Oi, fazia um tempão que não escrevia, mas essa parada que acabou de rolar comigo é algo que eu tinha que compartilhar. Vou começar contando que sexta-feira fui pra uma festa de uns amigos, tava super animada porque tinha feito planos de ficar com meu namorado depois da festa, já que ando muito tarada esses dias e tava precisando de uma boa sessão de sexo. O negócio é que naquele dia me arrumei toda pra ele, me depilei toda e deixei minha buceta limpinha e macia, vesti uma blusa preta transparente e um sutiã de renda que valorizava meus peitos pra caralho, uma calcinha fio dental preta combinando com o sutiã, mas a cereja do bolo foi que usei meia até a coxa e uma saia bem curta, na altura da coxa, só o suficiente pra cobrir as meias, um salto que destacava minhas pernas e, pra finalizar, um perfume que deixa ele louco. Tava disposta a ser a putinha pessoal dele naquela noite. A noite começou bem, ele passou pra me pegar e no caminho a gente foi se beijando e se apalpando, ele enfiava um dedo em cada semáforo que parava, e eu tirava o pau dele e chupava cada vez que a gente avançava. Nem preciso dizer que os dois tavam muito excitados. Chegando na festa, ele estacionou o carro uma rua antes e viu a rua vazia, então a gente aproveitou pra um rapidinha, onde eu montei nele e praticamente estuprei ele, porque me mexia tão rápido e forte que ele não demorou pra gozar e deixar todo o leite dele dentro de mim. A parte boa é que tomo anticoncepcional, me limpei um pouco e descemos, embora eu ainda tivesse muito tesão. Já na festa, tudo normal, mas eu tava cada vez mais excitada porque meu namorado ficava passando a mão em mim toda vez que a gente dançava. Infelizmente, ele começou a beber demais, e foi aí que percebi o erro de ter deixado ele beber. Quando vi, ele já tava muito bêbado, então tive que tirar ele de lá arrastando. Um amigo dele me ajudou a colocar ele no carro, mas quando a gente tava colocando ele pra dentro, o amigo se posicionou atrás de mim pra "segurar a porta" e eu senti claramente ele encostando o pau em mim. Foram apenas alguns segundos enquanto eu acomodava meu namorado, mas senti que ele estava de pau duro. Pra ser sincera, não o culpo, porque tenho certeza de que dei um belo espetáculo — tive que me abaixar bastante pra colocar os pés dele no carro e, com certeza, mostrei toda a minha bunda pra ele. Já dentro do carro, ele se ofereceu pra nos levar até a casa do meu namorado, já que eu também tinha bebido uns copos. Fiquei tentada a aceitar quando lembrei da sensação de sentir o pau dele encostando em mim, mas minha mente clareou num segundo e eu recusei.
Quando chegamos na casa dele, consegui tirá-lo do carro como pude e fomos tropeçando até a entrada. Só chegamos na sala, e lá ele desabou de novo. Já ali, eu tava com um tesão enorme, lembrando de tudo que a gente tinha feito e que eu ainda não tava satisfeita. Tirei a roupa dele e, num surto de tesão, comecei a chupar o pau dele, mas sem resultado nenhum. Isso me deixou ainda mais puta e frustrada. Na minha raiva, decidi pedir um Uber pra ir pra casa. Em 5 minutos chegou, entrei e só pedi pra ir embora.
