O Despertar da Americana - Parte 5

O que eu tinha feito com aquele cara, que acabou sendo um padre, ficou na minha cabeça por vários dias. Naquela época, diferente de hoje, não se sabia muito das coisas. Passou tanto tempo, tantas décadas, e o assunto dos padres pedófilos foi vindo à tona e todo mundo ficou sabendo. Naquela época, sim, claro que sempre se falava alguma coisa, desconfiava-se ou insinuava-se, mas era só isso e nada mais.

Por isso achei muito estranho e um pouco chocante quando Carlos me contou. Eu já estava crescendo, amadurecendo e entendendo mais as coisas. E essa foi uma das tantas que aprendi, sobre como as aparências enganam e às vezes as coisas não são o que parecem, ou como deveriam ser. Por sorte nunca mais vi o Miguel. Ou devia dizer Padre Miguel? Sei lá, mas nunca mais o vi. Não saberia o que fazer se visse ele de novo, ainda mais numa situação daquelas. Numa situação de porão.

De qualquer forma, meu último ano escolar finalmente começou e eu voltei à rotina. Me reencontrei com minhas colegas, o que era só um jeito de dizer porque a maioria era de La Cocha e a gente se via toda hora durante o verão. Agora era só que estávamos de uniforme. Mas era nosso último ano. Para as meninas era uma mistura de empolgação por estar tão perto de terminar, e tristeza porque as férias de verão tinham acabado. Para mim era quase tudo felicidade, por motivos óbvios.

De volta ao colégio, de volta a ficar perto do meu velhinho.

Nosso sistema continuava funcionando bem. Logo depois que as aulas começaram, uma ou duas vezes por semana, eu me encontrava com ele no quartinho dele ou em algum banheiro. E lá a sua putinha adorava a pica dele, bem bonitinho, com a boca cheia de amor. Também continuava visitando ele em alguns sábados. Se dependesse de mim e dele, teria sido ótimo fazer isso todo sábado, mas eu ainda não queria abusar das desculpas e arriscar muito ser descoberta. Ficava com tesão, pensando, sonhando e me masturbando quando podia com aquele pedaço lindo de pica morena que Tanto prazer que me dava. E num sábado bonito, finalmente eu aproveitava ele no meu corpinho.

Meu corpinho que já não era tão corpinho assim. Já tava nos últimos suspiros da minha adolescência. Eu tinha emagrecido um pouco menos, embora ainda fosse bem magrinha. Cresci uns centímetros, só um pouquinho, e a Booty ficou um pouco maior e mais firme ainda. Amava minha Booty. Os peitinhos... bom, eles também tentaram, mas continuaram peitinhos. Mesmo assim eu gostava deles, e o velho também.

Assim foi passando o ano, sem muitos sustos. No final de junho, a Argentina foi campeã do mundo na Copa, o que causou uma bagunça bonita e uma festa na cidade. Adorei ver tudo enfeitado de bandeiras e ver o povo tão feliz, comemorando. Mesmo que aquela vibe de alegria tenha durado só umas duas semanas, me deixou muito feliz, apesar de eu não entender nada de futebol.

Aquele ano, aquele último ano escolar, foi quando eu cresci de repente.

Tudo começou no final daquele agosto. Começou um calor do caralho, quase fora do comum pra aquela época do ano. Claro que a gente esperava o calor, mas pra mais tarde. Achávamos que tínhamos uns meses a mais, mas não. O verão chegou mais cedo. O jornal falava de uma onda tropical vindo do Brasil. A verdade é que todo mundo andava como se fosse verão.

Eu, notava, já tinha humores e comportamentos de uma garota mais velha. Algumas coisas, alguns detalhes. Fazia quase um ano que eu tava dando pro velho Carlos. Ninguém percebia de fora, felizmente, mas por dentro eu sabia que meu corpinho tinha mais pica do que talvez todas as minhas colegas juntas. E isso me fez, de alguma forma, me afastar um pouco delas. Não de um jeito ruim, não brigamos nem nada, mas eu via elas o tempo todo e elas me pareciam... pequenas. Ainda umas crianças. Falando coisas de criança, rindo e se preocupando com draminhas de criança. Eu tinha ficado com muito pouco pra conversar e compartilhar com elas.

