Fala, pessoal! Meu nome é Rubén, tenho 20 anos, sou da Espanha. Tenho o peso normal pra minha idade, olhos pretos e cabelo da mesma cor. Vou pra escola, mas sinceramente, não me destaco em nada. Não sou popular, minhas notas são medianas, tenho uns amigos — não mais que 10. Acho que sou o típico garoto de qualquer escola do mundo. Mas uma coisa que me surpreende é que, há 2 anos, comecei a namorar a Rubí, a mina mais gostosa do colégio. Ela é o oposto de mim: popular, linda e atlética, a melhor esportista. Ela tem cabelo loiro, pele branquinha, olhos verdes/azuis, e também tem a minha idade.
Antes de contar como essa história termina com meu pai comendo a minha namorada, vou contar minha vida. Sou filho único e só tenho meu pai, porque minha mãe infelizmente morreu quando me deu à luz. Desde então, só tive ele. Meu pai é um cara bom, parecido comigo, mas a diferença é que ele é um alfa no sentido da palavra: protetor, gosta de ser dominante e que a mulher faça o que ele manda. Fisicamente, somos iguais, só que eu tenho 1,70m e ele tem 2 metros. Ele é um advogado de sucesso e, graças a isso, temos uma vida financeira tranquila, nunca me faltou nada. Por outro lado, meu pai nunca teve uma mulher depois da minha mãe. E como sei disso? Porque nunca vi nenhum sinal, tipo ele chegar tarde em casa ou receber ligações que não fossem de trabalho.
Meu pai e minha mãe eram jovens quando eu nasci — ele tinha minha idade, 20 anos. Hoje ele tem 40, e, mesmo eu dizendo, ele tem um corpão, porque vai pra academia, corre no parque e de vez em quando participa de corridas de atletismo e de bicicleta. Então ele tá em forma, e eu acho que ainda pode ser pai de novo.
Meu dia é normal: acordo às 6 da manhã, vou correr, tomo um banho e me troco. Termino de tomar café às 7:30. Meu pai acorda no mesmo horário, mas antes de comer ele vai pro escritório dele revisar os papéis antes de ir pro escritório ou pro bufê, como se diz por aqui. Em alguns países, eu saio de casa às 7:40 e meu pai sai às 8, depois disso eu pego o transporte e vou pra minha escola. Meu pai pega o carro dele e vai embora. Eu, por minha vez, pego o trem e chego em 10 minutos na minha escola na hora certa, porque minha primeira aula começa às 8:30. Eu tô estudando medicina, mas na área que cuida de estudar micro-organismos e dar resposta a certos estímulos. Minha namorada estuda pra ser advogada, meio irônico agora que eu penso, mas fazer o quê. Algo importante de esclarecer é que, mesmo indo pra mesma escola, minha faculdade é diferente da dela. Eu sou apaixonado por dar sentido às coisas e sou tarado, gosto de ver pornô e ler contos eróticos, embora por fora eu seja o mais certinho de todos. Não sou um santo, mas também não sou um demônio. Minha namorada e meu pai, obviamente, não conhecem esse lado meu, mas recentemente encontrei contos com títulos tipo (Nora, sogro ou namorada puta), coisas desse tipo, que me deixaram de pau duro. Era algo que eu tava descobrindo e, com o passar dos dias, essa ideia foi se metendo na minha cabeça. Mas vou terminar de contar meu dia: depois das aulas, encontro minha namorada e vamos pro parque ou pro shopping, e claro, pro motel, porque não gosto de fazer em casa. E, mesmo sendo tarado, sempre tive um sexo super normal com minha namorada, porque não sei como ela reagiria se eu mostrasse minha verdadeira cara. Depois disso, deixo minha namorada em casa e volto pra minha. É