Meu chefe organizou uma reunião pra comemorar o aniversário dele e me convidou junto com vários colegas do trabalho, então eu topei, já que não tinha nenhum plano específico pra aquele dia. Meu marido ia sair com uns amigos dele, e eu, pra aproveitar que ele não ia estar em casa, também decidi ir na reunião do aniversário do meu chefe.
Naquele dia, coloquei um vestido preto curto e um pouco decotado, que tinha uma abertura nas laterais, deixando ver um pouco da pele das minhas costas. Pra ser sincera, eu amava como ficava em mim, porque destacava bem meus peitos e valorizava minha bunda. De roupa íntima, usei uma tanga e um sutiã de renda que combinavam, só pra me sentir mais gostosa. Além disso, levei um casaquinho pra me cobrir caso fizesse frio.
Quando cheguei, cheguei bem cedo, fui uma das primeiras. Meu chefe já estava lá com a família dele, a esposa e alguns amigos ou parentes, mas do trabalho eu era a única. Assim que cheguei, senti que a esposa dele me encarou, mas não dei muita importância, embora tenha sido um momento meio desconfortável, já que eu era a única ali além deles. E claramente vi como eu chamei a atenção dos homens que estavam na mesa, incluindo o meu chefe. Sentei numa ponta pra não ficar tão perto deles e tornar menos estranho. Em alguns minutos, começaram a chegar vários colegas do trabalho.
Conhecia a maioria, mas não conversávamos muito, porque não estávamos no mesmo departamento. Mas não foi tão difícil me adaptar, tínhamos vários assuntos em comum, já que trabalhamos no mesmo lugar. E me senti muito menos desconfortável quando todo mundo começou a chegar. A maioria veio com as namoradas ou esposas. O Victor parecia ter vindo sozinho e aproveitou pra sentar do meu lado. Eu mal o conhecia, só tínhamos trocado alguns cumprimentos no trabalho, já que estamos em áreas diferentes, e além desses cumprimentos ocasionais, nunca tínhamos puxado conversa.
Pedimos umas cervejas e asinhas, ficamos lá conversando e comendo por um tempo. Todo mundo, especialmente eu estive conversando mais com o Víctor e com a Jimena e o Alfredo, que estavam do nosso lado. Eles me perguntaram se eu tinha vindo sozinha, por que não trouxe meu marido. Aí eu respondi que ele tinha outro compromisso e decidi vir sozinha pro meu compromisso também. Aí o Víctor falou que tava de boa assim, cada um pode curtir com os amigos sem problema nenhum, e ainda disse que bom que foi assim porque ele ia ter com quem conversar, já que era o único que veio sozinho. Perguntei sobre a namorada dele, se ele tinha ou esposa, e ele disse que tinha terminado com ela há alguns meses e que agora não tava saindo com ninguém.
Durante a noite, percebia como o Víctor me olhava, meus peitos e minhas pernas, e às vezes eu mexia de propósito na direção dele pra ele ver melhor, porque por algum motivo me excita muito atrair o olhar dos homens e deixar eles bobos me encarando várias vezes. Quando eu ia ao banheiro, ele se ofereceu pra me acompanhar pra eu não ir sozinha e ficar olhando pra minha bunda enquanto eu andava, já que eu sempre ia na frente.
Depois de um tempo, a Jimena e o Alfredo comentaram se a gente queria continuar a noite num bar pra dançar um pouco. Eu disse que sim, que gostava da ideia, que seria divertido e que eu topava na hora. Logo depois, o Víctor também disse que ia. A gente ficou se organizando entre vários pra decidir pra onde ir. No fim, escolhemos um bar que não ficava muito longe dali, e como eu já tinha vindo de Uber, o Víctor se ofereceu pra me dar uma carona.
Na hora de pagar a conta, a gente ia dividir o que cada um consumiu, mas eu não tinha levado tanto dinheiro vivo, meu plano era pagar com cartão. Então o Víctor se ofereceu pra cobrir a minha parte e disse pra eu não me preocupar. Eu insisti que ia transferir pra ele, mas ele recusou. Aí pensei numa forma gostosa de agradecer: peguei meu batom pra retocar os lábios e fingi que a tampinha caiu. Pedi pro Víctor, por favor, pegar pra mim, então ele teve que se abaixar debaixo da mesa pra pegar. Quando ele se curvou, eu abri minhas pernas pra ele poder ver, e ainda ver minha calcinha. Quando ele se levantou, me entregou a tampinha do batom e vi uma cara de surpresa no rosto dele. Ele não esperava nada daquilo que eu fosse fazer uma coisa assim. Mesmo assim, não disse nada e a gente continuou como se nada tivesse acontecido.
