Éramos marido e mulher e tínhamos muitos planos para o futuro.
— Me sentindo a esposa dele e com vontade de compartilhar tudo, fiquei com tesão de brincar um pouco com o Carlos, já que ainda não podíamos sair. Me atrevi a dizer: "Meu amor, por que a gente não espera a chuva passar e você me mima um pouco...?", sendo sugestiva na minha fala e nos meus movimentos, soltando o sutiã do meu biquíni e deixando meus peitos só pros olhos dele.
Mesmo que a gente tivesse transado nas últimas três noites, queria quebrar a rotina de só fazer sexo na cama. A gente tava no quarto do hotel, de frente pras praias lindas desse paraíso, e eram 11h30 da manhã. Lá fora, uma chuvinha leve tava estragando os planos de se banhar na praia, então tive a ideia de dar pro Carlos de novo.
Os últimos três dias tinham sido parecidos. A gente acordava tarde, almoçava no restaurante do hotel, à tarde passeava pela ilha ou saía pra lugares perto, e à noite jantava, caminhava na praia e depois voltava pro hotel pra passar as horas seguintes abraçados na cama, pelados, transando — até aí, bem comportados, um pouco de sexo oral, ele por cima, depois eu por baixo, e só.
A gente era recém-casado e finalmente teria a chance de organizar nossas vidas como sempre quisemos desde o começo. E claro, nossos corpos não teriam limites, e a gente se entregaria um ao outro.
Não sei se o Carlos tinha gostado de eu tentar excitá-lo mais, já que quando éramos namorados eu nunca tinha saído do meu papel de namoradinha meiga e inocente. Por isso, quis me arriscar pra ver o que eu podia provocar nele. — "Vem, gato... me ajuda com a fio dental...", pedi pro Carlos, me aproximando da sacada da suíte sem perceber — tava de costas quando ouvi ele dizer: "Você é louca?", ele falou ao me ver chegando perto da sacada com o torso nu, mostrando meus peitos e exibindo aquela fio dental delicada. meu biquíni, a verdade é que senti um frio na barriga e percebi que a reação dele me excitou mais ainda, mesmo vendo que ele, em vez de me repreender, só queria ver se eu tinha coragem de me mostrar pelada na sacada.
Nossa suíte ficava nos andares altos do hotel e dava de frente pra praia, então pensei que não era fácil alguém nos ver ou, se vissem, não daria pra nos reconhecer direito. A atitude dele foi como uma ordem pra eu me aproximar da sacada e me mostrar. Dei uns passos curtos primeiro, rebolando pra provocar o desejo dele, e quando cheguei no parapeito, me inclinei rapidamente. Ao ver os turistas na praia, bateu um medo de ser vista e, bem disfarçadamente, me virei de costas pra ele. Na sacada tinha uma cadeirinha.
Com uma voz sensual, fiz meu pedido: — "Amor... tira minha tanga e me dá essa pica", pedi pro meu marido, dobrando os joelhos na cadeira de praia e ficando de quatro, posição que o Carlos adorava porque dali ele podia ver minha bunda pequena e minha coisinha que o deixava louco.
Nas três noites anteriores, a rotina do sexo tinha sido a mesma. Carlos me preparava com carícias e toques, depois me despia, brincava um pouco com meu clitóris e, quando eu já estava lubrificada, me penetrava e não mudava de posição até que, no fundo da minha buceta, não descansasse a primeira carga do esperma dele.
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Dedicando tempo à academia, onde fazia exercícios cardiovasculares e tentava manter a forma. Meus 1,63 m de altura contrastavam com meus peitos e minha bunda pequena, redonda e empinada, que chamavam a atenção dos meus amigos e colegas. Minha bunda era, claro, o interesse deles. Há dois meses comecei a trabalhar numa firma e lá meu chefe e o dono da companhia já me assediavam, pensando estupidamente que um dia me levariam pra cama. Era muito óbvio o interesse deles em ter minha bunda só pros paus deles.
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Minhas palavras geravam um efeito erótico e eu estava solta, usando frases que jamais tinha ouvido de mim mesma. —Anoite você gozou muito rápido, amor... por isso quero que você me coma gostoso, Carlos.. quero sentir você, quero ver seu pau bem dentro de mim, me dá tudo!! —, falei pro meu marido enquanto me ajeitava na cadeira; Naquele instante, cheia de prazer e vontade de ser penetrada, com o pau do Carlos se aproximando da minha buceta por trás, tive uma sensação que, no meio da minha excitação, me deu uma ansiedade e um medo que nunca senti na vida, porque quando virei o olhar pra frente, percebi que na sacada da suíte ao lado tinha um cara jovem nos olhando, e que, ao ver que eu descobri ele espiando, se escondeu atrás da coluna que separava a sacada dele da nossa.
