aqui está a próxima parte dessa história
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
Depois dessas confissões da Clara, percebi o que tinha perdido por me dedicar tanto ao trabalho. Agora eu tinha mais dúvidas do que certezas, especialmente sobre se minhas filhas eram realmente minhas e por que elas eram tão putas. Agora eu só queria ver o quão vadia a Susana era, embora o Luisito me desse um tesão, mas não contei isso pra Clara. Eu só queria que ela continuasse me contando sobre as minhas galhas, e foi assim que a gente seguiu fazendo quase todas as noites, já que isso tinha virado um hábito.
E depois do Fer quem foi?
Clara e quem disse que acabou com o Fer? De jeito nenhum, ele continuou vindo me visitar e continuou me comendo, mas sempre sozinho, mas sim, foi se afastando, já vinha muito mais espaçado até que um dia parou de vir, por essa época eu me animei a te dar o bum e você nunca disse nada, pelo contrário, ficava muito feliz, com certeza você pensou que tinha desvirginado minha bunda e nunca percebeu que já estava aberta, embora eu tenha ajudado um pouquinho para você não perceber, doeu bastante seu pau quando entrou, mas por sorte já estava aberto meu cu, senão acho que não teria aguentado, mesmo eu tendo gritado demais e deu resultado, depois neguei de novo para você não se acostumar tanto, eu gostava de me fazer desejada e então chegaram as férias, você lembra dessas férias? Porque não foram tantas, você nunca tirou férias, sempre quis trabalhar, imagina, eu sozinha naquele complexo durante a semana toda esperando você chegar na sexta à noite e ir embora no domingo de madrugada
Quantas você já comeu, amor?
Clara não levou a conta, meu bem, mas depois disso veio a Susana.
Por acaso eu não sou o pai?
Clara de nenhuma das duas, amor
Não acredito, mais corno impossível de ser
Clara, eu conheço mais cornos que você, gata, mas quer que eu continue contando do acampamento? Bom, você sabe que naquela época eu já adorava dar o bumbum e era difícil pra mim resistir a um pau, e bem, foi lá que conheci o Carlos, o encargado. Você sabe como são os caras, ainda mais quando veem uma mulher sozinha. No dia depois que você foi embora, a gente começou a beber e acabou na cama. Daquela noite em diante, virei a putinha dele. O bom é que ninguém me conhecia por lá.
E esse Carlos te comeu bem?
Clara, uma maravilha, meu bem, mas o que ele mais fazia era pegar nos meus peitos, adorava encher eles de porra, mas mesmo assim a gente transou gostoso. Ficamos nos encontrando algumas noites até que ele me apresentou o jardineiro. Bom, eu já tinha visto ele desde o começo e tinha gostado, principalmente do volume entre as pernas dele. Logo começamos a conversar, o Carlos me apresentou como uma amiga e no dia seguinte eu convidei ele para jantar. O que menos a gente fez foi comer, na verdade o jardineiro tinha um pau enorme e sabia usar muito bem, mas era pervertido. Naquela noite ele foi embora me deixando toda arrebentada, e no dia seguinte voltou para mais quando eu estava tomando sol na piscina. Ele queria me comer a qualquer custo e depois de muita insistência eu disse que não tinha gostado nada do jeito que ele me tratou e principalmente das coisas que ele falou de você.
