Vizinha Gostosa 🔥

Jonny era calado, tímido, daqueles caras que mal cumprimentam com a cabeça. Mas tinha um segredo escondido na calça: um pau grosso e comprido que nunca tinha usado como merecia. E também tinha uma obsessão: a Laura. Morena, de pele brilhando igual mel, curvas de escândalo, peitão grande, rabo empinado, e um sorriso que derretia a alma dele. Morava na casa ao lado, e nas tardes quentes saía no quintal de biquíni pra se molhar com a mangueira.Vizinha Gostosa 🔥Jonny descobriu um ponto perfeito no muro de onde podia vê-la sem ser visto. E dali começou seu ritual. Ela molhava os peitos com a mangueira, deixava a água escorrer entre as tetas e deslizar por aquela bunda enorme. Jonny tirava o pau pra fora e batia uma em silêncio, segurando os gemidos, derramando porra uma vez atrás da outra, imaginando como seria estar entre aquelas pernas. Uma tarde, Laura tirou o biquíni. Tetas de fora, bunda nua. Ela esfregou a buceta com a mangueira entre as pernas… e Jonny gozou sem nem se tocar.vadiaE então, aconteceu o impensável.
—Gostou do show, vizinho? —disse uma voz sensual atrás dele.
Ele se virou, apavorado. Laura estava ali. Em cima do muro. Sorrindo. Coberta só com uma toalha.
Tinha visto tudo. O tempo todo.
—Sei que você me espia, Jonny. E também sei que você é bem… dotado.
Ele nem conseguiu falar. Mas o pau já estava reagindo.
—Vem —disse ela, pegando na mão dele—. Chega de muros.
Já dentro de casa, Laura sentou ele no sofá e puxou a calça dele pra baixo. Quando viu o pau, os olhos dela se arregalaram.
—Porra! E você tava escondendo isso, bebê?
Ela agarrou e meteu na boca sem hesitar. Fundo, babando tudo, chupando sem parar. Depois subiu em cima, com a buceta molhada igual rio, guiou o pau dele pra dentro e começou a cavalgar como uma profissional.
—Você passou semanas batendo punheta pensando em mim… agora é hora de pagar com gozo.
Os peitos dela balançavam na cara dele enquanto a bunda batia contra as coxas dele. Jonny mal conseguia segurar. Quando gozou, foi tanto que Laura sentiu até na garganta.
—Não vem de tímido agora —sussurrou ela—. Ainda não acabamos.
E arrastou ele pro quarto, onde ficou de quatro na frente dele.
—Agora, mete como se você ainda estivesse do outro lado do muro —disse ela.
Jonny comeu ela com raiva. Empalou a buceta dela com o pau duro, agarrou os peitos, enfiou o dedo no cu dela, deu tapas na bunda enquanto o pau fazia ela gritar. Gozou dentro dela de novo.
E Laura ficou ofegante, tremendo, com o sorriso mais safado do mundo.
—Nunca mais espie, Jonny —disse ela, olhando nos olhos dele—. Agora você entra direto. Toda vez que me ver molhada… você já sabe o que me espera.use a palavra bucetaJonny se tornou o cara mais sortudo e feliz do mundo, tinha a Laura, entregue sem limites, e ele comia ela como sempre sonhou:

Era sábado. Os pais do Jonny tinham viajado no fim de semana, e ele tava sozinho em casa. Tinha acabado de sair do banho, de toalha, quando ouviu três batidas na porta.

Abriu.

Laura tava ali, com um short minúsculo e uma regata sem sutiã. Os bicos marcavam o tecido. E ela sorria com malícia.

— Sozinho em casa, gostoso?

Ele concordou, engolindo seco.

— Perfeito — disse ela, entrando sem pedir licença — Então… hoje vou te dar tudo. Teta, pussy e cú. Do jeito que você gosta. Do jeito que você se tocava pensando em mim.

Ela empurrou ele pro sofá, tirou a roupa devagar, deixando ele ver aquele corpo que deixava ele louco de tesão: peitões enormes, firmes, escuros, com bicos grossos; a buceta depilada, molhada, se agachou na frente dele e mostrou aquele cú perfeito, digno de adoração.

Jonny deixou a toalha cair e mostrou o pau já duro e cheio de veias, ela sorriu como uma deusa maldita.

— Essa porra é minha, entendeu?

Se agachou e começou a chupar ele com uma devoção selvagem. Engolia inteiro, com barulho, babando, enquanto se tocava a pussy com dois dedos. Jonny gemia, louco.

— Não goza ainda —. Tô só começando.

No chão, ela subiu em cima dele e montou, se mexendo como uma stripper em chamas. Esfregava os peitos na cara dele, beijava ele com língua e apertava ele com aquela pussy quente como fogo caribenho.

— Me come, Jonny! Me arrebenta! — gritava sem vergonha.

Depois, se virou e ficou de quatro na mesa da sala.

— Agora me dá no cú. Eu gosto que doe.

Jonny enfiou devagar… mas logo não aguentou. Ele comia ela como um animal, enquanto ela se tocava o clitóris e ria de prazer.

— Me rasga, papai! Me dá a porra da gozada!

Quando ele tirou, gozou nos peitos dela, quentes, duros, escorrendo porra que ela lambia com o dedo.

— Ainda falta uma — sussurrou, sentando na cara dele — Me chupa a pussy, e Tomou o hotel inteiro. E Jonny, faminto, devorou ela com língua, lábios e gemidos. Ela gozou na boca dele, tremendo, agarrada no cabelo dele. Depois ficou deitada em cima dele, com o corpo suado e feliz.
— Você é meu segredo, Jonny — sussurrou no ouvido dele —. Mas vou vir te comer toda vez que você estiver sozinho. Até você não aguentar mais… ou me engravidar.
Jonny só sorriu. Sabia que não ia resistir. Ela era a obsessão dele. E agora, também, o vício mais gostoso.**Traducao para o portugues b

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