Bom, com a minha mulher, há muito tempo a gente queria experimentar algo novo. Ela é meu amor, mas casamos muito cedo — ela casou comigo aos 18 e eu com ela aos 21 —, então nem eu nem ela aproveitamos quase nada. Agora a gente começou a se soltar e, bom, as voltas que a vida dá: um colega novo no trabalho que tinha uma namorada de só 19 anos, e ele tava curioso pra saber da minha mulher. Aparentemente, ele gostou da ideia da troca de casais. Eu, sinceramente, não acreditava que isso ia rolar, mas as coisas se encaixaram. Ele me passou o número da namorada dele, e eu o da minha esposa, e rapidinho começamos. Devo dizer que, só de ver umas fotos dessa mina, já fiquei de pau duro. Uma moreninha gostosa, carinha de neném, não parecia ter 19, parecia até menos. Mas, pelo visto, a pequena gostava da ideia de ficar com outro homem, ainda mais se fosse mais velho que ela. Eu tenho 35 agora, e minha mulher 32, mas ela se manteve muito bem, verdade seja dita — minha esposa passa o rodo em muita piranha de 20 anos. Mas essa menina me deu uma vontade de comer de todas as formas possíveis. Minha mulher, por outro lado, tava meio curiosa pra saber como essa novinha ia se sair comigo (continuem lendo que vão entender por quê). Minha esposa queria sim transar com meu colega, mas gostava mais da ideia de um ménage com a menina. Depois disso, a gente conversou por chat, óbvio, e minha mulher sabia do que eu falava com a garota, que se chamava Luisana. E sim, minha esposa tava muito curiosa pra saber como eu ia comer ela e ver até onde ela aguentava (continuem lendo). A gente conversou e nunca trocou fotos, mas teve videochamada onde mostrei meu pau e ela deixou eu ver ela toda. Umas tetas de chocolate que eu morria de vontade de provar, e umas pernas e uma buceta que me deixaram durasso. Ela, obviamente, ansiosa pra experimentar o que eu tinha. Eu tenho um pau de uns 20 cm, bem branco e venoso, e ela não acreditava, queria ver pessoalmente. E eu morria de vontade de comer ela e ver como ela aguentava (continuem lendo que vão saber). A gente marcou de se ver numa quarta-feira. Eu tava de folga no trabalho, então nesse dia, à tarde, eu iria buscar ela. no trampo dela e levaria ela pra minha casa, minha esposa foi embora e levou nosso filho pra casa da mãe dela pra eu ficar sozinho em casa tranquilo, já preparamos tudo com a minha esposa, minha esposa foi embora umas 14h e eu parti pra buscar minha moreninha às 15h, quando cheguei ela tava com a roupa do trampo dela, a do supermercado, mas mesmo assim tava muito gostosa, já no caminho ela se mostrou curiosa e eu deixei ela matar a curiosidade, ela sozinha no semáforo, desabotoou minha calça e tirou minha piroca que tava bem dura e aí ela falou assim: ok, então era verdade que era comprida, eu: eu te mostrei mas você não acreditava, ela: bom, é que uma assim comprida em você não parece tão grande, eu: bom nisso você tem razão, mas seu marido tem uma coisa grande também, minha mulher gostou, ela: sim, mas a dele é preta, a sua é branquinha e eu gosto assim, que delícia, eu: come gatinha, come ela toda, vai! ela: não sei se vou conseguir comer ela toda, é muito comprida, começou a chupar minha piroca enquanto eu dirigia, que delícia, ela chupava tanto que no caminho usei um mais comprido (queria aproveitar mais), essa mina não parecia mas era fã de piroca, ainda mais se fosse branca, ela: adoro sua piroca, ficou vermelha, hummm, eu: é toda sua gatinha, ela: assim você vai largar sua mulher por mim? eu: por você largo até a buceta (mentira), ela: ai meu amor, me bate com essas bolas enquanto me detona, ai!!! eu: ansiosa minha gatinha? ela: sim, já quero chegar e você me partir ao meio com essa piroca!! eu: já vamos chegar e continuamos minha vida, ela: se apressa que eu quero, não faz sua gatinha esperar, eu: bom, já vamos chegar, continua chupando, ela: bom, mas é que eu quero já, me come aqui, eu: para, que puta você acabou sendo, ela: sou muito puta, e sou sua puta ou não, não tô linda pra você? eu: já chegamos e vou te arrebentar toda puta, ela: sim papai, me arrebenta toda, quero que você me arrebente e me deixe aberta inteira com essa piroca comprida, branca e venosa, já no caminho essa menina não soltava minha piroca, a ponto de quase soltar uma carga toda na boca dela, mas ao entrar em casa a gatinha me pede pra levar ela pra cama ducha onde já no chuveiro a gente se banhava, ela tava toda suada, mas mesmo assim antes de entrar me deu uma chupada que me fez gozar. Não aguentei, enchi a boca e a cara dela de porra, ela fez uma máscara e assim entrou no chuveiro. Deus, aquele corpinho moreno molhadinho com sabão me deixou duro de novo. Difícil descrever o que era, mas era uma mina deliciosa, uma bunda bem redonda e umas curvas bem formadas. Mas os peitos dela, mesmo não sendo grandes, me encantaram. Entrei no chuveiro só pra passar sabão nos peitos dela e depois comecei a chupar eles debaixo da água. Amo peitos, e se são de chocolate, melhor ainda. Claro, minha mulher tem uns peitos gigantescos comparados com esses, mas mesmo assim eu adorava. Ela: "Ai, papai, me come toda, por favor. Minha pussy também quer." Eu: "Ok, chiquita, já vou te comer toda." Ela: "Ai, papai, vai me comer aqui?" Eu: "Já vamos pro quarto e lá vou te arrebentar." Ela: "Ai, já me deu medo, papai. Sê gentil com tua chiquita." Eu: "Fica tranquila, slut, vou ser gentil no começo." Ela: "Ai, papai, me faz tua, faz com que eu nunca esqueça esse dia." Eu: "Nunca vai esquecer desse dia, slut." Ela: "Sim, papai, me come como quiser, me come toda, papai. Minha pussy tá limpa e não fodo com meu namorado há vários dias." Eu não queria soltar aqueles peitos, mas beleza, quis dar minha parte e comi a pussy dela, toda depilada, com um pouco de sabão. Levantei uma perna e comi ela assim no ar. Mas ela: "Ai, meu amor, vou cair." Eu: "Não vai cair, você é muito leve." Ela: "Ai, obrigada, meu amor. Ai, ok, mas não para de chupar minha pussy, atende bem tua slut que ela vai deixar você partir a inteira." Fiquei com ela no ar um tempão, era muito leve pra mim. Minha mulher também consigo segurar assim, mesmo sendo mais alta e maior que a Luisana. Depois baixei ela, meio assustada, mas gostou, até porque era a primeira vez que alguém fazia isso com ela. (Aqui que é bom) Eu sou alto, meço 1,90m, e a Luisana media 1,47m, muito pequena comparada a mim, mas eu tenho um bom físico, malho todo dia. Então, eu tenho um corpo bonito, minha mulher adora que eu seja assim, faço isso por ela. E quando vou fuder ela, tenho muita resistência, tanto muscular quanto pra gozar. A gente foi pra peça e continuou, ela começou a me fazer um boquete daqueles. Dessa vez, ela engolia tudo e passava a língua, eu queria comer ela, mas ela não soltava meu pau. Aquela carinha de menina me quebrava quando ela dizia: "Não quero, isso tá uma delícia" (fazendo olhinhos e biquinho). Eu: "Tá bom". Continuei assim, deixei ela chupar de boa por um tempão. Nunca tinham me feito um boquete por tanto tempo e eu segurando a vontade de penetrar ela (a carinha e a voz dela me quebravam). Mas depois eu mandei ela subir na cama e ela: "Sê gentil, tenho um pouco de medo, papai". Eu: "Fica tranquila, minha vida, eu cuido de você". Ela: "Meu namorado não mete muito forte, sabe? E olha que o pau dele é menor, mas mais grosso que o seu". Eu: "É, minha senhora, me mostrou o monstro que enterra em você". Ela: "Sim, mas ele não tem o seu físico e isso me dá um medinho". Eu: "Você gosta?" Ela: "Adoro você, espero não me apaixonar!" Eu: "Fica tranquila, a gente pode continuar transando quantas vezes você quiser". Ela: "Não, vou ficar louca e com ciúmes da sua mulher". Eu: "Você tem ciúmes da minha mulher?" Ela: "Inveja, na verdade. Mas se eu me apaixonar, acho que não consigo me controlar". Quando eu ia colocar