Neste relato, os nomes reais foram modificados para preservar a privacidade e, ao mesmo tempo, conta uma história fictícia.
Na vibrante cidade de Caracas, Bety, uma jovem administradora de 30 anos, passava os dias organizando as tarefas administrativas da empresa onde trabalhava. Sua vida social não era lá muito ativa, mas sempre sentia que faltava alguma coisa. Um dia, enquanto navegava pela rede social X, ela topou com o perfil de uma mulher chamada Marta, uma fotógrafa de 28 anos com um portfólio impressionante e uma personalidade arrebatadora. Marta tinha um estúdio secreto de fotografia onde fazia sessões privadas e exclusivas. Bety ficou fascinada pelo trabalho de Marta e resolveu entrar em contato, já que costumava postar conteúdo próprio na rede social X junto com o marido e adorava a ideia de fazer uma sessão um pouco mais profissional.-Oi, Marta. Adoro seu trabalho. Você é muito talentosa. Me chamo Bety, adoraria trabalhar com você e conhecer mais sobre seu estúdio secreto. Espero que a gente possa se conectar além dos likes.A Bety mandou uma mensagem direta.Marta, que estava em seu estúdio fotográfico, recebeu a mensagem e sorriu. Ela gostou da sinceridade e da coragem da Bety. Respondeu na hora:-Oi, Bety. Valeu pelas tuas palavras. Adoraria que a gente se conhecesse e saber mais sobre você. Topa a gente se ver pessoalmente?
Bety, com o coração acelerado e uma onda de adrenalina começando a percorrer seu corpo, aceitou o convite, pois nunca imaginou que chegaria a esse ponto, muito menos que alguém fora do marido tiraria fotos delas. Combinaram de se encontrar num café charmoso na região de Chacao, conhecido pelo clima comercial e movimentado. Quando Bety chegou, Marta já estava lá, sentada numa mesa ao ar livre, com uma xícara de café fumegante na frente. O cabelo preto azulado caía em ondas suaves sobre os ombros, e os olhos verdes brilhavam com uma mistura de curiosidade e desejo.—Oi, Bety!Disse Marta, levantando-se para cumprimentá-la com um abraço caloroso.
-É um prazer finalmente te conhecer!-
- O prazer é todo meu, Marta! -Respondeu Bety, sentindo um choque elétrico ao tocá-la.
Passaram horas falando de fotografia, modelagem e seus sonhos. A conexão entre elas era palpável, e as duas sabiam que havia algo mais do que uma simples amizade no ar, pois era Marta quem passaria de desconhecida a cúmplice.—Ei Bety, me conta por que você me chamou, o que você gostaria de fazer?Marta perguntou.-Então, Marta, vou te contar: eu e meu marido temos uma conta na rede social X, uma conta que a gente administra junto, mas com a particularidade de que a gente compartilha conteúdo íntimo.
-Ah, caramba, ha, ha, ha, ha!-
- ha, ha, ha! sim, e aí eu comecei a procurar e por acaso apareceu teu perfil no X como sugestão, mas quando fui fuçar nas tuas postagens vi que você não tinha nada a ver com esse mundo.
- E aí eu falei, caiu como uma luva, porque tô pensando em fazer um ensaio fotográfico mais profissional, e aí achei que você seria uma boa opção como fotógrafa.
Marta, surpresa com o pedido tão peculiar que a Bety tava fazendo e morrendo de vontade de explorar algo mais do que uma foto com ela, topou falando:- Pois é, Bety, acho que gostei da ideia do que você tá pedindo. Devo confessar que nunca fiz algo parecido, mas também quero admitir que não me desagrada a ideia, ainda mais vindo de uma gostosa igual você.
Já eram 7 da tarde quando o sol começou a se pôr, pintando o céu de tons alaranjados e rosados. Marta sugeriu dar um passeio pelas ruas de paralelepípedos de Sabana Grande, outro lugar para onde ela tinha convidado Bety para continuar a conversa.
Elas caminharam juntas, com os ombros se roçando de leve, e a tensão entre elas cresceu. Marta pegou na mão de Bety, entrelaçando os dedos nos dela. Bety, estranhando a situação, não conseguiu evitar que a mão tremesse, pois nunca imaginou que um simples encontro para conhecer alguém que faria um trabalho de fotografia com o marido dela estivesse tomando outro rumo.—Quero te mostrar uma coisa.Disse Marta, guiando ela para um beco estreito e escuro.