Quando pagamos a conta, nos despedimos de quem ia com a gente pro bar, e o resto foi cada um pro seu carro. E como eu falei, fui com o Víctor. Quando chegamos no carro, ele abriu a porta pra eu entrar e a gente foi pro bar. Caminho, Victor me disse que eu era muito gostosa e sexy e que não entendia por que meu marido tinha me deixado vir sozinha. Comentei que tenho uma relação muito boa com meu marido e que sempre procuramos nos comunicar sobre tudo. No final, cada um faz seus próprios planos, não temos problema nenhum se cada um for por conta própria, já que tem várias ocasiões em que fazemos planos juntos. Só que dessa vez, como não deu pra combinar antes, não conseguimos coincidir.
Ele também me perguntou se meu marido não era ciumento, e eu respondi que normalmente não. Sempre procuro avisar pra onde vou, com quem e, no geral, o que vou fazer, mas considero que temos uma relação muito livre, onde não nos impomos restrições nem somos tóxicos. No fim das contas, ele confia em mim e eu confio nele. Victor aproveitou que eu disse que tínhamos uma relação muito livre pra me perguntar se eu permitia sair com outros caras. Respondi que depende, desde que eu os conhecesse e tivesse confiança, às vezes eu fazia isso. Ele simplesmente respondeu: "Acho que gostaria de conhecer um pouco mais seu marido." Eu só ri e começamos a falar sobre outras coisas.
Quando chegamos na balada, nos reunimos todos, nos designaram uma mesa e pediram várias cervejas. Começamos a beber e a relaxar um pouco, até que alguém se animou e disse pra irmos dançar. Cada um tinha seu par, menos eu e Victor, então fomos dançar juntos. Durante um tempo, tocaram várias músicas que dava pra dançar todo mundo junto em grupo, mas depois mudaram pra músicas de dançar em casal, e cada um pegou seu par. Victor estendeu a mão pra mim, eu peguei, e ele me puxou pra perto, colocou a mão na minha cintura e começamos a dançar. Em alguns momentos, eu sentia ele se aproximar pra roçar o pau dele na minha buceta. Eu simplesmente me deixei levar pelo clima e permiti.
Depois de algumas músicas, começaram a tocar reggaeton e todo mundo foi pra pista. Eu me deixei levar e fiz o mesmo: me virei e comecei a reboltar a buceta no pau do Víctor. Ele também se deixou levar e, enquanto me segurava pela cintura, senti que ele aproveitava pra passar a mão na minha bunda e até nos meus peitos. Na real, na hora eu tava muito excitada e só deixei rolar. Aproveitei o momento, peguei na mão dele e a gente se afastou um pouco do grupo pra ter mais privacidade. Quando ninguém mais dos nossos conhecidos tava olhando, a gente começou a se beijar, enquanto o Víctor passava a mão na minha bunda e encostava o pau dele o máximo que podia. Com a outra mão livre, ele subiu até meu peito pra apalpar meus peitos. Eu tava muito excitada, e aí me atrevi a falar que já tava meio tonta e perguntei se a gente ia pra casa dele. Na hora ele sacou o que significava, e a gente foi até onde os outros estavam pra avisar que eu não tava me sentindo bem e que pedi pro Víctor me levar em casa. A gente se despediu de todo mundo e saímos da balada.
Chegamos no carro dele, olhei de novo pra porta pra entrar, ele entrou também e começou a dirigir rumo à casa dele. Enquanto ele dirigia, perguntei se já tinham chupado o pau dele enquanto ele tava ao volante. Minha pergunta pegou ele de surpresa. Ele disse: "Só uma vez, há muito tempo." Então decidi falar que ia fazer ele lembrar de novo. Comecei a desabotoar a calça dele e, do jeito que dava, puxei o pau dele pra fora e comecei a chupar enquanto ele dirigia. Com a mão dele, ele baixou as alças do meu vestido, deixando meus peitos de fora, enquanto os acariciava. Eu continuei mamando nele. Ele falava que eu tinha uns peitos lindos e que não esperava que hoje eu fosse tar chupando o pau dele desse jeito gostoso. Continuei chupando, acelerando cada vez mais o ritmo, até que consegui fazer ele gozar dentro da minha boca. Ele soltou uma descarga enorme de porra, que eu engoli sem pensar, e continuei chupando um pouco mais. mais devagar, até limpar as últimas gotas de porra do pau dele.