Também se sentia na minha casa. Minha Pais… eles já me viam mais crescidinha, um pouco mais madura, embora não soubessem (e nunca saberiam) o porquê. Não me vigiavam tanto e já me tratavam como uma garota mais velha, o que era perfeito pra eu fazer minhas coisas e meus escapes de sábado.

Tava chegando um feriado longo, de três dias. Ia ter sexta, sábado e domingo pra mim. Adorava. No sábado da semana anterior, fui visitar meu velhinho no porão. A gente se divertiu muito, como sempre, e eu já ficava mais tempo. Praticamente a tarde inteira. Às vezes até levava empadas ou algo pra comer e almoçávamos lá juntos. Nós dois precisávamos de um pouco de energia e o mate às vezes não dava conta.

A gente tinha terminado de transar e tinha sido lindo. Fiquei abraçada nele de lado no colchão, acariciando o cabelo dele naquele peitoral musculoso, conversando nossas coisinhas baixinho. Carlos quis se fazer de romântico e tinha colocado uma fita do Sandro e tudo, no toca-fitas novo que ele tinha comprado. Conversando assim, surgiu o assunto do feriado longo e ele disse que ia passar na casa dele em Robles. Perguntei se ia sozinho e ele disse que não, que ia se encontrar com dois conhecidos que iam parar lá em casa e depois seguir viagem. Ele me olhou com aquele olhar de safado por um instante, pensando em algo, e perguntou se eu não queria ir com ele também.

Me levantei um pouco e a gente se olhou nos olhos. Perguntei se ia ser como da outra vez com o Miguel, se eles iam acabar virando padres. Carlos riu e me beijou, me fez uma cócega no lado que me fez rir também. Ele disse que não, que eram dois peões da safra que ele conhecia. Amigos de um amigo.

Ele me viu meio na dúvida, pensando, e antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, ele já falou na lata.
“Olha, se você vier, é certo que vão querer te comer...”, ele riu enquanto acariciava minhas costas.
“E isso não te incomoda?”, perguntei.
“Eu?”, ele riu de novo, “Que é que vai me incomodar, gostosa. Com o quanto você adora uma pica...” Eu gosto de você. Comigo ou com outro.”
Eu suspirei, “Ah, são três dias, Carlos…”
Ele fez um joguinho com as sobrancelhas, “Sabe como vai ser gostoso esses três dias? Haha!”
“E se eu não quiser? O que você faz?”, perguntei, ainda brincando com o cabelo dele no peito.
“Se não quiser, então não quer, e foda-se, eu vou sozinho, american”, ele me acariciou, “Não vou reclamar.”
Olhei pra ele com calma, “... deixa eu pensar, tá?”
“Tá bom, linda.”
“Tem algo pra fazer em Robles?”, perguntei.
“Uhum, sim. Justo agora tem a festa nacional do pau e da bunda…”, ele deu um tapinha na minha bunda de brincadeira. Eu não consegui evitar rir e dei um tapa de leve no ombro dele.
“Que bobo que você é, hein.”

O velho me pegou pela nuca de leve e me fez inclinar pra beijá-lo. A gente se deu um beijo lindo e profundo, “Vem, sua putinha linda. Vamos, Gringuita, a gente vai se divertir pra caralho.”
Eu sorri pra ele, “Tá bom, deixa eu pensar.”

O problema não era ir. Robles não era tão longe. Também não era com quem eu ia. Fossem quem fossem aqueles dois caras, eu sabia que o Carlos ia cuidar de mim. O problema era que porra eu ia falar pros meus pais, que desculpa ia dar. Por sorte, os planetas se alinharam um pouco, como se diz, e meu pai viajou a negócios com a empresa pro Peru. Só tinha a minha mãe em casa pra convencer, e a coitada, verdade seja dita, sempre foi bem ingênua.

Depois de pensar bem por um dia, inventei que numa cidade de Catamarca chamada La Piedad ia ter uma feira de artesanato regional e produtos do vale. Era uma puta mentira, mas naquela época sem internet e sem celular, também era impossível de verificar. Falei pra minha mãe que uma das meninas da minha turma fazia artesanato de barro e que ia expor e vender, que me chamou pra ir com ela e a família no fim de semana prolongado. E implorei pra ela me deixar, que ia ser legal, uma aventura gostosa sozinha. Que eu ia estar bem cuidada, que não se preocupasse.