quando vejo meu pai, ele volta do escritório, e enquanto eu faço minha lição de casa, ele cozinha, a gente janta, eu conto do meu dia e ele do dele. No final, eu lavo a louça, ele vai pro escritório dele, eu vejo TV um pouco e vou pro meu quarto, converso um pouco com minha namorada e durmo. Esse seria um dia normal, mas isso ia mudar. Por um lado, eu duvidava se fazia ou não, porque colocava na balança meu lado tarado e a vontade de ver aquele espetáculo e ver no que dava, mas por outro, eu era feliz com minha vida assim. Tava entre a espada e a parede: escolher meu lado obscuro ou... Meu lado certinho, mas também passava pela minha cabeça: se eu fizesse um plano de colocar os dois em situações comprometedoras, no final a decisão seria dela e eu poderia realizar minha fantasia. Eram coisas que eu dizia pra mim mesmo pra me dar coragem. Mas um dia, minha namorada, como outra vez, ficou pra dormir comigo no meu quarto — meu pai era mente aberta, e depois de dois anos já tinha visto tudo dela naquela noite. Mesmo eu não sendo desconfiado, acho que foi por tesão ou curiosidade, mas algo no meu peito dizia que eu tinha que olhar o celular dela. E devo admitir que minha tentação foi maior que minha confiança. Peguei o celular da minha mina e comecei a fuçar. Tudo normal, nada no Facebook ou Instagram que me fizesse pensar que ela tava me traindo — o que me alegrou, mas também me entristeceu, porque eu já tava de pau duro imaginando ela me traindo sem eu saber. Mas quando comecei a ver o WhatsApp, não achei nada no começo. Até que, por pura curiosidade e já com o pau meio murcho, fui ver a conversa com meu pai. Queria saber como eles se davam. E o que encontrei era de poucos dias atrás: uma conversa onde meu pai e ela se encontraram no shopping, e pelo visto eles se divertiram pra caralho. Mas não pensem mal, não rolou nada até esse ponto. Pelo que li, dava pra entender que minha namorada tava a fim do meu pai, ou era o que as mensagens deixavam claro. Isso foi a gota d'água. Falei na minha mente: "Já que você quer tanto ser comida, vou te colocar numa bandeja de prata.
Minha casa tem 4 quartos: um meu, outro do meu pai e dois pra visitas. Meu quarto e o dele tinham banheiro privativo, mas a gente tinha mais um pros visitas, sala de jantar, sala de estar, cozinha e um quintal, tudo normal, como vocês já sabem. Eu estudo microorganismos e, pra mim, é muito fácil fazer um perfume com feromônios que faz mulheres ou homens sentirem uma necessidade imediata de transar.
Já tava planejando comprar várias câmeras, queria gravar tudo. Coloquei pela casa toda, em cada quarto, banheiro, sala e cozinha, até botei uma no carro do meu pai. Era precavido ou tava excitado? Isso era o de menos.
Mesmo com tudo pronto, precisava confirmar o que eles realmente sentiriam: se eles iam fazer, se minha namorada ia se atrever e se meu pai gostava dela. Ela era uma gostosa, mas não sabia se ele curtia. Então, botei meu plano em ação.
Primeiro, já deixei os perfumes prontos, em pouca quantidade, só pra excitar. Num sábado ao meio-dia, fiz um churrasco, convidei minha namorada e meu pai. Era legal passar um tempo juntos, tudo normal, até que eu pensei: é agora ou nunca. Chamei meu pai e falei: "Acabou a cerveja." Ele respondeu: "Claro." Aí fiz minha jogada: "Uff, você tá fedendo, hein?" E aí peguei o perfume e borrifei ele inteiro, no peito e na parte que alcançava as pernas dele.