Ainda não sei o que aconteceu, ou por que não reagi e contei pro Carlos o que tinha acabado de descobrir, mas eu estava tão excitada e na minha mente só tinha meu desejo de que Carlos metesse o pau dele e me fizesse dele ali mesmo, que, pelo contrário, fiz eu desejar que nosso voyeur aparecesse de novo; — Uau... Todo mundo do seu escritório deve estar morrendo de inveja de mim agora, quantos dariam tudo pra meter a língua em qualquer um dos seus buraquinhos gostosos —, disse Carlos quando baixou minha calcinha fio dental e deixou minha buceta, minha bunda e meu cu expostos só pros olhos dele, e com o pau dele quase pronto pra me penetrar, nosso voyeur apareceu de novo, com medo e desejo de gravar na mente o que ele mesmo não acreditava que estava vendo, e por um instante, enquanto meu marido lambia minha buceta e meu cu — oportunidade que eu não ia perder —, nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por um momento, momento em que tive que soltar um gemido que me fez tremer e as pernas bambear de tanto prazer que sentia, de um lado meu marido me dando prazer e do outro meu fiel testemunha do prazer que eu sentia e que fez com que, pela primeira vez, eu pensasse no desejo de ser vista nua sentindo prazer e agindo como uma puta pros dois. — E esse seu chefe daria tudo pra te ver assim... —, completou Carlos. começando a lamber minha buceta e brincar com meu clitóris, sem pensar no que estava acontecendo ao lado.
Enquanto a chuva parava e o sol aparecia radiante sobre a praia, aproveitei a sensação da pica do Carlos me penetrando, meu voyeur não perdia nenhum detalhe de cada cavalgada, e como se por eu deixar ele me ver sentindo prazer, desse permissão pra ele também sentir prazer, meu voyeur tirou a pica pra fora e começou a bater uma sem tirar os olhos de mim, se escondendo e aparecendo pra que o Carlos não descobrisse e acabasse com nosso jogo de tesão e safadeza. Quando o Carlos acelerou as penetradas, eu soube que ele ia me encher de leite, eu gemia mais forte pro meu cúmplice entender que a gente tava chegando lá, "siimm... me dá mais forte, me dá seu leite, quero que você me dê seu leite" eu falava pro meu marido, mas olhando nos olhos do meu voyeur, a ponto dele também gozar e, de forma descarada, apontar a gozada pra onde a gente tava. Não chegou até a gente, óbvio, mas me fez dar um susto como um reflexo, ato que disfarcei com meu orgasmo que veio mais cedo pelo tesão do que tinha acabado de rolar, fazendo o Carlos gozar também. Nosso ato durou quase meia hora e eu tive dois orgasmos deliciosos, sem que a sensação de prazer passasse ao ver o vidro da varanda manchado com o leite do nosso voyeur, mesmo que eu tenha sido a única que curtiu aquilo.
Como já era tarde e a gente não pegou o buffet do almoço, decidimos achar um lugar pra comer. Encontramos um restaurante de frutos do mar que nos recomendaram, então resolvemos experimentar. A gente tava esperando o pedido quando de repente alguém chamou meu marido: – "Carlos... velho, o que cê tá fazendo por aqui!!..."
O Carlos virou a cabeça e levantou da mesa, indo na direção de um homem alto e forte que tava chamando ele de outra mesa. Depois de um abraço bem forte entre os dois, eles vieram até onde eu tava sentada – "Meu amor, te apresento o Jorge... Jorge, te apresento minha esposa", disse Carlos.
Depois da apresentação, fiquei sabendo que Jorge era um amigo antigo do Carlos e que agora tinha uma agência de turismo onde alugava barcos a motor, motos aquáticas e tal. Ele estava almoçando com a esposa e, por coincidência, encontrou a gente. — "Por que vocês não vêm pra nossa mesa, conhecem a Pilar e almoçam com a gente?", sugeriu o Jorge.
Todo cavalheiro, Jorge puxou minha cadeira quando me levantei. — "Obrigada", falei sorrindo enquanto ele ficava olhando como minha calça justinha de lycra rosa destacava minha bunda como um petisco apetitoso e irresistível — eles acham que a gente não percebe essas coisas.
Almoçamos e conhecemos a Pilar, os dois com uma agência de turismo, ela dedicada junto com o marido Jorge ao negócio deles. Verdade seja dita, me irritou como o Carlos ficava besta olhando pras tetas enormes e redondas da Pilar, que, não dava pra negar, tinha um corpo gostoso pra caralho.
O almoço foi uma delícia; eles descobriram que a gente tava em lua de mel, que íamos ficar uma semana, dos quais já tínhamos quatro dias e só faltava mais um, mas de férias a gente tinha quinze dias antes de voltar ao trampo. Eles contaram umas histórias e situações com os turistas que fizeram todo mundo se sentir à vontade. Depois do almoço, Jorge e Pilar nos convidaram pra casa deles. A gente se olhou e achou que podia ser divertido — Jorge tinha se mostrado super atencioso e um bom anfitrião, e a Pilar era encantadora e muito atenciosa.
Era uma casa linda, cheia de plantas e enfeites relacionados ao mar. Dois carros e uma piscina que dava vontade de usar completavam o cenário dos sonhos. Jorge e Pilar iam muito bem com o negócio deles e estavam prosperando.