Ela finalmente disse que sim, que me deixava, mas que por favor desse um Número de telefone de onde a gente ia ficar, pra qualquer emergência. Falei que ia conseguir pra ele. Quando contei tudo pro Carlos, ele me passou o número de uma vizinha dele em Robles, que tinha telefone. E ele ficou super feliz que eu ia passar aquele fim de semana com ele.

Naqueles poucos dias, botei tudo nos eixos, como se diz, acertei todos os detalhes da grande desculpa e na quinta à noite já tava arrumando a mochila, felizona em casa. No dia seguinte, na hora marcada, me despedi da minha mãe e fui andando contente com minha bolsinha. O plano que o velho tinha me dado, pra não levantar suspeitas, era eu ir andando pela estrada como se fosse pro colégio e, se eu aguentasse uma caminhadinha, passar do terreno e andar mais um quilômetro. Era pra esperar ele num bosque que tinha perto da estrada e lá pelas duas da tarde, depois do almoço, ele passava com a caminhonete e me pegava pra ir pra Robles. Era um plano bom, ainda mais porque, como sempre, naquela estrada não passava ninguém.

Eu tinha vestido uma roupa confortável porque sabia que ia ter que andar pra caralho, mas como já falei, vocês sabem que eu adoro caminhar e apreciar as paisagens da minha querida província. Tava de short jeans, uma blusinha e tênis. Com um gorrinho tipo boné pra proteger do sol. Sem querer, fiquei com um visual bem hippie, adorei. Quando finalmente cheguei no lugar, vi o bosque e saí da estrada, sentando na grama fora de vista pra descansar e esperar, enquanto tomava um pouco de água da minha cantil. Era uma aventura e tanto.

Por sorte, Carlos, embora não fosse super pontual, também não demorou tanto. Vi a caminhonete do velho vindo pela estrada e, me certificando de que ninguém tava vindo que pudesse me ver, me aproximei da estrada acenando. Quando ele parou e se aproximou, vi que já vinha acompanhado dos dois caras. Carlos falou pro que tava do lado dele que descesse e fosse pra trás, pra eu ficar do lado dele. Subi e nos cumprimentamos todo mundo, eu sorrindo e sendo bem educada com os outros dois caras, e no meu velhinho dei um baita beijão. A caminhonete arrancou e a gente pegou a estrada.

O trajeto foi meio longo porque a caminhonete do Carlos, uma F-100 bem antiga, coitadinha, quando você tentava passar dos setenta começava a chiar e a tremer pra caralho. Então a gente ia devagar por necessidade. Sorte que era daquelas de cabine dupla e a gente não ia apertado. Eu ficava meio encanada de ir na frente, com medo de alguém me ver. Com as janelas abertas e meu cabelo comprido e ruivo voando pra todo lado, qualquer um que me conhecesse e cruzasse com a gente ia me reconhecer. Mas como a gente já tava perto da bifurcação pra Catamarca, o velho falou pra eu não me preocupar muito, que ninguém ia me conhecer fora de La Cocha, e ele tinha razão. A gente ia com as janelas abertas, claro, porque aquele era o ar-condicionado.

Mesmo assim, a viagem, apesar de lenta, foi gostosa. A gente começou a conversar os quatro numa boa. Os dois caras que acompanhavam o Carlos... não é por ser preconceituosa, não sou nada disso, mas eram exatamente o que eu imaginei quando o velho disse que eles eram da colheita.

Os dois eram morenos, bem morenos de roça, de colheita e cana. Com a pele curtida e queimada de sol. Deviam se matar de trabalhar todo dia debaixo daquele sol infernal. Um, até que parecia bem jovem, quando perguntei ele disse que tinha trinta e nove. Chamavam ele de Quique. O outro era mais velho, mais ou menos da idade do Carlos, imaginei. E tava certo. Tinha sessenta e quatro, se chamava Rubén. Sem apelido. Os dois pareciam trabalhadores, fortões. O Quique era mais magro, mas mais fibroso de músculos. O velho Rubén era mais encorpado. Sem a barriga bonita do Carlos, mas também de braços fortes e peludos.

E os dois, principalmente o Quique, mas muito mais o velho Rubén, tinham uma cara de serem "nativos" que matava, como meu pai às vezes falava meio com desprezo. Os dois tinham traços bem de índio. De aymará. Índios do lugar que com o tempo foram se misturando, mas parece que pra eles não sobrou muita mistura. Cabelo bem preto, pele curtida e marrom mogno, fortes, encorpados e de nariz largo, pra pegar todo o ar do altiplano, mesmo que agora não estivessem lá.

