Assim como minha outra conta, vou contar histórias que me contam. Essa é de uma com quem consegui ter um encontro. Ela não conta relatos nem nada, só curte o assunto putaria e passar o tempo.
Oi, sou Martina, tenho 24 anos, sou morena mas não sou latina, nasci na Espanha e vim pra Argentina já faz 3 anos. Bom, essa é daquelas histórias que a gente tenta esquecer pelo humilhante que é. Vou dar um contexto rápido: isso acontece nos meus anos de colégio, rebeldia. Meus pais me controlavam muito, mas eu tinha uma namorada escondida. Tinha 16 anos quando isso rolou. Bom, isso acontece na casa de um dos meus amigos. A gente sempre se reunia e não fazia muito, só tarefa, e eu tinha que voltar antes das 22h pra minha casa, que ficava na mesma rua. Então, meu amigo organizou uma festa pra comemorar o aniversário da namorada dele. E a casa dele tinha tipo outra casa nos fundos. Eu pedi, implorei pros meus pais me deixarem ficar depois das 22h e que não ia rolar nada. Era uma festa que ia até o dia seguinte, ou pelo menos era o que eu achava. Meu namorado da época não quis ir comigo, então fui sozinha (acho que se ele tivesse ido, isso não teria acontecido). Bom, era sexta-feira, começamos cedo, às 19h. Eu e meu amigo preparamos tudo, ele tava ansioso, feliz, eu ajudando ele, e aos poucos foram chegando os amigos dele e da namorada. Alguns eu conhecia, mas a maioria não. Bom, depois de receber a galera e meu amigo dar o presente pra ela, a festa começou: dança, comida e umas bebidas que esconderam. Todo mundo bebeu aquela noite. Já era tarde, e meu namorado já tinha ido dormir porque no dia seguinte ele ia trabalhar. Eu tava meio sozinha na festa, meu amigo só ficava com a namorada, e os caras sabiam que eu tinha namorado, então mantinham distância. Passei a noite falando com meu namorado no telefone, então não tava muito ligada na festa. Comecei a dar umas voltas até que notei que estavam jogando um jogo e quis entrar, mas tinha um detalhe: "tem que apostar, menina". Eu não tinha dinheiro, então só fiquei olhando, mas vi que outras minas não tinham apostado. Nada, eu só tava perguntando pra entender. A irmã da namorada do meu amigo, que era bem mais velha que eu, falou: "Aposta sua buceta, igual toda menina". Eu não acreditei. (Todas nós éramos menores de idade, menos ela, e também tinha uns caras, mas dois já tinham 19). Surpresa, só fiquei olhando. As minhas ganhavam e perdiam, algumas discutiam, mas tudo terminava com um dos caras levando ela pro banheiro, onde pagavam. Aos poucos, vi que já tinham sobrado poucas minas, e a gente era muita. Nisso, vejo que na mesa tinha uma grana preta e os caras não paravam de apostar. Uma hora chegou a quase 8 mil euros, e aí me chamaram. Eu não queria, não tinha dinheiro, mas me convenci de que, se ganhasse, iria pra casa com 8 mil. Começou o jogo e, aos poucos, foi tomando rumo, mas eu perdi. E eles foram claros: "Você vai com quem ganhar, menina". Eu já nem sabia o que fazer (mas não podia recusar, eu aceitei, me senti tão indefesa). As rodadas duraram um tempo e, quando finalmente acabou, o vencedor, que era um babaca gordo e metido, disse: "Cavaleiro, vou pegar meu prêmio e a gente continua depois, se quiserem continuar perdendo". Guardou o dinheiro e me levou pro banheiro (não, não falei nada, só abaixei a cabeça e fui com ele). Meu amigo me olhou com decepção enquanto eu passava a caminho do banheiro com aquele babaca atrás de mim. Bem, entramos, não enrolei e comecei a tirar meus sapatos. Enquanto tirava as meias, ele falou: "Espera, boneca, vou limpar minha rola e você vai chupar". Eu só respondi "ok". Continuei tirando a roupa, fiquei de calcinha e sutiã sentada no
xícara, enquanto ele lava o pau no lavatório, era meio pequeno, mas tinha uma cabeça meio grande (tinha uns 8 ou 10 centímetros, mas a cabeça era grande, parecia um cogumelo). Depois que terminou de lavar o pau, quietinha, ele fez eu segurar meu cabelo e comecei a chupar o pau dele. Ela, toda um Dom Juan, me falava coisas doces como que eu era uma princesa ou me tratava de amorzinho, pedindo pra eu chupar mais. Eu não me esforcei muito, esse pau não era o que eu estava acostumada (meu namorado na época tinha um pauzão grande, mas não tínhamos chegado ao anal por causa do tamanho). Continuei chupando aquele pau, enquanto fazia isso, ele me perguntou se estava gostoso, não respondi, mas ele soltou um comentário: "A outra garota sujou ele assim, limpei pra você". Quando ouvi isso, tirei o pau da boca e, segurando a vontade de vomitar e chorar, falei: "Vamos acabar com essa merda". Ele, todo bonzinho, preocupado comigo, mas eu me encostei no lavatório e deixei ele me penetrar com os dedos, enfiando os dedos frios como se nada, filho da puta.