a camisinha, ela me parou dizendo: "Combinamos o quê? Sem!!". Mas minha mulher pediu pra eu me cuidar. Depois de uma breve discussão, cedi ao pedido dela. E com ela de quatro, com meu pau duro e pelado, fui enfiando. Vocês não imaginam o que foi ver meu pau branco entrando naquela buceta de chocolate toda inteira e ver que ela me olhava e mordia os lábios. Isso me deixou louco (tenho uma certa loucura por morenas e, se são baixinhas e novinhas, ainda mais). Comecei a meter, mas dava pra ver que era demais pra ela. Ela pedia pra eu parar a toda hora, mas acho que era porque estava nervosa e sentia a buceta meio seca. Comecei a acariciar ela um pouco, passei a mão nas costas, nos peitos, toquei a bundinha minúscula dela (minha mão era quase a bunda inteira). Assim, aos poucos, ela foi se soltando e, entre gemidos e gritos, os dois... Palmas foram se ouvindo, comecei a meter mais forte, mas não durou só constante (1 1 1 assim), tirando a cabeça da pica e metendo pra essas nalgadas baterem em mim. Assim meti por um bom tempo, até que ela me disse: "Me agarra do jeito que você quiser, meu amor". Não me segurei, agarrei ela e levantei, e assim no ar comecei a meter sem pena. Ela: "Ai meu Deus, você vai me desmontar, aaaaah!" Eu: "Cê gosta, gostosa?" Ela: "Sim, papai, sim, mas me abaixa!!!!" Eu: "Mais um pouco." Ela: "Ai ai ai, não não não, me solta, me solta que vou desmaiar!!!" Eu: "Que foi, minha princesa?" Ela: "Me solta, filho da puta, cê tá me destruindo!!!" Eu: "Desculpa, tá doendo?" Ela: "Você não faz ideia, ai, sério, exagerei com ela. Por um tempo ficamos na cama conversando (coisas pessoais) e depois ela mesma me disse que queria que eu chupasse ela (pensei que ela não queria mais). Ela começou a me chupar e assim ela: "Você quase me matou, mas mesmo assim gostei." Eu: "Desculpa, é que tô acostumado a fazer assim na cama." Ela: "Você me disse que pega sua mulher assim e mais forte, coitadinha dela." Eu: "Bom, ela e eu estamos juntos há muitos anos e ela é bem mais velha que você também." Ela: "E ela tem quanto de altura? Já sei que é mais alta que eu, mas quanto?" Eu: "Ela tem 1,71m (americana loira peituda)." Ela: "Ai meu Deus, e você pega ela assim o tempo todo?" Eu: "Não sempre, mas meto assim sempre que ela deixa." Ela: "E no cu também?" Eu: "Não sempre, mas se ela deixa, meto forte no cu." Ela: "Você detona ela, deixa ela com as tripas no lugar." Eu: "Bom, nem sempre ela deixa meter no cu, mas hoje em dia ela não nega." Ela: "Ai meu Deus, não, e como ela anda?" Continuamos falando de assuntos pessoais, alguns bem privados. Ela me confessou que não curte nada anal, mas se quisesse, deixava, mas seria a primeira e última vez (foi bem direta e clara). Ela não soltou minha pica em nenhum momento, me chupava, dava beijos, lambia tudo, me punhetava e até gozou. Bom, depois de conversar um bom tempo, decidi ser direto. Eu: "Bom, continuamos ou paramos?" Ela: "Não sei, o que você quer fazer?" Eu: "E aí? Estamos aqui pra foder. Ela: pode ser (rindo). Eu: bom, podemos começar com um 69? Ela: nossa, já começou quente a coisa. Eu: quero que você relaxe, Sweetie. Ela: você vai chupar minha buceta igual fez outro dia? Eu: você vai amar o que vou fazer com você. Ela: hmm, mostra pra mim.
Não fiz ela esperar. Levantei, agarrei ela e a ergui. Já no ar, virei ela de cabeça pra baixo, com a cara no meu pau e aquela buceta na minha cara. Comecei devagar, ela tava meio assustada, achando que ia cair, mas eu segurava firme. E aí começamos o 69. Ela: ai, meu Deus!!! O que você me faz fazer!!! Eu: falei que você ia gostar. Ela: ai, siiiim, nunca me trataram assim. Eu: cê gosta ou incomoda? Ela: ai, meu Deus, isso eu nunca fiz de verdade. Eu: e vem mais coisa, minha vida. Ela: ai, meu Deus, já começou a me assustar. Eu: não vou fazer nada que você não goste. Ela: você me tem toda, me tem na sua mão assim, já nem sei o que esperar de você.