E claro, não passou nem cinco minutos e eu já via como aquele par de lobos sentados atrás tava se lambendo todo de me ver, a ovelhinha branquinha e pálida, de cabelo comprido e ruivo, que sorria simpática e puxava conversa. Tratava eles como iguais, como trato todo mundo. Não vou negar que uma pontada de prazer entre as pernas, um formigamento suave, senti umas duas vezes ao me imaginar com aqueles dois. E agora, considerando a situação em que eu tava e pra onde tava indo, com certeza ia rolar. Além disso, vai saber o que o Carlos tinha falado de mim pra eles. Nunca soube o que ele disse pro padre sobre mim naquela vez, e o que tinha que acontecer aconteceu. Agora, o que será que ele contou?

Até o Carlos percebeu que às vezes eu ficava viajando, olhando a paisagem passar, nos momentos em que não conversava com os de trás e deixava eles falarem. Eu tava meio entediada, perdida nos meus pensamentos, uns santos e outros nem tanto. Já fazia quase uma hora de viagem e, se meus cálculos estavam certos, faltava mais uma hora e meia até Robles.

Me despertou a mão do Carlos na minha coxinha exposta, me acariciando enquanto dirigia: "Tá bem, Gringuita?"
Sorri pra ele, "Tô sim, pai. Tava olhando a paisagem. É linda."
"Beleza", ele disse e deixou a mão ali, acariciando minha perna. A estrada tava reta e ele não precisava trocar de marcha.
"Pai, ele disse...", o Rubén riu de trás.
O Carlos olhou pra ele pelo retrovisor, "É, viu? É uma gostosa a menina."
"Parece que cê curte os véio'...", completou o Quique.
"Ja! É... véio sortudo", o Carlos riu.
Eu me virei um pouco pra encarar o banco de trás e sorri pro Quique, "Eu... tô aqui, hein? Cê pode me perguntar. Diretamente pra mim, se quiser."
Quique sorriu e me olhou nos olhos, "Bom... cê gosta de velho?"
"Muito", eu sorri docemente. Rubén riu, se sentindo agradavelmente afetado.
"E o que mais cê gosta?", Quique me perguntou.
"Ah... um monte de coisas."
"Tipo o quê?", ele perguntou e se aproximou um pouco de mim.
"Ué... não sei. Me pergunta e eu te falo", respondi sem me afastar dele.
"Hmm... vamos ver...", ele disse e pensou por um segundo.

Carlos, acho que não aguentou muito o joguinho: "A rola de macho que a menina gosta, eu...", falou olhando pros caras atrás pelo espelho. Todo mundo começou a rir, menos eu.
"Ah, Carlos! Para com isso...", protestei.
Carlos riu e acariciou minha coxa, "Não esquenta, mocinha. Cê sabe que é verdade..."
"Tá, mas não é pra falar assim..."
"Ufa... uma cholita tão gostosa...", o velho Rubén me olhou com um sorriso. Eu ia responder algo, dar um sorrisinho pro velho lá atrás, mas logo senti Quique acariciando meu braço. Olhei pra ele.
"Cê gosta de macho?", ele perguntou com fogo nos olhos. Eu olhei pra ele com os meus e meu próprio charme.
"Eu gosto de homem bem homem", falei. Todo mundo riu animado, ninguém esperava ouvir isso da boca daquela menina. Quase nem eu.

Teve um momento de silêncio até Carlos falar, olhando pra eles de novo pelo espelho, "É verdade, hein? Não tá brincando. A Gringuinha vai na frente, eu", eu só sorri pelo elogio do meu velhinho, "Tem que aguentar, hein? Quando vai, vai."
"Que cholita linda!", repetiu o velho Rubén, me olhando com fome.
"Quê, não acredita? Quer ver?", Carlos perguntou olhando pra eles no espelho.
"Ah... vai, mostra aí. Carlos, cê fala e fala...", Quique riu.
"Ah, é? Falo e falo?", Carlos riu e deu um tapinha na minha coxa, "Vem, mocinha... mostra pra esses trouxas que não tão acreditando..."

