Once años después… (XVII)




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Compêndio IIIBEM, COM AS MÃOS DELA E A FERRAMENTA II

Durante o jantar, a Amélia tentou parecer normal: mais uma vez, o Ramiro voltou exausto do trampo e os filhos dele conversavam animados sobre as aventuras na piscina municipal.
Once años después… (XVII)Mas à noite, Amelia ficou tensa. Ela tinha trocado os lençóis e arejado o quarto. Ramiro só queria deitar e dormir, sem suspeitar do que tinha acontecido horas antes no quarto dele.

As lembranças daquela tarde a mantiveram acordada parte da noite: Eu tinha pegado ela de um jeito que o marido dela nem imaginava. O corpo inteiro dela vibrava só de pensar que eu fosse fazer dela minha de novo, e a ideia de que só algumas horas nos separavam enchia ela de ansiedade.
analNa manhã seguinte, ela já estava me esperando, ansiosa. Vestiu uma blusa branca transparente e uma saia curta que mal cobria a raba dela. Duvido que saísse de casa vestida daquele jeito.

Não precisei tocar a campainha duas vezes. Ela correu pra abrir a porta, com as pernas tremendo de nervosismo.

Fiquei parado na entrada por uns segundos, analisando ela dos pés à cabeça, meu pau endurecendo só de olhar.
sexo oralA tensão entre nós era palpável e nem nos preocupávamos em fingir que eu ia fazer os reparos.

— Tava pensando em dar uma olhada nas tomadas. — consegui dizer antes da Amelia me beijar com tudo.

Eu abracei ela e minhas mãos começaram a percorrer aquele corpo gostoso, sentindo o tecido macio da blusa dela e o calor da pele por baixo. Os peitos dela empurravam meu peito com ansiedade, e eu sentia a dureza dos biquinhos através do pano fino. Senti meu pau ficar mais duro, tenso dentro da cueca.

Fomos nos despindo, deixando um rastro de roupa espalhada. Quando chegamos no quarto de casal, só me restava a cueca e nela, a calcinha.

Eu tirei a cueca, mostrando minha ereção pra ela. Os olhos verdes da Amelia brilharam de tesão e ela não perdeu um segundo pra se ajoelhar, me chupando de novo.

Dava pra sentir o quanto ela tinha sentido minha falta, do jeito que enchia a boca dela e o meu gosto na língua dela.
cunhadaOlhei pra ela com uma mistura de admiração e tesão. Os olhos verdes dela brilhavam com malícia enquanto ela me engolia, as bochechas se contraindo enquanto me chupava mais fundo.

Reconheço que ela melhorou com o passar dos anos. Acariciei o cabelo dela enquanto ela me trabalhava, meu quadril se mexendo na medida que o prazer ficava mais intenso. Dava pra perceber que eu não ia aguentar muito, então puxei ela e a levei até a cama.

— Quero te provar. — falei, faminto por ela.

Amélia se surpreendeu. Apesar de ter tido alguns amantes, nenhum deles tinha se dado ao trabalho de provar a buceta dela.

Na real, só eu tinha mostrado a ela os prazeres do sexo oral. Então, enquanto ela se deitava de costas na cama, a buceta dela escorria aos borbotões de excitação.

Abri as pernas dela, me deliciando com a visão da ppk depilada. Lambi os lábios dela antes de começar, minha língua deslizando pela fenda e roçando o clitóris. A sensação foi elétrica, mandando ondas de prazer pelo corpo dela.
esposa infielO sabor dela era uma delícia. Suponho que, igual um vinho que melhora com o tempo (sou abstêmio), foi ficando mais gostoso com os anos. Lambi as dobras dela, minha língua explorando cada centímetro da buceta.

As pernas da Amelia tremiam enquanto minha língua dançava em volta do clitóris dela, provocando. Dava pra sentir a tensão no corpo dela aumentando, os pedidos do corpo dela implorando por alívio.

Ela agarrou meu cabelo e cravou as unhas, me puxando pra mais perto, me incentivando a lamber mais.

Nossos olhos se encontraram, e eu vi uma fome nela que não via há anos. Enfiei dois dedos, enfiando e tirando enquanto continuava lambendo e chupando o clitóris dela.

Amelia tava tão molhada, tão sensível, e eu amava o poder que tinha sobre ela.

• Marco! – ela gemeu com um pedido desesperado, os olhos revirando enquanto o prazer aumentava.

Nessa hora, eu já sabia exatamente o que a Amelia precisava e dei a ela: uma sugada profunda e demorada no clitóris que fez ela arquear as costas na cama.