No beco, Marta puxou ela pra perto de uma porta de madeira velha. Tirou uma chave da bolsa e abriu, revelando um estúdio fotográfico escondido.—Este é meu santuário.Sussurrou Marta, acendendo um abajur que projetava sombras dançantes nas paredes. Um lugar cheio de material fotográfico de trabalhos anteriores de Marta, câmeras, tripés, tecidos, móveis e um lindo sofá de veludo vermelho.
Dentro do estúdio, o ar estava carregado de desejo. Marta segurou o rosto de Bety entre as mãos e a beijou suavemente no começo, depois com mais intensidade. Bety respondeu com a mesma paixão, sentindo seu corpo pegar fogo a cada carícia. As mãos de Marta exploraram seu corpo, desabotoando sua blusa e liberando seus peitos do sutiã.-Ahhhh-Bety gemeu baixinho, arqueando as costas pra se entregar aos carinhos de Marta.
Marta levou ela pra uma área do estúdio onde tinha o sofá. Com cuidado, deitou ela e começou a despir devagar, beijando cada parte do corpo que ficava exposta. Bety tremia, as mãos percorrendo o corpo de Marta, sentindo a firmeza dos músculos e a maciez da pele dela.—Você é uma gostosa, Bety. Quero capturar cada curva do seu corpo com minha câmera.Marta sussurrou, a voz rouca de desejo.
Bety, com a voz trêmula e um nível de êxtase percorrendo seu corpo, arqueando cada vez mais as costas, responde:-Ahhh-
- Marta, eu nunca imaginei que uma simples reunião pra planejar uma sessão com meu marido fosse acabar num encontro tão íntimo com uma mulher.
Marta se levantou e pegou a câmera, começando a tirar fotos da Bety enquanto ela estava semi-nua no sofá, com uma mão dentro da calcinha, acariciando a própria buceta devagar. Cada clique da câmera era como um toque, e Bety se sentia mais desejada do que nunca. Marta se movia ao redor dela, capturando cada ângulo, cada expressão no rosto dela. A tensão no estúdio era palpável, e as duas sabiam que aquilo era só o começo do que estava por vir.
Depois de tirar várias fotos, Marta largou a câmera de lado e se aproximou de Bety, beijando-a com urgência. As mãos dela percorreram o corpo de Bety, explorando cada cantinho, cada curva. Bety respondia com o mesmo tesão, as mãos dela puxando a roupa de Marta, louca pra sentir a pele dela.- Quero te ver toda!Bety sussurrou.
Ajudando Marta a tirar a camisa e o jeans. Quando Marta ficou completamente nua, Bety admirou o corpo curvilíneo e tão chamativo dela. As curvas eram perfeitas, uns peitos tamanho 32B levemente caídos, uma bunda não tão grande mas bem pronunciada, que contrastava com cada parte dela, e cada centímetro da pele parecia gritar.me toca
Se beijaram de novo, com uma urgência desesperada. Bety sentiu a umidade entre as pernas, e sabia que Marta também sentia. Com um movimento suave, Marta se colocou entre as pernas de Bety, seus olhos verdes fixos nos dela enquanto começava a explorá-la com a língua.- Ahhhhhhhh!Bety gritou de prazer, as mãos dela agarrando o cabelo de Marta, guiando e incentivando ela.
O mundo sumiu ao redor delas enquanto se perdiam na paixão, os corpos se movendo no ritmo mental de uma música sensual, as respirações ofegantes e os corações batendo no mesmo compasso. Marta sabia exatamente como tocar ela, como beijar ela, como levar ela à beira do abismo e mantê-la lá, implorando por mais.- Ahhh!Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
- Ahhh!
- Ahhh!
- Que gostosa!
- Não para!
- Que gostosa tu chupa minha buceta, Marta!
Quando Bety finalmente gozou, o corpo dela tremeu com uma intensidade que ela nunca tinha sentido antes. Marta continuou beijando e acariciando ela, prolongando o prazer até que Bety teve que implorar pra parar.- Por favor, Marta, não aguento mais!. -Jadejou, o corpo dela exausto e satisfeito.
Marta sorriu e se deitou ao lado dela, acariciando o cabelo enquanto recuperavam o fôlego.—Você é incrível, Bety!
—Nunca tinha sentido uma coisa assim!Sussurrou.
Bety, com um sorriso sonhador, respondeu:—Eu também não. Você é mágica, Marta!
—Se meu marido soubesse o que acabou de rolar aqui, ele tem duas opções: ou pega uma câmera e começa a filmar essa minha primeira vez com uma mulher, ou fica na dúvida se eu sou hétero!
