Fala, galera. Voltei agora pra contar uma parada fresquinha que rolou nas últimas 3 semanas. Eu tava de licença no trampo e tinha que ir pra Argentina buscar uns negócios pro carro, que lá são mais baratos que aqui. Então ia de sexta até segunda ou terça, dependendo de quanto tempo levasse pra conseguir essas peças. Já tinha alugado um apartamento pra esses dias. Três dias antes de ir, resolvi mandar uma mensagem pro Pablo, um cara que conheci nesse relato aqui: http://www.poringa.net/posts/relatos/5904255/Venganza-un-plato-que-se-come-frio-Bonus-Track.html Contei a situação, que ia passar uns dias lá e que tinha um apê pra ficar, perguntando se ele topava a gente se encontrar pra tomar uma cerveja de boa. Ele respondeu que sim, que me esperava, mas pra eu cancelar a reserva e que, sem compromisso nenhum, eu podia ficar na casa dele os dias que precisasse, que não teria problema. Entendendo qual era a proposta do Pablo, topei. Ia economizar uma grana. (Desde aquele último encontro com ele, eu não tinha ficado com nenhum outro cara.) Chegou o dia, avisei que horas chegava e pedi o endereço da casa dele pra pegar um táxi até lá. Ele disse que ia me buscar no porto, pra eu não me estressar. A gente se encontrou no porto de Buenos Aires umas 20h e fomos pra casa dele. O Pablo tem um apartamento em Puerto Madero, no 12º andar. Era um apê enorme e chique. Chegamos, ele me mostrou meu quarto, a casa, e me deu umas chaves pra eu entrar e sair enquanto ele tivesse no trampo. A gente começou a tomar uma cerveja e a falar da vida, trampo, tempo livre, hobbies e tal. Pedi pra tomar um banho e trocar de roupa. O Pablo ainda tava com a roupa formal do trabalho. Fui tomar banho, me troquei e a gente pediu comida. Tava tudo normal, sem o Pablo dar nenhum sinal de que queria me pelar — pensei que ele ia tentar mais rápido. A comida chegou, a gente jantou, continuou bebendo mais um pouco, bem de boa, até que o Pablo puxou o assunto. -Pablo: "Quanto tempo faz que a gente se conheceu? Dois anos e meio, né?"
-Eu: "É, mais ou menos... por quê?"
-Pablo: "Nada, tava lembrando como a gente se divertiu naquele dia..."
-Eu: "É, mais ou menos sim, sei lá..." respondi, me fazendo de desentendido.
"Por isso que você queria que eu viesse ficar na sua casa, né?" perguntei, seguindo a brincadeira.
-Pablo: "Não, não, nem fodendo, falei pra você ficar aqui porque tá tudo tranquilo."
Eu ri e fui pra cozinha pegar mais uma cerveja pra cada um. Pablo veio atrás de mim em silêncio, e eu nem percebi. Quando fui abrir a geladeira, sinto uma mão pegando na minha bunda. Aí pensei: "chegou a hora..." Sem me virar, perguntei se ele tinha perdido alguma coisa.
-Pablo: "Perder, não perdi nada, mas quero saber se você ainda tem essa bunda gostosa."
-Eu: "Sei lá, vê aí..."
Terminei de falar isso e, sem me virar, tirei tudo, deixando minha bunda no ar. Ele me deu um tapa e disse: "Que filho da puta, ainda tem essa bunda, e melhor do que antes."
-Eu: "O esporte faz isso."
Aí me virei, me ajoelhei e falei: "E você? Ainda tem aquela pica enorme?"
-Pablo: "Sei lá, vê você agora..."
Baixei a calça dele e a pica enorme dele apareceu... Comecei a chupar ele ajoelhado na cozinha, enquanto tava no meu ritmo, parei e perguntei: "Nunca te perguntei quanto mede esse negócio."
-Pablo: "Pra quê saber? Pra ver quanto cabe no seu cu? Continua no que tava fazendo que tá divino." E não respondeu o que eu tinha perguntado.
