Aluguel e Tesão

Tudo isso começou desde que fui trabalhar em San Luis Potosí. Cheguei no acampamento do empreiteiro, mas com o passar dos meses resolvi procurar um lugar separado e mais perto do parque industrial, o que me levou a um povoado bem acolhedor, parecido com minha cidade natal.

Bom, na verdade, tudo isso tem a ver com a senhora que me alugou um quarto. Era uma veterana que já fazia anos que tinha ficado viúva; naquela época, ela já estava sozinha em casa, pois os filhos já tinham seguido suas vidas e, como é normal, só visitavam a mãe nos dias em que tinham oportunidade. Ela, por sua vez, para não se sentir sozinha, adaptou os 5 quartos dos filhos e, para tirar proveito, os colocava para alugar. Me ofereceu um quarto que não tinha nada de luxo nem nada disso, mas tinha banheiro, geladeira, escrivaninha, um sofá e a cozinha era compartilhada. Desde a visita, aceitei os termos e só levei alguns dias para ela me entregar o quarto e eu me mudar.

No começo, tudo era normal como inquilino, só ocupava o quarto para descansar, eram dias rotineiros de casa para o trabalho e vice-versa. Os meses passaram normalmente, o que me levou a ter uma boa comunicação com a dona. Às vezes, a gente coincidia na hora do almoço ou jantar, dependendo do horário. Aos poucos, fomos perdendo a vergonha e ganhando confiança. Diferente dos outros inquilinos, às vezes eu ficava arrumando umas coisinhas na casa dela, o que ela agradecia bastante, e para o que aconteceu depois, isso foi me rendendo pontos.