Já eram quase 7 da noite, enquanto Jorge, Pilar e Carlos preparavam uns coquetéis e umas bebidas pra eles, eu pedi emprestado o banheiro pro Jorge, que gentilmente me cedeu o privativo. Eles, vi que no quarto de vocês tinha um móvel com muitos filmes, vídeos e uma seção era de vídeos pornô, a grande maioria de ménage e sexo anal, me deu curiosidade um que parecia que eram vocês com outro casal e dizia na dedicatória "PARA NOSSOS AMIGOS PILAR E JORGE OBRIGADO POR NOS ENSINAR".
— "É um vídeo bem ilustrativo e com certeza vai dar ideias pra melhorar a vida sexual de vocês", me interrompeu Jorge comentando sobre o vídeo. Fiquei meio vermelha, não esperava que ele me visse com o vídeo na mão, com essa bunda linda que você tem!!!... deve ser fantástico fazer isso...", disse Jorge surpreso e virando a cabeça de forma descarada olhando pra minha bunda.
Coloquei o vídeo no lugar e voltamos pra sala, Jorge andou atrás de mim e eu pude sentir como os olhos dele e aquele olhar de desejo não saíram do rebolado da minha bunda enquanto chegávamos na sala e eu via Pilar e meu marido Carlos sentados bem juntinhos um do outro rindo com as cervejas na mão.
Carlos e eu bebemos, ele umas cervejas e eu uns coquetéis que o Jorge preparou. Depois de conversar um pouco sobre os dois casais, começamos a falar de tudo um pouco até que chegamos a falar de sexo, eles contando que ali tinham tido histórias com turistas e que a Pilar era muito assediada por andar de biquíni no trabalho e o Jorge às vezes podia se deliciar com mulheres muito gostosas.
Nisso, Carlos perguntou "e o que cada um curte…", mal me recuperei da resposta da Pilar quando Jorge disparou dizendo "hummm… na real eu curto duas coisas — ter sexo anal com uma mulher e ver ela se contorcendo de dor e prazer pedindo pra eu não tirar, e quando estamos com casais que não falam nossa língua… porque a Pilar seduz o marido e quando ele já vai estar com ela ou terminando, eu chego como quem não entende nada, e por vergonha deles a gente acaba se reunindo os quatro no dia seguinte pra ele deixar eu comer a esposa dele, que obviamente eu tenho que convencer, coisa que quase acontece sempre kkkk “eles acham que a esposa deles nunca vai aceitar,… e é muito excitante ver a cara que eles fazem quando veem que a esposa não só aceita ficar comigo … como se entrega completamente”,… Se eu imagino, deve ser muito excitante disse Carlos, ele estava olhando pra ele com o impacto de ver o interesse dele.
Quando Pilar concluiu “Eu fico excitada com duas coisas principalmente… - ver o Jorge quando ele tá com outra mulher, principalmente se ela me parece muito gostosa; e ver como um homem diferente do meu marido fica excitado me olhando… Não consigo evitar tentar provocar ele pra ver o que acontece…”, … eu não sabia o que pensar, minha mente tava a mil, por um lado me sentia indignada e por outro sentia uma ansiedade e uma excitação que eu não conseguia controlar;
Pilar percebeu meu desconforto e me disse “…É difícil você entender se não experimentar como é sentir que outro homem, diferente do Carlos, te deixe excitada só pelo fato de desejar estar com você…” e me ofereceu pra tomar mais alguma coisa na cozinha, onde a gente conversou sobre o assunto, enquanto, Jorge dizia pro Carlos sentados na sala como era gostoso penetrar uma mulher pelo cu e que todas recusam no começo até terem o primeiro orgasmo anal;
, naquele momento me impactou mais ela me dizer que fazer outro homem ficar excitado comigo e me fazer desejar que ele fizesse alguma coisa comigo, ela me contou baixinho que em duas ocasiões tinha ficado com caras que eram muito bonitos e iam sozinhos e que com um só tinha feito sexo oral e com o outro tava tão excitada que deixou ele fazer de tudo com ela, mas que Jorge nunca ficou sabendo, “nem tudo seu marido precisa saber e com a sua beleza você vai conseguir deixar muita roça dura, aprende a tirar proveito disso…”, a gente parou a conversa ali e voltou pra sala, num momento Pilar e Jorge propuseram que se a gente quisesse, depois de entregar o Hotel amanhã, a gente fosse ficar mais uma semana com eles na casa deles… a gente se olhou e disse que íamos contar amanhã se a gente decidia ou não. Ofereceram nos levar até o hotel, o que agradecemos porque já era muito tarde. Ao nos despedirmos, Jorge me deu um beijo bem perto da minha boca, e Pilar me beijou na boca de verdade, o mesmo fez com o Carlos. Tentei fingir que não tinha visto nada e entramos a caminho da suíte. Carlos só me disse: "Deveríamos aceitar o convite e ficar mais uns dias". Eu só consegui responder: "E o que a gente teria que dar em troca?" "...eles não pediram nada até agora", finalizou meu marido antes de entrar na suíte.
Quando entramos, eu demorei mais pra entrar do que o Carlos pra fechar a porta, me abraçar por trás e pedir pra deixar ele me penetrar analmente naquela noite... Eu ainda estava contrariada com tudo que tinha rolado, e deixei ele começar a me despir. Carlos estava tão excitado que falava um monte de coisa pra me esquentar:
"Adoraria fazer isso na frente de outras pessoas..."