O orgasmo bateu nela que nem um tsunami, varrendo o corpo inteiro. Amelia mexeu os quadris e a buceta dela se contraiu em volta dos meus dedos enquanto eu deixava o corpo dela levá-la pelas ondas do êxtase.
infidelidade consentidaVi ela gozar e minha própria excitação ficou insuportável. Tirei meus dedos, escorregadios dos sucos dela, e levei à boca, saboreando com a língua, os olhos dela encantados com meu ato.

Então, virei ela de mansinho, deixando as costas dela à mostra. Segurei sua cintura com cuidado, levantando a bunda dela pra me receber. E depois disso, comecei a mexer no cu dela, esticando com os dedos.

O corpo inteiro da Amelia tremia de antecipação: finalmente eu ia comer ela de cu.

Pra minha cunhada, era um copo d'água depois de andar no deserto; a chave mestra pra fugir da prisão; uma golfada de ar depois de se afogar em silêncio…

Simplesmente, não tinha como contar pro Ramiro o quanto ela adora sexo anal. Ironicamente, a Amelia podia dividir os pensamentos e as aflições dela com meu rouxinol, que eu como direto.

Me inclinei sobre ela, meu pau brilhando com líquido pré-gozo. Não me dei ao trabalho de lubrificar, sabendo que ela já tava molhada o bastante pra aguentar. Com um movimento rápido, enfiei o pau no cu dela.
Once años después… (XVII)Amelia abriu os olhos de repente e mordeu o lábio pra segurar um grito. A dor era forte no começo, mas logo deu lugar ao prazer quando comecei a me mover e meu pau esticou ela de um jeito que arrepiou e excitou ao mesmo tempo.

Minhas estocadas começaram devagar, segurando os quadris dela com mais força enquanto eu ia ganhando terreno. Dava pra sentir minha cabeça roçando por dentro e percebi como ela ia me absorvendo por completo.

A sensação pra ela era foda, uma mistura de dor e prazer que fazia ela ver estrelas.

A bunda da Amelia se apertou gostoso, o corpo dela se adaptando ao meu tamanho. Eu sabia que ela era apertada, mas ela tinha se preparado pra esse momento. Ela empurrou o corpo, pedindo pra eu penetrar ainda mais, pra encher ela por completo.
analNossos gemidos ficaram mais altos, nosso prazer aumentando enquanto ela me apertava. Voltei a procurar o clitóris dela e comecei a esfregar no ritmo das minhas metidas.

O coquetel de prazer foi demais pra ela, percebi que ela tava chegando ao clímax de novo, o corpo se sacudindo e a buceta se encharcando com os fluidos dela.

Consegui ver a cara dela se contorcendo de êxtase. Como ela curtia algo que o Ramiro nunca tinha dado pra ela.
sexo oralMinhas cadeiras batiam nela com violência e o som dos nossos corpos se chocando ecoava pelo quarto. Dava pra sentir que eu tava perto do fim, minhas bolas iam ficando tensas a cada estocada.

O quarto virou uma sinfonia de gemidos e suspiros, uma orquestra de prazer e putaria condensada. O cheiro da nossa safadeza se misturava com o ar. A Amelia mantinha os olhos fechados e o corpo inteiro tremia, todo suado, enquanto eu comia ela sem parar. Pra ela, era tudo que tinha desejado e até mais.
cunhadaAcariciei o clitóris dela com o polegar, fazendo círculos, enquanto com a outra mão segurava a cintura dela, metendo sem parar pra dentro e pra fora. A sensação era incrível, uma mistura gostosa de dor e prazer que ela tava precisando há anos.

Parecia que cada estocada acertava o ponto exato, o orgasmo dela crescendo, pronto pra consumir ela por completo.

A cama rangia reclamando a cada metida, e a Amelia não conseguia evitar pensar na ironia: aquilo era a coisa mais viva que a cama de casal tinha sentido em anos, e era com o pau do cunhado dela.

Meus movimentos ficaram mais rápidos, nossa respiração ofegante. Dava pra sentir que eu tava perto do fim, a pressão e o aperto da bunda dela me prendendo igual uma mordaça bem vedada.

Não aguentei mais e gozei dentro do cu dela, enchendo ela de porra quente e grossa.

Pra Amelia, sentir leite no cu foi mais satisfatório do que qualquer orgasmo. Foi como se eu tivesse recuperado ela e feito ela minha de novo. Ela desabou na cama, o corpo tremendo e suado por causa da intensidade de tudo.

Me joguei pra trás e deitei do lado dela, o peito ofegante pelo esforço. Ficamos deitados na cama, nossos corpos grudados de suor e tesão.
esposa infielRecuperamos o fôlego. A Amélia estava acabada fisicamente, com a bunda dolorida e pulsando. Mas eu quebrei o silêncio, deixando ela chocada.

— Será que dá pra você preparar alguma coisa pra gente comer?

Pra surpresa dela, me levantei, voltei pra sala e peguei as ferramentas do meu pai.