Passaram a noite juntas, explorando os corpos uma da outra e descobrindo novos prazeres. Quando o sol começou a espiar pela janela, Marta pegou a câmera de novo e começou a tirar fotos da Bety, capturando a luz dourada que banhava o corpo nu dela, que registrava cada momento com uma intensidade que tirava o fôlego. Bety se sentia uma deusa, adorada e desejada, enquanto posava para Marta de bruços, abraçando um travesseiro, uma perna meio levantada e aquela bunda gigante toda à mostra.
Depois da sessão de fotos, tomaram banho juntas, os corpos ensaboados e escorregadios, os peitos se roçando, se explorando com toques suaves e carícias preguiçosas. Saíram do chuveiro e se secaram uma à outra, os olhos fixos uma na outra, o desejo renascendo nos olhos.
De volta ao sofá, se acariciaram e se beijaram devagar, saboreando cada momento. Bety explorou o corpo de Marta com as mãos e a boca, parando nos peitos dela, beijando e chupando os bicos até ficarem duros e sensíveis.- Ahhh!Marta gemeu, arqueando as costas, se entregando completamente pra Bety.— Que boca tão gostosa você tem, Bety!
Bety continuou descendo, beijando e lambendo cada centímetro da pele de Marta, até chegar ao seu destino final. Ela separou suavemente os lábios de Marta e começou a lamber e chupar seu clitóris, com os dedos explorando seu interior, encontrando aquele ponto que a fazia gritar de prazer.- Que buceta gostosa que você tem, Marta, nunca imaginei que ficar com uma mulher fosse tão delicioso assim!
Marta se perdeu nas sensações, as mãos agarrando as almofadas do sofá, o corpo se movendo no ritmo das carícias de Bety.- Mais, por favor, mais!Marta suplicava, com seus gemidos desesperados.- Ahhh! Ahhh! Ahhh! -
Bety obedeceu, intensificando as carícias, a língua trabalhando como mágica, levando Marta à beira do abismo uma e outra vez, sem deixar ela cair. Quando finalmente deixou Marta gozar, foi com uma intensidade que a deixou tremendo e sem fôlego.- Ahhhhhhhhhhhhhhhh!Pulando um squirt pressurizado, banhando parte do rosto da Bety com todo aquele líquido contido na Marta.- Bety, isso foi... incrível!Jadeou Marta, seu corpo exausto e satisfeito.
Bety sorriu e se deitou ao lado dela, acariciando seu cabelo.- Que bom que você curtiu, meu amor!
Bety, depois de tudo o que tinha rolado com a Marta, se lembrou queTinha marido!e que não tinha falado com ele desde o dia anterior. Pois achava que nesse caso era melhor pedir desculpas do que pedir permissão.
Passaram o resto do dia explorando os corpos uma da outra e descobrindo novos prazeres. Quando a noite caiu, a Marta sugeriu que posassem juntas pra uma sessão de fotos. A Bety topou na hora, e juntas criaram imagens eróticas e sensuais que capturavam a essência da conexão delas.
Depois da sessão de fotos, deitaram no sofá, exaustas mas felizes. A Marta acendeu uma vela e colocou perto delas, criando um clima íntimo e romântico. Se acariciaram e se beijaram de leve, os corpos relaxados e satisfeitos.- Quero que você fique comigo!Sussurrou Marta, com os olhos fixos nos de Bety.- Quero explorar isso com você, sem pressa, sem interrupções!
Bety sorriu e disse:- Você é louca! Na verdade, já tô pensando em como vou contar tudo isso pro meu marido e implorar pra conseguir descrever com cada palavra o nível de êxtase e tesão que a gente viveu aqui!
- Kkkkkk! -
Marta e Bety morrendo de rir enquanto imaginavam como seria essa situação.— Bety, mas sério, eu adoraria fazer aquela sessão de fotos com você e seu marido!Exclamou a Marta.- Pois eu também adoraria, espero que ela não reaja mal quando eu contar o que aconteceu e leve numa boa.Disse Bety enquanto se vestia e pegava suas coisas.
Os dias se passaram e o estúdio da Marta virou um verdadeiro santuário pra essas duas mulheres, um lugar onde podiam ser elas mesmas e explorar a conexão delas sem frescura. Marta registrava cada momento com a câmera, montando um álbum de memórias que mostrava a intensidade dos encontros casuais delas.
A seguir, compartilho umas imagens que não têm ligação direta com a história, mas que podem dar uma ideia do clima.