Minha namorada naquele dia tava de jeans e uma camisa que destacava o corpo dela, especialmente a bunda. Depois que fui embora, comecei a ver as câmeras. Vi meu pai e minha namorada conversando, e ela parecia envergonhada, corada, tudo normal. Cheguei a achar que tudo tinha sido em vão e que meu sonho nunca ia se realizar. Já tava quase voltando pra casa quando vi pelo celular: minha namorada, no quintal, deu um beijo de língua no meu pai. Primeiro ele se afastou, mas ela se aproximou de novo e beijou ele outra vez. Ela encostou a frente do corpo nele, e eu também vi a vara do meu pai começando a endurecer, bem na frente da buceta da minha namorada. O beijo era... espetacular, consegui ver como minha namorada começou a descer e tirar a calça do meu pai até deixar o pau dele à mostra. Minha namorada colocou ele na mão e enfiou na boca dela. Foi maravilhoso ver aquilo. Ficaram assim uns 20 minutos, mas cada segundo valia a pena, vendo como entrava e saía, os fios de pré-gozo e saliva que os uniam. Parece que minha namorada também tinha uma cara que eu não conhecia. Meu pai começou a gemer bem forte e empurrava o rosto dela contra o pau dele até que ele gozou uma quantidade enorme de porra. Era lindo. Minha namorada, não conseguindo comer tudo, ficou com o rosto todo manchado, e os fios tanto de porra quanto de saliva que os uniam era lindo. Quando já iam se limpar, chamei meu pai na hora e falei que ia demorar, que tinha surgido um problema nada sério, mas que ia levar pelo menos duas horas. Isso deixou meu pai muito feliz, pude ver pela câmera. Meu pai, então pelado, carregou minha namorada, que ainda estava vestida, e levou ela pro quarto dele, onde arrancou a blusa dela e começou a chupar os peitos dela. Era um espetáculo ver minha namorada curtindo ser comida por outro homem. Mas meu pai queria mais e colocou ela de pé, baixou a calça dela num instante. Dava pra ver como a calcinha fio dental dela estava molhada. Ele puxou ela pro lado e num instante a penetrou. Pra vocês terem uma ideia, meu pau tem 15 centímetros, o do meu pai uns 25. Era algo espetacular quando vi aquilo entrando na buceta da minha namorada, não sabia se caberia tanto, porque ela nem conseguiu enfiar o pau inteiro do meu pai na boca. Mas meu pai não ligava e, quando menos esperava, minha namorada enfiou tudo sem avisar.
Era maravilhoso ver como minha namorada era penetrada por outro homem, mas também dava pra ver como doía nela. Minha namorada pedia pra ele parar, que ia rasgar ela, mas meu pai disse: "Primeiro me seduz e depois não quer assumir suas obrigações? Você tem que cumprir comigo." Dava pra ver entrando e saindo, era fantástico. Eu tava com a cock dura pra caralho, tanto que já tinha gozado umas cinco vezes, porque só de tocar nela eu já gozava. Meu pai dizia: "Você é minha slut, minha petra, minha escrava, meu depósito de porra." Minha namorada concordava com tudo, porque tava em transe, até que meu pai finalmente gozou. Eu pude ver como ele inundava a pussy dela. Enquanto meu pai e minha namorada gozavam, eles se deram um beijo que deixou tudo ainda mais gostoso pra caralho.
Depois, meu pai tirou o pau e perguntou pra minha namorada se ela já tinha entregado o cu. Ela disse que não, o que fez meu pai sorrir. Imediatamente, ele pegou as gotas de porra que ainda tinha na cock e passou no cu da minha namorada pra lubrificar. Colocou ela de quatro e foi metendo devagar. Minha namorada chorava, mas a cara do meu pai era de prazer absoluto. Ele dizia: "Cala a boca, slut, você tem que aprender. De hoje em diante, você é minha." Quando a base da cock do meu pai chegou no cu da minha namorada, ela tava chorando, mas isso ia mudar. Meu pai começou a meter forte. Minha namorada, depois de uns minutos, começou a gemer muito alto. Era grandioso. Os dois suados, com fluidos misturados. Meu pai aproximou a boca do rosto da minha namorada, e ela reagiu dando um beijo super gostoso. Eu pude ver como meu pai gozou naquele instante, e minha namorada também, porque as pernas dela tremiam. Meu pai ficou naquela posição por mais um tempo. Quando os dois se levantaram, meu pai fez minha namorada dar uma mamada pra limpar, e ela fez. Mas também dava pra ver como escorria da pussy e do cu dela a porra do meu pai. Meu pai pegou o celular e tirou uma foto deles nus, com minha namorada toda cheia de porra. Depois, minha namorada se... Foi ao banheiro, se limpou e saiu como se nada tivesse acontecido. Meu pai também se trocou, mas antes de sair do quarto, já limpos, ele tirou um anel e colocou no dedo dela, dizendo: "A partir de hoje, você é minha mulher, e este anel prova isso." Era o anel da minha falecida mãe. Pelo visto, meu pai ia tomar minha namorada como esposa, mas essa é uma história para outro capítulo.
