Fiquei tentando ver se a protagonista dessas histórias topa dar a versão dela, mas não consegui até agora. Então acho que esse vai ser o último relato junto com a minha primeira ex. Era inverno, a gente tinha o costume de ir sempre no cinema do Coto de Lanús, porque ficava perto e era confortável. Geralmente íamos nas últimas sessões, que às vezes terminavam tipo 1:30. Dessa vez fomos na mais tarde de todas, ver um filme qualquer. Questão que entramos na sala de cinema e, pelo visto, o filme era tão ruim que só tinha um outro casal lá longe. Como de costume, sentamos lá em cima e o filme começou. Não entrou mais ninguém, era inverno, meia-noite, muito frio lá fora, mas dentro do cinema esquentou tudo... De repente ela me olha e fala: "olha os caras ali" (eu sinceramente não via nada), ela diz: "a gatinha tá entre as pernas do cara!" Aí eu levantei um pouco do assento e os caras estavam umas 5 ou 6 fileiras mais abaixo, não dava pra ver muito, mas o cara tava esticado e a mina parecia que tava chupando ele. Falo pra minha namorada: "cê acha?" E ela responde: "ué, tão aproveitando que não tem ninguém". Então, sem mais enrolação, me fiz de besta e baixei a cabeça dela entre minhas pernas de brincadeira, falando que a gente não ia ficar pra trás!! Ela rindo, me empurra e fala pra eu me virar de lado. Na hora, levantei o braço do assento, me joguei com uma perna pra cima e a outra meio apoiada, e abaixei a calça até embaixo da rola. Ela começou a chupar, primeiro com beijos, depois com um pouco de língua, passando de cima pra baixo pra molhar tudo, enquanto me punhetava. Aos poucos, enfiava minhas bolas todas na boca e tirava, me beijava desde o tronco da rola até a ponta, engolindo saliva e líquido pré-gozo a cada tragada de pau. Diferente das outras vezes, já não ligava se aparecesse alguém, tava escuro, tinha barulho e a gente tava no fundão. de tudo. Ela, enquanto isso, ia ficando mais excitada. Falei pra ela levantar que era minha vez, pra ela ficar de pé e olhar o que os caras estavam fazendo, então ela se encostou no banco, eu tirei a calça na hora, baixei a leggings e a calcinha fio dental que já tava toda molhada naquele momento e enfiei minha cara naquele rabão. Como não podia ser diferente. Metia minha língua o mais fundo que conseguia enquanto ela se inclinava pra trás pra minha língua alcançar mais fundo, aquela sensação gostosa de enfiar a cara numa bunda linda é indescritível, eu chupava aquela buceta suculenta e subia e descia com a língua, abrindo com as duas mãos aquele bundão pra meter a língua no cuzinho. Ela para de repente e fala, "parece que tão fodendo". Levantei com o pau todo babado de gozo e a mina tava sentada em cima do cara, montando nele, mas os dois olhando pro lado da tela, não pra onde a gente tava. Aquilo me deixou doido, não saber se tavam nos vendo ou não, então fiz ela virar de frente pra mim, tirei a blusa e o sutiã dela, deixando ela pelada, eu tava a mil, também fiquei nu e ela sentou na ponta do banco da frente, deixando a bunda disponível pra ser vista de baixo com aquele corpão gostoso que ela tinha. Eu me ajoelhei pra continuar chupando a buceta dela que já era uma fonte, brincava com os lábios dela, esticava, apertava com meus lábios e massageava o clitóris enquanto passava a língua. Quando já távamos super excitados, sentei, ela abriu as pernas, se ajoelhou nos bancos do lado e sentou no meu pau que, sinceramente, entrou tão fácil por causa do quanto a gente tava molhado que passou como se nada, mas com o frio do líquido meu e dela, deu um prazer gostoso, era muito desconfortável, ela deu 2 ou 3 sentadas e a gente teve que parar, ela ficou de novo de frente pra tela, levantei o banco pra ter mais espaço, ela abriu as nádegas de par em par e esse era o melhor sinal, me aproximei devagar, imaginei como ela estaria por baixo com os peitos que iam e vinham enquanto eu enchia o cu dela de pica com meio corpo passando pelos assentos e fazendo força pra trás pra não sobrar nem um pedaço de carne pra fora, gemendo como se não houvesse ninguém e se mexendo cada vez mais rápido, colando a bunda na minha pélvis, até que eu explodi em gozo, senti o percurso de todo o sêmen saindo em jatos do começo ao fim e enchendo o cu dela até ficar todo ensopado. A gente se acabou de transar naquela noite, olhamos pra baixo e o casalzinho tinha ido embora. Tudo isso deve ter durado meia hora, porque o filme ainda tava rolando. Ela me diz: "vou ao banheiro", então já falei pra gente sair, já que não tínhamos visto nada... Questão que acompanhei ela até o banheiro e no hall do cinema não tinha ninguém, o banheiro feminino do lado do cinema tava fechado e as persianas do cinema que davam pro mercado também, então o único jeito de passar era pelo banheiro masculino, então fomos pelo banheiro dos homens, ela vai pro das mulheres e volta dizendo que tava fechado. Não tinha outra opção senão se limpar um pouco num cubículo do banheiro masculino. Eu fiquei na porta do cubículo até ela terminar, então assim que ela disse que já tinha acabado, entrei, e sem dizer nada, agarrei ela pelas mãos, encostei na parede, puxei a fio dental pra baixo e comecei a comer ela, ela já tava toda entregue, a situação nos dominou, parecia que eu tinha entrado pra estuprar ela, mas ela sem resistência e se deixando, respirando bem forte e sem gemer, apertando a bunda contra mim pra eu me mexer mais rápido, do tesão que eu tava gozei rapidão, saímos do banheiro, saímos do cinema e tava chovendo pra caralho. Corremos pro carro que tava ali do lado e a gente tava indo embora, quando eu falo: "vamos fazer completo", então foi ali mesmo no estacionamento do coto, quando a gente transou de novo, dessa vez com mais amor do que tesão, mais de namorados. que tesão, a gente deu uma bela trepada dentro do carro enquanto chovia, nessa eu não consegui gozar, mas fomos bem de boa pelados dirigindo até em casa enquanto me fizeram um boquete muito bom durante o caminho...
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