Na vibrante cidade de Caracas, Bety, uma jovem administradora de 30 anos, passava os dias organizando as tarefas administrativas da empresa onde trabalhava. Sua vida social não era lá muito ativa, mas sempre sentia que faltava alguma coisa. Um dia, enquanto navegava pela rede social X, ela topou com o perfil de uma mulher chamada Marta, uma fotógrafa de 28 anos com um portfólio impressionante e uma personalidade arrebatadora. Marta tinha um estúdio secreto de fotografia onde fazia sessões privadas e exclusivas. Bety ficou fascinada pelo trabalho de Marta e resolveu entrar em contato, já que costumava postar conteúdo próprio na rede social X junto com o marido e adorava a ideia de fazer uma sessão um pouco mais profissional.-Oi, Marta. Adoro seu trabalho. Você é muito talentosa. Me chamo Bety, adoraria trabalhar com você e conhecer mais sobre seu estúdio secreto. Espero que a gente possa se conectar além dos likes.A Bety mandou uma mensagem direta.Marta, que estava em seu estúdio fotográfico, recebeu a mensagem e sorriu. Ela gostou da sinceridade e da coragem da Bety. Respondeu na hora:-Oi, Bety. Valeu pelas tuas palavras. Adoraria que a gente se conhecesse e saber mais sobre você. Topa a gente se ver pessoalmente?
Bety, com o coração acelerado e uma onda de adrenalina começando a percorrer seu corpo, aceitou o convite, pois nunca imaginou que chegaria a esse ponto, muito menos que alguém fora do marido tiraria fotos delas. Combinaram de se encontrar num café charmoso na região de Chacao, conhecido pelo clima comercial e movimentado. Quando Bety chegou, Marta já estava lá, sentada numa mesa ao ar livre, com uma xícara de café fumegante na frente. O cabelo preto azulado caía em ondas suaves sobre os ombros, e os olhos verdes brilhavam com uma mistura de curiosidade e desejo.—Oi, Bety!Disse Marta, levantando-se para cumprimentá-la com um abraço caloroso.
-É um prazer finalmente te conhecer!-
- O prazer é todo meu, Marta! -Respondeu Bety, sentindo um choque elétrico ao tocá-la.
Passaram horas falando de fotografia, modelagem e seus sonhos. A conexão entre elas era palpável, e as duas sabiam que havia algo mais do que uma simples amizade no ar, pois era Marta quem passaria de desconhecida a cúmplice.—Ei Bety, me conta por que você me chamou, o que você gostaria de fazer?Marta perguntou.-Então, Marta, vou te contar: eu e meu marido temos uma conta na rede social X, uma conta que a gente administra junto, mas com a particularidade de que a gente compartilha conteúdo íntimo.
-Ah, caramba, ha, ha, ha, ha!-
- ha, ha, ha! sim, e aí eu comecei a procurar e por acaso apareceu teu perfil no X como sugestão, mas quando fui fuçar nas tuas postagens vi que você não tinha nada a ver com esse mundo.
- E aí eu falei, caiu como uma luva, porque tô pensando em fazer um ensaio fotográfico mais profissional, e aí achei que você seria uma boa opção como fotógrafa.
Marta, surpresa com o pedido tão peculiar que a Bety tava fazendo e morrendo de vontade de explorar algo mais do que uma foto com ela, topou falando:- Pois é, Bety, acho que gostei da ideia do que você tá pedindo. Devo confessar que nunca fiz algo parecido, mas também quero admitir que não me desagrada a ideia, ainda mais vindo de uma gostosa igual você.
Já eram 7 da tarde quando o sol começou a se pôr, pintando o céu de tons alaranjados e rosados. Marta sugeriu dar um passeio pelas ruas de paralelepípedos de Sabana Grande, outro lugar para onde ela tinha convidado Bety para continuar a conversa.
Elas caminharam juntas, com os ombros se roçando de leve, e a tensão entre elas cresceu. Marta pegou na mão de Bety, entrelaçando os dedos nos dela. Bety, estranhando a situação, não conseguiu evitar que a mão tremesse, pois nunca imaginou que um simples encontro para conhecer alguém que faria um trabalho de fotografia com o marido dela estivesse tomando outro rumo.—Quero te mostrar uma coisa.Disse Marta, guiando ela para um beco estreito e escuro.