"...Quero que nos vejam e te vejam com meu pau no seu cuzinho gostoso..."
"...Quero... que a gente faça na praia na frente dos outros e ver como outros caras te desejam e desejam poder te penetrar."
Fiquei surpresa dele dizer essas coisas, mas estava me excitando. Ele começou a beijar meus peitos, me levantou pela bunda até a cama, parecia louco, nunca tinha visto ele tão excitado. Rasgou minha calcinha fio-dental e começou a lamber minha buceta e prendeu meu clitóris entre os lábios dele. Não parava de lamber e lamber minha buceta, me fazendo gemer ansiosa, me fazendo levantar o quadril pra língua dele penetrar mais fundo. Subia e descia minha pelve uma vez e outra até que Carlos abaixou a boca e enfiou a língua no meu cu e esfregou meu clitóris até sentir a chegada do meu orgasmo, que fez minhas pernas tremerem e molhar o rosto do Carlos. Quando parei de tremer, Carlos subiu e me beijou com o rosto encharcado dos meus fluidos, que, confesso, tinham gosto de glória. Entendi porque ele gostava tanto de lamber.
Eu estava muito excitada. Fiz ele se deitar na cama e comecei suavemente a beijar o pau dele, que tinha um gosto delicioso. Dava beijinhos suaves enquanto minhas mãos percorriam o corpo dele, esfregando o pau dele. pau e acariciando os testíbulos, quando cansei de brincar enfiei a glande dele na minha boca… ummmmm que sensação quente e molhada, macia e dura ao mesmo tempo, acariciei com minha língua a glande dele, e era muito gostoso ver como o rosto dele se transformava,
“que gostoso você chupa, pensa que é a pica de outro” foi uma frase que me fez enfiar até o fundo da minha garganta e comecei a subir e descer com minha boca nessa pica gostosa enquanto com minhas mãos esfregava os testíbulos dele
“isso, chupa… lubrifica que quero meter no seu cu, … quero ver você me pedir pra meter” “quero… fazer na frente dos nossos amigos … me diz que sim, que você gostaria que nos vissem”;
Continuei o boquete e decidi descer pra lamber os testíbulos dele, quando pela excitação alcancei lamber a borda do cu dele e vi que ele estremeceu, Carlos instintivamente levantou as pernas e decidi com minhas mãos esfregar a pica dele enquanto lambia um pouco o cu dele, gostando de como ele começou a gemer e se agarrava nos lençóis fechando os olhos, ….
Que dizia ter o poder de excitar tanto seu homem e deixá-lo vulnerável pra você;
Voltei a chupar ele mais uma vez e antes que Carlos gozasse ele me fez subir e me deitou na cama, abriu minhas pernas e me penetrou sem me dar tempo de parar, fez tão forte que só consegui gritar alto e começar a gemer pedindo que me penetrasse mais forte, que me fizesse dele, que não tirasse,
Plop plop plop, soava o chapinhar a cada investida de tão molhada que eu tava, peguei ele pelo braço e fiz ele se deitar na cama e eu ficar por cima dele, sentei de pernas abertas e comecei a cavalgá-lo com paixão
“não me diga que não te excitaria fazer na frente deles” “que Jorge te desejasse e quisesse penetrar seu cu enquanto eu te monto assim na frente deles” “me diz, você não gostaria?”
Eu só cavalgava eufórica buscando meu orgasmo e no meio dele só consegui dizer “siimm…. - que me olhem e se quiser que me toque”, isso foi o clímax pra nós dois, fez Carlos começar a gemer mais forte e mexer o quadril como se quisesse penetrar mais fundo, fazendo eu também começar a gemer e me contorcer com um orgasmo fantástico, e sentia cada jato até o fundo da minha buceta, quando senti o último jato, caí exausta sobre o peito dele e me deitei contemplando sua respiração ofegante.
Assim, ele me pediu pra deixar ele me penetrar pelo meu cu... levantei o olhar e disse:
“Troco por algo melhor”, desci do torso dele e me abaixei até o pau dele e comecei a chupar mais uma vez, mas dessa vez metia e tirava da minha boca o pau dele, que não demorou a endurecer de novo, lambia de um lado, do outro e voltava a enfiar até o fundo da minha garganta uma e outra vez, fazendo ele com a pelvis tentar enfiar mais fundo,
Assim eu chupava até sentir ele se contorcer, comecei a enfiar mais fundo até sentir o primeiro jato de porra no meu céu da boca, primeiro me surpreendeu, mas continuei chupando e engolindo toda a descarga dele, quando ele terminou de jorrar porra na minha boca, tirei o pau dele e mostrei como eu tava cheia de leite, e passei na frente do olhar excitado dele
“como você é puta, e eu gosto”
me deu um arrepio a frase dele e eu gostei, mas guardei pra mim, sem parar de pensar que o gosto da porra dele era agradável, era entre salgado e amargo, líquido mas grosso e sem cheiro forte aparente, me deitei ao lado dele e nos abraçamos até dormir pelados.