Levantei e me ajeitei de novo no banco, e ia arrumar o vestido porque minhas tetas estavam de fora, mas o Víctor me segurou e disse que queria continuar pegando nelas, já que eu tinha umas tetas lindas. Decidi dar o gosto pra ele e fui assim mesmo. No caminho, ele foi me falando que era uma das melhores boquetas que ele já tinha recebido, que eu era muito boa nisso e que esperava retribuir esse gesto legal que eu fiz quando chegássemos na casa dele. Eu também falei que ele tinha um pau muito gostoso e que ele encheu minha boca toda de porra. Ele também perguntou se eu fazia esse tipo de coisa com meu marido, e eu respondi que sim, que meu marido adorava que eu chupasse ele enquanto dirigia. Ele sorriu um pouco e só disse que eu era muito sortuda por ter ele.
Quando chegamos na casa dele, arrumei o vestido pra entrar. O Víctor abriu a porta pra mim e entrei. Só tive tempo de largar minha bolsa e meu casaco no sofá, e o Víctor se jogou em mim. Começou a me beijar e a apalpar minha bunda e minhas tetas, enquanto com cuidado desafivelava meu vestido pra tirar. Quando soltou as alças, o vestido simplesmente deslizou pro chão, e eu fiquei só de calcinha fio dental e sutiã de renda. Ele disse que eu tinha um corpo lindo e muito sexy, e que até parecia que eu tinha planejado tudo aquilo pelo jeito que eu tava vestida. Eu respondi que não, mas que sempre gosto de me vestir assim. Ele continuou me beijando enquanto lentamente desafivelava meu sutiã e deixava minhas tetas de novo à mostra. Desceu até elas e começou a chupar meus mamilos, que ficaram duros na hora. Deixei ele chupar cada parte do meu corpo, enquanto ele ia descendo cada vez mais até minha buceta. Quando chegou lá, se ajoelhou e, com as duas mãos segurando minha bunda, esfregou o rosto em mim. Se afastou um pouco, me olhou e disse: "que festa gostosa vou ter hoje". Nesse ponto, eu já tava muito excitada e começava a sentir... minha buceta bem molhada.
Começou a me dar vários beijos por todo lado enquanto dizia que ficava com água na boca só de me ver, de tão gostosa que eu tava. Devagar foi lambendo meus lábios e percorrendo eles com a língua, eu soltava uns gemidos por causa do tesão que tava sentindo. Começou a lamber um pouco mais no meio, saboreando toda a minha buceta, eu tava adorando tudo que tava sentindo, então peguei no cabelo dele, puxando mais pra perto e controlando os movimentos da cabeça dele. Com uma das mãos, ele levantou uma das minhas pernas, fazendo eu apoiar no ombro dele, permitindo que ele se aprofundasse mais em mim. Com a outra mão livre, começou a enfiar um dos dedos e fazendo movimentos delicados dentro de mim. Nesse ponto, eu já tava fora de mim, e a única coisa que conseguia falar era pra ele continuar, continuar com aqueles movimentos tão gostosos enquanto soltava vários gemidos. E assim continuou por vários minutos até que ele me fez deitar num dos sofás da sala dele e, ajoelhado na minha frente, levantou minhas duas pernas e continuou comendo toda a minha buceta. Comecei a sentir um tesão danado e não consegui evitar soltar o primeiro orgasmo da noite, gritando bem alto: "Ai, que gostoso!"
Ele se levantou e começou a se despir enquanto eu me recuperava do orgasmo que tive. Virei pra olhar pra ele, e ele só disse: "Vou te compensar quando chegar na minha casa, agora é sua vez de comer toda essa pica." Aproximou o rosto dela do meu, e eu só falei: "Claro que sim, vou comer toda a sua pica e suas bolas." Peguei ela com uma mão e comecei a chupar cada uma das bolas, tentando enfiar elas na boca pra saborear, e subindo devagar com a língua até a ponta da pica dele. Comecei a lamber a cabeça da pica dele devagar pra ir enfiando ela aos poucos na minha boca, e enquanto fazia isso, olhava nos olhos dele pra ver a reação. Ele ficava ainda mais excitado ao me ver fazer aquilo e me puxava pelo cabelo, enfiando a pica dele o mais fundo na minha boca. Comecei a me mover num ritmo que via que ele gostava, depois de uns Minutos depois, ele me parou e disse: "Você é muito boa nisso, vai me fazer gozar de novo, mas antes quero te aproveitar mais."
