
Sentei, sentindo o ar quente e a humilhação sutil da repreensão da senhora. A frustração me corroía. Queria que tudo continuasse, que meu corpo ardesse, mas a interrupção tinha sido total. Afundada no assento, tentei acalmar minha respiração, embora o calor persistisse no meu ventre e entre minhas coxas. Não demorou muito para que eu notasse um movimento. Um senhor se aproximou e parou na minha frente, perto demais, considerando o espaço disponível. Seu olhar era descarado, direto nos meus olhos, mas eu sabia que ele estava me despindo com a vista. Tentei desviar o olhar, mas uma pressão estranha e crescente no meu ombro direito me impediu de me mexer. Era uma sensação pesada, firme, que ficava mais evidente a cada balanço do ônibus. Não era uma mão, não era um cotovelo. O atrito era inconfundível, uma protuberância que se pressionava contra o tecido da minha blusa, bem onde meu ombro se encontrava com o pescoço. Era ele, o homem, encostando o pau no meu ombro. Meu corpo ficou tenso instantaneamente. Uma onda de calor me invadiu de repente, mais intensa que as anteriores, subindo da minha buceta até meu peito e garganta. A vergonha se misturou com uma pontada de excitação inegável. Eu estava em um espaço público, sentada, sob o olhar de outros, e um homem estava fazendo isso. Não conseguia me mexer, não queria me mexer. A pressão aumentava e diminuía com o movimento do ônibus, cada vez mais ousada. Meu coração batia descontrolado, e a umidade entre minhas pernas virou um dilúvio silencioso. Minha mente gritava "não", mas meu corpo, meu corpo fodido e perverso, gemia em um silêncio ensurdecedor. A pressão do membro dele contra meu ombro se intensificava com cada balanço do ônibus. Minha mente estava em um turbilhão, uma batalha entre o choque e o desejo. Poderia ter gritado, poderia ter me levantado, mas meu corpo estava pregado no assento, eletrizado. O ar parecia espesso, carregado de uma tensão que só eu parecia perceber. Meus olhos permaneceram fixos no frente, meu rosto uma máscara de calma, mas por dentro, um furacão se desencadeava. Um pulso ardente percorria meu ventre, uma sensação que conhecia das noites no meu quarto, mas agora amplificada pelo risco, pela proximidade de outros corpos, pela ousadia daquele homem. Sentia minha buceta inchando ainda mais, pulsando no ritmo do meu coração descontrolado. A umidade na minha calcinha fio dental virou um gotejar constante. Era uma excitação que me arrastava, uma perversidade que nunca imaginei desejar. Em vez de me afastar, fiz o que meu corpo pedia, o que minha curiosidade ansiava. Com um movimento quase imperceptível, inclinei levemente meu ombro em sua direção, aumentando a pressão. Não olhei para ele, não dei nenhum sinal óbvio, mas meu pequeno gesto era um convite silencioso, uma cumplicidade velada no meio da aglomeração. Era meu jeito de dizer: "sei o que você está fazendo, e não vou parar". O sutil movimento do meu ombro foi minha aposta. A pressão contra mim ficou um pouco mais ousada, mais confiante, uma resposta silenciosa ao meu convite. O homem não disse nada imediatamente, mas o atrito se tornou constante, firme, uma pulsação lenta que se sincronizava com a minha. Meu coração martelava nos meus ouvidos, e o ardor entre minhas pernas era quase insuportável. Então, virei levemente a cabeça e olhei para ele, mantendo uma expressão de inocência. "Desculpe, senhor," disse com uma voz suave, "está muito apertado aqui, né? Vai longe?" Minha pergunta era simples, mas meus olhos, que subiram pelo corpo dele antes de se fixarem nos seus, estavam carregados de um subtexto que só ele, e talvez eu, podíamos entender. Seu rosto era inexpressivo, mas seus olhos brilhavam com uma astúcia. "Sim, senhorita, bastante," respondeu com uma voz grave, e senti a pressão do pau dele contra meu ombro se intensificar, uma clara concordância com minhas palavras. "Mas não reclamo, assim a gente vai mais acompanhado." Um sorriso se desenhou nos lábios dele, um que não chegava a ser vulgar, mas que prometia. Então, seus olhos... desceram pelo meu corpo, demorando-se nas minhas pernas, descaradamente expostas pelos shorts de lycra. Ele levantou o olhar novamente, e