— Me sentindo a esposa dele e com vontade de compartilhar tudo, fiquei com tesão de brincar um pouco com o Carlos, já que ainda não podíamos sair. Me atrevi a dizer: "Meu amor, por que a gente não espera a chuva passar e você me mima um pouco...?", sendo sugestiva na minha fala e nos meus movimentos, soltando o sutiã do meu biquíni e deixando meus peitos só pros olhos dele.
Mesmo que a gente tivesse transado nas últimas três noites, queria quebrar a rotina de só fazer sexo na cama. A gente tava no quarto do hotel, de frente pras praias lindas desse paraíso, e eram 11h30 da manhã. Lá fora, uma chuvinha leve tava estragando os planos de se banhar na praia, então tive a ideia de dar pro Carlos de novo.
Os últimos três dias tinham sido parecidos. A gente acordava tarde, almoçava no restaurante do hotel, à tarde passeava pela ilha ou saía pra lugares perto, e à noite jantava, caminhava na praia e depois voltava pro hotel pra passar as horas seguintes abraçados na cama, pelados, transando — até aí, bem comportados, um pouco de sexo oral, ele por cima, depois eu por baixo, e só.
A gente era recém-casado e finalmente teria a chance de organizar nossas vidas como sempre quisemos desde o começo. E claro, nossos corpos não teriam limites, e a gente se entregaria um ao outro.
Não sei se o Carlos tinha gostado de eu tentar excitá-lo mais, já que quando éramos namorados eu nunca tinha saído do meu papel de namoradinha meiga e inocente. Por isso, quis me arriscar pra ver o que eu podia provocar nele. — "Vem, gato... me ajuda com a fio dental...", pedi pro Carlos, me aproximando da sacada da suíte sem perceber — tava de costas quando ouvi ele dizer: "Você é louca?", ele falou ao me ver chegando perto da sacada com o torso nu, mostrando meus peitos e exibindo aquela fio dental delicada. meu biquíni, a verdade é que senti um frio na barriga e percebi que a reação dele me excitou mais ainda, mesmo vendo que ele, em vez de me repreender, só queria ver se eu tinha coragem de me mostrar pelada na sacada.
Nossa suíte ficava nos andares altos do hotel e dava de frente pra praia, então pensei que não era fácil alguém nos ver ou, se vissem, não daria pra nos reconhecer direito. A atitude dele foi como uma ordem pra eu me aproximar da sacada e me mostrar. Dei uns passos curtos primeiro, rebolando pra provocar o desejo dele, e quando cheguei no parapeito, me inclinei rapidamente. Ao ver os turistas na praia, bateu um medo de ser vista e, bem disfarçadamente, me virei de costas pra ele. Na sacada tinha uma cadeirinha.
Com uma voz sensual, fiz meu pedido: — "Amor... tira minha tanga e me dá essa pica", pedi pro meu marido, dobrando os joelhos na cadeira de praia e ficando de quatro, posição que o Carlos adorava porque dali ele podia ver minha bunda pequena e minha coisinha que o deixava louco.
Nas três noites anteriores, a rotina do sexo tinha sido a mesma. Carlos me preparava com carícias e toques, depois me despia, brincava um pouco com meu clitóris e, quando eu já estava lubrificada, me penetrava e não mudava de posição até que, no fundo da minha buceta, não descansasse a primeira carga do esperma dele.
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Dedicando tempo à academia, onde fazia exercícios cardiovasculares e tentava manter a forma. Meus 1,63 m de altura contrastavam com meus peitos e minha bunda pequena, redonda e empinada, que chamavam a atenção dos meus amigos e colegas. Minha bunda era, claro, o interesse deles. Há dois meses comecei a trabalhar numa firma e lá meu chefe e o dono da companhia já me assediavam, pensando estupidamente que um dia me levariam pra cama. Era muito óbvio o interesse deles em ter minha bunda só pros paus deles.
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Minhas palavras geravam um efeito erótico e eu estava solta, usando frases que jamais tinha ouvido de mim mesma. —Anoite você gozou muito rápido, amor... por isso quero que você me coma gostoso, Carlos.. quero sentir você, quero ver seu pau bem dentro de mim, me dá tudo!! —, falei pro meu marido enquanto me ajeitava na cadeira; Naquele instante, cheia de prazer e vontade de ser penetrada, com o pau do Carlos se aproximando da minha buceta por trás, tive uma sensação que, no meio da minha excitação, me deu uma ansiedade e um medo que nunca senti na vida, porque quando virei o olhar pra frente, percebi que na sacada da suíte ao lado tinha um cara jovem nos olhando, e que, ao ver que eu descobri ele espiando, se escondeu atrás da coluna que separava a sacada dele da nossa.
