Sou Florencia, 39 anos, casada, da zona oeste. Faz uns anos, não muitos, no meu trabalho, na hora do almoço, entram dois caras no local, que já ia fechar por causa do horário, já que não fica mais ninguém na área. Eu de legging e camiseta. Entram dois caras de uns 30 anos, mais ou menos. Sem falar nada, me dão um tapa que me deixou atordoada, amordaçada e com os braços e pernas amarrados num segundo. Quando me amordaçaram com um pano, não sei o que era, mas desmaiei e acordei no quarto dos fundos. Tava amarrada em forma de cruz e eles estavam me comendo. Tentei gritar, me mexer, e me encheram de porrada. Tinha uma bola na boca, daquelas de prática BDSM, e me fizeram cheirar muita cocaína. Que, do jeito que eu tava, não sobrou nada com minha respiração ofegante. Enfiaram cocaína dentro do meu cu, que eu não fazia ideia que ia detonar tudo. Isso tudo sempre me comendo, e eles revezavam entre si, e diziam: "Olha, já tá virando uma putinha", porque eu gemia com as pirocas enormes deles. Depois disso, me falam: "Você vai ser uma putinha, lembra disso, putinha". E me batiam até eu falar isso várias vezes. Aqueles tapas me deixavam ainda mais putinha por dentro, meus peitos explodiam de excitação, e eles arrebentaram meu cu sem lubrificação. Várias vezes. Tiraram a bola da boca e eu gritava feito uma gostosa. Os dois me comiam ao mesmo tempo, isso durou umas três horas. Já não acreditava na puta que eu me sentia, sem conseguir controlar, com aqueles degenerados. Pegaram meu celular e disseram: "Fala o nome da sua amiga mais putinha, e a gente chama ela pra vir". Uma vizinha perto, pensei num nome, achando que poderia fazer algo pra eles me deixarem em paz. Bom, se gostaram, deem pontos nos meus posts e comentários, e eu conto como continua essa história de uma experiência real que aconteceu comigo.
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