Não tem como dormir tão bem assim. Nem os maratonistas que se destroem correndo por horas e, exaustos, finalmente encontram uma cama dormem tão bem assim. Me acordou a luz que entrava suave e tímida entre a persiana da janela do meu quarto. Já era bem tarde da manhã.
Virei a cabeça e ali do meu lado estava a Noelia. Não tinha sido um sonho. A cama estava uma bagunça. Eu tinha ficado meio coberto com o lençol, só cobrindo minhas pernas, e ela estava deitada de lado, totalmente nua igual a mim, me mostrando as curvas suaves das costas e a bunda linda dela, que parecia balançar a cada respiração.
Me aproximei e comecei a acariciar ela suavemente no lado, seguindo o vale do torso dela e como subia íngreme até virar quadril. Ainda sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. Colei meu corpo nu contra o dela e abracei ela por trás, encostando minha pica na bunda dela porque não tinha outro jeito de abraçar. Poucas sensações são melhores que essa. Afastei um pouco o cabelo preto comprido dela e, apertando ela de leve, comecei a beijar devagar o pescoço dela, a orelhinha delicada... senti ela reclamar suavemente ao acordar e logo vi que sorriu sem abrir os olhos e espreguiçou preguiçosamente o corpo contra o meu.
"Bom dia, meu amor...", sussurrei no ouvido dela e chupei de brincadeira o lóbulo da orelha.
Ela continuou sorrindo e senti a mãozinha dela acariciar meu quadril sem olhar, "...mmmh.. Bom dia, pai..."
"Dormiu bem?"
"Hum-hum... e você...?", respondeu entre murmúrios.
"Muito bem."
Continuei beijando e acariciando minha filha assim por um tempo. Aproveitando, me deliciando. Já tinha feito muito disso ontem à noite. Levei minha mão até o umbigo dela e a barriguinha lisa e comecei a acariciar ali, pensando na quantidade de porra que tinha deixado dentro do corpo dela e no jeito que ela recebia tudo, tão gostosa. Graças a Deus pelos anticoncepcionais, pensei.
"Quer café?", sussurrei.
"Hum-hum...", murmurou. Ter ela assim nos meus braços, tão colada, fez eu sentir a pica endurecer de novo, grudada como estava na bunda dela. Não me segurei porque não quis. Continuei acariciando ela suavemente, beijando a pele, esfregando a pica devagar contra as nádegas dela, fazendo com que ela sentisse. Ela suspirava com os olhos ainda fechados e a mão dela também aproveitava meu corpo.
"Mmmh… e o café?", ouvi ela dizer.
"Daqui a pouquinho…", falei no ouvido dela com um sorriso. Peguei minha pica que já tava dura e, guiando devagar, esfregando contra ela, me movi até encontrar o que procurava — a doce e apertada buceta da minha filha, que eu tinha aproveitado tanto na noite anterior. Minha cabeça inchada já começou a se mover devagar, pra cima e pra baixo, separando suavemente os lábios da buceta dela, curtindo o contato.
"Mmh… pa…", ela gemeu pra mim.
"Temos tempo… é domingo…", falei baixinho.
"Mmmh… aaaah…", senti ela reclamar doce, tão doce, quando com minha mão peguei a coxa dela, afastando um pouquinho, só um nada, pra facilitar pra mim. Pressionei firme com meus quadris e lentamente entrei de novo com minha pica dura, fazendo ela se desenvolver toda dentro dela, dando prazer, amando ela. Já sentia ela molhadinha por dentro. Minha filha linda. O calor lá dentro só me dava mais vontade de dar mais pra ela.
Nós nos amamos assim por mais um tempo, que foi lindo. Os dois curtindo nossos corpos naquela manhã preguiçosa, na minha cama, até que mais uma vez enchi ela com todo meu esperma e meu amor. Ficamos assim, juntos, nos beijando e nos acariciando por mais um tempo até que levantamos, nos vestimos e tomamos café.
Esse foi o primeiro dia de uma nova virada de página. A vida, como devia ser, seguiu. Tivemos uma boa e longa conversa com a Noelia depois disso. Esclarecemos todos os pontos que precisávamos esclarecer. Sobre o que tinha acontecido e como íamos lidar com as coisas daí em diante. Ela precisava seguir com a vida dela, isso estava claro e nós dois entendemos. Tinha que seguir o próprio caminho, terminar o pouco que faltava Faltava da escola e tudo mais. Também falei pra ela que, se quisesse ter um namorado, eu acharia de boa. Por mais doce que tivesse sido quando ficamos juntos, como homem e mulher, também tínhamos que ser, mesmo que fosse aos olhos do mundo, pai e filha.
