Bom, aqui vai uma história de uma garota de bons valores, tomara que existissem mais assim. Oi, sou Elizabeth, tenho 27 anos, sou meio alta, 1,70m, sou americana, venho de uma família boa, sou muito otaku, não sou casada, mas estou num relacionamento há 4 anos. Morei muito tempo no México, mas meus pais me mandaram pros EUA pra estudar. Com meu parceiro, temos uma conta no Poringa, mas não postamos nada, só conversamos e trocamos histórias como essa. Bom, o que vou contar é sobre a minha primeira vez, uma amizade com benefícios. Eu conhecia um cara que morava com os pais na nossa casa, os pais dele trabalhavam pros meus, fazendo limpeza, jardinagem, cozinha, etc., e eu brincava com ele. Mas ele era alguns anos mais velho que eu, eu tinha 14 na época e ele 17. A verdade é que eu gostava dele no fundo, mas sabia que minha mãe não gostava nem um pouco da ideia de eu ter amizade com ele, sem contar que ela sempre me xingava quando me pegava com ele, mesmo que a gente não fizesse nada de errado. Ele era praticamente meu único amigo, eu estudava numa escola só de garotas, mas não tinha amigas, era muito solitária. Bom, entre a gente tinha confiança e também um certo carinho, ele dava um jeito de entrar no meu quarto e brincar comigo (já peguei ele me espiando várias vezes). Isso aconteceu numa fase difícil, digamos assim, o estresse da minha família somado ao da escola, já que as outras garotas me faziam bullying. E aí um dia eu não aguentei mais, fugi da escola e fui dar um passeio, mas minha mãe me pegou, o que acabou numa bronca e num castigo. Ela me proibiu de usar a TV e até de ler meus mangás e HQs, além de que, toda vez que saíam, me deixavam sozinha e vigiada. E é aqui que começa a parte safada. Meu castigo durou duas semanas, e durante esses dias era voltar da escola e ir pro meu quarto me trancar. No meu quarto, eu ficava desenhando pra matar o tempo e não ficar chorando o dia todo. Um dia, voltei pra casa e não encontrei ninguém, uma das moças que fazia limpeza me recebeu. Aí fui pro meu quarto, me deixei confortável, tirei o uniforme e coloquei... Suéter sem nada além da minha calcinha, e bom, fiz minha tarefa, mas acabei chorando. No final, fui pra minha cama, onde já tinha chorado, e senti alguém sentar do meu lado. Era ele, que entrou sem permissão no meu quarto. Ele me consolou, conversamos e, bom, ele deitou comigo na cama. E não tínhamos muito o que fazer além de papear (eu estava muito triste, fiquei feliz que ele estava comigo). Ficamos abraçados por um tempo e não consegui evitar chorar em cima dele. O bonzinho me segurou nos braços e até me animou com piadas e brincadeiras. Já um pouco melhor, comecei a perceber que as mãos dele estavam em partes com pouca roupa, nas minhas nádegas, mas deixei passar (não queria que ele me soltasse, pra ser sincera). E, bom, de carinho, conversamos um pouco mais sério, contei o que tinha acontecido e tal, e ele ficou comigo. E, entre carinhos e risadas, as mãos dele começaram a tocar mais. Ele começou a passar a mão nas minhas costas por baixo do suéter e, mais ainda, nas minhas nádegas (não me incomodou que ele fizesse isso, mas fiquei com vergonha de ele perceber que eu não tava usando nada por baixo). Eu, com vergonha, falei que não esperava a chegada dele e que tinha me deixado confortável, e ele respondeu que minha pele era muito macia e que eu estava meio fria. Eu, nervosa, sugeri que a gente se cobrisse, e ele, na minha frente, tirou o casaco e eu pude ver a barriga dele bem definida — não vou mentir, queria ver mais. Deitamos, e minha cama era pequena, então estávamos bem juntinhos. E, bom, pra ficar mais confortáveis, ficamos de conchinha (aqui já nem preciso descrever o nervosismo