Ele mandou eu me virar e ficar de quatro, levantando minha bunda na direção dele. Ele me pegou pelas nádegas, acariciando elas, e falou que eu tinha uma buceta gostosa. Passou a língua pra chupar mais um pouco da minha buceta e, de quebra, me deu umas lambidas no cu. Levantou e só disse: "Tudo em você é uma delícia." Começou a esfregar o pau na minha buceta, deslizando por ela, só me provocando sem meter. Depois disso, me perguntou se podia meter sem camisinha, só pra me sentir 100%. Eu só respondi: "Sim, mete logo, por favor!" Imediatamente depois, ele enfiou tudo de uma vez, e eu não consegui segurar um gemido forte e um grito ao sentir o pau todo dentro de mim. "Ai, que gostoso, me dá tudo", falei.
Víctor começou a me comer devagar e a dar umas palmadas na minha bunda, enquanto dizia como eu era gostosa, que bunda linda eu tinha, como era gostoso sentir aquilo e o quanto ele amava. "Eu também gosto, continua me comendo assim, gostoso, papai." Ele juntou todo o meu cabelo e segurou com uma das mãos, puxando minha cabeça um pouco pra trás, dizendo: "Assim você vai gostar mais, putinha, então mexe essa bunda pra mim." "Sim, eu gosto, adoro", falei enquanto mexia meus quadris e minha bunda no pau dele. "Então me come gostoso e me aproveita, que hoje sou sua putinha." Isso o excitou pra caralho, e ele começou a me comer com força, já me dando palmadas, enquanto dizia: "Vou te comer como você merece, minha putinha linda." Eu não conseguia resistir aos gemidos e alguns gritos abafados ao sentir cada estocada. Só repetia: "Assim me come, assim me come." E continuou por uns minutos...Depois de alguns minutos, ele parou e disse: "Agora quero que você me mostre o quão puta você é". Ele tirou o pau de dentro de mim e sentou, pra eu montar nele. Na hora eu levantei e fiz o que ele pediu: subi em cima dele, enfiei o pau dele dentro de mim e comecei a rebolar devagar, aproveitando cada centímetro. Ele começou a chupar meus peitos enquanto apertava minha bunda com as mãos e acompanhava meu ritmo.Você gosta assim, papai? — eu disse. Ele parou de chupar meus peitos, colocou uma das mãos no meu pescoço e com a outra continuou massageando meus peitos e disse: "Você se mexe deliciosamente, gostosa." Ele começou a apertar meu pescoço, mas sem me machucar, e disse que amava mulheres submissas assim, que fossem bem putas na hora de transar. Eu estava muito excitada, prestes a gozar, e acho que ele percebeu pelos meus gemidos, gritos e pela cara de tesão que eu tinha.
Ele começou a dizer: "Isso mesmo, sua putinha, goza!" enquanto continuava segurando meu pescoço e dando tapas na minha bunda. Não aguentei mais e gozei, soltando um gemido e um grito bem altos. Naquele momento, abracei ele e começamos a nos beijar, enquanto eu me mexia cada vez mais rápido. Vi que ele não ia aguentar mais e sussurrei no ouvido dele: "Enche eu de porra, papai", enquanto continuava gemendo no ouvido dele. Ele não aguentou mais e esvaziou todo o sêmen dele dentro de mim.
Estávamos exaustos e nos deitamos os dois no sofá, comigo ainda por cima dele. Ele me abraçou e disse que eu tinha dado uma noite incrível para ele. Perguntou se eu não queria ficar para dormir, mas tive que dizer que precisava voltar para minha casa. Ele entendeu a situação e disse para descansarmos um pouco e que ele me levaria para casa.
Minutos depois, me levantei para me vestir e ir embora. Tive que deixar bem claro para o Victor que aquilo foi só uma coisa de uma noite e que o mais provável era que não se repetisse. Ele disse que entendia a situação, mas pediu para eu satisfazê-lo mais uma vez, chupando ele durante o caminho até minha casa. Sorri e disse que tudo bem, que faria isso. E durante o trajeto, fiz ele gozar dentro da minha boca e tomei todo o sêmen dele de novo.