E o que ele falava de mim? Com certeza tava me zoando porque ele tinha um pau melhor que o meu
Clara, bom, nisso ele tinha razão. O que me incomodou foi ele te chamar de viado, ele insistia que só um viado não comeria todas as noites uma mulher tão gostosa e que por isso eu era tão puta. Depois de conversar algumas vezes, já que ele ia e voltava, ele acabou me convencendo a ir para o vestiário e esperar por ele lá. A verdade é que com tanto elogio e lembrando como ele me tinha comido, eu estava muito excitada e me entreguei. Poderia ter marcado com ele para aquela noite, mas não, dei ouvidos a ele. Má ideia para mim. Entrei no vestiário e logo ele chegou, puxou o pau para fora enquanto chupava meus peitos que eu tinha tirado do maiô. Me ajoelhei na frente do pau dele e comecei a chupar. Para você ter uma ideia, o pau dele mal cabia na minha boca e passava pela minha garganta quando ele enfiava tudo, isso me dava ânsia e, embora eu não estivesse gostando, não podia fazer nada além de deixá-lo fazer o que quisesse. Ele me jogou no chão e tomou minha bunda. Você não sabe como ele me comeu com força. Eu sabia que pedir para ele ir mais devagar não adiantaria nada, pelo contrário, ele iria mais forte, então preferi gemer e não dizer nada. A verdade é que eu gostei muito de como ele me fodeu o cu e, quando acabou, ele tirou do meu cu e encheu minhas nádegas de porra. Pensei que tudo tinha terminado, mas então ele me disse
Jardineiro, que obediente você é, para você agora tenho uma surpresa, não me decepcione putinha, a partir de agora sou seu dono
Clara estava aos seus pés, sentia que só podia obedecer e nisso entrou outro cara que eu não tinha visto. Ele se aproximou de mim e tirou o pau dele. O jardineiro me ordenou que o satisfizesse, novamente comecei a chupar pau, o pau de um desconhecido. Me sentia uma verdadeira puta que estava sendo usada como tal, de novo tinha os peitos e o rosto cheios de porra. Pensei que ali terminava tudo, mas eu queria mais e pedia para ele me comer. Ele me virou no chão e me arrombou a buceta, assim tive dois orgasmos e ele não parou até me encher toda enquanto eu chupava o jardineiro. Quando terminei com o desconhecido, fiquei sozinha. Quando estava me levantando para sair, entrou um cara, era o filho do jardineiro que, assim que me viu, tirou o pau dele e me mostrou. Era parecido com o do pai dele. Tentei recusar, mas me excitou tanto ver o pau dele tão duro que me aproximei dele e disse
Clara, você também quer me dar? Mas não conta pra ninguém, isso fica entre eu e você.
Me ajoelhei e chupei o pau dele, o cara não parava de gozar e não só me fez engolir como também jogou na minha cara. Virei de costas e abri minhas pernas, o cara não hesitou, enfiou com força na minha buceta e começou a me foder com muita fúria enquanto eu reclamava e gemía. O cara me fez ter dois orgasmos e me encheu de porra, mas não foi o suficiente pra ele, porque logo me colocou de quatro e enquanto arrombava meu cu eu dizia pra ele
Clara, que porra você tá fazendo, cara? Não me arromba o cu, tira esse pau! Ai, ai, ai, ai, doi, seu imbecil!
Cara, cala a boca, puta. Essa bunda aqui tá pedindo muita pica e se você continuar enchendo o saco, amanhã eu venho com meus amigos e a gente te come todo mundo junto.
Clara, ai não, isso não, por favorrr ahhh ahhh ahhh
Clara, o cara me dava tão forte que me fez gozar sendo comida pelo cu, fiquei arruinada, e ainda por cima ele não acabava mais, um prazer enorme mesmo que eles me usassem e até me desprezassem, o que me deixava ainda mais excitada. Quando o cara terminou, depois de um tempão, arrumei meu biquíni e saí do vestiário para ir até minha cabana. Só quando cheguei percebi como estava: o biquíni, meus peitos e até meu cabelo completamente melados. É assim que alguns visitantes devem ter me visto. Não saí da cabina pelo resto do dia todo.
Mas que surra de pica que você levou, hein! Já chegou no complexo toda putinha.
Clara, meu amor, quase sem querer, mas sem perceber que você estava se formando em corno.
E aí, o que aconteceu depois? No final os caras te pegaram?
Clara, claro que sim, amor, eu não ia perder isso. O prazer com o cara foi muito, mas isso eu te conto depois. Agora eu quero que você me coma como se fosse comer uma puta como eu.
Eu estava tão excitado que peguei ela com muita força e depois, já exausto, continuamos conversando.
Quero que me conte o que rolou com os caras.
Clara, meu amor, antes vou te contar o que aconteceu depois, porque não foram só eles que me comeram. Como te falei, vários me viram voltando pra casa toda destruída, uma putinha acabada, e claro que isso tem um preço. Como eu poderia negar que já era a putinha do condomínio? Impossível, meu bem. Eu estava toda dolorida, principalmente a bunda – eles tinham se esforçado pra arrombar mesmo. Tive que passar um creminho pra aliviar um pouco, mas me sentia tão bem… Adorava ser usada daquela forma por aqueles machos dotados. Só de pensar nas pikas deles, eu já ficava toda molhada. Mas melhor começarmos a falar da Susana. Esse sábado à noite eles vêm jantar aqui, e acho que não vão voltar pra casa pra dormir não…
Então você vai ter que me dar o chá de novo, putinha
Clara, sim, amor, mas toma cuidado com o José, ele não é bobo. Eu sei que não vai ser difícil pegar ela, mas desconfio do José.
Por quê?
Clara, acho que o Luisito saiu pra rua
Você tá dizendo que o José também é promiscuo?
Clara, por algumas coisas que a Susy me contou, se ele não for viado, ele acerta no travessão, céu. Numa dessas você acaba comendo os dois juntos.
Você gostaria disso?