tem que te preparar, não quero que você sinta dor, princesa", eu falei pra ele. "Pode terminar já, entra e vamos acabar logo". Depois disso, abrindo minhas nádegas e com esforço, ele enterrou a rola (não vou mentir, quando senti, pareceu que eu estava me rasgando, muita dor, mas aguentei). Ele continuava se fazendo de bonzinho enquanto me arrebentava o cu. Não usou camisinha nem nada e queria que eu desse a buceta, mas eu recusei e dei o cu direto (me senti envergonhada, mas acho que eu mereci, algo em mim queria fazer algo errado e também queria fazer algo contra meu namorado por não ter vindo comigo). O filho da puta soltava comentários se fazendo de bonzinho, tipo: "nesse ritmo pra não doer, me fala se doer que a gente para, você é muito gostosa, se fosse minha, cuidaria de você, princesa", e coisas assim. Eu só queria que aquilo acabasse, mas estava demorando muito e a sensação de dar o cu estava me vencendo, a ponto de eu começar a pedir pra ele meter mais forte pra ele gozar (não doía tanto, mas eu já não sabia mais como aguentar, a vergonha e a humilhação também estavam me vencendo). A gente continuou, esse filho da puta não gozava, e até quis parar pra descansar. Eu, desesperada, falei: "então já posso ir embora?" E ele: "tia, a gente não terminou, ainda não me fez gozar". Eu, já sem saber o que fazer, falei: "então tá, mas não tira, deixa ela dentro". E ele, sem dizer nada, me segurou e, como uma boneca de pano, me levantou e sentou na privada (vocês não imaginam como eu apertei aquela rola com o cu). Aí ele me disse: "vamos lá, me faz gozar, menina". Eu, indignada, comecei a me mexer, e por um longo tempo, sem resultado. Eu não sabia mais o que fazer, não aguentava mais. Esse filho da puta tinha uma resistência (aqui é quando eu perco o controle). Do nada, ele se levantou, me segurou pelos braços e começou a me foder de novo. Muito forte, com comentários tipo se eu queria mais, que podia voltar a me foder quando eu quisesse, ou que a rola dele estava me dando muito tesão. E eu, negando, falei: "meu namorado tem maior e me deixa com o cu arrombado a semana toda" (essa foi a minha primeira vez no cu, mas não ia contar pra ele). Parece que isso Ele não gostou, porque começou a me chamar de coisas tipo "puta de merda, vadiazinha" e "o que você tá fazendo com outro homem se tem namorado?" (isso realmente me fez sentir mal, pra ser sincera, mas me deixou meio excitada) e eu comecei a gemer e pedir mais, e enquanto ele me fodia, eu disse pra ele encher meu cu ou se queria gozar na minha boca, que eu era a puta dele, e ele não perdeu tempo, me colocou de quatro e foi me comendo assim, e só que dessa vez eu também deixei minha buceta (essa coisa de ser safada me deu um gostinho). Ele gozou no meu cu e um pouco na minha buceta, o filho da puta tinha muito leite, e isso que ele já tinha fodido outras garotas antes (acho que fui a terceira ou quarta, não sei, também queria ir me limpar, fiquei toda suja com aquilo, sabe como é). Bom, saí do banheiro e fui pra minha casa, então não sei como continuou. Evitei transar por um bom tempo com meu namorado, tava com medo dele perceber alguma coisa, embora ele nunca tenha descoberto 🙂 Vou continuar contando mais histórias e também tô sempre aqui pra ouvir e compartilhar as próprias 😉
Oi, sou Martina, tenho 24 anos, sou morena mas não sou latina, nasci na Espanha e vim pra Argentina já faz 3 anos. Bom, essa é daquelas histórias que a gente tenta esquecer pelo humilhante que é. Vou dar um contexto rápido: isso acontece nos meus anos de colégio, rebeldia. Meus pais me controlavam muito, mas eu tinha uma namorada escondida. Tinha 16 anos quando isso rolou. Bom, isso acontece na casa de um dos meus amigos. A gente sempre se reunia e não fazia muito, só tarefa, e eu tinha que voltar antes das 22h pra minha casa, que ficava na mesma rua. Então, meu amigo organizou uma festa pra comemorar o aniversário da