Eu ia perguntar o que ele queria, mas não me deu tempo. Vi que ele tirou a mão da minha coxa e levou pra calça dele, deslizando o zíper da braguilha e com... um pouco de dificuldade tentando pegar a pica com a mão, pra tirar ela enquanto dirigia. Eu fiquei um pouquinho dura.
“... Ai, Carlos… o que cê tá fazendo? Aqui?”
“Sim. Vai, Gringuita, mostra pros moleques...”, ele falou e finalmente conseguiu tirar ela. Não tava dura, mas ele teve trabalho pra sacar por causa da calça apertada naquela posição. Ouvi umas risadinhas do banco de trás e eles meio que se inclinaram pra ver. Ele fez um sinal pra eu me aproximar e quando cheguei, colocou a mão na minha nuca, acariciando ali e empurrando minha cabeça devagar em direção à pica dele.

Eu não falei nada porque não consegui dizer nada. Num segundo passei de um pouco de vergonha pra uma certa tesão ao ver a pica do Carlos e saber o que ele queria que eu fizesse, na frente dos outros dois. Não tinha muito espaço pra fazer, entre a barriga do Carlos e o volante da caminhonete, e o balanço dela não ajudava muito, mas sem falar nada fechei os olhos, me ajeitei como deu e levei ela pra boca. Chupando, lambendo e acariciando com a língua pra dar vida nela.

Ouvi os caras de trás rindo, mas baixinho. Tavam mais preocupados em olhar a cena do que em rir, pelo visto. Logo ouviram meus gemidos de prazer e senti a mãozona do Carlos acompanhando o movimento de sobe e desce da minha cabeça de cabelo ruivo, “Mmm… isso, putinha… aaaah…”.
O Despertar da Americana - Parte 5Os outros não diziam nada, eu ouvia eles cochichando, sem vê-los, sentia eles olhando tudo. Como se não pudessem acreditar na vontade que aquela menina branquinha e linda estava chupando aquela pica, bem na frente deles. E eu também não acreditava muito, mas me bastava aproveitar a sensação. A sensação gostosa no meu peito de me sentir tão puta. Tava chupando gostoso o velho e logo senti ela endurecer na minha boca. O que me fez querer amá-la ainda mais.

Senti a mão de alguém, provavelmente a do Quique, que devia ter se esticado do banco de trás e, sem se segurar mais, começou a apalpar minha bunda firme por cima do short jeans. Eu gemi baixinho na pica do Carlos ao sentir aquilo. Isso tava me dando tesão. Tava me dando muito tesão. Tava aproveitando tanto quando de repente senti a mão do Carlos levantando minha cabeça, tirando ela da pica dele quando eu tava começando a curtir de verdade.

O velho suspirou e me olhou, tirando os olhos da estrada por um instante pra limpar um pouco de saliva do meu queixo, "puta linda", ele sorriu pra mim. Eu devolvi o sorriso. "Viram?", ele falou pros dois de trás, virando um pouco a cabeça.
"Sim... linda...", riu o Quique.
Rubén me olhou e sorriu largo. Coitadinho, faltavam uns dentes embaixo, "Vem pra cá um pouquinho, vai... quer?"
Eu olhei pro Carlos e ele me olhou, me deu uma piscada safada, "Passa pra trás um pouco com os rapazes, vai. Entretém eles um pouco, que a gente não tem rádio..."

Eu ri da piada. Já tava bem excitada também. Passei com cuidado por cima do banco, deixando minha bolsa com minhas coisas no chão do banco da frente. Eu era garota e flexível, não tive muito problema. Os dois morenos me deram um pouco de espaço, encostando nas portas da caminhonete. Foi um pouco apertado, mas consegui passar pra trás. E já tava sentada entre os dois. Lugar pra dois tinha atrás, pra três nem tanto, mas a gente se virou.

Não demoraram muito pra se jogarem os dois. Só uns momentos depois eu já tava beijando o Quique, beijos lindos e profundos, sentindo a língua dele brincar com a minha. E sentia duas mãos percorrendo meu corpo dos dois lados. Minhas coxas macias, meus peitinhos, às vezes sentia uma mão esfregando entre minhas pernas por cima do tecido apertado da calça jeans. Os dois abriram minhas pernas e ficou mais fácil continuar me tocando, enquanto minhas mãozinhas também percorriam eles. Alternava os beijos entre um e outro. Logo tinha parado de beijar o Quique pra me virar e beijar o Rubén, sentindo a língua do velho índio entrar na minha boca com tanta fome. E assim a gente ia trocando, nos tocando, nos curtindo. Quem eu não tava beijando naquele momento, aproveitava pra meter a mão onde dava.