Clara, você não tem ideia
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
Depois dessas confissões da Clara, percebi o que tinha perdido por me dedicar tanto ao trabalho. Agora eu tinha mais dúvidas do que certezas, especialmente sobre se minhas filhas eram realmente minhas e por que elas eram tão putas. Agora eu só queria ver o quão vadia a Susana era, embora o Luisito me desse um tesão, mas não contei isso pra Clara. Eu só queria que ela continuasse me contando sobre as minhas galhas, e foi assim que a gente seguiu fazendo quase todas as noites, já que isso tinha virado um hábito.
E depois do Fer quem foi?
Clara e quem disse que acabou com o Fer? De jeito nenhum, ele continuou vindo me visitar e continuou me comendo, mas sempre sozinho, mas sim, foi se afastando, já vinha muito mais espaçado até que um dia parou de vir, por essa época eu me animei a te dar o bum e você nunca disse nada, pelo contrário, ficava muito feliz, com certeza você pensou que tinha desvirginado minha bunda e nunca percebeu que já estava aberta, embora eu tenha ajudado um pouquinho para você não perceber, doeu bastante seu pau quando entrou, mas por sorte já estava aberto meu cu, senão acho que não teria aguentado, mesmo eu tendo gritado demais e deu resultado, depois neguei de novo para você não se acostumar tanto, eu gostava de me fazer desejada e então chegaram as férias, você lembra dessas férias? Porque não foram tantas, você nunca tirou férias, sempre quis trabalhar, imagina, eu sozinha naquele complexo durante a semana toda esperando você chegar na sexta à noite e ir embora no domingo de madrugada
Quantas você já comeu, amor?
Clara não levou a conta, meu bem, mas depois disso veio a Susana.
Por acaso eu não sou o pai?
Clara de nenhuma das duas, amor
Não acredito, mais corno impossível de ser
Clara, eu conheço mais cornos que você, gata, mas quer que eu continue contando do acampamento? Bom, você sabe que naquela época eu já adorava dar o bumbum e era difícil pra mim resistir a um pau, e bem, foi lá que conheci o Carlos, o encargado. Você sabe como são os caras, ainda mais quando veem uma mulher sozinha. No dia depois que você foi embora, a gente começou a beber e acabou na cama. Daquela noite em diante, virei a putinha dele. O bom é que ninguém me conhecia por lá.
E esse Carlos te comeu bem?
Clara, uma maravilha, meu bem, mas o que ele mais fazia era pegar nos meus peitos, adorava encher eles de porra, mas mesmo assim a gente transou gostoso. Ficamos nos encontrando algumas noites até que ele me apresentou o jardineiro. Bom, eu já tinha visto ele desde o começo e tinha gostado, principalmente do volume entre as pernas dele. Logo começamos a conversar, o Carlos me apresentou como uma amiga e no dia seguinte eu convidei ele para jantar. O que menos a gente fez foi comer, na verdade o jardineiro tinha um pau enorme e sabia usar muito bem, mas era pervertido. Naquela noite ele foi embora me deixando toda arrebentada, e no dia seguinte voltou para mais quando eu estava tomando sol na piscina. Ele queria me comer a qualquer custo e depois de muita insistência eu disse que não tinha gostado nada do jeito que ele me tratou e principalmente das coisas que ele falou de você.
E o que ele falava de mim? Com certeza tava me zoando porque ele tinha um pau melhor que o meu
Clara, bom, nisso ele tinha razão. O que me incomodou foi ele te chamar de viado, ele insistia que só um viado não comeria todas as noites uma mulher tão gostosa e que por isso eu era tão puta. Depois de conversar algumas vezes, já que ele ia e voltava, ele acabou me convencendo a ir para o vestiário e esperar por ele lá. A verdade é que com tanto elogio e lembrando como ele me tinha comido, eu estava muito excitada e me entreguei. Poderia ter marcado com ele para aquela noite, mas não, dei ouvidos a ele. Má ideia para mim. Entrei no vestiário e logo ele chegou, puxou o pau para fora enquanto chupava meus peitos que eu tinha tirado do maiô. Me ajoelhei na frente do pau dele e comecei a chupar. Para você ter uma ideia, o pau dele mal cabia na minha boca e passava pela minha garganta quando ele enfiava tudo, isso me dava ânsia e, embora eu não estivesse gostando, não podia fazer nada além de deixá-lo fazer o que quisesse. Ele me jogou no chão e tomou minha bunda. Você não sabe como ele me comeu com força. Eu sabia que pedir para ele ir mais devagar não adiantaria nada, pelo contrário, ele iria mais forte, então preferi gemer e não dizer nada. A verdade é que eu gostei muito de como ele me fodeu o cu e, quando acabou, ele tirou do meu cu e encheu minhas nádegas de porra. Pensei que tudo tinha terminado, mas então ele me disse
Jardineiro, que obediente você é, para você agora tenho uma surpresa, não me decepcione putinha, a partir de agora sou seu dono
Clara estava aos seus pés, sentia que só podia obedecer e nisso entrou outro cara que eu não tinha visto. Ele se aproximou de mim e tirou o pau dele. O jardineiro me ordenou que o satisfizesse, novamente comecei a chupar pau, o pau de um desconhecido. Me sentia uma verdadeira puta que estava sendo usada como tal, de novo tinha os peitos e o rosto cheios de porra. Pensei que ali terminava tudo, mas eu queria mais e pedia para ele me comer. Ele me virou no chão e me arrombou a buceta, assim tive dois orgasmos e ele não parou até me encher toda enquanto eu chupava o jardineiro. Quando terminei com o desconhecido, fiquei sozinha. Quando estava me levantando para sair, entrou um cara, era o filho do jardineiro que, assim que me viu, tirou o pau dele e me mostrou. Era parecido com o do pai dele. Tentei recusar, mas me excitou tanto ver o pau dele tão duro que me aproximei dele e disse
Clara, você também quer me dar? Mas não conta pra ninguém, isso fica entre eu e você.