Ainda não sei o que aconteceu, ou por que não reagi e contei pro Carlos o que tinha acabado de descobrir, mas eu estava tão excitada e na minha mente só tinha meu desejo de que Carlos metesse o pau dele e me fizesse dele ali mesmo, que, pelo contrário, fiz eu desejar que nosso voyeur aparecesse de novo; — Uau... Todo mundo do seu escritório deve estar morrendo de inveja de mim agora, quantos dariam tudo pra meter a língua em qualquer um dos seus buraquinhos gostosos —, disse Carlos quando baixou minha calcinha fio dental e deixou minha buceta, minha bunda e meu cu expostos só pros olhos dele, e com o pau dele quase pronto pra me penetrar, nosso voyeur apareceu de novo, com medo e desejo de gravar na mente o que ele mesmo não acreditava que estava vendo, e por um instante, enquanto meu marido lambia minha buceta e meu cu — oportunidade que eu não ia perder —, nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por um momento, momento em que tive que soltar um gemido que me fez tremer e as pernas bambear de tanto prazer que sentia, de um lado meu marido me dando prazer e do outro meu fiel testemunha do prazer que eu sentia e que fez com que, pela primeira vez, eu pensasse no desejo de ser vista nua sentindo prazer e agindo como uma puta pros dois. — E esse seu chefe daria tudo pra te ver assim... —, completou Carlos. começando a lamber minha buceta e brincar com meu clitóris, sem pensar no que estava acontecendo ao lado.
Enquanto a chuva parava e o sol aparecia radiante sobre a praia, aproveitei a sensação da pica do Carlos me penetrando, meu voyeur não perdia nenhum detalhe de cada cavalgada, e como se por eu deixar ele me ver sentindo prazer, desse permissão pra ele também sentir prazer, meu voyeur tirou a pica pra fora e começou a bater uma sem tirar os olhos de mim, se escondendo e aparecendo pra que o Carlos não descobrisse e acabasse com nosso jogo de tesão e safadeza. Quando o Carlos acelerou as penetradas, eu soube que ele ia me encher de leite, eu gemia mais forte pro meu cúmplice entender que a gente tava chegando lá, "siimm... me dá mais forte, me dá seu leite, quero que você me dê seu leite" eu falava pro meu marido, mas olhando nos olhos do meu voyeur, a ponto dele também gozar e, de forma descarada, apontar a gozada pra onde a gente tava. Não chegou até a gente, óbvio, mas me fez dar um susto como um reflexo, ato que disfarcei com meu orgasmo que veio mais cedo pelo tesão do que tinha acabado de rolar, fazendo o Carlos gozar também. Nosso ato durou quase meia hora e eu tive dois orgasmos deliciosos, sem que a sensação de prazer passasse ao ver o vidro da varanda manchado com o leite do nosso voyeur, mesmo que eu tenha sido a única que curtiu aquilo.
Como já era tarde e a gente não pegou o buffet do almoço, decidimos achar um lugar pra comer. Encontramos um restaurante de frutos do mar que nos recomendaram, então resolvemos experimentar. A gente tava esperando o pedido quando de repente alguém chamou meu marido: – "Carlos... velho, o que cê tá fazendo por aqui!!..."
O Carlos virou a cabeça e levantou da mesa, indo na direção de um homem alto e forte que tava chamando ele de outra mesa. Depois de um abraço bem forte entre os dois, eles vieram até onde eu tava sentada – "Meu amor, te apresento o Jorge... Jorge, te apresento minha esposa", disse Carlos.
Depois da apresentação, fiquei sabendo que Jorge era um amigo antigo do Carlos e que agora tinha uma agência de turismo onde alugava barcos a motor, motos aquáticas e tal. Ele estava almoçando com a esposa e, por coincidência, encontrou a gente. — "Por que vocês não vêm pra nossa mesa, conhecem a Pilar e almoçam com a gente?", sugeriu o Jorge.
Todo cavalheiro, Jorge puxou minha cadeira quando me levantei. — "Obrigada", falei sorrindo enquanto ele ficava olhando como minha calça justinha de lycra rosa destacava minha bunda como um petisco apetitoso e irresistível — eles acham que a gente não percebe essas coisas.
Almoçamos e conhecemos a Pilar, os dois com uma agência de turismo, ela dedicada junto com o marido Jorge ao negócio deles. Verdade seja dita, me irritou como o Carlos ficava besta olhando pras tetas enormes e redondas da Pilar, que, não dava pra negar, tinha um corpo gostoso pra caralho.
O almoço foi uma delícia; eles descobriram que a gente tava em lua de mel, que íamos ficar uma semana, dos quais já tínhamos quatro dias e só faltava mais um, mas de férias a gente tinha quinze dias antes de voltar ao trampo. Eles contaram umas histórias e situações com os turistas que fizeram todo mundo se sentir à vontade. Depois do almoço, Jorge e Pilar nos convidaram pra casa deles. A gente se olhou e achou que podia ser divertido — Jorge tinha se mostrado super atencioso e um bom anfitrião, e a Pilar era encantadora e muito atenciosa.
Era uma casa linda, cheia de plantas e enfeites relacionados ao mar. Dois carros e uma piscina que dava vontade de usar completavam o cenário dos sonhos. Jorge e Pilar iam muito bem com o negócio deles e estavam prosperando.