Depois de uns minutos dessa doçura gostosa, os dois riram e desabotoaram as calças, puxando os paus pra fora. Eu sorri, gostosa, e comecei a tocar neles, a masturbar eles devagar. Queria sentir. Os dois eram lindos, duros e bem morenos. Bem escuros, igual eles. O do Quique era comprido e meio fininho, mas duro e bonito. O do Rubén, o mais índio, era outra parada mais importante. O velho coya tinha um baita pau, comprido e bem grosso, muito parecido com o do Carlos. Adorei os dois.

O Quique me pegou pelo cabelo comprido e ruivo, igual o Carlos tinha feito antes, e me inclinou sobre ele. Deitada de lado no banco, peguei ele na minha boca e ouvi ele gemer forte de prazer, enquanto eu começava a chupar gostoso e intenso. O Rubén, enquanto isso, tava lutando com meu shortinho jeans apertado, até que conseguiu desabotoar e descer um pouco, não tudo, mas o suficiente pra ver minha bunda, pálida e firme, exposta pra ele. Começou a massagear e curtir, até que não aguentou mais e senti um dos dedos ásperos dele na minha buceta. Se tivesse espaço pra me montar e me foder, com certeza teria feito, mas só dava pra fazer aquilo. E eu, Encantada. Encantada de estar chupando uma bela pica de moreno e, ao mesmo tempo, outro cara explorando minha buceta com os dedos.

Depois de um tempo cuidando do Quique, eu saí e me virei pra fazer o mesmo com o Rubén. Só trocando sorrisos entre nós três, sem dizer nada, me virei pro outro lado, pegando aquela pica enorme que também queria muito aproveitar. Abri bem a boca e enfiei ela pra dentro, sem mais, do tão tesuda que eu tava. Nem de longe consegui meter muito, mas meus lábios e minha língua adoraram do mesmo jeito, fazendo o velho reclamar de prazer. Agora era a vez do Quique aproveitar minha bunda nua, virada pra ele, e também o prazer de sentir os dedos dele me explorando.

Do Carlos, eu só ouvia uma risadinha de vez em quando. Abri os olhos pra dar uma espiada e vi ele, olhando a cena pelo espelho, com um sorriso de orelha a orelha. Não consegui ver mais porque senti o Rubén resmungar alguma coisa, segurar minha cabeça e me fazer voltar pro pauzão dele.

Atendi assim meus dois novos amigos por uns minutos, uns minutos lindos de tanto prazer. Como eu adorava ter aqueles paus na boca era incrível. Principalmente o do velho Rubén. Tinha um gosto divino e um tamanho que eu curtia pra caralho sentir, enchendo minha boca completamente.

Num momento, ouvi o Carlos rir lá da frente, levantando um pouco a voz: "Eu... querem que eu pare um pouco pra esticar as pernas?"
Todo mundo riu, eu aproveitei pra tirar a pica do Rubén que tava na boca por um instante e respirar. Ouvi o Quique falar atrás de mim: "É... e esticar um pouco a buceta dessa puta também..."
O Rubén também entrou nos comentários, ouvi ele lá de cima enquanto continuava aproveitando minhas nádegas nuas com a mão áspera dele: "... como é que a gente vai te foder, cholita gostosa..."

Eu não consigo explicar, não tenho palavras pra descrever a onda de tesão que subiu pelo meu corpo todo ao ouvir eles. O Carlos soltou uma risadinha e lá da minha... Deitada no banco de trás da caminhonete, senti que ela começava a frear, e o barulho dos pneus no asfalto virou um de pneus no cascalho do acostamento.

O velho levou a caminhonete uma boa distância pra longe da estrada, até um bosque que tinha. Estacionou ali, de um jeito que a carroceria tampasse o máximo possível a visão da estrada. Do asfalto, quem passasse de carro ia ver só, um pouco longe, uma caminhonete velha parada perto de um bosque. Mas do nosso lado e de perto...

