenso que pareça, minutos depois, o cara que tava me comendo encheu meu cu de porra, e logo depois o babaca fez o mesmo com minha amiga. Nos deixaram cuidando do outro cara, que colocou uma camisinha e se revezou pra comer nós duas. Ele me comeu por um tempo e depois terminou com minha amiga. Tirou a camisinha e fez a gente dividir o pau dele pela última vez. Depois disso, eu e minha amiga ficamos deitadas no porta-malas, sem falar nada (minha cabeça ficou fria e tentei conversar). Minha amiga não respondeu nada do que eu disse, mas segurou minha mão. Ela não me soltou até que os filhos da puta mandaram a gente se vestir, e nos deixaram num ponto de ônibus perto dali. Depois disso, a coisa entre nós duas foi ficando mais íntima. Ela terminou com aquele otário, mas a gente deu um último adeus juntas. Aí depois eu arrumei um parceiro e tinha que devolver o favor pra minha amiga, então deixei várias noites pra ela e ele treparem. E assim foi uma amizade de "você me deve, eu te devo", até que a gente aceitou que curte dividir, seja as duas juntas ou sozinhas. Também nos deixamos levar muitas vezes. Uma vez a gente achou que ia se acabar com um cara que ia deixar a gente morta de tanto meter, mas ele gozou em segundos (segundo muitos, minha amiga é uma deusa grega e por isso ninguém aguenta). Então terminamos as duas sozinhas, num 69, e com o que a gente encontrou naquele hotel: ela enfiou o controle da TV em mim, e eu achei uma estatueta religiosa pequena e enfiei na buceta da minha amiga. Ela e eu já compartilhamos muita coisa. Uma vez deixei ela comer meu pai — ela não tem pai — mas ela me deu o irmão dela. Chegamos até esse ponto, e acho que vamos continuar sendo assim, terríveis. Ela me contou um monte de coisas. A primeira história que ela me contou foi quando rolaram as trocas de pai e irmão. E tem mais pra contar, mas primeiro o começo. Se quiserem ver mais histórias da minha amiga e da amiga dela, me sigam 7u7. Valeu por ler.

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