Já eram quase 7 da noite, enquanto Jorge, Pilar e Carlos preparavam uns coquetéis e umas bebidas pra eles, eu pedi emprestado o banheiro pro Jorge, que gentilmente me cedeu o privativo. Eles, vi que no quarto de vocês tinha um móvel com muitos filmes, vídeos e uma seção era de vídeos pornô, a grande maioria de ménage e sexo anal, me deu curiosidade um que parecia que eram vocês com outro casal e dizia na dedicatória "PARA NOSSOS AMIGOS PILAR E JORGE OBRIGADO POR NOS ENSINAR".
— "É um vídeo bem ilustrativo e com certeza vai dar ideias pra melhorar a vida sexual de vocês", me interrompeu Jorge comentando sobre o vídeo. Fiquei meio vermelha, não esperava que ele me visse com o vídeo na mão, com essa bunda linda que você tem!!!... deve ser fantástico fazer isso...", disse Jorge surpreso e virando a cabeça de forma descarada olhando pra minha bunda.
Coloquei o vídeo no lugar e voltamos pra sala, Jorge andou atrás de mim e eu pude sentir como os olhos dele e aquele olhar de desejo não saíram do rebolado da minha bunda enquanto chegávamos na sala e eu via Pilar e meu marido Carlos sentados bem juntinhos um do outro rindo com as cervejas na mão.
Carlos e eu bebemos, ele umas cervejas e eu uns coquetéis que o Jorge preparou. Depois de conversar um pouco sobre os dois casais, começamos a falar de tudo um pouco até que chegamos a falar de sexo, eles contando que ali tinham tido histórias com turistas e que a Pilar era muito assediada por andar de biquíni no trabalho e o Jorge às vezes podia se deliciar com mulheres muito gostosas.
Nisso, Carlos perguntou "e o que cada um curte…", mal me recuperei da resposta da Pilar quando Jorge disparou dizendo "hummm… na real eu curto duas coisas — ter sexo anal com uma mulher e ver ela se contorcendo de dor e prazer pedindo pra eu não tirar, e quando estamos com casais que não falam nossa língua… porque a Pilar seduz o marido e quando ele já vai estar com ela ou terminando, eu chego como quem não entende nada, e por vergonha deles a gente acaba se reunindo os quatro no dia seguinte pra ele deixar eu comer a esposa dele, que obviamente eu tenho que convencer, coisa que quase acontece sempre kkkk “eles acham que a esposa deles nunca vai aceitar,… e é muito excitante ver a cara que eles fazem quando veem que a esposa não só aceita ficar comigo … como se entrega completamente”,… Se eu imagino, deve ser muito excitante disse Carlos, ele estava olhando pra ele com o impacto de ver o interesse dele.
Quando Pilar concluiu “Eu fico excitada com duas coisas principalmente… - ver o Jorge quando ele tá com outra mulher, principalmente se ela me parece muito gostosa; e ver como um homem diferente do meu marido fica excitado me olhando… Não consigo evitar tentar provocar ele pra ver o que acontece…”, … eu não sabia o que pensar, minha mente tava a mil, por um lado me sentia indignada e por outro sentia uma ansiedade e uma excitação que eu não conseguia controlar;
Pilar percebeu meu desconforto e me disse “…É difícil você entender se não experimentar como é sentir que outro homem, diferente do Carlos, te deixe excitada só pelo fato de desejar estar com você…” e me ofereceu pra tomar mais alguma coisa na cozinha, onde a gente conversou sobre o assunto, enquanto, Jorge dizia pro Carlos sentados na sala como era gostoso penetrar uma mulher pelo cu e que todas recusam no começo até terem o primeiro orgasmo anal;
, naquele momento me impactou mais ela me dizer que fazer outro homem ficar excitado comigo e me fazer desejar que ele fizesse alguma coisa comigo, ela me contou baixinho que em duas ocasiões tinha ficado com caras que eram muito bonitos e iam sozinhos e que com um só tinha feito sexo oral e com o outro tava tão excitada que deixou ele fazer de tudo com ela, mas que Jorge nunca ficou sabendo, “nem tudo seu marido precisa saber e com a sua beleza você vai conseguir deixar muita roça dura, aprende a tirar proveito disso…”, a gente parou a conversa ali e voltou pra sala, num momento Pilar e Jorge propuseram que se a gente quisesse, depois de entregar o Hotel amanhã, a gente fosse ficar mais uma semana com eles na casa deles… a gente se olhou e disse que íamos contar amanhã se a gente decidia ou não. Ofereceram nos levar até o hotel, o que agradecemos porque já era muito tarde. Ao nos despedirmos, Jorge me deu um beijo bem perto da minha boca, e Pilar me beijou na boca de verdade, o mesmo fez com o Carlos. Tentei fingir que não tinha visto nada e entramos a caminho da suíte. Carlos só me disse: "Deveríamos aceitar o convite e ficar mais uns dias". Eu só consegui responder: "E o que a gente teria que dar em troca?" "...eles não pediram nada até agora", finalizou meu marido antes de entrar na suíte.
Quando entramos, eu demorei mais pra entrar do que o Carlos pra fechar a porta, me abraçar por trás e pedir pra deixar ele me penetrar analmente naquela noite... Eu ainda estava contrariada com tudo que tinha rolado, e deixei ele começar a me despir. Carlos estava tão excitado que falava um monte de coisa pra me esquentar:
"Adoraria fazer isso na frente de outras pessoas..."