Naquele dia, coloquei um vestido preto curto e um pouco decotado, que tinha uma abertura nas laterais, deixando ver um pouco da pele das minhas costas. Pra ser sincera, eu amava como ficava em mim, porque destacava bem meus peitos e valorizava minha bunda. De roupa íntima, usei uma tanga e um sutiã de renda que combinavam, só pra me sentir mais gostosa. Além disso, levei um casaquinho pra me cobrir caso fizesse frio.
Quando cheguei, cheguei bem cedo, fui uma das primeiras. Meu chefe já estava lá com a família dele, a esposa e alguns amigos ou parentes, mas do trabalho eu era a única. Assim que cheguei, senti que a esposa dele me encarou, mas não dei muita importância, embora tenha sido um momento meio desconfortável, já que eu era a única ali além deles. E claramente vi como eu chamei a atenção dos homens que estavam na mesa, incluindo o meu chefe. Sentei numa ponta pra não ficar tão perto deles e tornar menos estranho. Em alguns minutos, começaram a chegar vários colegas do trabalho.
Conhecia a maioria, mas não conversávamos muito, porque não estávamos no mesmo departamento. Mas não foi tão difícil me adaptar, tínhamos vários assuntos em comum, já que trabalhamos no mesmo lugar. E me senti muito menos desconfortável quando todo mundo começou a chegar. A maioria veio com as namoradas ou esposas. O Victor parecia ter vindo sozinho e aproveitou pra sentar do meu lado. Eu mal o conhecia, só tínhamos trocado alguns cumprimentos no trabalho, já que estamos em áreas diferentes, e além desses cumprimentos ocasionais, nunca tínhamos puxado conversa.
Pedimos umas cervejas e asinhas, ficamos lá conversando e comendo por um tempo. Todo mundo, especialmente eu estive conversando mais com o Víctor e com a Jimena e o Alfredo, que estavam do nosso lado. Eles me perguntaram se eu tinha vindo sozinha, por que não trouxe meu marido. Aí eu respondi que ele tinha outro compromisso e decidi vir sozinha pro meu compromisso também. Aí o Víctor falou que tava de boa assim, cada um pode curtir com os amigos sem problema nenhum, e ainda disse que bom que foi assim porque ele ia ter com quem conversar, já que era o único que veio sozinho. Perguntei sobre a namorada dele, se ele tinha ou esposa, e ele disse que tinha terminado com ela há alguns meses e que agora não tava saindo com ninguém.
Durante a noite, percebia como o Víctor me olhava, meus peitos e minhas pernas, e às vezes eu mexia de propósito na direção dele pra ele ver melhor, porque por algum motivo me excita muito atrair o olhar dos homens e deixar eles bobos me encarando várias vezes. Quando eu ia ao banheiro, ele se ofereceu pra me acompanhar pra eu não ir sozinha e ficar olhando pra minha bunda enquanto eu andava, já que eu sempre ia na frente.
Depois de um tempo, a Jimena e o Alfredo comentaram se a gente queria continuar a noite num bar pra dançar um pouco. Eu disse que sim, que gostava da ideia, que seria divertido e que eu topava na hora. Logo depois, o Víctor também disse que ia. A gente ficou se organizando entre vários pra decidir pra onde ir. No fim, escolhemos um bar que não ficava muito longe dali, e como eu já tinha vindo de Uber, o Víctor se ofereceu pra me dar uma carona.
Na hora de pagar a conta, a gente ia dividir o que cada um consumiu, mas eu não tinha levado tanto dinheiro vivo, meu plano era pagar com cartão. Então o Víctor se ofereceu pra cobrir a minha parte e disse pra eu não me preocupar. Eu insisti que ia transferir pra ele, mas ele recusou. Aí pensei numa forma gostosa de agradecer: peguei meu batom pra retocar os lábios e fingi que a tampinha caiu. Pedi pro Víctor, por favor, pegar pra mim, então ele teve que se abaixar debaixo da mesa pra pegar. Quando ele se curvou, eu abri minhas pernas pra ele poder ver, e ainda ver minha calcinha. Quando ele se levantou, me entregou a tampinha do batom e vi uma cara de surpresa no rosto dele. Ele não esperava nada daquilo que eu fosse fazer uma coisa assim. Mesmo assim, não disse nada e a gente continuou como se nada tivesse acontecido.