Descemos da caminhonete todo mundo. Quique me pegou pela mão e me levou uns passos pra mais longe, me ajudou a tirar toda a roupa, ele também fez o mesmo e me deitou ali mesmo. Ali naqueles matinhos altos que tinha. Eu já tava totalmente pelada e, verdade, a sensação daquele mato não era nem confortável nem agradável, mas eu já tava voando de tesão. Quique chegou perto de mim e se colocou por cima, terminando de tirar a roupa dele e ficar pelado também. Por um momento pensei que iam me comer todos juntos, pelo jeito que a coisa tava na caminhonete, mas por sorte parecia que iam fazer um de cada vez. Quique foi o primeiro, parecia que era o mais tarado de todos, porque sem discutir e sem falar nada foi ele que me pegou e me levou, me fazendo deitar ali.
vadiaTorcendo o pescoço, vi de relance o Carlos e o Rubén olhando da caminhonete. O velho Carlos, tão sem-vergonha como sempre, já tinha se sentado no banco de trás, com a porta aberta, fazendo um mate do termo enquanto observava. O Rubén já estava se despindo também. Não tive muito tempo pra ver mais. O Quique se jogou em cima de mim, com o corpo moreno e fibroso, contrastando tanto com a minha pele branquinha e pálida. Eu tava de costas no gramado, o Quique já tinha aberto minhas pernas e se apoiou em cima de mim, visivelmente louco de tesão.

Senti ele encostar a cock, mas foi feio e forte demais no meu cu, procurando com a ponta. Ele queria meter ali e eu não queria saber disso. Não sem estar pronta e sem lubrificação. Gemi alto e agarrei a cock dele, tava tão dura. Guiei rápido pra cima da minha pussy e abracei ele, pra ele começar a meter ali.

E olha se meteu.

O Quique começou a me comer de um jeito que quase arrancou meus olhos da cara. Gritei forte de dor e prazer e me agarrei nele, nas costas calejadas dele, enquanto ele bombava rápido, forte e fundo. Ele queria descarregar o tesão no meu corpo a qualquer custo. E eu tava vendo estrelas de prazer sentindo a cock dele bater tão fundo. Logo nós dois távamos gemendo e gozando alto, enquanto Carlos e Rubén com certeza olhavam. Eu ouvi eles, por cima dos ofegos e gemidos do macho que tava em cima de mim me comendo.

“Vaiii… enche a pussy dela, porra!”, gritou o Carlos.
“Haha! Engravida ela, negão, vai!”, acompanhou o Rubén com outra risada.

Eu gritava, gemia, gozava. O Quique tava me comendo forte e de verdade. Amava como meu corpinho podia dar tanto prazer pra aquele homem. Quando nossa plateia sentiu que o Quique tava demorando, continuaram.
“Vai, viado, porra!”, ouvi o Carlos rir, “Faz um filho nela, macho! Olha como a puta goza!”
“Vaiii negão!”, riu também o Rubén, “Vai que é minha vez, filho da puta! Como tu se deu bem!”

O Quique logo não aguentou mais e me deixou o orgasmo dele. ofegando no meu ouvido e se agarrando na minha pele. O corpo dela se arqueava enquanto eu deixava o gozo quente dela bem fundo, a cada espasmo. Não entendo como eu também não gozei com a sensação, mas como eu aproveitei. Os outros aplaudiram e riam. Quique ficou um tempinho ali, me dando uns beijos. Acho que ele queria ficar mais, com certeza, mas logo vi que Rubén se aproximou pelo nosso lado. Deu um tapinha no ombro do Quique e ele saiu de dentro de mim, me deixando vazia.

Não consegui nem fechar as pernas. Já tinha o velho Rubén, pelado, com o corpo forte e moreno, entre minhas coxas. Também com uma cara de tesão que voava. Ele se apoiou em cima de mim e me apertou um pouco contra o chão, era mais pesado que o Quique, mas não tanto quanto o meu Carlos. Parece que não ligou muito que minha buceta tinha o leite de outro homem, porque assim que encontrou minha vagina, pressionou e enfiou. Eu estava tão lubrificada que não custou nada, mas mesmo assim aquela grossura e aquele comprimento me fizeram ver estrelas de prazer.