namorada dele. E a casa dele tinha tipo outra casa nos fundos. Eu pedi, implorei pros meus pais me deixarem ficar depois das 22h e que não ia rolar nada. Era uma festa que ia até o dia seguinte, ou pelo menos era o que eu achava. Meu namorado da época não quis ir comigo, então fui sozinha (acho que se ele tivesse ido, isso não teria acontecido). Bom, era sexta-feira, começamos cedo, às 19h. Eu e meu amigo preparamos tudo, ele tava ansioso, feliz, eu ajudando ele, e aos poucos foram chegando os amigos dele e da namorada. Alguns eu conhecia, mas a maioria não. Bom, depois de receber a galera e meu amigo dar o presente pra ela, a festa começou: dança, comida e umas bebidas que esconderam. Todo mundo bebeu aquela noite. Já era tarde, e meu namorado já tinha ido dormir porque no dia seguinte ele ia trabalhar. Eu tava meio sozinha na festa, meu amigo só ficava com a namorada, e os caras sabiam que eu tinha namorado, então mantinham distância. Passei a noite falando com meu namorado no telefone, então não tava muito ligada na festa. Comecei a dar umas voltas até que notei que estavam jogando um jogo e quis entrar, mas tinha um detalhe: "tem que apostar, menina". Eu não tinha dinheiro, então só fiquei olhando, mas vi que outras minas não tinham apostado. Nada, eu só tava perguntando pra entender. A irmã da namorada do meu amigo, que era bem mais velha que eu, falou: "Aposta sua buceta, igual toda menina". Eu não acreditei. (Todas nós éramos menores de idade, menos ela, e também tinha uns caras, mas dois já tinham 19). Surpresa, só fiquei olhando. As minhas ganhavam e perdiam, algumas discutiam, mas tudo terminava com um dos caras levando ela pro banheiro, onde pagavam. Aos poucos, vi que já tinham sobrado poucas minas, e a gente era muita. Nisso, vejo que na mesa tinha uma grana preta e os caras não paravam de apostar. Uma hora chegou a quase 8 mil euros, e aí me chamaram. Eu não queria, não tinha dinheiro, mas me convenci de que, se ganhasse, iria pra casa com 8 mil. Começou o jogo e, aos poucos, foi tomando rumo, mas eu perdi. E eles foram claros: "Você vai com quem ganhar, menina". Eu já nem sabia o que fazer (mas não podia recusar, eu aceitei, me senti tão indefesa). As rodadas duraram um tempo e, quando finalmente acabou, o vencedor, que era um babaca gordo e metido, disse: "Cavaleiro, vou pegar meu prêmio e a gente continua depois, se quiserem continuar perdendo". Guardou o dinheiro e me levou pro banheiro (não, não falei nada, só abaixei a cabeça e fui com ele). Meu amigo me olhou com decepção enquanto eu passava a caminho do banheiro com aquele babaca atrás de mim. Bem, entramos, não enrolei e comecei a tirar meus sapatos. Enquanto tirava as meias, ele falou: "Espera, boneca, vou limpar minha rola e você vai chupar". Eu só respondi "ok". Continuei tirando a roupa, fiquei de calcinha e sutiã sentada no
xícara, enquanto ele lava o pau no lavatório, era meio pequeno, mas tinha uma cabeça meio grande (tinha uns 8 ou 10 centímetros, mas a cabeça era grande, parecia um cogumelo). Depois que terminou de lavar o pau, quietinha, ele fez eu segurar meu cabelo e comecei a chupar o pau dele. Ela, toda um Dom Juan, me falava coisas doces como que eu era uma princesa ou me tratava de amorzinho, pedindo pra eu chupar mais. Eu não me esforcei muito, esse pau não era o que eu estava acostumada (meu namorado na época tinha um pauzão grande, mas não tínhamos chegado ao anal por causa do tamanho). Continuei chupando aquele pau, enquanto fazia isso, ele me perguntou se estava gostoso, não respondi, mas ele soltou um comentário: "A outra garota sujou ele assim, limpei pra você". Quando ouvi isso, tirei o pau da boca e, segurando a vontade de vomitar e chorar, falei: "Vamos acabar com essa merda". Ele, todo bonzinho, preocupado comigo, mas eu me encostei no lavatório e deixei ele me penetrar com os dedos, enfiando os dedos frios como se nada, filho da puta.