Quando pagamos a conta, nos despedimos de quem ia com a gente pro bar, e o resto foi cada um pro seu carro. E como eu falei, fui com o Víctor. Quando chegamos no carro, ele abriu a porta pra eu entrar e a gente foi pro bar. Caminho, Victor me disse que eu era muito gostosa e sexy e que não entendia por que meu marido tinha me deixado vir sozinha. Comentei que tenho uma relação muito boa com meu marido e que sempre procuramos nos comunicar sobre tudo. No final, cada um faz seus próprios planos, não temos problema nenhum se cada um for por conta própria, já que tem várias ocasiões em que fazemos planos juntos. Só que dessa vez, como não deu pra combinar antes, não conseguimos coincidir.
Ele também me perguntou se meu marido não era ciumento, e eu respondi que normalmente não. Sempre procuro avisar pra onde vou, com quem e, no geral, o que vou fazer, mas considero que temos uma relação muito livre, onde não nos impomos restrições nem somos tóxicos. No fim das contas, ele confia em mim e eu confio nele. Victor aproveitou que eu disse que tínhamos uma relação muito livre pra me perguntar se eu permitia sair com outros caras. Respondi que depende, desde que eu os conhecesse e tivesse confiança, às vezes eu fazia isso. Ele simplesmente respondeu: "Acho que gostaria de conhecer um pouco mais seu marido." Eu só ri e começamos a falar sobre outras coisas.
Quando chegamos na balada, nos reunimos todos, nos designaram uma mesa e pediram várias cervejas. Começamos a beber e a relaxar um pouco, até que alguém se animou e disse pra irmos dançar. Cada um tinha seu par, menos eu e Victor, então fomos dançar juntos. Durante um tempo, tocaram várias músicas que dava pra dançar todo mundo junto em grupo, mas depois mudaram pra músicas de dançar em casal, e cada um pegou seu par. Victor estendeu a mão pra mim, eu peguei, e ele me puxou pra perto, colocou a mão na minha cintura e começamos a dançar. Em alguns momentos, eu sentia ele se aproximar pra roçar o pau dele na minha buceta. Eu simplesmente me deixei levar pelo clima e permiti.
Depois de algumas músicas, começaram a tocar reggaeton e todo mundo foi pra pista. Eu me deixei levar e fiz o mesmo: me virei e comecei a reboltar a buceta no pau do Víctor. Ele também se deixou levar e, enquanto me segurava pela cintura, senti que ele aproveitava pra passar a mão na minha bunda e até nos meus peitos. Na real, na hora eu tava muito excitada e só deixei rolar. Aproveitei o momento, peguei na mão dele e a gente se afastou um pouco do grupo pra ter mais privacidade. Quando ninguém mais dos nossos conhecidos tava olhando, a gente começou a se beijar, enquanto o Víctor passava a mão na minha bunda e encostava o pau dele o máximo que podia. Com a outra mão livre, ele subiu até meu peito pra apalpar meus peitos. Eu tava muito excitada, e aí me atrevi a falar que já tava meio tonta e perguntei se a gente ia pra casa dele. Na hora ele sacou o que significava, e a gente foi até onde os outros estavam pra avisar que eu não tava me sentindo bem e que pedi pro Víctor me levar em casa. A gente se despediu de todo mundo e saímos da balada.
Chegamos no carro dele, olhei de novo pra porta pra entrar, ele entrou também e começou a dirigir rumo à casa dele. Enquanto ele dirigia, perguntei se já tinham chupado o pau dele enquanto ele tava ao volante. Minha pergunta pegou ele de surpresa. Ele disse: "Só uma vez, há muito tempo." Então decidi falar que ia fazer ele lembrar de novo. Comecei a desabotoar a calça dele e, do jeito que dava, puxei o pau dele pra fora e comecei a chupar enquanto ele dirigia. Com a mão dele, ele baixou as alças do meu vestido, deixando meus peitos de fora, enquanto os acariciava. Eu continuei mamando nele. Ele falava que eu tinha uns peitos lindos e que não esperava que hoje eu fosse tar chupando o pau dele desse jeito gostoso. Continuei chupando, acelerando cada vez mais o ritmo, até que consegui fazer ele gozar dentro da minha boca. Ele soltou uma descarga enorme de porra, que eu engoli sem pensar, e continuei chupando um pouco mais. mais devagar, até limpar as últimas gotas de porra do pau dele.