— Essas tomadas tão me deixando louco… — falei enquanto desparafusava elas da parede, completamente pelado.

O almoço foi estranho, pra dizer o mínimo. A Amélia conseguiu preparar um arroz com hambúrguer e até uma salada… com nós dois sentados à mesa, completamente nus.
infidelidade consentida— Não é que eu não queira continuar te comendo — expliquei enquanto comia os tomates dela. — É caso o Ramiro pergunte, a gente ter uma desculpa.

Isso trouxe uma calma estranha e uma tesão ao mesmo tempo. Diferente dos outros amantes que ela conheceu depois que a gente se separou, eu continuava sendo o pensador. Aos olhos dela, sempre fui o cara com um ás na manga, enquanto a maioria só queria prazer físico.

Mas, por causa disso, eu também sempre forçava os limites toda vez que transávamos, fazendo cada encontro ser especial por si só. Na cabeça dela, não tinha dúvida por que Marisol e eu continuamos firmemente casados e felizes. Com um toque de arrependimento, Amélia reclamou que, se Ramiro fosse só um pouco mais curioso sobre as necessidades da esposa, ela provavelmente seria tão fiel quanto Marisol.

Mas, assim que terminei de consertar as tomadas, fiquei com tesão quase na hora. Com uma parceira tão gostosa, não dava pra evitar.

— Pensei que dessa vez a gente podia fazer no banheiro… — falei, olhando os peitos gelatinosos dela balançando.

Igual ao meu rouxinol, as bochechas da minha cunhada ficaram vermelhas de excitação, e ela concordou. A fome entre as pernas dela era mais forte que qualquer outro apetite.

Mal conseguimos tirar as mãos um do outro. Enquanto nos beijávamos e dançávamos uma dança silenciosa até o banheiro, minhas mãos apertavam os peitos e a bunda dela, enquanto as dela massageavam meu pau com gosto.

Assim que entramos, a boca dela foi direto pro meu pau, engolindo devagar de um jeito que tirava meu fôlego.
Once años después… (XVII)—Você continua sendo muito boa nisso, como sempre. — falei, impressionado com a devoção dela.

Amelia sorriu com os olhos em resposta, a boca e a língua ocupadas no trabalho.

Não consegui resistir à vontade. Levantei ela com facilidade e sentei na borda da banheira, as pernas dela abertas pra me mostrar o tesouro que eu procurava. Dessa vez, ia pegar ela de pé, e dessa vez, ia fazer ela minha olhando o rostinho dela enquanto a gente transava.

Enterrei meu pau com força, fazendo Amelia ficar de boca aberta num grito silencioso. O ângulo na frente dela era perfeito, deixando eu sentir os pontos certos. A buceta dela ainda tava sensível do dia anterior, mas ela não ligava. Amelia precisava daquilo. Ela queria.
analNão queria admitir abertamente porque, apesar de tudo, a Amélia ama o marido dela. Mas pra ela, eu era superior ao Ramiro.

A Amélia me revelaria dias depois que, se eu pedisse, ela viraria minha putinha na hora. Enquanto se o Ramiro fizesse o mesmo… ela teria que pensar… bastante.

Fui penetrando ela devagar, e a Amélia foi sentindo outro orgasmo tomando conta. Ela envolveu minhas pernas com as dela, cravando os calcanhares por cima dos meus tendões enquanto eu a pressionava contra a parede. Eu estava tão dentro dela, como se fôssemos um só.

Os azulejos do banheiro refrescavam as costas dela, mas a Amélia mal percebia por causa do calor que meu corpo emanava. Me inclinei pra ela, mordendo a clavícula dela de um jeito parecido com o que faço com a irmã dela, sussurrando perversões no ouvido dela, fazendo ela ficar mais molhada e desesperada.
sexo oralO sexo dela tava ardendo e escorregadio, os sucos dela se misturando com o jato d'água. O roçar entre nossos corpos era melódico, com um ritmo que fazia ela tremer até a ponta dos dedos dos pés.

Amelia me olhou com esmeraldas vidrosas de tesão.

•Marco, vou gozar de novo! – gemeu, suplicante.

Então, acelerei o ritmo, penetrando ela com mais força. Dava pra sentir que eu também tava perto, a tensão nos meus colhões ficando insuportável.

E com uma estocada final poderosa, que fez Amelia gritar meu nome enquanto gozava, a buceta dela se contraindo no meu pau. Me inclinei pra ela e beijei ela. Um beijo suave e calmo que falava mais do que só tesão. Era uma promessa do que viria, um elo secreto que nos conectava de um jeito que ninguém mais poderia apagar.

De "má vontade" tomamos banho juntos. Não porque não quiséssemos, mas porque não conseguíamos tirar as mãos um do outro.

•Vamos, Marco! Meus peitos já tão limpos! – Ela ria enquanto esfregava eles por trás, passando sabão.