Pouco depois ele falou pra irmos pro quarto. Fomos pro quarto dele, e ele me jogou de bruços na cama dele, deixando minha bunda à disposição. Antes de subir em cima de mim, pegou o lubrificante e passou nos dedos. Sem dizer nada, enfiou um dedo no meu cu e eu gemi...
Aí falei: "Olha que você foi o último a entrar."
-Pablo: "Sério? Virou virgem de novo, que filho da puta."
Pablo preparou meu cu, e quando viu que tava pronto, encostou a cabeça da pica na entrada e começou a meter... Eu sentia dor, sabia que ia ser só no começo. princípio... Pablo percebeu que tava doendo e foi ainda mais devagar... ficou um tempão testando até que entrou tudo... até aí ainda tava doendo, ele começou a meter e tirar bem devagarinho, até que a dor deixou de ser dor e virou prazer, eu sabia que isso ia chegar, era só questão de tempo. Quando ele viu isso, começou a ir um pouco mais rápido. Num momento, quando tava com tudo dentro, ele se apoiou em cima de mim e sussurrou no meu ouvido: "26 centímetros, 26 centímetros dentro dessa bunda linda". Não dava pra acreditar, 26 cm era uma loucura, mas naquele momento eu já tava curtindo esses 26 cm. Aos poucos ele foi aumentando o ritmo, e quanto mais ele acelerava, mais eu gemia e gozava. Quando avisei que ia pra Buenos Aires, nunca imaginei que ia ser tão bom. Tava sendo bem diferente daquele dia que a gente se conheceu, que já tinha sido uma loucura. Ele continuou furando minha bunda por mais um tempo até encher de porra. Pablo: "Uhhh, que delícia, tava sem comer um cu assim fazia tempo..." Eu: "Pô, não aguento mais, tô todo arrebentado..." Pablo: "Agora vou te confessar, era pra isso que queria que você viesse pra cá..." Eu: "Óbvio, já sabia..." rindo. Aí fui me limpar e pro meu quarto dormir porque tava morto. Enquanto me limpava, ouvi ele fazendo o mesmo... Fui dormir e ele fez o mesmo. No outro dia, ele me acordou, e fui no banheiro... Pra ir no banheiro, tinha que passar pelo quarto do Pablo. Quando passei, ele tava dormindo com a porta aberta e completamente pelado. Fui no banheiro, voltei e ouvi ele roncando. Me aproximei pra olhar a pica dele completamente mole, ainda era gigante... Ele continuava roncando... Aí, enquanto olhava, pensei: "Foda-se, vou chupar ela até o talo e dane-se". Comecei a chupar ele até que acordou. Pablo: "Bom dia..." com voz de sono... e não falou mais nada, só pegou o celular e ligou pra alguém. Eu não parei o que tava fazendo. Pablo: "Martin, tudo bem? Escuta, deu um problema, acho que não vou hoje, sim... Vou sim, vou mais tarde, beleza? Qualquer coisa me avisam... até mais" O cara do telefone disse algo que não ouvi, e desligou. "Que delícia acordar assim, pelo amor" Ele me agarra, manda eu parar, sai de debaixo de mim, e fica atrás... Eu: "Não, não, deixa eu descansar um pouco daquela noite" Pablo: "De jeito nenhum, você me acordou assim e quer que eu não te coma? Esquece... vou te foder devagarzinho" disse rindo. Me virei, levantei a bunda o máximo que pude, e sem pensar falei: "Mete a bomba". Pegou o lubrificante, passou no pau, e colocou no meu cu. Apoiou a cabeça e meteu! Soltei um grito de prazer que nunca tinha sentido na vida. Começou a bombear minha bunda como nunca, senti que era o melhor dia da minha vida, gemendo sem nenhuma vergonha. Eu estava adorando e queria que ele visse... Começou a dar tapas na minha bunda e falar: "Você gosta de como eu rasgo seu cu, puta?" "Você gosta de como esses 26cm rasgam seu cu?" Eu respondia que sim pra tudo. Num momento, ele parou, deixou o pau enfiado até o fundo e perguntou: "De quem é essa bunda?" Eu: "Minha..." falei como consegui... Ele tirou, e de uma vez meteu de novo até o fundo com força, pra doer um pouco. Pablo: "Como assim sua? De quem é essa bunda? É minha" ele disse... Eu: "Não, não... minha" Ele tirou e meteu mais duas vezes, bem forte, e perguntou de novo, e aí respondi: "É sua". Ele deu outro tapa na minha bunda e falou: "Assim que eu gosto, essa bunda é minha, e vou foder ela quantas vezes quiser e do jeito que quiser". Ele perguntou de novo: "Então, de quem é esse cu?" Eu: "Seu..." Pablo: "E o que vou fazer com meu cu?" Eu: "Vai foder quando e como quiser" Pablo: "Assim que eu gosto" Continuamos transando gostoso até Pablo gozar. Eu estava exausto, minhas pernas tremiam e fui tomar banho como consegui, e decidi não sair pra buscar o que precisava naquele dia. Conversando com ele à tarde, acabei decidindo que ia ficar pelo menos uma semana (no final foram duas). Nessas duas semanas, teve Muito sexo, e dois menages, que vou contar em outro relato.
