Amiga gostosa do trampo

Bom, isso aconteceu depois de 3 anos trabalhando junto com ela, que dessa vez vou chamar de Ana. Eu não sou de ter um grupo de amigos, normalmente me dou com 2 a 3 pessoas no máximo. Ana era uma delas, a gente tinha bastante confiança, mas nunca falávamos de coisas íntimas até o terceiro ano de trabalho. Ela sempre vinha me visitar no meu escritório e de vez em quando me trazia alguma coisinha que ela fazia. Ela tinha um namorado e já estavam juntos há anos. Tudo começou um dia que mandaram a gente entregar uns documentos — ela era de outra área, mas pediu pra eu acompanhar, então levei ela no meu carro. Naquela época, ela tava fazendo um tratamento pra emagrecer e já tava dando resultado, porque tinha formado uma bunda gostosa com uma cintura boa de agarrar, e dos peitos nem se fala, pareciam dois melões prestes a explodir. Bom, aí eu perguntei como ela tava fazendo pra perder peso tão rápido, e ela disse que tava se cuidando só com abstinência. Foi aí que eu falei: "Então faz tempo que não te espalham a farinha?" e ela riu, entrou na brincadeira. Ela disse: "É, verdade, tô há um tempão sem receber minhas gozadas." Eu tava quase falando: "Mas se quiser, eu posso te dar", mas no final não falei nada e seguimos com outras piadas. Mas aí percebi que ela não ficava desconfortável falando desses assuntos. Então, toda vez que a gente conversava, eu mandava uma indireta ou outra, e ela também continuava com as indiretas. Até que uma vez, uma colega dela que sempre via a gente rindo e conversando me disse, baixinho: "Acho que vocês têm uma atração sexual, hahahaha." Eu me fiz de inocente e falei que éramos só amigos. Até que chegou o dia em que tudo começou. Era uma tarde, umas 3 da tarde, eu tava no meu escritório e ela chegou pedindo uma informação. Aí ela se colocou do meu lado, como se quisesse usar meu laptop, e eu perguntei: "E seu celular, não trouxe?" Ela respondeu: "Trouxe sim, tá aqui" — e tava na mão dela. Bolso de trás do jeans e me fala: "tira se quiser" kkkkkkk. Porra, quando ela me fala assim, eu pensei: "é minha chance". Então peguei o celular e dei aquela agarrada na bunda dela. Que rabo gostoso que essa mina tinha. Aí ela só riu e continuou conversando comigo como se nada tivesse acontecido. Então eu falei: "Você vai me fazer pecar, hein?" Ela riu mais alto e foi embora. Me deixou com o pau já meio duro. Duas horas depois, ela voltou no meu escritório. Aí eu entendi que a mina queria alguma coisa, porque veio direto e me perguntou por que eu tinha falado aquilo, sobre pecar. Eu respondi: "É que somos amigos e não sei se você quer algo mais." Aí ela ficou meio séria e disse que não ia fazer nada porque tinha namorado e iam ficar noivos. Eu pensei: "Beleza, então é só isso." E fui embora. Mas com o passar dos dias, a gente continuava com os jogos. Agora a gente já falava de sexo quase sempre. Ela me contava que gozava sempre, que adorava levar de quatro e que gostava de sentar até fazer o namorado gozar. Quando a gente conversava, quase sempre meu pau ficava duro de ouvir o que ela dizia. Até que um dia ela percebeu e falou: "Por que você tá assim?" E sem pedir nada, pegou no meu pau e disse: "Nossa, que grande que você tem." Eu tava no maior frenesi, pronto pra baixar a calça e meter nela, mas a gente tava no escritório. Claro, eu tinha meu escritório só meu, mas sempre podia aparecer alguém pra encher o saco com qualquer coisa. A Ana também era safada, porque sabia quando fazer isso. Às vezes eu ia vê-la com a desculpa de pedir informação, mas sempre esperava ela estar sozinha, porque ela dividia o escritório com três outras minas. E de repente, do nada, ela começava a passar a mão no meu pau, mas só por cima da cueca, nunca por dentro. Com esses jogos, a gente ficou umas três semanas. Quase sempre esperávamos todo mundo ir embora pra começar a nos tocar. Chegou um ponto em que a gente começou a se beijar, e num desses beijos ela confessou que em duas oportunidades tinha imaginado meu cara e minha pica quando ela tava pegando o namorado dela, então um