CONTINUA............
Antes de contar como essa história termina com meu pai comendo a minha namorada, vou contar minha vida. Sou filho único e só tenho meu pai, porque minha mãe infelizmente morreu quando me deu à luz. Desde então, só tive ele. Meu pai é um cara bom, parecido comigo, mas a diferença é que ele é um alfa no sentido da palavra: protetor, gosta de ser dominante e que a mulher faça o que ele manda. Fisicamente, somos iguais, só que eu tenho 1,70m e ele tem 2 metros. Ele é um advogado de sucesso e, graças a isso, temos uma vida financeira tranquila, nunca me faltou nada. Por outro lado, meu pai nunca teve uma mulher depois da minha mãe. E como sei disso? Porque nunca vi nenhum sinal, tipo ele chegar tarde em casa ou receber ligações que não fossem de trabalho.
Meu pai e minha mãe eram jovens quando eu nasci — ele tinha minha idade, 20 anos. Hoje ele tem 40, e, mesmo eu dizendo, ele tem um corpão, porque vai pra academia, corre no parque e de vez em quando participa de corridas de atletismo e de bicicleta. Então ele tá em forma, e eu acho que ainda pode ser pai de novo.
Meu dia é normal: acordo às 6 da manhã, vou correr, tomo um banho e me troco. Termino de tomar café às 7:30. Meu pai acorda no mesmo horário, mas antes de comer ele vai pro escritório dele revisar os papéis antes de ir pro escritório ou pro bufê, como se diz por aqui. Em alguns países, eu saio de casa às 7:40 e meu pai sai às 8, depois disso eu pego o transporte e vou pra minha escola. Meu pai pega o carro dele e vai embora. Eu, por minha vez, pego o trem e chego em 10 minutos na minha escola na hora certa, porque minha primeira aula começa às 8:30. Eu tô estudando medicina, mas na área que cuida de estudar micro-organismos e dar resposta a certos estímulos. Minha namorada estuda pra ser advogada, meio irônico agora que eu penso, mas fazer o quê. Algo importante de esclarecer é que, mesmo indo pra mesma escola, minha faculdade é diferente da dela. Eu sou apaixonado por dar sentido às coisas e sou tarado, gosto de ver pornô e ler contos eróticos, embora por fora eu seja o mais certinho de todos. Não sou um santo, mas também não sou um demônio. Minha namorada e meu pai, obviamente, não conhecem esse lado meu, mas recentemente encontrei contos com títulos tipo (Nora, sogro ou namorada puta), coisas desse tipo, que me deixaram de pau duro. Era algo que eu tava descobrindo e, com o passar dos dias, essa ideia foi se metendo na minha cabeça. Mas vou terminar de contar meu dia: depois das aulas, encontro minha namorada e vamos pro parque ou pro shopping, e claro, pro motel, porque não gosto de fazer em casa. E, mesmo sendo tarado, sempre tive um sexo super normal com minha namorada, porque não sei como ela reagiria se eu mostrasse minha verdadeira cara. Depois disso, deixo minha namorada em casa e volto pra minha. É quando vejo meu pai, ele volta do escritório, e enquanto eu faço minha lição de casa, ele cozinha, a gente janta, eu conto do meu dia e ele do dele. No final, eu lavo a louça, ele vai pro escritório dele, eu vejo TV um pouco e vou pro meu quarto, converso um pouco com minha namorada e