– Só tô garantindo! – brinquei de volta, apalpando ela ainda mais. – Além disso, você já deixou meu pau limpo.

Ela riu, provocante, suspirando.

•Bom, eu também tô garantindo. – me repreendeu mordendo o lábio, já que mal conseguia enrolar a mão no meu pau.

Depois que nos lavamos, Amelia se ajoelhou e começou a me chupar de novo.

•Só tô te ajudando a secar... – explicou ela, chupando meus sucos com vontade.

Eu ri, sentindo ele endurecer na boca dela.

– Você é uma má influência agora. Sabe disso?

Amelia me olhou, os olhinhos brilhando de safadeza e molecagem.

•Bom, alguém tem que fazer as coisas continuarem interessantes. – respondeu ela, antes de me engolir de novo, fazendo um boquete profundo que me deixou sem fôlego.

Meus olhos se fechavam de prazer e eu tinha que me segurar na cortina do chuveiro pra não cair. A gente tava nessa escaramuça há um tempinho, tentando nos superarmos mutuamente na nossa busca pelo prazer.
cunhadaAmelia não tinha intenção de parar. A cabeça dela subia e descia com voracidade, querendo sentir meu gozo enchendo a boca dela. De novo, minha respiração ficou pesada, minha cunhada tinha virado uma puta boqueteira de verdade.

— Ai, Amelia! — reclamei, sentindo a tensão de sempre antes do orgasmo. — Você vai me fazer gozar de novo!

Mas Amelia não precisava de mais incentivo. Ela chupou mais forte, as bochechas se contraindo enquanto me engolia inteiro. Ela sentia meu pau pulsando na boca dela e sabia que eu tava perto.

E com um gemido exausto da minha parte, gozei na boca dela, enchendo ela de porra quente e grossa. Ela engoliu tudo com gosto, se sentindo vitoriosa e satisfeita.

A gente se lavou em silêncio, o único barulho era o da água quente caindo na nossa pele. A tensão entre nós era palpável, nossos olhos fixos na água limpando a prova da nossa traição.
Saímos do chuveiro e pegamos nossas roupas. Aproveitei também pra pegar as ferramentas do meu pai depois que a gente se vestiu.

— Mesmo horário amanhã? — perguntei antes de ir.

— Claro! — respondeu animada, antes de me beijar uma última vez.

E nos três dias seguintes, continuei visitando e comendo a Amelia. Mesmo que todos os consertos tivessem terminado no dia seguinte, depois eu ia só pra meter nela.

Nossos encontros ficaram mais ousados e sem vergonha: na cozinha, com o cheiro de pão quente pra janta, coloquei a Amelia em cima da bancada, comendo ela por trás enquanto os peitos dela amassavam na superfície.
esposa infielNo garagem do Ramiro, onde o som da furadeira era substituído pelos gemidos de prazer dela enquanto ele martelava por trás.infidelidade consentidaE na sala de estar, com a TV ligada no canal de futebol (o favorito do Ramiro), a gente teve uma sessão selvagem no sofá, com os peitos suculentos dela quicando enquanto ela me cavalgava feito uma louca.Once años después… (XVII)Toda vez que a gente se via, voltava a ser os mesmos viciados de antes da nossa separação, descobrindo os prazeres do sexo pela primeira vez. O tesão, a emoção do proibido, tudo ficava irresistível.

Só na sexta-feira o Ramiro percebeu que eu tinha visitado a mulher dele a semana inteira.

>Pô! Ela te deixou ocupado a semana toda, hein? – ele disse abraçando a esposa com carinho, depois de voltar exausto do trampo. – Pobre galo! Adoraria poder te pagar pelo seu tempo.

Amelia sorriu pra ele, toda safada…
anal— Ai, porco! Não se preocupa! Já agradeci ele! — respondeu ela, toda safada.

“Várias vezes…” pensei calado, mantendo a pose.

> E como ele é? Foi bom? — perguntou o Ramiro, inocente como um corno, curioso com o sorriso gostoso da mulher dele.

O sorriso da Amelia só brilhou mais…

— Ele é simplesmente o melhor! — respondeu Amelia sem pestanejar. — Tem uma ferramenta enorme e incrível, e é muito bom com as mãos.

> Ah, que bom! Fico feliz que ele tenha conseguido te ajudar. — disse Ramiro, abraçando ela com carinho antes de ir pro quarto trocar de roupa.

— Sim, me ajudou pra caralho! — respondeu Amelia me olhando com um suspiro, antes de me despedir com um último beijo quente pra cacete.

É, eu fiquei bem ocupado, preenchendo o buraco na mulher dele que o Ramiro nem sabia que existia. A semana foi um turbilhão de putaria e tesão, onde nossos corpos enrolados nunca queriam parar o ritmo lascivo que a gente levava.
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