sua voz ficou um pouco mais rouca. "Com todo respeito, moça, você é muito gostosa." Ele fez uma pausa, e a pressão no meu ombro ficou mais insistente. "E tem umas pernotas lindas. O que faz uma moça tão... chamativa como você?" Uma risada quase inaudível escapou dos meus lábios. Ele não sabia que meu "trabalho" era simplesmente existir na minha bolha de privilégio. Mas hoje, minha dedicação tinha tomado um rumo inesperado. "Obrigada, senhor," respondi, sentindo minha voz se tornar um sussurro excitado. "Bom... eu me dedico a viver minha vida, às vezes busco experiências novas." Deixei que o significado transparecesse, um convite aberto ao jogo dele. "Acho que aqui eu desço," disse, minha voz quase um sussurro carregado de uma excitação mal contida. Com um movimento calculado, levantei-me do assento. Eu sabia o que vinha, e meu corpo ficou tenso em antecipação. Mal fiquei de pé, senti o homem aproveitar o breve espaço. O pau dele se esfregou com uma intensidade descarada contra minha bunda, uma pressão firme e quente através do tecido fino dos shorts. Era um contato total, sem impedimentos, e em vez de me afastar, empurrei levemente para trás, sentindo seu membro afundar mais profundamente entre minhas nádegas, a ponta quente e dura contra minha pele sensível. Minha respiração cortou, e um gemido abafado ficou preso na minha garganta. Quase instantaneamente, outra pessoa se jogou no assento que eu tinha deixado vazio, ocupando o lugar e forçando o homem ainda mais contra mim. Eu me senti espremida entre o corpo dele e a nova pessoa que ocupou meu assento, presa naquele atrito intenso e delicioso. "Aqui não dá," consegui dizer, minha voz quase um sussurro, enquanto sentia a pressão contínua do pau dele contra minha bunda, imobilizada pela multidão. "Mas agora tomaram meu lugar." O homem não se moveu. Seu corpo continuou colado ao meu, seu pau pressionando com insistência. "Parece que o destino quer nos manter juntos um pouco mais, senhorita," respondeu com uma voz quase inaudível, sutil, mas a mensagem do seu membro na minha bunda era clara e contundente. Meu corpo arqueou quase imperceptivelmente contra o dele, respondendo à pressão inegável. A vergonha havia se dissolvido completamente, substituída por um ardor que me queimava por dentro. As palavras da senhora pareciam estar a quilômetros de distância; agora só existia o aqui e o agora, a multidão que nos aprisionava e seu pau firme contra minhas nádegas. "Parece que sim," respondi, minha voz agora era apenas um suspiro rouco, quase um gemido que a multidão abafava. Inclinei-me um pouco mais para trás, buscando um contato mais profundo, um atrito que o tecido do meu short de lycra não pudesse conter. "E me parece... que não me incomoda nem um pouco que você tenha conquistado o lugar assim." Minhas palavras eram um convite descarado, uma confissão da minha própria taradice. Senti seu pau se mover um pouco mais, uma resposta silenciosa e urgente à minha ousadia. Podia sentir o calor, a protuberância dura e viva, pressionando bem na linha dos meus glúteos, buscando a entrada do meu fio-dental. A adrenalina disparou, e minha buceta, já encharcada, pulsava com uma força que ameaçava me fazer perder o controle ali mesmo no meio do ônibus. Eu queria mais. Queria senti-lo sem a barreira do tecido. "Não há lugar melhor, senhorita," respondeu sua voz grave, quase inaudível sobre o barulho do ônibus. A pressão do pau dele contra minha bunda ficou ainda mais intensa, como se suas palavras tivessem um peso físico. "Além do mais, você já se acomodou... e muito bem acomodada." Minha risada saiu abafada, uma mistura de prazer e desafio. As palavras da senhora e o mundo exterior haviam desaparecido completamente; só existia a tensão entre nossos corpos, a dança silenciosa dos nossos desejos no meio da multidão. "É que a gente sempre busca o melhor lugar para se sentir confortável, Verdade, senhor?" sussurrei de volta, minha voz mais rouca do que jamais havia ouvido. Aproximei-me ainda mais dele, minhas nádegas pressionando seu membro, convidando-o a uma pressão mais profunda, mais íntima. "E, pra ser sincera, aqui me sinto incrivelmente bem... apertadinha.

