Encheu minha buceta de porra

Como vocês leram no capítulo anterior, onde me comeram bem a boca (http://www.poringa.net/posts/relatos/5985016/Me-cogieron-la-boca-capturas.htmlFiquei com vontade de levar no cu, e finalmente rolou.

Depois daquela puta surra de boca que eu levei, já tava desesperado pra ser comido daquele jeito de novo, mas também pelo cu. Botei a mão na massa no App, coloquei uma descrição bem de putinha e deixei claro que meu cu era virgem, pra dar mais tesão.

Um mês depois disso, recebo uma mensagem no App lá pelas 3 da tarde, um cara procurando um passivo submisso pra foder na hora. Ele manda foto da rola e do corpo, sem falar nada, e eu respondo com um "Oi" e as duas fotos que sempre mando da minha rola e do meu cu.

Ele: - Se você vier aqui agora, eu te como. Mas tudo bem discreto, por favor.
Eu: - Tô no trampo, saio umas 18:00.

Ele: - Te passo o endereço, mas insisto na discrição, por favor.
Eu: - Sim, fica tranquilo que eu quero a mesma coisa.

Vejo o endereço dele e, literalmente, ficava a 100 metros da avenida por onde volto pra casa. Não via a hora de sair do trampo. Escrevo:

Eu: - Tô saindo do trabalho, sua casa fica no caminho, mas se você quiser, vou tomar um banho e vou. Tudo bem?
Ele: - Minha irmã vai chegar em casa daqui a pouco, a gente marca pra amanhã.

Por dentro pensei: "Porra, que puta azar, justo agora que iam arrombar meu cu, a irmã aparece."

Mas por outro lado, foi até bom, porque no dia seguinte eu não trabalhava.

Naquele dia cheguei em casa, fui tomar banho e fiz uma punheta da porra no chuveiro, pra ser sincero. Tava muito tarado e não via a hora de amanhecer.

Acordei cedinho, entre 7:30 e 8:00, tomei um banho como sempre ao acordar, me depilei de quebra (sempre mantenho as bolas bem depiladas por conforto, etc).

Lá pelas 10:00 entro no App, fico uns 10-15 minutos e chega uma mensagem. Vou ver o que era e era o cara.

Ele: - Hoje vou conseguir de manhã, tenho trampo à tarde. Vem agora?
Eu: - Sim, tô livre. Vou sem pensar duas vezes. Saio agora?

Ele: - Sim, vem que vou te foder. bem esse cu virgem.
Eu: -Por favor, tô morrendo de vontade de você arrombar meu cu.

Pego minhas chaves e saio pra casa dele, era uns 700 ou 800 metros.

Eu: -Tô saindo, já tô perto do supermercado.
Ele: -Beleza, deixo o portão da frente (as grades) aberto pra você saber qual é. Se alguém perguntar alguma coisa, diz que é o técnico que veio dar uma olhada em algo em casa.

Vou chegando, caminhando e ninguém na rua. Tava tudo muito tranquilo e vejo, tipo a 100 metros, alguém na porta e levanta a mão como quem diz "é aqui".
Naquela hora comecei a ficar muito nervoso e pensar "Será que vou chupar bem de novo?", "Será que vai entrar no meu cu?", "Será que vou gostar?", "Vai doer?", "Vai gozar dentro?" um monte de coisa.

Chego até o portão, ele do lado de dentro (não dá pra ver pra dentro).

Ele: -Entra, entra pra ninguém ver e, por favor, fala baixo que minha irmã mora no andar de cima, ok?
Eu: -Oi, ok, fica tranquilo.

Era um cara de 53 anos, alto que nem eu, +1,80, e vestido com uma roupa esportiva típica de quem vai correr, dava pra ver que malhava bastante e tinha cara de ser Guarda Civil (Polícia da Espanha).

Entramos na casa, ele me faz passar primeiro.

Ele: -Entra, fica à vontade. Tá nervoso?
Eu: -Com licença. Um pouco, mas tô afim.

Na TV da sala dele tava passando porno gay, ele fecha a porta e passa do meu lado me apalpando a bunda.

Ele: -Bom, vamos ver o que a gente tem aqui.

E me segurando pela bunda com a mão dele (uma mão forte), se aproxima pra me beijar. Naquela hora pensei "Porra, não gosto de beijar", mas já tava no jogo e, bom, fechei os olhos e fui junto.
Ele começa a me beijar de língua e a apalpar bem meu cu.

Eu, desesperado por pica (e pra parar de beijar), começo a passar a mão na pica dele por cima da roupa. Parecia um tamanho médio, nem muito comprido nem muito grosso, e começo a bater uma por cima da roupa, tava meio mole ainda.

Ele enfia a mão por baixo da minha roupa e começa a tocar meu cu, abrindo as tapas, apertando forte. Cada vez que eu abria elas e sentia que minha bunda ficava livre, me dava um tesão incrível. Nesse momento, meti minha mão dentro pra bater uma pra ele melhor e com a outra baixei o short dele.

Me afasto um pouco e olho pra ele.