"...Quero que nos vejam e te vejam com meu pau no seu cuzinho gostoso..."
"...Quero... que a gente faça na praia na frente dos outros e ver como outros caras te desejam e desejam poder te penetrar."
Fiquei surpresa dele dizer essas coisas, mas estava me excitando. Ele começou a beijar meus peitos, me levantou pela bunda até a cama, parecia louco, nunca tinha visto ele tão excitado. Rasgou minha calcinha fio-dental e começou a lamber minha buceta e prendeu meu clitóris entre os lábios dele. Não parava de lamber e lamber minha buceta, me fazendo gemer ansiosa, me fazendo levantar o quadril pra língua dele penetrar mais fundo. Subia e descia minha pelve uma vez e outra até que Carlos abaixou a boca e enfiou a língua no meu cu e esfregou meu clitóris até sentir a chegada do meu orgasmo, que fez minhas pernas tremerem e molhar o rosto do Carlos. Quando parei de tremer, Carlos subiu e me beijou com o rosto encharcado dos meus fluidos, que, confesso, tinham gosto de glória. Entendi porque ele gostava tanto de lamber.
Eu estava muito excitada. Fiz ele se deitar na cama e comecei suavemente a beijar o pau dele, que tinha um gosto delicioso. Dava beijinhos suaves enquanto minhas mãos percorriam o corpo dele, esfregando o pau dele. pau e acariciando os testíbulos, quando cansei de brincar enfiei a glande dele na minha boca… ummmmm que sensação quente e molhada, macia e dura ao mesmo tempo, acariciei com minha língua a glande dele, e era muito gostoso ver como o rosto dele se transformava,
“que gostoso você chupa, pensa que é a pica de outro” foi uma frase que me fez enfiar até o fundo da minha garganta e comecei a subir e descer com minha boca nessa pica gostosa enquanto com minhas mãos esfregava os testíbulos dele
“isso, chupa… lubrifica que quero meter no seu cu, … quero ver você me pedir pra meter” “quero… fazer na frente dos nossos amigos … me diz que sim, que você gostaria que nos vissem”;
Continuei o boquete e decidi descer pra lamber os testíbulos dele, quando pela excitação alcancei lamber a borda do cu dele e vi que ele estremeceu, Carlos instintivamente levantou as pernas e decidi com minhas mãos esfregar a pica dele enquanto lambia um pouco o cu dele, gostando de como ele começou a gemer e se agarrava nos lençóis fechando os olhos, ….
Que dizia ter o poder de excitar tanto seu homem e deixá-lo vulnerável pra você;
Voltei a chupar ele mais uma vez e antes que Carlos gozasse ele me fez subir e me deitou na cama, abriu minhas pernas e me penetrou sem me dar tempo de parar, fez tão forte que só consegui gritar alto e começar a gemer pedindo que me penetrasse mais forte, que me fizesse dele, que não tirasse,
Plop plop plop, soava o chapinhar a cada investida de tão molhada que eu tava, peguei ele pelo braço e fiz ele se deitar na cama e eu ficar por cima dele, sentei de pernas abertas e comecei a cavalgá-lo com paixão
“não me diga que não te excitaria fazer na frente deles” “que Jorge te desejasse e quisesse penetrar seu cu enquanto eu te monto assim na frente deles” “me diz, você não gostaria?”
Eu só cavalgava eufórica buscando meu orgasmo e no meio dele só consegui dizer “siimm…. - que me olhem e se quiser que me toque”, isso foi o clímax pra nós dois, fez Carlos começar a gemer mais forte e mexer o quadril como se quisesse penetrar mais fundo, fazendo eu também começar a gemer e me contorcer com um orgasmo fantástico, e sentia cada jato até o fundo da minha buceta, quando senti o último jato, caí exausta sobre o peito dele e me deitei contemplando sua respiração ofegante.
Assim, ele me pediu pra deixar ele me penetrar pelo meu cu... levantei o olhar e disse:
“Troco por algo melhor”, desci do torso dele e me abaixei até o pau dele e comecei a chupar mais uma vez, mas dessa vez metia e tirava da minha boca o pau dele, que não demorou a endurecer de novo, lambia de um lado, do outro e voltava a enfiar até o fundo da minha garganta uma e outra vez, fazendo ele com a pelvis tentar enfiar mais fundo,
Assim eu chupava até sentir ele se contorcer, comecei a enfiar mais fundo até sentir o primeiro jato de porra no meu céu da boca, primeiro me surpreendeu, mas continuei chupando e engolindo toda a descarga dele, quando ele terminou de jorrar porra na minha boca, tirei o pau dele e mostrei como eu tava cheia de leite, e passei na frente do olhar excitado dele
“como você é puta, e eu gosto”
me deu um arrepio a frase dele e eu gostei, mas guardei pra mim, sem parar de pensar que o gosto da porra dele era agradável, era entre salgado e amargo, líquido mas grosso e sem cheiro forte aparente, me deitei ao lado dele e nos abraçamos até dormir pelados.
1 comentários - Assim que tudo começou, lua de mel