Levantei e me ajeitei de novo no banco, e ia arrumar o vestido porque minhas tetas estavam de fora, mas o Víctor me segurou e disse que queria continuar pegando nelas, já que eu tinha umas tetas lindas. Decidi dar o gosto pra ele e fui assim mesmo. No caminho, ele foi me falando que era uma das melhores boquetas que ele já tinha recebido, que eu era muito boa nisso e que esperava retribuir esse gesto legal que eu fiz quando chegássemos na casa dele. Eu também falei que ele tinha um pau muito gostoso e que ele encheu minha boca toda de porra. Ele também perguntou se eu fazia esse tipo de coisa com meu marido, e eu respondi que sim, que meu marido adorava que eu chupasse ele enquanto dirigia. Ele sorriu um pouco e só disse que eu era muito sortuda por ter ele.
Quando chegamos na casa dele, arrumei o vestido pra entrar. O Víctor abriu a porta pra mim e entrei. Só tive tempo de largar minha bolsa e meu casaco no sofá, e o Víctor se jogou em mim. Começou a me beijar e a apalpar minha bunda e minhas tetas, enquanto com cuidado desafivelava meu vestido pra tirar. Quando soltou as alças, o vestido simplesmente deslizou pro chão, e eu fiquei só de calcinha fio dental e sutiã de renda. Ele disse que eu tinha um corpo lindo e muito sexy, e que até parecia que eu tinha planejado tudo aquilo pelo jeito que eu tava vestida. Eu respondi que não, mas que sempre gosto de me vestir assim. Ele continuou me beijando enquanto lentamente desafivelava meu sutiã e deixava minhas tetas de novo à mostra. Desceu até elas e começou a chupar meus mamilos, que ficaram duros na hora. Deixei ele chupar cada parte do meu corpo, enquanto ele ia descendo cada vez mais até minha buceta. Quando chegou lá, se ajoelhou e, com as duas mãos segurando minha bunda, esfregou o rosto em mim. Se afastou um pouco, me olhou e disse: "que festa gostosa vou ter hoje". Nesse ponto, eu já tava muito excitada e começava a sentir... minha buceta bem molhada.
Começou a me dar vários beijos por todo lado enquanto dizia que ficava com água na boca só de me ver, de tão gostosa que eu tava. Devagar foi lambendo meus lábios e percorrendo eles com a língua, eu soltava uns gemidos por causa do tesão que tava sentindo. Começou a lamber um pouco mais no meio, saboreando toda a minha buceta, eu tava adorando tudo que tava sentindo, então peguei no cabelo dele, puxando mais pra perto e controlando os movimentos da cabeça dele. Com uma das mãos, ele levantou uma das minhas pernas, fazendo eu apoiar no ombro dele, permitindo que ele se aprofundasse mais em mim. Com a outra mão livre, começou a enfiar um dos dedos e fazendo movimentos delicados dentro de mim. Nesse ponto, eu já tava fora de mim, e a única coisa que conseguia falar era pra ele continuar, continuar com aqueles movimentos tão gostosos enquanto soltava vários gemidos. E assim continuou por vários minutos até que ele me fez deitar num dos sofás da sala dele e, ajoelhado na minha frente, levantou minhas duas pernas e continuou comendo toda a minha buceta. Comecei a sentir um tesão danado e não consegui evitar soltar o primeiro orgasmo da noite, gritando bem alto: "Ai, que gostoso!"
Ele se levantou e começou a se despir enquanto eu me recuperava do orgasmo que tive. Virei pra olhar pra ele, e ele só disse: "Vou te compensar quando chegar na minha casa, agora é sua vez de comer toda essa pica." Aproximou o rosto dela do meu, e eu só falei: "Claro que sim, vou comer toda a sua pica e suas bolas." Peguei ela com uma mão e comecei a chupar cada uma das bolas, tentando enfiar elas na boca pra saborear, e subindo devagar com a língua até a ponta da pica dele. Comecei a lamber a cabeça da pica dele devagar pra ir enfiando ela aos poucos na minha boca, e enquanto fazia isso, olhava nos olhos dele pra ver a reação. Ele ficava ainda mais excitado ao me ver fazer aquilo e me puxava pelo cabelo, enfiando a pica dele o mais fundo na minha boca. Comecei a me mover num ritmo que via que ele gostava, depois de uns Minutos depois, ele me parou e disse: "Você é muito boa nisso, vai me fazer gozar de novo, mas antes quero te aproveitar mais."