Ele: — Vai me chupar um pouco, putinha?
Ele coloca a mão na minha cabeça como se fosse me empurrar pra baixo.

Com minha cabeça, faço que sim enquanto me ajoelhava.
Tendo o pau dele na minha cara, direto abri minha boca olhando pra ele e meti na boca, balançando a cabeça devagar até que ficasse duro, já que tava meio mole.

Tinha um gosto muito bom, tava bem lavadinho. Comecei a saborear devagar enquanto sentia ele endurecendo na minha boca até ficar quase durão. Aí tirei da boca, dei um beijo na pontinha e desci beijando até as bolas. Chupei as bolas dele (Adoro e me excita muito a putaria de ter o pau esfregando na minha cara enquanto chupo as bolas).

Depois de beijar a pélvis, o tronco, as bolas, comecei a chupar o pau dele, balançando a cabeça cada vez mais. De vez em quando, ele guiava o ritmo com a mão e eu ouvia ele gemer. Fiz umas duas ou três de garganta profunda, com o pouco que tinha aprendido, e de quebra, deixei bem babado.

Chupei ele entre 5 a 10 minutos, menos de 10 com certeza.

Ele: — Vem, vamos pro quarto. A gente tem pouco tempo.

Eu levanto e sigo ele, e entro no quarto.
Ele tira a roupa, me dando um beijo de novo e, bom, tive que seguir o fluxo. Enquanto ele levanta minha camiseta e eu desabotoo minha calça jeans.

Ele: — Deita na cama com a bunda pra cá.
Eu, bem obediente, já pelada, fico de quatro na beirada da cama e vejo do meu lado esquerdo que a parede inteira era um espelho enorme. Me vejo de quatro, com a bunda pra cima, ele batendo uma olhando pra minha bunda.

Naquele momento, me ver assim me senti muito puta. Uma puta fácil, dada e entregue pra fazerem o que quisessem comigo.

Ele: — Que bunda você tem, putinha.
Eu: — Vai arrombar ela? Quero que você me coma forte.

Vejo no espelho, que se abaixa e começa a lamber minha bunda, dar tapas. Daí eu inclinava um pouco a bunda pra ver ela vermelha no espelho. Nunca me senti tão tesuda, o tesão de ser a putinha de alguém aleatório tava me deixando louco.

Vejo ele se levantar, me dá dois tapas na bunda e pega algo do criado-mudo. Era um pouco de lubrificante, ele passa na mão, passa na pica e se aproxima de mim. Nessa hora os nervos voltaram de novo, mas antes de começar a me fazer perguntas pensei "isso é o que eu queria há um tempão, tenho que relaxar e aproveitar o momento, até porque não tem como me arrepender já que a bunda já tá entregue". Apoiei meu rosto na cama, com as mãos pros lados e...

Comecei a sentir algo quentinho na minha bunda, bem quentinho e molhado. Claro, chegou a hora. Era a cabeça da pica dele encostada na minha bunda.

Ele: -Não faz barulho alto, lembra que dá pra ouvir do andar de cima
Eu: -Sim, fica tranquilo (Falei já com uma voz de puta do caralho, esperando pela pica)

Sinto ele começar a fazer pressão, já tava empurrando a pica contra minha bunda e eu arqueei as costas o máximo que pude.
Minha bunda tava muito fechada e não queria entrar. A força que ele fazia me empurrava pra frente e pensei "Ele disse que tem pouco tempo, não posso perder tempo até entrar devagarzinho".

Aí empurrei minha bunda pra trás e senti como se algo tivesse cedido.
Exato, minha bunda não aguentou mais e cedeu. Como nós dois távamos fazendo força, quando cedeu e entrou, de uma vez foi até a metade. Nessa hora senti um pouquinho de dor, mas o alívio de finalmente ter metido foi maior.

Me relaxei pra aproveitar e prestar atenção e sentir como entrava aos poucos.

Ele: -Muito bem putinha, você mandou muito bem. Agora vou foder essa bundona que você tem
Eu: -Quero que você arrebente ela, deixa ela bem aberta

Enquanto ele falava, se mexia devagar pra frente e pra trás como pra dilatar bem.
Quando falei isso, ele me deu um tapa forte na bunda. (Juro que a irmã ouviu lá de cima) e ele começou a me empurrar mais forte, aumentando um pouco o ritmo.

Não sei como explicar o quanto era gostoso sentir um pau dentro do meu cu, entrando e saindo, empurrando, abrindo caminho no meu rabo e eu todo entregue igual uma puta na cama. Era uma delícia. Virei o rosto pro espelho, olhei de lado pra ele me olhando o cu, dando tapas na minha bunda e depois ele me encarou no espelho.

Não acreditava que estava me vendo daquele jeito, com a cara na cama, a bunda pra cima com um pau enterrado e um cara arrombando meu cu. Totalmente uma puta oferecida, tinha esperado tanto por isso e estava acontecendo.

Fiquei uns 5 minutos olhando pelo espelho, aproveitando, e ele cada vez metendo mais forte. Meu cu já era puro prazer, não sentia mais nada de dor.