-Eu: "É, mais ou menos... por quê?"
-Pablo: "Nada, tava lembrando como a gente se divertiu naquele dia..."
-Eu: "É, mais ou menos sim, sei lá..." respondi, me fazendo de desentendido.
"Por isso que você queria que eu viesse ficar na sua casa, né?" perguntei, seguindo a brincadeira.
-Pablo: "Não, não, nem fodendo, falei pra você ficar aqui porque tá tudo tranquilo."
Eu ri e fui pra cozinha pegar mais uma cerveja pra cada um. Pablo veio atrás de mim em silêncio, e eu nem percebi. Quando fui abrir a geladeira, sinto uma mão pegando na minha bunda. Aí pensei: "chegou a hora..." Sem me virar, perguntei se ele tinha perdido alguma coisa.
-Pablo: "Perder, não perdi nada, mas quero saber se você ainda tem essa bunda gostosa."
-Eu: "Sei lá, vê aí..."
Terminei de falar isso e, sem me virar, tirei tudo, deixando minha bunda no ar. Ele me deu um tapa e disse: "Que filho da puta, ainda tem essa bunda, e melhor do que antes."
-Eu: "O esporte faz isso."
Aí me virei, me ajoelhei e falei: "E você? Ainda tem aquela pica enorme?"
-Pablo: "Sei lá, vê você agora..."
Baixei a calça dele e a pica enorme dele apareceu... Comecei a chupar ele ajoelhado na cozinha, enquanto tava no meu ritmo, parei e perguntei: "Nunca te perguntei quanto mede esse negócio."
-Pablo: "Pra quê saber? Pra ver quanto cabe no seu cu? Continua no que tava fazendo que tá divino." E não respondeu o que eu tinha perguntado.
Pouco depois ele falou pra irmos pro quarto. Fomos pro quarto dele, e ele me jogou de bruços na cama dele, deixando minha bunda à disposição. Antes de subir em cima de mim, pegou o lubrificante e passou nos dedos. Sem dizer nada, enfiou um dedo no meu cu e eu gemi...
Aí falei: "Olha que você foi o último a entrar."
-Pablo: "Sério? Virou virgem de novo, que filho da puta."