Minhas nádegas, firmes e redondas, se mexiam com a intenção de apertar mais, de absorver cada milímetro do pau dele contra mim. Era uma dança silenciosa, um vai e vem constante, onde eu empurrava para trás e ele respondia com uma pressão insistente para frente. Podia sentir o calor do corpo dele através da roupa, a dureza que se moldava à fenda da minha bunda, e um gemido se afogava na minha garganta a cada movimento. Sabia que ele era um senhor feio, mal vestido e com um cheiro de suor que deveria me repelir. Minha mente consciente registrava cada detalhe pouco atraente, mas não importava. Nada importava. A ideia de que fosse ele, um desconhecido, num ônibus lotado, quem estivesse me fazendo isso, me excitava de uma maneira perversa que superava qualquer noção de nojo ou decoro. Meu corpo só respondia ao prazer cru, à ousadia do momento, à transgressão das normas que me haviam asfixiado. Quem quer que fosse, seu anonimato e sua ousadia eram parte do jogo, parte do morbo que me consumia. O vai e vem dos nossos corpos no ônibus era uma dança silenciosa, um acordo entre dois estranhos. O homem, sentindo minha resposta, meu empurrão, percebeu o convite. Sua mão se moveu sorrateiramente, com uma destreza que só a prática na aglomeração poderia dar. Primeiro, tocou minha bunda, uma carícia que se demorou mais do que o permitido, deslizando pela curva da minha nádega com uma firmeza que me fez suspirar internamente. Depois, sua mão se aventurou pelas minhas pernas, subindo lentamente pela coxa desnuda, roçando a borda do meu short de lycra. Minha pele arrepiou-se a cada milímetro que subia. A multidão nos protegia, nos escondia em seu anonimato. Finalmente, com uma ousadia que me tirou o fôlego, sua mão parou e se posou por cima da minha buceta, sobre o tecido. Não era um toque acidental, mas uma pressão direta, um toque intencional que se sentia através do tecido fino do short. Meu corpo se arqueou de novo, quase buscando a sensação, uma explosão de Um calor que percorreu meu corpo dos pés à cabeça. Meus olhos se fecharam por um instante, e a umidade entre minhas pernas ficou incontrolável. Sem dizer uma palavra, meu corpo simplesmente deixou que continuasse. Cada fibra do meu ser se concentrou na mão daquele homem, no toque dos dedos dele sobre o tecido fino do meu short, bem na área mais sensível. Eu estava à beira, na porra da beira do clímax, uma sensação tão intensa que eu sentia meu corpo prestes a se partir. Minha respiração ficou ofegante, quase inexistente. Cada balanço do ônibus, cada empurrão da multidão, intensificava o contato do pau dele contra minha bunda e o da mão dele na minha buceta. Minhas pernas tremiam incontrolavelmente, e minha mente não conseguia pensar em nada além do prazer cru e avassalador. Não importava a feiura do homem, nem o suor, nem o lugar. Minha única realidade era a fantasia que se tornava real naquele instante, no meio da aglomeração. Era exatamente o que eu tinha procurado, e superava qualquer expectativa. Minhas nádegas se apertavam num espasmo involuntário, buscando mais pressão, enquanto sentia meu corpo se preparando para explodir. A mão do homem ficou mais insistente, os dedos dançando sobre o tecido fino do meu short, bem em cima do meu clitóris inchado. O balanço dos nossos corpos se intensificou, e