Me ajoelhei e chupei o pau dele, o cara não parava de gozar e não só me fez engolir como também jogou na minha cara. Virei de costas e abri minhas pernas, o cara não hesitou, enfiou com força na minha buceta e começou a me foder com muita fúria enquanto eu reclamava e gemía. O cara me fez ter dois orgasmos e me encheu de porra, mas não foi o suficiente pra ele, porque logo me colocou de quatro e enquanto arrombava meu cu eu dizia pra ele
Clara, que porra você tá fazendo, cara? Não me arromba o cu, tira esse pau! Ai, ai, ai, ai, doi, seu imbecil!
Cara, cala a boca, puta. Essa bunda aqui tá pedindo muita pica e se você continuar enchendo o saco, amanhã eu venho com meus amigos e a gente te come todo mundo junto.
Clara, ai não, isso não, por favorrr ahhh ahhh ahhh
Clara, o cara me dava tão forte que me fez gozar sendo comida pelo cu, fiquei arruinada, e ainda por cima ele não acabava mais, um prazer enorme mesmo que eles me usassem e até me desprezassem, o que me deixava ainda mais excitada. Quando o cara terminou, depois de um tempão, arrumei meu biquíni e saí do vestiário para ir até minha cabana. Só quando cheguei percebi como estava: o biquíni, meus peitos e até meu cabelo completamente melados. É assim que alguns visitantes devem ter me visto. Não saí da cabina pelo resto do dia todo.
Mas que surra de pica que você levou, hein! Já chegou no complexo toda putinha.
Clara, meu amor, quase sem querer, mas sem perceber que você estava se formando em corno.
E aí, o que aconteceu depois? No final os caras te pegaram?
Clara, claro que sim, amor, eu não ia perder isso. O prazer com o cara foi muito, mas isso eu te conto depois. Agora eu quero que você me coma como se fosse comer uma puta como eu.
Eu estava tão excitado que peguei ela com muita força e depois, já exausto, continuamos conversando.
Quero que me conte o que rolou com os caras.
Clara, meu amor, antes vou te contar o que aconteceu depois, porque não foram só eles que me comeram. Como te falei, vários me viram voltando pra casa toda destruída, uma putinha acabada, e claro que isso tem um preço. Como eu poderia negar que já era a putinha do condomínio? Impossível, meu bem. Eu estava toda dolorida, principalmente a bunda – eles tinham se esforçado pra arrombar mesmo. Tive que passar um creminho pra aliviar um pouco, mas me sentia tão bem… Adorava ser usada daquela forma por aqueles machos dotados. Só de pensar nas pikas deles, eu já ficava toda molhada. Mas melhor começarmos a falar da Susana. Esse sábado à noite eles vêm jantar aqui, e acho que não vão voltar pra casa pra dormir não…
Então você vai ter que me dar o chá de novo, putinha
Clara, sim, amor, mas toma cuidado com o José, ele não é bobo. Eu sei que não vai ser difícil pegar ela, mas desconfio do José.
Por quê?
Clara, acho que o Luisito saiu pra rua
Você tá dizendo que o José também é promiscuo?
Clara, por algumas coisas que a Susy me contou, se ele não for viado, ele acerta no travessão, céu. Numa dessas você acaba comendo os dois juntos.
Você gostaria disso?
Clara, você não tem ideia
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