Me agarrei naquele novo corpo de homem em cima de mim e as investidas dele me fizeram arquear as costas de prazer. O índio começou a me comer gostoso também. Não tão forte quanto o Quique, mas tinha um ritmo profundo e constante. Ele estava me fazendo sentir toda aquela pica, comprida e grossa, e ele também estava gostando do apertado que minha buceta devia estar em volta daquele pauzão. Me agarrei naquelas costas peludas de índio com vontade, pronta pra aproveitar tudo que ele me desse.

As coisas que vinham na minha cabeça. Me sentia a cativa de antigamente, juro. A mulher branca que teve o azar de ser capturada pelo bando de índios. E eles a levavam pras ocas, pra servir os índios. E eu adorava aquilo. Voava de prazer me imaginando assim. O pauzão grosso do índio abria minha buceta tanto e tão lindo, tão doce e forte. Rubén ainda por cima me deixava mais excitada. Sem mudar o ritmo da trepada, ele me beijava. A gente se beijava entre gemidos. Ele me agarrava o corpo com aqueles Dedos ásperos como os do Carlos, cravando na minha pele. Ele lambia meu rosto inteiro, meu pescoço, como se quisesse sentir todo o meu gosto. Como se eu fosse o sorvete mais gostoso da vida dele. E talvez, naquele momento, eu realmente fosse.

Eu não tava nem ouvindo o Carlos e o Quique. Eles deviam estar sem graça de falar qualquer coisa, só ficaram olhando a putaria gostosa que o coya tava dando naquela mina branca.

"Slut linda... aaaah... slut linda...", o velho sussurrava no meu ouvido, "Vai querer a porra, hein?"
"Siiiim... siiiim, ai! Ai... siiiim...", eu gemia, já praticamente com a cabeça voando pra outro lugar.
"Você gosta dos velhos, hein?... Aaaahhh... Quer a pica do macho? Hein? Vai querer?", ele grunhia.
"Me enche toda!", eu me agarrei nas costas largas dele, "Me enche todaaaa..."

O Rubén deve ter pirado a cabeça ouvindo a mina falar aquilo, porque gozou na hora. Cravou os dedos na minha pele e cravou ainda mais aquele pau marrom que parecia enorme, bem lá no fundo da minha buceta que já tava esperando ansiosa. Senti o pau dele bater no fundo, acertando forte a entrada do meu útero, me fazendo tremer de dor e prazer. Senti ele endurecer e gozar dentro de mim, se misturando com o leite do Quique que já tinha deixado lá.

"Aaaah... siiiim... Aaaahhhh", eu ouvi ele gemer de olhos fechados, eu também tava gozando junto com ele, "Vai ficar bem prenha, sua putinha de merda! ... aaaahhh... siiiim..."

Eu explodi de vez quando ouvi aquilo, imaginando a enxurrada de porra coya e aimará que aquele índio gostoso tava deixando dentro de mim. Tão quente, tão doce, tão lindo. E eu até vibrava de vontade de que fosse verdade o que ele tava falando. Ficar bem grávida de um macho daquele, com um pau daquele.

O velho Rubén terminou meio exausto depois de se esvaziar dentro de mim. E eu, pra ser sincera, também. Ficamos os dois ali um momento, nos beijando e nos acariciando. Até que ele saiu de dentro de mim e se ajoelhou na grama. Eu senti o leite escorrendo entre minhas pernas. Me apoiei um pouco nos cotovelos. pra olhar e vi, saindo de mim e se espalhando devagarinho pra baixo, me banhando descendo pela racha da minha bunda. Rubén se levantou e, suspirando feliz, vi ele ir pra caminhonete. Quando me virei pra ver, o Quique já tava se vestindo, com um sorrisão na cara depois da foda que deu e da que acabou de testemunhar.

Também tava o meu Carlos, ainda sentado no banco de trás, com as pernas pra fora. Ele também não tinha aguentado e tinha tirado o pau pra fora. Devia ter se masturbado junto com a cena. Sorrindo, ele me olhou e falou.

"Ei, não esqueceu do papai, mocinha, né? Vem, dá cá."

Eu tava exausta e bem comida. Mas mesmo assim sorri pra ele. Engatinhando devagar pela grama, me aproximei, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar aquele pau divino, que tanto desejava e conhecia tão bem, enquanto os outros dois olhavam e trocavam sorrisos. Com certeza pensando no fim de semana lindo que vinha pela frente.

E olha, eu também tava pensando exatamente a mesma coisa que eles.

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