e tudo que senti naquele momento). Era a primeira vez que eu estava assim com alguém, e ainda mais com um garoto. E não tenho muito o que dizer a esse ponto. Conversamos um pouquinho e senti o pau duro dele encostando na minha bunda (estávamos muito colados e ele me abraçava bem forte). E, do nada, ele me deu uns beijos nas bochechas e, daí, já foram beijos na boca e, depois, beijos de língua. Aqui acabou a tranquilidade. Ele subiu em cima de mim e começou a me beijar (não sei explicar, mas eu estava gostando muito, que mente inocente eu tinha). Ele também começou a beijar meu pescoço e, com as mãos, a tocar cintura, levantando meu suéter (eu tava com os peitos de fora, mas nem tinha percebido), a mão dele deslizou pela minha cintura, descendo até minhas coxas (naquela época eu não tinha muito corpo, era meio magrinha). Eu me toquei da situação em que tava quando ele abaixou e começou a lamber meus mamilos e a tocar meus peitos (demorei pra reagir, na real foi um choque de prazer o que senti por um momento). Quando percebi o que ele tava fazendo, parei ele, mas ele quis continuar e, com uns beijos e umas palavras no meu ouvido de que ele ia cuidar de mim e que ia ficar tudo bem, eu me soltei e me deixei levar (que vulnerável eu fui e, ao mesmo tempo, como com tão pouco entreguei meu corpo). Ele começou a chupar meus peitos, a tocar eles, a roçar meus mamilos com os dedos, o que me fez soltar gemido atrás de gemido. Ele percebeu isso e ficou mais à vontade. Passou o braço pelas minhas costas e começou a lamber com mais intensidade. Eu não conseguia ver, mas imaginava de olhos fechados como a língua dele balançava meus mamilos e os lábios dele deixavam marcas nos meus peitos. Ele me deixou assim por um tempo e, mesmo sem ele pedir, eu pedi um momento pra tirar meu suéter. Em seguida, enquanto ele me olhava, tirei minha calcinha (era uma daquelas de moranguinho, pra quem quiser saber). Ele, ao me ver, desceu da cama e, de pé, começou a tirar a camisa, a calça e a cueca (eu tava hipnotizada olhando ele, mas quando ele tirou o que tinha, arregalei os olhos). Deixou sair o pau dele branco, venoso e muito bem depilado, uns 15 cm mas grosso (eu notei com o tempo que ele ficou maior). Ele se aproximou de mim e tinha ele na minha frente. Foi um breve silêncio, e ele me perguntou se eu queria tocar. Eu só ri e peguei com a mão (na real, queria ver bem, tava com muita curiosidade). Aqui não demorou muito, fiquei olhando tudo, toquei tudinho (e eu sabia o que fazer com a boca, era virgem mas sabia alguma coisa). Mas só quando ele me perguntou se eu queria provar é que eu coloquei na boca, e não fiz ele esperar. Assim que ele perguntou, eu meti o máximo que dava na minha boca. Ele pegou no meu cabelo, me acariciou a Cabeça, ouvi ele dizer que gostava do que eu tava fazendo e soltava uns gemidos (eu não sabia se tava certo, mas ele falava "continua chupando"). Chupei ele assim e, aos poucos, a excitação foi tomando conta de mim, a ponto de eu começar também a lamber e chupar os ovos dele (muita coisa passava pela minha cabeça, tava a cabeça a mil). O gosto do suor, o cheiro dele junto com o gosto de pré-gozo me esquentaram ainda mais. Depois, ele se deitou e eu continuei cuidando dele, ele não parava de dizer que gostava e eu também falava que tava adorando. Segui assim até que ele parou, me deu um beijo na testa e me deitou de bruços (eu sabia o que ia rolar e fiquei com medo). Senti os dedos dele me tocando e também senti ele me lubrificar com soro, acho. Mas quando senti ele enfiar um dedo, me virei e, assustada, falei que tava doendo muito. Ele tentou me acalmar e até disse que me amava muito, mas eu continuava assustada e custei a me soltar (não vou negar que tava com medo e ao mesmo tempo cheia de dúvidas). Aí voltamos a ficar de conchinha, mas dessa vez pelados, e ele de novo com carinhos e mimos, seguidos de palavras no ouvido. Não vou dizer que isso me deixou pronta pra deixar ele entrar e roubar minha virgindade. Ele começou a me acariciar lá embaixo com os dedos e a enfiar os dedos em mim. Doeu no começo, mas quando fui relaxando, comecei a gostar (a verdade é que tava muito nervosa e cheia de dúvidas). Depois de um tempo de dedos, carícias e beijos, ele me disse pra ficar confortável e eu só voltei a me posicionar como ele tinha me ensinado no começo. Esperei um pouco, ele me lubrificou e enfiou os dedos de novo por um tempo (a verdade é que eu sabia o que ia acontecer e tava com medo, mas já não dava mais pra parar). Ele subiu em cima de mim, mas sem se apoiar todo. Eu tava abraçando o travesseiro e, com um "tá pronta?" e eu respondi "sim" com a cabeça, senti ele me penetrando (ele não foi muito cuidadoso, meteu inteira e com um pouco de força). Eu, abraçando o travesseiro e aguentando a dor, falei "devagar". Ele, com um "me desculpa, te amo", começou a me comer. Meio suave, mas metia e tirava sem parar (a dor não foi...). Fui até depois de um tempo e comecei a curtir o pau dele... sentir cada centímetro entrando em mim, junto com as palavras dele que não eram lá essas coisas, só falava que gostava, que eu era muito gostosa e tal, mas eu fui me soltando sozinha. Comecei a pegar nos meus peitos e gemer, enquanto ele me comia, passava a mão nas minhas costas, cintura e na bunda. Também passou o polegar no meu cu, o que me deixou desconfortável, mas não fez mais nada. Ficamos assim um tempo até que ele começou a me beijar e parecia que queria me beijar mais à vontade, porque me virou de barriga pra cima e, me beijando, me penetrou de novo. E assim até que ele colocou meus pés nos ombros dele, e foi demais pra mim (senti como se estivesse me rasgando). Foram só três estocadas e eu pedi pra ele, por favor, parar, porque tava doendo muito. Ele entendeu e, com outro pedido de desculpa, continuou, mas dessa vez me colocou de quatro. E aí ele já não se segurou mais e meteu forte. Eu comecei a gemer, e os barulhos das estocadas eram incríveis (ecoavam no meu quarto). Mas o pior foi que eu sentia que ia me desmontar de tão forte que ele tava metendo, e ele não me soltava, mesmo eu pedindo pra ele me soltar (ele me segurava firme pela cintura e pela mão). Foi tanta desesperação que eu gritei: "Para, por favor!". Ele me soltou e eu caí de bruços. Ele me perguntou se eu tava bem e eu, tremendo, respondi que "sim". Ele ainda não tinha gozado e eu já tinha tido umas três gozadas. Aí, de novo, ele me comeu de bruços, mas não gozou dentro de mim. Ele se masturbou me olhando e me tocando, e deixou toda a carga dele no meu cu, por cima, escorrendo pra minha buceta. Depois disso, a nossa relação tomou outro rumo. A gente transava de vez em quando e não fomos namorados, só amigos (o que me doeu muito, mas eu não queria que ele tivesse problemas, ainda mais com os pais dele). Mas com ele eu fiz muitas coisas, foi minha primeira vez em tudo, até no cu. E ele, mesmo sem ser obrigado, não arrumou namorada e quis me esperar até eu fazer 18. Mas eu deixei claro que não daria certo, e ele não aceitou que a gente fosse só amigos. Eu fui pros Estados Unidos aos 17, continuei em contato com ele e tendo encontros até os 20, quando... Tive que confessar que já tinha namorada nos EUA, mas enfim, aqui termina minha história. Tem mais histórias da nossa amiga e também do namorado dela que são bem interessantes. Valeu por ler 7u7
1 comentários - Histórias de gente: meus pais me matam se descobrirem?