Certo dia, cheguei cedo do trabalho e me enfiei no quarto. Fui direto tomar banho, porque estava com muito calor. Quando saí, coloquei um short e fiquei vendo TV. Depois de horas, resolvi sair para cozinhar alguma coisa. Lá, encontrei a dona Carmen, que já estava levantando os pratos do almoço. Nesse momento, ela me perguntou se eu não podia arrumar uma prateleira do quarto dela que estava caindo. Falei que sim, que faria o que estivesse ao meu alcance. alcancei e com o que tinha pra arrumar aquele detalhe, só precisava de tempo, que depois de comer passaria pra fazer. Ela se ofereceu, disse que prepararia a comida enquanto eu arrumava a prateleira. Não coloquei objeção nenhuma, porque a ideia me agradava, já que ela sempre se gabava do tempero dela e pensei: é uma boa oportunidade pra provar. Peguei minhas ferramentas e fomos pro quarto. A prateleira ficava na área do trocador e/ou closet, ela me mostrou qual era e me deixou lá enquanto voltava pra preparar a comida. Não levei muito tempo, porque era só apertar uns parafusos. Quando tava quase terminando, fiz um movimento a mais e sem querer derrubei uma caixa que tava na beirada de outra prateleira. Quando as coisas caíram dessa caixa, fiquei pasmo, não acreditava no que meus olhos viam: saíram dois vibradores de bom tamanho, um frasco de lubrificante e vários filmes pornô de todos os sabores e cores. Depois de alguns minutos, reagi e coloquei tudo de volta na caixa, arrumei no lugar como se nada tivesse acontecido. Desde aquele dia, não consegui mais olhar pra dona Carmen do mesmo jeito. Cada vez que olhava pra ela, vinha na mente o jeito como ela se dava prazer com aquelas coisas e tudo o que devia ter feito com aqueles vibradores. Certo dia, de madrugada, ouvi claramente quando a dona começou a gemer e soltar suspiros. Imediatamente imaginei que ela tava se dando prazer com os brinquedos dela. Fiquei tão excitado que naquela noite não teve outro jeito senão bater uma pensando na dona. Precisava tramar algo pra conseguir pegar ela e cair na cama dela. Várias ideias vieram na cabeça, mas não colocava em prática. Num sábado, que normalmente todos os inquilinos viajavam e a casa ficava vazia, me negaram a saída e tive que ficar em San Luis. Naquele dia, comprei umas cervejas e fiquei trancado o resto do dia no quarto. Como não tinha nada pra fazer, fiquei lá quietinho, curtindo minhas cervejas. Lá pras 9 da noite, não tinha cerveja, então fui buscar mais. na volta, já era só tranquilidade, minha ideia era dormir; mas não queria fazer isso sem antes tomar um bom banho e bater uma pra dormir bem gostoso. antes de deitar, procurei um bom vídeo pornô e meu plano era projetar na TV; por acidente, conectei na tela do quarto da dona Carmen, como as duas são da mesma marca e ainda estávamos na mesma rede, foi esse o erro. lembro que o vídeo rodou fácil uns 2 minutos até eu perceber a cagada e desconectar. nessa hora, a dona Carmen já tava batendo na porta, veio reclamar de eu ter conectado na TV dela. no começo foi constrangedor as coisas terem acontecido assim, ela reclamou meio alto, eu tava muito envergonhado pelo ocorrido, que até esqueci de bater uma, e o porre passou. no dia seguinte, não saí do quarto, não queria nem olhar pra dona, então fiquei trancado tomando cerveja. já no fim da tarde, saí pra comprar mais, mas voltei logo pro quarto. à noite, as coisas mudaram, não acredito no que aconteceu. lembro que recebi uma mensagem que na hora não dei importância, só fui perceber mais tarde: era um texto da dona Carmen, me escrevendo perguntando se eu não ia convidar ela pra assistir o filme do dia anterior. pra ser sincero, não sabia o que dizer, mas me atrevi a responder, falei que ela era bem-vinda, mas perguntei se não gostaria de ser a protagonista do nosso próprio filme. mais tarde, escrevi pra ela que enquanto isso, ela já tava na porta batendo. quando saí, ela estava de roupão, mal entrou no quarto e deixou cair aos pés. vestia uma calcinha daquelas grandes (de dona) e preta, mostrando os peitões enormes, era uma vista excelente. na hora fiquei duro, ela percebeu minha ereção, que eu não parava de passar a mão. mal tirei pra fora e ela grudou igual bezerro, chupando como uma expert, levava as bolas na boca e brincava com A cabecinha, quando toquei nela tava toda molhada, pedia a rola aos berros e eu não ia deixar ela esperando. Levei ela pra cama, joguei ela em cima, tratando ela como uma puta, tirei a calcinha dela e ela me mostrou a melhor cara: tinha uma buceta bem peluda. Na hora me enfiei nela, meti de uma vez só, ela tava toda aberta de pernas, eu enfiava tudo. Levei ela a uns orgasmos incontroláveis, uma vez e outra, dava pra ver que ela tava faminta de rola; da parte dela, ela empurrava, gritava e não parava de falar "me come, cachorro, tira essa vontade que eu tô de rola, come essa buceta". Essas palavras me excitavam cada vez mais e eu me perguntava como aquela senhora podia ser tão safada.

Sabia que não faltava muito pra acabar, porque ela se mexia do jeito mais gostoso que podia, tinha tanta experiência que a gente pegava o ritmo. Ela queria sentir tudo lá dentro e eu já queria gozar. Lembro que coloquei as perninhas dela no ombro e continuei bombando; ter aquelas coxas grandes e pés nos ombros me excitou mais, e em poucas metidas eu terminei deixando todo o leite dentro. Foi uma das melhores gozadas que ela sentiu quando eu terminei, tão faminta que não queria desperdiçar a porra, porque depois que eu gozei e tirei, ela levou à boca e me limpou até a última gota de porra, parecia uma puta mesmo.

Naquele dia a gente terminou super exausto, que até pelados a gente dormiu. Já de madrugada eu acordei e, como tava com a rola bem dura, meti outra nela, que entre dormida só abriu as pernas e eu me enfiei nela. Naquele dia ela amanheceu na minha cama toda cheia de porra, toda comida e muito feliz, que até com gosto me preparou um café da manhã.

Desde aquele dia a gente começou a trepar quase todo dia, seja ela me visitando no meu quarto ou eu me infiltrando no dela. Foi assim que começou toda essa aventura, comi ela por muito tempo; espero que tenham gostado, depois conto outro dos nossos encontros, salve.

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