tem que te preparar, não quero que você sinta dor, princesa", eu falei pra ele. "Pode terminar já, entra e vamos acabar logo". Depois disso, abrindo minhas nádegas e com esforço, ele enterrou a rola (não vou mentir, quando senti, pareceu que eu estava me rasgando, muita dor, mas aguentei). Ele continuava se fazendo de bonzinho enquanto me arrebentava o cu. Não usou camisinha nem nada e queria que eu desse a buceta, mas eu recusei e dei o cu direto (me senti envergonhada, mas acho que eu mereci, algo em mim queria fazer algo errado e também queria fazer algo contra meu namorado por não ter vindo comigo). O filho da puta soltava comentários se fazendo de bonzinho, tipo: "nesse ritmo pra não doer, me fala se doer que a gente para, você é muito gostosa, se fosse minha, cuidaria de você, princesa", e coisas assim. Eu só queria que aquilo acabasse, mas estava demorando muito e a sensação de dar o cu estava me vencendo, a ponto de eu começar a pedir pra ele meter mais forte pra ele gozar (não doía tanto, mas eu já não sabia mais como aguentar, a vergonha e a humilhação também estavam me vencendo). A gente continuou, esse filho da puta não gozava, e até quis parar pra descansar. Eu, desesperada, falei: "então já posso ir embora?" E ele: "tia, a gente não terminou, ainda não me fez gozar". Eu, já sem saber o que fazer, falei: "então tá, mas não tira, deixa ela dentro". E ele, sem dizer nada, me segurou e, como uma boneca de pano, me levantou e sentou na privada (vocês não imaginam como eu apertei aquela rola com o cu). Aí ele me disse: "vamos lá, me faz gozar, menina". Eu, indignada, comecei a me mexer, e por um longo tempo, sem resultado. Eu não sabia mais o que fazer, não aguentava mais. Esse filho da puta tinha uma resistência (aqui é quando eu perco o controle). Do nada, ele se levantou, me segurou pelos braços e começou a me foder de novo. Muito forte, com comentários tipo se eu queria mais, que podia voltar a me foder quando eu quisesse, ou que a rola dele estava me dando muito tesão. E eu, negando, falei: "meu namorado tem maior e me deixa com o cu arrombado a semana toda" (essa foi a minha primeira vez no cu, mas não ia contar pra ele). Parece que isso Ele não gostou, porque começou a me chamar de coisas tipo "puta de merda, vadiazinha" e "o que você tá fazendo com outro homem se tem namorado?" (isso realmente me fez sentir mal, pra ser sincera, mas me deixou meio excitada) e eu comecei a gemer e pedir mais, e enquanto ele me fodia, eu disse pra ele encher meu cu ou se queria gozar na minha boca, que eu era a puta dele, e ele não perdeu tempo, me colocou de quatro e foi me comendo assim, e só que dessa vez eu também deixei minha buceta (essa coisa de ser safada me deu um gostinho). Ele gozou no meu cu e um pouco na minha buceta, o filho da puta tinha muito leite, e isso que ele já tinha fodido outras garotas antes (acho que fui a terceira ou quarta, não sei, também queria ir me limpar, fiquei toda suja com aquilo, sabe como é). Bom, saí do banheiro e fui pra minha casa, então não sei como continuou. Evitei transar por um bom tempo com meu namorado, tava com medo dele perceber alguma coisa, embora ele nunca tenha descoberto 🙂 Vou continuar contando mais histórias e também tô sempre aqui pra ouvir e compartilhar as próprias 😉
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