Olá, pessoal! Esta é minha primeira história, tipo uma confissão. Acho que aqui posso me abrir e contar meus segredos. Sou um cara de 29 anos, tenho esposa atualmente e sou feliz com ela, apesar de tudo que já passamos, das chifradas que ela já me deu. Mas não é sobre isso que quero falar agora, e sim sobre como, há um mês, tive meu primeiro encontro sexual com um homem, sendo eu a mulher da parada. Tudo começou exatamente há 8 meses, quando comecei a gostar ou a querer experimentar uma rola. No começo, eu me acabava na punheta vendo todo tipo de rola, mas depois comecei a brincar com meu cu. Enfiava um pouquinho os dedos ou só ficava acariciando, porque no início doía muito quando eu enfiava os dedos. Mas, aos poucos, fui me acostumando, e ainda me ajudava com creme ou com lubrificante, que foi meu melhor aliado. Com ele, consegui enfiar um dedo inteiro, depois dois e três. Mas eu precisava de mais, então comecei a procurar dildos. Mas, pra minha azar, todos pareciam deliciosos — eu me imaginava sentando naqueles dildos pretos e gemendo de prazer —, mas são muito caros. Então, procurei outras alternativas, e a única que encontrei foi uma garrafa de cerveja. Na primeira vez que experimentei, me preparei bem. Aproveitei que minha mulher tinha saído com as amigas pra balada, então tomei banho, lavei bem o cu por dentro e por fora, já que não queria ter problemas com cocô. Depois disso, coloquei uma calcinha fio dental e uma blusa pra me sentir mais puta, e comecei a me masturbar primeiro. Depois de gozar, comecei a chupar a garrafa, simulando que tava mamando uma rola. Imaginava que tava chupando um negão maduro e falava: "Assim, papai, que delícia sua rola. Me dá seu leite, que sou sua putinha. Quero que você arrebente minha bunda, me faça implorar por mais, papai. Me usa como quiser, sou toda sua." E só com isso, eu excitei de novo sem nem me tocar. Depois, passei muito lubrificante e comecei a dilatar meu cu. Quando meus três dedos entraram, já me senti preparado. Deitei de lado, tipo colherinha, e comecei a... no começo, meter a garrafa não queria entrar e doía, mas aos poucos percebi que já tinha a cabeça inteira da garrafa lá dentro
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