com cada empurrão da minha bunda contra o membro dele, eu sentia o controle escapar completamente. Então, sua voz rouca deslizou no meu ouvido, quase um sussurro que a algazarra do ônibus não conseguia abafar. "Você tá toda molhada, né, gostosa? Completamente encharcada." As palavras dele eram cruas, descaradas, uma confirmação explícita do que eu já sentia, e o tesão de ouvir aquilo tornou tudo ainda mais intenso. "Assim que eu gosto... que você goste tanto." Essa última frase foi o detonador. A mão dele apertou, e senti um último e profundo atrito do pau dele contra mim. Meus músculos se contraíram violentamente, um espasmo incontrolável que percorreu todo meu corpo. Minhas pernas ficaram tensas, minha... minhas costas se arquejaram imperceptivelmente, e um gemido agudo escapou dos meus lábios, abafado pelo barulho do ônibus. A onda de prazer me inundou, uma explosão quente e úmida que se derramou entre minhas pernas. O clímax me atingiu com uma força avassaladora, liberando toda a tensão acumulada. Senti meus músculos relaxarem, exaustos, enquanto um fio de líquido quente seguia seu caminho pela minha coxa. Minha fantasia se realizara, e da maneira mais perversa e pública que eu poderia imaginar. A explosão de prazer me deixou trêmula, mas a realidade voltou com um tapa frio. Eu tinha chegado ao clímax, em um ônibus lotado, com um estranho. O prazer mórbido deu lugar a uma onda de vergonha cortante. Eu tinha que sair dali. Tentei me afastar do homem, meu corpo ainda mole pela excitação, mas ele não me soltou. Seu membro continuou pressionado contra mim, como se não quisesse me largar. As pessoas continuavam empurrando, e ele aproveitava cada balanço para me manter colada. Forcei com todas as minhas forças, empurrando com minhas mãos contra seu peito, até que finalmente consegui escapar de sua pegada. Abri caminho pela multidão com pressa febril, minhas pernas tremiam sob o short molhado. Assim que as portas do ônibus se abriram na próxima parada, desci correndo. Respirava com dificuldade, o ar frio da rua um alívio e um tapa ao mesmo tempo. Eu precisava desaparecer. Com a mão trêmula, chamei um táxi. O taxista não ajudou em nada. Seus olhos não paravam de me olhar pelo retrovisor, um olhar mórbido que confirmava meus piores temores. Sentia que o táxi inteiro se inundava com meu cheiro corporal, uma mistura de suor, excitação e a prova do que acabara de acontecer. A vergonha queimava meu rosto. Assim que o táxi parou perto da minha casa, paguei às pressas e desci correndo, quase tropeçando, me sentindo exposta e suja. Ao chegar em casa, meu refúgio, fui direto para o meu quarto. Eu precisava de privacidade, água, distância do que acabara de Fazer. Tomei um banho rapidamente, deixando a água quente tentar lavar a sensação das mãos alheias e o calor do seu corpo. Mas enquanto a água escorria pela minha pele, as imagens do que aconteceu, o toque, as palavras, o clímax, começaram a se repetir na minha mente. E de novo, a excitação borbulhou. A vergonha inicial se dissipou, substituída por um desejo familiar e poderoso. Eu queria repetir aquilo de novo. Se você gostou, entra no telegram: porilink Se você gostou, entra no telegram: porilink Se você gostou, entra no telegram: porilink
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