O motorista era um cara de uns 40 anos, não parecia desleixado, mas também não era bonito. No caminho, ele começou a puxar papo, e era daquelas pessoas com quem raramente você se sente à vontade. Ele perguntou por que eu tava tão brava, e não sei se foi por causa do álcool ou da raiva, mas contei tudo — até o que eu tinha feito e como tinha me arrumado pro meu namorado, e que o idiota preferiu se embebedar a ponto de nem com sexo oral acordar. Aí ele disse que, se fosse ele, teria aproveitado pra comer uma mulherão desses. Eu só consegui rir nervosa, mas senti um arrepio no corpo todo. Ele continuou jogando cantadas e falando mais coisas assim, e estranhamente comecei a ficar com tesão de novo. Quando vi, de relance, ele meio que se ajeitando alguma coisa na calça, impulsivamente pedi pra ir pro banco da frente. Ele disse que sim, tão rápido que parou o carro, mas eu só pulei do banco de trás pro do carona — e tenho certeza de que nesse pulo... Ele pôde ver minha bunda inteira e o fio dental. Quando me ajeitei, percebi que ele já tava de pau duro, o que só me deixou mais excitada. E sem pensar, só estendi a mão e peguei no pau dele por cima da calça pra poder acariciar. O motorista só abriu os olhos tão grandes que pensei que iam saltar. Demorou uns segundos, mas logo reagiu e baixou a calça dele com habilidade. Eu não conseguia pensar naquele momento, só vi aquele pau grande e duro apontando pro céu e fiquei com água na boca. Peguei de novo e comecei a masturbar ele, vendo a cara de prazer do motorista. Ele aproveitou e começou a esfregar meus peitos por cima da blusa e depois por baixo. Pra facilitar, me ajoelhei no banco, desabotoei a blusa e o sutiã, e ele começou a me puxar pra perto dele. Fiquei encostada nele, com um braço atrás do banco e a outra mão masturbando ele, enquanto ele brincava com meus peitos e lambia meu pescoço. Foi uns minutos depois que senti a mão dele levantar minha saia e apertar minha bunda com tanta força que por um momento senti uma dorzinha, que rapidamente foi substituída pela surpresa de sentir os dedos dele enfiando na minha buceta... Essa história continua, mas não quero deixar mais longa. Vou parar por aqui por enquanto.
Quando chegamos na casa dele, consegui tirá-lo do carro como pude e fomos tropeçando até a entrada. Só chegamos na sala, e lá ele desabou de novo. Já ali, eu tava com um tesão enorme, lembrando de tudo que a gente tinha feito e que eu ainda não tava satisfeita. Tirei a roupa dele e, num surto de tesão, comecei a chupar o pau dele, mas sem resultado nenhum. Isso me deixou ainda mais puta e frustrada. Na minha raiva, decidi pedir um Uber pra ir pra casa. Em 5 minutos chegou, entrei e só pedi pra ir embora.
O motorista era um cara de uns 40 anos, não parecia desleixado, mas também não era bonito. No caminho, ele começou a puxar papo, e era daquelas pessoas com quem raramente você se sente à vontade. Ele perguntou por que eu tava tão brava, e não sei se foi por causa do álcool ou da raiva, mas contei tudo — até o que eu tinha feito e como tinha me arrumado pro meu namorado, e que o idiota preferiu se embebedar a ponto de nem com sexo oral acordar. Aí ele disse que, se fosse ele, teria aproveitado pra comer uma mulherão desses. Eu só consegui rir nervosa, mas senti um arrepio no corpo todo. Ele continuou jogando cantadas e falando mais coisas assim, e estranhamente comecei a ficar com tesão de novo. Quando vi, de relance, ele meio que se ajeitando alguma coisa na calça, impulsivamente pedi pra ir pro banco da frente. Ele disse que sim, tão rápido que parou o carro, mas eu só pulei do banco de trás pro do carona — e tenho certeza de que nesse pulo... Ele pôde ver minha bunda inteira e o fio dental. Quando me ajeitei, percebi que ele já tava de pau duro, o que só me deixou mais excitada. E sem pensar, só estendi a mão e peguei no pau dele por cima da calça pra poder acariciar. O motorista só abriu os olhos tão grandes que pensei que iam saltar. Demorou uns segundos, mas logo reagiu e baixou a calça dele com habilidade. Eu não conseguia pensar naquele momento, só vi aquele pau grande e duro apontando pro céu e fiquei com água na boca. Peguei de novo e comecei a masturbar ele, vendo a cara de prazer do motorista. Ele aproveitou e começou a esfregar meus peitos por cima da blusa e depois por baixo. Pra facilitar, me ajoelhei no banco, desabotoei a blusa e o sutiã, e ele começou a me puxar pra perto dele. Fiquei encostada nele, com um braço atrás do banco e a outra mão masturbando ele, enquanto ele brincava com meus peitos e lambia meu pescoço. Foi uns minutos depois que senti a mão dele levantar minha saia e apertar minha bunda com tanta força que por um momento senti uma dorzinha, que rapidamente foi substituída pela surpresa de sentir os dedos dele enfiando na minha buceta... Essa história continua, mas não quero deixar mais longa. Vou parar por aqui por enquanto.
0 comentários - Se lo chupe al taxista