Tudo enquanto ela chupava meu pau e eu passava a língua naquela buceta de chocolate com morango. Fiquei assim um tempão, até sentir que ela começou a tremer muito e tava toda ofegante. Ela tinha gozado, dava pra ver, e não parava de pedir pra eu soltar ela. Deitei ela de costas na cama e enfiei meu pau inteiro na boca dela. Não me segurei (a verdade é que ver ela tão agitada e excitada me deixou muito louco). Meti tudo, até minhas bolas encostarem no nariz dela, e ela não resistiu, só segurou as próprias pernas pelos tornozelos, ficando toda aberta e exposta. E eu decidi continuar dando pra ela comer moreela. Enquanto ela tava toda na minha mão, eu acariciei ela. O corpinho dela era algo de se apreciar e ver tudinho, aquela cinturinha e os peitinhos com aqueles bicos que se destacavam como duas cerejas num bolo de chocolate, e aquela buceta sem um pelo, que parecia uma fonte de tão molhada que tava, era linda. Fiz ela gozar de novo quando enfiei fundo e deixei lá por um tempão enquanto masturbava ela. Passei os dedos naquela buceta e nos peitinhos também. Ela não se segurou e deixou vazar todo o prazer, molhando minha cama. Quando soltei ela... Não disse nada, só recuperou o fôlego. Quando mandei ela ficar de quatro e se abrir pra mim, ela só respirou fundo e fez o que pedi. Tenho que dizer que ver ela daquele jeito me enlouqueceu, mas me segurei (queria agarrar ela forte, muito forte, mas sabia que ela não aguentaria). Meti devagar e ela tremeu, soltando um "devagar, por favor". Fui pegando ela assim, tranquilo, mas ela parecia possuída: gritava, gemia e tremia. Me olhava e se deixava cair nos lençóis molhados. Segurei ela assim e, com a pressão de não aguentar mais (essa pequenina tinha uma buceta tão apertada e, ao mesmo tempo, ver ela daquele jeito, aquela raba, aquele lombo, e ouvir ela com aquela voz fazia qualquer um gozar em segundos), mas perdi o controle de vez quando ela disse:
Ela: "Aí, papai, me destrói, me faz de merda."
Eu: "Já vou gozar."
Ela: "Não, aguenta, por favor, me arrebenta toda."
Eu: "Mas já tô quase gozando!"
Ela: "Não! Arrebenta meu cu, goza dentro do meu cu, por favor!!!"
Eu: "Tem certeza?"
Ela: "Sim, por favor, me deixa aberta, me faz gritar!!!"
Eu já não me segurei mais. Assim, com um pouco de saliva, tentei entrar naquele cuzinho tão pequeno que parecia que ia rasgar. Tentei e tentei sem sucesso por um tempo, até que, com a ajuda dela, consegui meter. Ela soltou um grito e, assim, devagar, fui enfiando e...
Ela: "Aí, papai, aí, Deus, você tá sacudindo meus intestinos."
Eu: "Que putinha, me deixa arrebentar teu cu assim, sem nem pedir?"
Ela: "Não sei por quê, mas quero te dar."
Eu: "Que pequenina tão linda e puta que você é."
Ela: "Me deixa ser, além disso, você tá aproveitando."
Eu: "Como nunca na vida, minha pequena."
Ela: "Sou sua putinha, me arrebenta toda e deixa tua marca."
Eu: "Claro que sim, vou te deixar toda aberta."
Ela: "Pro meu marido eu ainda não dei, então aproveita."
Eu: "Ah, não? Por isso que tá tão novinho."
Ela: "Tava novinho, continua devagar."
Mas com tanta conversa, ela me desconcentrou de novo e, sem perceber, já tinha ela levantada, segura pelas pernas, e ela gritando e pedindo pra eu parar. Não soltei. Entre gritos e gemidos, enchi o cu dela (nunca tinha gozado assim). Enchi tanto que me sujou tudo e quase caí, com ela por cima. Depois de uma pausa e de conversar, ela ficou pra dormir. Disse pro meu colega que era muito casada e que iria pra casa da mãe, mas ficou pra transar mais um pouco comigo. A gente conversou e ela me contou que não deu o cu pro meu colega, mas já tinha experiência anal. Me disse que aos 13 anos, um ex-namorado dela, muito mais velho, detonava ela com a desculpa de que por trás era seguro. Bom, essa é minha história com a namorada de um colega. Espero que tenham se divertido. Valeu por ler.
Não fiz ela esperar. Levantei, agarrei ela e a ergui. Já no ar, virei ela de cabeça pra baixo, com a cara no meu pau e aquela buceta na minha cara. Comecei devagar, ela tava meio assustada, achando que ia cair, mas eu segurava firme. E aí começamos o 69. Ela: ai, meu Deus!!! O que você me faz fazer!!! Eu: falei que você ia gostar. Ela: ai, siiiim, nunca me trataram assim. Eu: cê gosta ou incomoda? Ela: ai, meu Deus, isso eu nunca fiz de verdade. Eu: e vem mais coisa, minha vida. Ela: ai, meu Deus, já começou a me assustar. Eu: não vou fazer nada que você não goste. Ela: você me tem toda, me tem na sua mão assim, já nem sei o que esperar de você.