dia eu não aguentei mais o tesão e ela chegou pra me ver como sempre, eu fui direto pra porta e tranquei pra ninguém encher o saco, levei ela pra um canto do escritório e comecei a apalpar ela toda e a gente se beijar. Dessa vez o tesão falou mais alto, eu tirei a pica pra fora e ela começou a me masturbar, meu pau tava escorrendo líquido seminal, tava super quente, e ela começou a gemer baixinho porque eu comecei a beijar o pescoço dela. Em dado momento, tirei o sutiã dela e chupei aqueles melões enormes que ela tinha, que tetas gostosas, tinham cheiro do perfume dela. Naquela hora eu já queria baixar a calça dela pra meter, mas ela não queria, tava se fazendo de difícil. Depois fiquei pensando e se alguém chegasse pra bater na porta ou olhasse pela janela do meu escritório? Mas vocês sabem, naquele momento você só pensa em meter. Depois de tanto insistir, ela falou: "se quiser, a gente faz com roupa". Eu falei que não dava nada, melhor continuar me masturbando, mas eu queria sentir aquela bunda no meu pau, então aceitei. Comecei a esfregar e sem querer deixei o jeans dela molhado, ela percebeu e falou: "não, espera, vão perceber" e foi embora. Vadia, me deixou com toda a porra na ponta do pau, super tarado. Por mais que eu mandasse mensagem pra ela voltar, ela não dava bola. Foi assim nosso primeiro encontro, acho que foi o mais perto que cheguei de penetrar ela. Já na segunda vez foi mais tranquilo. Era meu aniversário, ela trouxe uns doces pra mim, bem na hora que eu tava numa reunião com uma amiga minha do trabalho. Minha amiga ainda falou: "o que cê tá aprontando, bandido, tão te trazendo docinhos? Cuidado, amigo." Eu falei que não era nada, que é assim que se trata os amigos. Mas aí, depois de um tempo, a Ana voltou e veio direto me beijar na boca e me parabenizar pelo aniversário (acho que a Ana tava se apaixonando por mim ou pela minha pica, mas alguma coisa me dizia que já tava). gerando sentimentos), eu, como tarado que sou, falei pra ela que só ia me dar aquilo, e ela perguntou o que eu queria. Eu disse: "Vamos pra um hotel na saída, temos que terminar o que começamos da outra vez". Ela ria e depois dizia que não, porque o pai do namorado dela podia ver, já que o sogro era taxista e vivia fazendo corridas pelos hotéis da cidade. Por mais que eu insistisse que conhecia lugares escondidos, ela não topava. Aí eu falei: "Mas aqui, pelo menos alguma coisa". E a safada, de novo, tirou minha rola da calça, sentou em cima de mim e começou a se esfregar e dar pequenas sentadas com a calça jeans vestida. Puta que pariu, que rabo enorme pulando em cima da minha rola, e mesmo com o jeans, formava um coraçãozão. A gente tava nessa, eu já ia gozar de novo, até que a magrinha do RH me escreve dizendo que estavam indo pra minha sala com todo mundo pra me dar feliz aniversário. Não sei como caralhos a gente fez, mas tanto eu quanto a Ana nos viramos como se estivéssemos vendo uma informação, porque a menina do RH falou que chegariam a 5 metros da minha sala. Imaginem se tivessem nos pego naquela situação. Mas enfim, passou um tempinho, a Ana começou a me frequentar menos, quase não nos falávamos desde aquele dia. Até que um dia fui vê-la na sala dela e perguntei se tava tudo bem entre a gente. Ela disse que sim, que tava tudo tranquilo, mas que ia tentar não repetir essas coisas (já sabem, as mulheres às vezes se fazem de dignas depois de terem sido umas putonas), que ia mudar por causa do namorado porque supostamente o amava e que já estavam quase noivos. Eu não insisti mais também, porque tava começando a sair com outra garota. Então essa foi nossa última conversa sobre o assunto. Bom, isso aconteceu num emprego antigo, só eu e a Ana sabíamos, e agora vocês sabem. Acho que no fim ela casou com o namorado, porque ele pediu ela quase um mês antes. de que eu saia desse trabalho, então espero que estejam arrombando bem essa buceta (num dos nossos encontros até cheguei a passar a mão na xereca dela, mas na hora tirei a mão). Fim da anedota.

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