Mas minha parte puta pedia mais forte, então comecei a rebolar, quando ele bombava meu cu, eu empurrava de volta e assim ele entrava bem forte até o fundo, sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Quando ele recuava, eu também, e assim pegava impulso e coordenava pra gente empurrar junto.

Acho que ele já tinha esquecido da irmã, porque dava pra ouvir bem alto o plaft plaft plaft da minha bunda batendo no pau dele. Eu tava por cima vendo tudo no espelho, ficava louco.

Ele: - Que puta que você é, e mentirosa. Essa não é sua primeira vez.
Eu: - É sim, por que você diz isso? (com voz de tesão)

Ele: - Já comi muitas vadias como você, você se mexe bem demais pra ser sua primeira vez dando o cu.
Eu: - É sim, é a primeira vez que arrombam meu cu e eu tô amaaaaando

Ele: - Puta mentirosa
Ele não queria acreditar, e a verdade é que eu não sentia que tava fazendo nada demais. Só tava entregando meu cu de quatro e rebolando.

Ele: - Se continuar assim, vai me fazer gozar

E sinto que numa metida forte, ele segura minha cintura pra eu não me mexer e deixa enterrado por 3 segundos. "Será que vai encher meu cu de porra?" pensei.

Ele: - Vira, puta, que assim você vai me fazer gozar e ainda temos uns 10 minutos.

Nesse momento, sinto ele tirar tudo, e me dá um tapa forte na bunda.
Sinto até ar entrando no meu cu. Vou me virando, mas pro lado do espelho pra ver minha bunda de passagem, tava bem vermelha, as mãos marcadas e meu cu era um buraco negro, nunca pensei que me veria com o cu aberto.

Fico deitado, de barriga pra cima, olhando pra ele de pé com o pau bem molhado e brilhante.

Ele: — Vem, se coloca bem na beirada da cama (era uma cama alta).

Me coloco na beirada enquanto ele me segura pela cintura pra me mexer e coloca minhas pernas no ombro dele.
Com uma mão, ele move minha perna um pouco mais pra fora, como se estivesse abrindo, e com a outra pega o pau dele pra apontar pro meu cu.

Nesse momento, ele encosta o pau na entrada, faz uma pressãozinha só pra não sair do lugar, e coloca as duas mãos nas minhas panturrilhas, pra empurrar minhas pernas em direção ao meu peito. Assim, meu cu ficou bem exposto, olhei no espelho e ele empurrou de uma vez e meteu até o talo.

Ele: — Vou te dar o que você queria, promíscua.
Eu: — Vai deixar escorrendo gozo?

Ele: — Claro que sim, vagabunda.

Isso pareceu que excitou ele, e ele começou a me comer bem forte por uns minutos, depois ele fica reto, de pé, e abre minhas pernas sem parar de bombar meu cu.
Ele pega meu pau e começa a me bater uma enquanto me fode o cu. Ficou uns 5 minutos assim até que, com a tesão, eu não aguentei mais e gozei, enchendo a mão dele de porra.

Ele: — Já gozou, vagabunda, pelo visto você tá gostando.

Vejo ele jogar a cabeça pra trás e começar a bombar com tudo. "Agora ele vai me dar o gozo", pensei.
Exato, ele começou a me comer forte até sentir os espasmos do pau dele bombeando porra no meu cu e ele gemendo.

Quando terminou, ele me empurrou de novo pelas panturrilhas, olhando pro meu cu com o pau todo dentro, ainda não tinha tirado.

Ele: — Aí está o que você pediu, vagabunda.

Ele começa a tirar devagar, fica do lado e se começa a limpar com um papel. Eu continuei deitado processando tudo que tinha acabado de acontecer e como foi gostoso e o quanto curti.

Ele: -Tamo apertados de tempo, se quiser passa no banheiro pra se limpar ou tomar um banho rápido.
Eu: -Vou, passo pra me limpar, com licença.

Fui no banheiro, me olhei no espelho abrindo a bunda e vi montes de porra. Me toquei pra começar a limpar e era uma quantidade enorme de porra que eu tinha. Limpei por fora as nádegas, me vesti e fiquei pronto pra ir embora. Mas guardei toda a porra que tinha ficado dentro da bunda só por tesão.

Ele: -Bom, agora a gente sai e se cumprimenta normal. Eu vou pra direita e você pode ir pra esquerda. Se perguntarem, você é o técnico.

Assim fui pra casa com a bunda escorrendo porra. Foi uma delícia, verdade. Entrei no banho, bati uma punheta de tesão e tirei toda a porra que ele tinha deixado na minha bunda.

Assim terminou a experiência.
Dependendo se eu tiver tempo e se esse post agradar, vejo se conto a próxima experiência e última até agora. Que tinha um pau ENORME, foi impressionante.

4 comentários - Encheu minha buceta de porra

Quiero lo mismo que me llenen de leche el culo
No te vas a arrepentir, te aseguro
Estuvo genial esa historia... Me puso la pija a mil... Qué delicia 😋😋