Tudo enquanto ela chupava meu pau e eu passava a língua naquela buceta de chocolate com morango. Fiquei assim um tempão, até sentir que ela começou a tremer muito e tava toda ofegante. Ela tinha gozado, dava pra ver, e não parava de pedir pra eu soltar ela. Deitei ela de costas na cama e enfiei meu pau inteiro na boca dela. Não me segurei (a verdade é que ver ela tão agitada e excitada me deixou muito louco). Meti tudo, até minhas bolas encostarem no nariz dela, e ela não resistiu, só segurou as próprias pernas pelos tornozelos, ficando toda aberta e exposta. E eu decidi continuar dando pra ela comer moreela. Enquanto ela tava toda na minha mão, eu acariciei ela. O corpinho dela era algo de se apreciar e ver tudinho, aquela cinturinha e os peitinhos com aqueles bicos que se destacavam como duas cerejas num bolo de chocolate, e aquela buceta sem um pelo, que parecia uma fonte de tão molhada que tava, era linda. Fiz ela gozar de novo quando enfiei fundo e deixei lá por um tempão enquanto masturbava ela. Passei os dedos naquela buceta e nos peitinhos também. Ela não se segurou e deixou vazar todo o prazer, molhando minha cama. Quando soltei ela... Não disse nada, só recuperou o fôlego. Quando mandei ela ficar de quatro e se abrir pra mim, ela só respirou fundo e fez o que pedi. Tenho que dizer que ver ela daquele jeito me enlouqueceu, mas me segurei (queria agarrar ela forte, muito forte, mas sabia que ela não aguentaria). Meti devagar e ela tremeu, soltando um "devagar, por favor". Fui pegando ela assim, tranquilo, mas ela parecia possuída: gritava, gemia e tremia. Me olhava e se deixava cair nos lençóis molhados. Segurei ela assim e, com a pressão de não aguentar mais (essa pequenina tinha uma buceta tão apertada e, ao mesmo tempo, ver ela daquele jeito, aquela raba, aquele lombo, e ouvir ela com aquela voz fazia qualquer um gozar em segundos), mas perdi o controle de vez quando ela disse:
Ela: "Aí, papai, me destrói, me faz de merda."
Eu: "Já vou gozar."
Ela: "Não, aguenta, por favor, me arrebenta toda."
Eu: "Mas já tô quase gozando!"
Ela: "Não! Arrebenta meu cu, goza dentro do meu cu, por favor!!!"
Eu: "Tem certeza?"
Ela: "Sim, por favor, me deixa aberta, me faz gritar!!!"
Eu já não me segurei mais. Assim, com um pouco de saliva, tentei entrar naquele cuzinho tão pequeno que parecia que ia rasgar. Tentei e tentei sem sucesso por um tempo, até que, com a ajuda dela, consegui meter. Ela soltou um grito e, assim, devagar, fui enfiando e...
Ela: "Aí, papai, aí, Deus, você tá sacudindo meus intestinos."
Eu: "Que putinha, me deixa arrebentar teu cu assim, sem nem pedir?"
Ela: "Não sei por quê, mas quero te dar."
Eu: "Que pequenina tão linda e puta que você é."
Ela: "Me deixa ser, além disso, você tá aproveitando."
Eu: "Como nunca na vida, minha pequena."
Ela: "Sou sua putinha, me arrebenta toda e deixa tua marca."
Eu: "Claro que sim, vou te deixar toda aberta."
Ela: "Pro meu marido eu ainda não dei, então aproveita."
Eu: "Ah, não? Por isso que tá tão novinho."
Ela: "Tava novinho, continua devagar."
Mas com tanta conversa, ela me desconcentrou de novo e, sem perceber, já tinha ela levantada, segura pelas pernas, e ela gritando e pedindo pra eu parar. Não soltei. Entre gritos e gemidos, enchi o cu dela (nunca tinha gozado assim). Enchi tanto que me sujou tudo e quase caí, com ela por cima. Depois de uma pausa e de conversar, ela ficou pra dormir. Disse pro meu colega que era muito casada e que iria pra casa da mãe, mas ficou pra transar mais um pouco comigo. A gente conversou e ela me contou que não deu o cu pro meu colega, mas já tinha experiência anal. Me disse que aos 13 anos, um ex-namorado dela, muito mais velho, detonava ela com a desculpa de que por trás era seguro. Bom, essa é minha história com a namorada de um colega. Espero que tenham se divertido. Valeu por ler.
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