No beco, Marta puxou ela pra perto de uma porta de madeira velha. Tirou uma chave da bolsa e abriu, revelando um estúdio fotográfico escondido.—Este é meu santuário.Sussurrou Marta, acendendo um abajur que projetava sombras dançantes nas paredes. Um lugar cheio de material fotográfico de trabalhos anteriores de Marta, câmeras, tripés, tecidos, móveis e um lindo sofá de veludo vermelho.
Dentro do estúdio, o ar estava carregado de desejo. Marta segurou o rosto de Bety entre as mãos e a beijou suavemente no começo, depois com mais intensidade. Bety respondeu com a mesma paixão, sentindo seu corpo pegar fogo a cada carícia. As mãos de Marta exploraram seu corpo, desabotoando sua blusa e liberando seus peitos do sutiã.-Ahhhh-Bety gemeu baixinho, arqueando as costas pra se entregar aos carinhos de Marta.
Marta levou ela pra uma área do estúdio onde tinha o sofá. Com cuidado, deitou ela e começou a despir devagar, beijando cada parte do corpo que ficava exposta. Bety tremia, as mãos percorrendo o corpo de Marta, sentindo a firmeza dos músculos e a maciez da pele dela.—Você é uma gostosa, Bety. Quero capturar cada curva do seu corpo com minha câmera.Marta sussurrou, a voz rouca de desejo.
Bety, com a voz trêmula e um nível de êxtase percorrendo seu corpo, arqueando cada vez mais as costas, responde:-Ahhh-
- Marta, eu nunca imaginei que uma simples reunião pra planejar uma sessão com meu marido fosse acabar num encontro tão íntimo com uma mulher.
Marta se levantou e pegou a câmera, começando a tirar fotos da Bety enquanto ela estava semi-nua no sofá, com uma mão dentro da calcinha, acariciando a própria buceta devagar. Cada clique da câmera era como um toque, e Bety se sentia mais desejada do que nunca. Marta se movia ao redor dela, capturando cada ângulo, cada expressão no rosto dela. A tensão no estúdio era palpável, e as duas sabiam que aquilo era só o começo do que estava por vir.
Depois de tirar várias fotos, Marta largou a câmera de lado e se aproximou de Bety, beijando-a com urgência. As mãos dela percorreram o corpo de Bety, explorando cada cantinho, cada curva. Bety respondia com o mesmo tesão, as mãos dela puxando a roupa de Marta, louca pra sentir a pele dela.- Quero te ver toda!Bety sussurrou.
Ajudando Marta a tirar a camisa e o jeans. Quando Marta ficou completamente nua, Bety admirou o corpo curvilíneo e tão chamativo dela. As curvas eram perfeitas, uns peitos tamanho 32B levemente caídos, uma bunda não tão grande mas bem pronunciada, que contrastava com cada parte dela, e cada centímetro da pele parecia gritar.me toca
Se beijaram de novo, com uma urgência desesperada. Bety sentiu a umidade entre as pernas, e sabia que Marta também sentia. Com um movimento suave, Marta se colocou entre as pernas de Bety, seus olhos verdes fixos nos dela enquanto começava a explorá-la com a língua.- Ahhhhhhhh!Bety gritou de prazer, as mãos dela agarrando o cabelo de Marta, guiando e incentivando ela.
O mundo sumiu ao redor delas enquanto se perdiam na paixão, os corpos se movendo no ritmo mental de uma música sensual, as respirações ofegantes e os corações batendo no mesmo compasso. Marta sabia exatamente como tocar ela, como beijar ela, como levar ela à beira do abismo e mantê-la lá, implorando por mais.- Ahhh!Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
- Ahhh!
- Ahhh!
- Que gostosa!
- Não para!
- Que gostosa tu chupa minha buceta, Marta!
Quando Bety finalmente gozou, o corpo dela tremeu com uma intensidade que ela nunca tinha sentido antes. Marta continuou beijando e acariciando ela, prolongando o prazer até que Bety teve que implorar pra parar.- Por favor, Marta, não aguento mais!. -Jadejou, o corpo dela exausto e satisfeito.
Marta sorriu e se deitou ao lado dela, acariciando o cabelo enquanto recuperavam o fôlego.—Você é incrível, Bety!
—Nunca tinha sentido uma coisa assim!Sussurrou.
Bety, com um sorriso sonhador, respondeu:—Eu também não. Você é mágica, Marta!
—Se meu marido soubesse o que acabou de rolar aqui, ele tem duas opções: ou pega uma câmera e começa a filmar essa minha primeira vez com uma mulher, ou fica na dúvida se eu sou hétero!