Ele mandou eu me virar e ficar de quatro, levantando minha bunda na direção dele. Ele me pegou pelas nádegas, acariciando elas, e falou que eu tinha uma buceta gostosa. Passou a língua pra chupar mais um pouco da minha buceta e, de quebra, me deu umas lambidas no cu. Levantou e só disse: "Tudo em você é uma delícia." Começou a esfregar o pau na minha buceta, deslizando por ela, só me provocando sem meter. Depois disso, me perguntou se podia meter sem camisinha, só pra me sentir 100%. Eu só respondi: "Sim, mete logo, por favor!" Imediatamente depois, ele enfiou tudo de uma vez, e eu não consegui segurar um gemido forte e um grito ao sentir o pau todo dentro de mim. "Ai, que gostoso, me dá tudo", falei.
Víctor começou a me comer devagar e a dar umas palmadas na minha bunda, enquanto dizia como eu era gostosa, que bunda linda eu tinha, como era gostoso sentir aquilo e o quanto ele amava. "Eu também gosto, continua me comendo assim, gostoso, papai." Ele juntou todo o meu cabelo e segurou com uma das mãos, puxando minha cabeça um pouco pra trás, dizendo: "Assim você vai gostar mais, putinha, então mexe essa bunda pra mim." "Sim, eu gosto, adoro", falei enquanto mexia meus quadris e minha bunda no pau dele. "Então me come gostoso e me aproveita, que hoje sou sua putinha." Isso o excitou pra caralho, e ele começou a me comer com força, já me dando palmadas, enquanto dizia: "Vou te comer como você merece, minha putinha linda." Eu não conseguia resistir aos gemidos e alguns gritos abafados ao sentir cada estocada. Só repetia: "Assim me come, assim me come." E continuou por uns minutos...Depois de alguns minutos, ele parou e disse: "Agora quero que você me mostre o quão puta você é". Ele tirou o pau de dentro de mim e sentou, pra eu montar nele. Na hora eu levantei e fiz o que ele pediu: subi em cima dele, enfiei o pau dele dentro de mim e comecei a rebolar devagar, aproveitando cada centímetro. Ele começou a chupar meus peitos enquanto apertava minha bunda com as mãos e acompanhava meu ritmo.Você gosta assim, papai? — eu disse. Ele parou de chupar meus peitos, colocou uma das mãos no meu pescoço e com a outra continuou massageando meus peitos e disse: "Você se mexe deliciosamente, gostosa." Ele começou a apertar meu pescoço, mas sem me machucar, e disse que amava mulheres submissas assim, que fossem bem putas na hora de transar. Eu estava muito excitada, prestes a gozar, e acho que ele percebeu pelos meus gemidos, gritos e pela cara de tesão que eu tinha.
Ele começou a dizer: "Isso mesmo, sua putinha, goza!" enquanto continuava segurando meu pescoço e dando tapas na minha bunda. Não aguentei mais e gozei, soltando um gemido e um grito bem altos. Naquele momento, abracei ele e começamos a nos beijar, enquanto eu me mexia cada vez mais rápido. Vi que ele não ia aguentar mais e sussurrei no ouvido dele: "Enche eu de porra, papai", enquanto continuava gemendo no ouvido dele. Ele não aguentou mais e esvaziou todo o sêmen dele dentro de mim.
Estávamos exaustos e nos deitamos os dois no sofá, comigo ainda por cima dele. Ele me abraçou e disse que eu tinha dado uma noite incrível para ele. Perguntou se eu não queria ficar para dormir, mas tive que dizer que precisava voltar para minha casa. Ele entendeu a situação e disse para descansarmos um pouco e que ele me levaria para casa.
Minutos depois, me levantei para me vestir e ir embora. Tive que deixar bem claro para o Victor que aquilo foi só uma coisa de uma noite e que o mais provável era que não se repetisse. Ele disse que entendia a situação, mas pediu para eu satisfazê-lo mais uma vez, chupando ele durante o caminho até minha casa. Sorri e disse que tudo bem, que faria isso. E durante o trajeto, fiz ele gozar dentro da minha boca e tomei todo o sêmen dele de novo.
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