Pablo preparou meu cu, e quando viu que tava pronto, encostou a cabeça da pica na entrada e começou a meter... Eu sentia dor, sabia que ia ser só no começo. princípio... Pablo percebeu que tava doendo e foi ainda mais devagar... ficou um tempão testando até que entrou tudo... até aí ainda tava doendo, ele começou a meter e tirar bem devagarinho, até que a dor deixou de ser dor e virou prazer, eu sabia que isso ia chegar, era só questão de tempo. Quando ele viu isso, começou a ir um pouco mais rápido. Num momento, quando tava com tudo dentro, ele se apoiou em cima de mim e sussurrou no meu ouvido: "26 centímetros, 26 centímetros dentro dessa bunda linda". Não dava pra acreditar, 26 cm era uma loucura, mas naquele momento eu já tava curtindo esses 26 cm. Aos poucos ele foi aumentando o ritmo, e quanto mais ele acelerava, mais eu gemia e gozava. Quando avisei que ia pra Buenos Aires, nunca imaginei que ia ser tão bom. Tava sendo bem diferente daquele dia que a gente se conheceu, que já tinha sido uma loucura. Ele continuou furando minha bunda por mais um tempo até encher de porra. Pablo: "Uhhh, que delícia, tava sem comer um cu assim fazia tempo..." Eu: "Pô, não aguento mais, tô todo arrebentado..." Pablo: "Agora vou te confessar, era pra isso que queria que você viesse pra cá..." Eu: "Óbvio, já sabia..." rindo. Aí fui me limpar e pro meu quarto dormir porque tava morto. Enquanto me limpava, ouvi ele fazendo o mesmo... Fui dormir e ele fez o mesmo. No outro dia, ele me acordou, e fui no banheiro... Pra ir no banheiro, tinha que passar pelo quarto do Pablo. Quando passei, ele tava dormindo com a porta aberta e completamente pelado. Fui no banheiro, voltei e ouvi ele roncando. Me aproximei pra olhar a pica dele completamente mole, ainda era gigante... Ele continuava roncando... Aí, enquanto olhava, pensei: "Foda-se, vou chupar ela até o talo e dane-se". Comecei a chupar ele até que acordou. Pablo: "Bom dia..." com voz de sono... e não falou mais nada, só pegou o celular e ligou pra alguém. Eu não parei o que tava fazendo. Pablo: "Martin, tudo bem? Escuta, deu um problema, acho que não vou hoje, sim... Vou sim, vou mais tarde, beleza? Qualquer coisa me avisam... até mais" O cara do telefone disse algo que não ouvi, e desligou. "Que delícia acordar assim, pelo amor" Ele me agarra, manda eu parar, sai de debaixo de mim, e fica atrás... Eu: "Não, não, deixa eu descansar um pouco daquela noite" Pablo: "De jeito nenhum, você me acordou assim e quer que eu não te coma? Esquece... vou te foder devagarzinho" disse rindo. Me virei, levantei a bunda o máximo que pude, e sem pensar falei: "Mete a bomba". Pegou o lubrificante, passou no pau, e colocou no meu cu. Apoiou a cabeça e meteu! Soltei um grito de prazer que nunca tinha sentido na vida. Começou a bombear minha bunda como nunca, senti que era o melhor dia da minha vida, gemendo sem nenhuma vergonha. Eu estava adorando e queria que ele visse... Começou a dar tapas na minha bunda e falar: "Você gosta de como eu rasgo seu cu, puta?" "Você gosta de como esses 26cm rasgam seu cu?" Eu respondia que sim pra tudo. Num momento, ele parou, deixou o pau enfiado até o fundo e perguntou: "De quem é essa bunda?" Eu: "Minha..." falei como consegui... Ele tirou, e de uma vez meteu de novo até o fundo com força, pra doer um pouco. Pablo: "Como assim sua? De quem é essa bunda? É minha" ele disse... Eu: "Não, não... minha" Ele tirou e meteu mais duas vezes, bem forte, e perguntou de novo, e aí respondi: "É sua". Ele deu outro tapa na minha bunda e falou: "Assim que eu gosto, essa bunda é minha, e vou foder ela quantas vezes quiser e do jeito que quiser". Ele perguntou de novo: "Então, de quem é esse cu?" Eu: "Seu..." Pablo: "E o que vou fazer com meu cu?" Eu: "Vai foder quando e como quiser" Pablo: "Assim que eu gosto" Continuamos transando gostoso até Pablo gozar. Eu estava exausto, minhas pernas tremiam e fui tomar banho como consegui, e decidi não sair pra buscar o que precisava naquele dia. Conversando com ele à tarde, acabei decidindo que ia ficar pelo menos uma semana (no final foram duas). Nessas duas semanas, teve Muito sexo, e dois menages, que vou contar em outro relato.
3 comentários - Reencontro com Pablo - Parte 1