Passaram a noite juntas, explorando os corpos uma da outra e descobrindo novos prazeres. Quando o sol começou a espiar pela janela, Marta pegou a câmera de novo e começou a tirar fotos da Bety, capturando a luz dourada que banhava o corpo nu dela, que registrava cada momento com uma intensidade que tirava o fôlego. Bety se sentia uma deusa, adorada e desejada, enquanto posava para Marta de bruços, abraçando um travesseiro, uma perna meio levantada e aquela bunda gigante toda à mostra.
Depois da sessão de fotos, tomaram banho juntas, os corpos ensaboados e escorregadios, os peitos se roçando, se explorando com toques suaves e carícias preguiçosas. Saíram do chuveiro e se secaram uma à outra, os olhos fixos uma na outra, o desejo renascendo nos olhos.
De volta ao sofá, se acariciaram e se beijaram devagar, saboreando cada momento. Bety explorou o corpo de Marta com as mãos e a boca, parando nos peitos dela, beijando e chupando os bicos até ficarem duros e sensíveis.- Ahhh!Marta gemeu, arqueando as costas, se entregando completamente pra Bety.— Que boca tão gostosa você tem, Bety!
Bety continuou descendo, beijando e lambendo cada centímetro da pele de Marta, até chegar ao seu destino final. Ela separou suavemente os lábios de Marta e começou a lamber e chupar seu clitóris, com os dedos explorando seu interior, encontrando aquele ponto que a fazia gritar de prazer.- Que buceta gostosa que você tem, Marta, nunca imaginei que ficar com uma mulher fosse tão delicioso assim!
Marta se perdeu nas sensações, as mãos agarrando as almofadas do sofá, o corpo se movendo no ritmo das carícias de Bety.- Mais, por favor, mais!Marta suplicava, com seus gemidos desesperados.- Ahhh! Ahhh! Ahhh! -
Bety obedeceu, intensificando as carícias, a língua trabalhando como mágica, levando Marta à beira do abismo uma e outra vez, sem deixar ela cair. Quando finalmente deixou Marta gozar, foi com uma intensidade que a deixou tremendo e sem fôlego.- Ahhhhhhhhhhhhhhhh!Pulando um squirt pressurizado, banhando parte do rosto da Bety com todo aquele líquido contido na Marta.- Bety, isso foi... incrível!Jadeou Marta, seu corpo exausto e satisfeito.
Bety sorriu e se deitou ao lado dela, acariciando seu cabelo.- Que bom que você curtiu, meu amor!
Bety, depois de tudo o que tinha rolado com a Marta, se lembrou queTinha marido!e que não tinha falado com ele desde o dia anterior. Pois achava que nesse caso era melhor pedir desculpas do que pedir permissão.
Passaram o resto do dia explorando os corpos uma da outra e descobrindo novos prazeres. Quando a noite caiu, a Marta sugeriu que posassem juntas pra uma sessão de fotos. A Bety topou na hora, e juntas criaram imagens eróticas e sensuais que capturavam a essência da conexão delas.Depois da sessão de fotos, deitaram no sofá, exaustas mas felizes. A Marta acendeu uma vela e colocou perto delas, criando um clima íntimo e romântico. Se acariciaram e se beijaram de leve, os corpos relaxados e satisfeitos.- Quero que você fique comigo!Sussurrou Marta, com os olhos fixos nos de Bety.- Quero explorar isso com você, sem pressa, sem interrupções!
Bety sorriu e disse:- Você é louca! Na verdade, já tô pensando em como vou contar tudo isso pro meu marido e implorar pra conseguir descrever com cada palavra o nível de êxtase e tesão que a gente viveu aqui!
- Kkkkkk! -
Marta e Bety morrendo de rir enquanto imaginavam como seria essa situação.— Bety, mas sério, eu adoraria fazer aquela sessão de fotos com você e seu marido!Exclamou a Marta.- Pois eu também adoraria, espero que ela não reaja mal quando eu contar o que aconteceu e leve numa boa.Disse Bety enquanto se vestia e pegava suas coisas.
Os dias se passaram e o estúdio da Marta virou um verdadeiro santuário pra essas duas mulheres, um lugar onde podiam ser elas mesmas e explorar a conexão delas sem frescura. Marta registrava cada momento com a câmera, montando um álbum de memórias que mostrava a intensidade dos encontros casuais delas.
A seguir, compartilho umas imagens que não têm ligação direta com a história, mas que podem dar uma ideia do clima.






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