durmo. Esse seria um dia normal, mas isso ia mudar. Por um lado, eu duvidava se fazia ou não, porque colocava na balança meu lado tarado e a vontade de ver aquele espetáculo e ver no que dava, mas por outro, eu era feliz com minha vida assim. Tava entre a espada e a parede: escolher meu lado obscuro ou... Meu lado certinho, mas também passava pela minha cabeça: se eu fizesse um plano de colocar os dois em situações comprometedoras, no final a decisão seria dela e eu poderia realizar minha fantasia. Eram coisas que eu dizia pra mim mesmo pra me dar coragem. Mas um dia, minha namorada, como outra vez, ficou pra dormir comigo no meu quarto — meu pai era mente aberta, e depois de dois anos já tinha visto tudo dela naquela noite. Mesmo eu não sendo desconfiado, acho que foi por tesão ou curiosidade, mas algo no meu peito dizia que eu tinha que olhar o celular dela. E devo admitir que minha tentação foi maior que minha confiança. Peguei o celular da minha mina e comecei a fuçar. Tudo normal, nada no Facebook ou Instagram que me fizesse pensar que ela tava me traindo — o que me alegrou, mas também me entristeceu, porque eu já tava de pau duro imaginando ela me traindo sem eu saber. Mas quando comecei a ver o WhatsApp, não achei nada no começo. Até que, por pura curiosidade e já com o pau meio murcho, fui ver a conversa com meu pai. Queria saber como eles se davam. E o que encontrei era de poucos dias atrás: uma conversa onde meu pai e ela se encontraram no shopping, e pelo visto eles se divertiram pra caralho. Mas não pensem mal, não rolou nada até esse ponto. Pelo que li, dava pra entender que minha namorada tava a fim do meu pai, ou era o que as mensagens deixavam claro. Isso foi a gota d'água. Falei na minha mente: "Já que você quer tanto ser comida, vou te colocar numa bandeja de prata.
Minha casa tem 4 quartos: um meu, outro do meu pai e dois pra visitas. Meu quarto e o dele tinham banheiro privativo, mas a gente tinha mais um pros visitas, sala de jantar, sala de estar, cozinha e um quintal, tudo normal, como vocês já sabem. Eu estudo microorganismos e, pra mim, é muito fácil fazer um perfume com feromônios que faz mulheres ou homens sentirem uma necessidade imediata de transar. Já tava planejando comprar várias câmeras, queria gravar tudo. Coloquei pela casa toda, em cada quarto, banheiro, sala e cozinha, até botei uma no carro do meu pai. Era precavido ou tava excitado? Isso era o de menos.
Mesmo com tudo pronto, precisava confirmar o que eles realmente sentiriam: se eles iam fazer, se minha namorada ia se atrever e se meu pai gostava dela. Ela era uma gostosa, mas não sabia se ele curtia. Então, botei meu plano em ação.
Primeiro, já deixei os perfumes prontos, em pouca quantidade, só pra excitar. Num sábado ao meio-dia, fiz um churrasco, convidei minha namorada e meu pai. Era legal passar um tempo juntos, tudo normal, até que eu pensei: é agora ou nunca. Chamei meu pai e falei: "Acabou a cerveja." Ele respondeu: "Claro." Aí fiz minha jogada: "Uff, você tá fedendo, hein?" E aí peguei o perfume e borrifei ele inteiro, no peito e na parte que alcançava as pernas dele.
Minha namorada naquele dia tava de jeans e uma camisa que destacava o corpo dela, especialmente a bunda. Depois que fui embora, comecei a ver as câmeras. Vi meu pai e minha namorada conversando, e ela parecia envergonhada, corada, tudo normal. Cheguei a achar que tudo tinha sido em vão e que meu sonho nunca ia se realizar. Já tava quase voltando pra casa quando vi pelo celular: minha namorada, no quintal, deu um beijo de língua no meu pai. Primeiro ele se afastou, mas ela se aproximou de novo e beijou ele outra vez. Ela encostou a frente do corpo nele, e eu também vi a vara do meu pai começando a endurecer, bem na frente da buceta da minha namorada. O beijo era... espetacular, consegui ver como minha namorada começou a descer e tirar a calça do meu pai até deixar o pau dele à mostra. Minha namorada colocou ele na mão e enfiou na boca dela. Foi maravilhoso ver aquilo. Ficaram assim uns 20 minutos, mas cada segundo valia a pena, vendo como entrava e saía, os fios de pré-gozo e saliva que os uniam. Parece que minha namorada também tinha uma cara que eu não conhecia. Meu pai começou a gemer bem forte e empurrava o rosto dela contra o pau dele até que ele gozou uma quantidade enorme de porra. Era lindo. Minha namorada, não conseguindo comer tudo, ficou com o rosto todo manchado, e os fios tanto de porra quanto de saliva que os uniam era lindo. Quando já iam se limpar, chamei meu pai na hora e falei que ia demorar, que tinha surgido um problema nada sério, mas que ia levar pelo menos duas horas. Isso deixou meu pai muito feliz, pude ver pela câmera. Meu pai, então pelado, carregou minha namorada, que ainda estava vestida, e levou ela pro quarto dele, onde arrancou a blusa dela e começou a chupar os peitos dela. Era um espetáculo ver minha namorada curtindo ser comida por outro homem. Mas meu pai queria mais e colocou ela de pé, baixou a calça dela num instante. Dava pra ver como a calcinha fio dental dela estava molhada. Ele puxou ela pro lado e num instante a penetrou. Pra vocês terem uma ideia, meu pau tem 15 centímetros, o do meu pai uns 25. Era algo espetacular quando vi aquilo entrando na buceta da minha namorada, não sabia se caberia tanto, porque ela nem conseguiu enfiar o pau inteiro do meu pai na boca. Mas meu pai não ligava e, quando menos esperava, minha namorada enfiou tudo sem avisar.
Era maravilhoso ver como minha namorada era penetrada por outro homem, mas também dava pra ver como doía nela. Minha namorada pedia pra ele parar, que ia rasgar ela, mas meu pai disse: "Primeiro me seduz e depois não quer assumir suas obrigações? Você tem que cumprir comigo." Dava pra ver entrando e saindo, era fantástico. Eu tava com a cock dura pra caralho, tanto que já tinha gozado umas cinco vezes, porque só de tocar nela eu já gozava. Meu pai dizia: "Você é minha slut, minha petra, minha escrava, meu depósito de porra." Minha namorada concordava com tudo, porque tava em transe, até que meu pai finalmente gozou. Eu pude ver como ele inundava a pussy dela. Enquanto meu pai e minha namorada gozavam, eles se deram um beijo que deixou tudo ainda mais gostoso pra caralho.Depois, meu pai tirou o pau e perguntou pra minha namorada se ela já tinha entregado o cu. Ela disse que não, o que fez meu pai sorrir. Imediatamente, ele pegou as gotas de porra que ainda tinha na cock e passou no cu da minha namorada pra lubrificar. Colocou ela de quatro e foi metendo devagar. Minha namorada chorava, mas a cara do meu pai era de prazer absoluto. Ele dizia: "Cala a boca, slut, você tem que aprender. De hoje em diante, você é minha." Quando a base da cock do meu pai chegou no cu da minha namorada, ela tava chorando, mas isso ia mudar. Meu pai começou a meter forte. Minha namorada, depois de uns minutos, começou a gemer muito alto. Era grandioso. Os dois suados, com fluidos misturados. Meu pai aproximou a boca do rosto da minha namorada, e ela reagiu dando um beijo super gostoso. Eu pude ver como meu pai gozou naquele instante, e minha namorada também, porque as pernas dela tremiam. Meu pai ficou naquela posição por mais um tempo. Quando os dois se levantaram, meu pai fez minha namorada dar uma mamada pra limpar, e ela fez. Mas também dava pra ver como escorria da pussy e do cu dela a porra do meu pai. Meu pai pegou o celular e tirou uma foto deles nus, com minha namorada toda cheia de porra. Depois, minha namorada se... Foi ao banheiro, se limpou e saiu como se nada tivesse acontecido. Meu pai também se trocou, mas antes de sair do quarto, já limpos, ele tirou um anel e colocou no dedo dela, dizendo: "A partir de hoje, você é minha mulher, e este anel prova isso." Era o anel da minha falecida mãe. Pelo visto, meu pai ia tomar minha namorada como esposa, mas essa é uma história para outro capítulo.
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