Nós dois entendemos isso e chegamos a esse acordo. Viveríamos nossa vida normal, de pai e filha, mas quando precisássemos, de vez em quando… podíamos nos comportar, mesmo que fosse por um tempinho, se os dois quisessem, como homem e mulher. Ninguém poderia saber de nada, claro, e foi isso que juramos.
Ela nunca, jamais, me contou o que tinha feito com o Enrique e eu, claro, também nunca admiti que sabia de tudo. Pra fazer as coisas direito, pensei, não ia falar nada pro Enrique sobre meu novo acordo com a Noelia. Pra mim, tava de boa ele continuar vendo ela de vez em quando, comendo ela de vez em quando se ela quisesse ou procurasse, recebendo os vídeos dela que continuavam me deixando louco. Que ele continuasse pensando que eu não podia comer ela. Nada tinha mudado naquele acordo porque nada podia mudar. A Noelia nunca ia contar pra ele que também dava pro pai e eu não ia falar nada pra ele com medo de que ele pensasse que ia perder a gostosa, que tanto prazer dava a ele de vez em quando. Pra não dar merda, ele pensar que ia perdê-la e, por vingança, contar pra alguém…
A Noelia me disse uma vez, na nossa intimidade em casa, que o que a gente fazia era só "sexo e love", e tava perfeito. Bom, pra mim, as aventurinhas eventuais dela com o Enrique também eram só "sexo e love" e eu não ficava puto nem com ciúmes. Nós três tínhamos chegado a uma situação ridícula em que ninguém podia se animar a botar tudo pra fora, pelo risco de tudo desmoronar. O castelo de mentiras servia pra todo mundo igual e, tacitamente, optamos por mantê-lo. Cada um calando o que sabia. Não era um mau acordo. Quanto tempo duraria, eu não sabia.
O tempo finalmente passou, como o tempo costuma fazer. A Noelia terminou o ensino médio e um belo dia, quase entre um piscar e outro dos meus olhos, de repente ela se tornou toda uma jovem mulher. Gostosa. Perfeita. Forte de personalidade. Não tinha mais nada da menininha. Me enchia de amor vê-la tão bem. O corpo dela se desenvolveu muito bem, as curvas se acentuaram e, quando todo o processo pareceu terminar, ela ficou com um corpo de mulher voluptuosa que deixava qualquer homem pasmo (ou qualquer mulher com essa inclinação também, imagino). Os caras viravam a cabeça pra ver essa morena gostosa que se destacava sozinha quando a gente caminhava na rua, e eu morria de rir por dentro.
Em casa, a gente dormia junto de vez em quando, mas não sempre nem tão frequente quanto vocês podem imaginar. Comigo também, por mais que me doa, a Noelia fazia o mesmo tratamento que fazia com o Enrique — me procurava ou aceitava minhas sugestões quando ela queria. Quando tava naquela tesão de fazer o proibido com alguém. Que não era, como eu disse, nem o tempo todo nem tão seguido assim. Na maioria do tempo, éramos pai e filha.
Mas era durante essas minorias de tempo lindas, essas noites que a gente dividia a cama, que ela me mostrava totalmente o verdadeiro pedaço de mulher em que tinha se transformado, buscando e dando prazer com uma naturalidade e uma intensidade que me surpreendia. E me fazia muito feliz, como homem.
A gente continuou assim, nesse jeito de viver a vida, por mais alguns anos. Depois que ela fez 21 anos, a Noelia finalmente conseguiu um emprego numa empresa têxtil, na parte de administração. Não era um trabalho muito glamouroso, mas pelo menos pagava bem. Foi aí que ela me disse que tava com vontade de, finalmente, sair de casa e ir morar sozinha. Que não era que não me amava, nem que tava mal em casa, mas queria começar a ter uma vida própria.
Eu sorri pra ela. Claro que entendi e incentivei ela a fazer isso, ia ajudar no que pudesse. Era minha filha. Ela ficou muito feliz naquela janta quando me viu entendendo e que eu não tinha ficado triste com a decisão dela. Como é que eu ia ficar? Triste porque minha filha queria fazer a própria vida? Eu a amava loucamente. E naquela noite, depois do jantar, fiz ela lembrar o quanto eu a amava ao dar um orgasmo incrível nela, com meu pau enterrado até o saco na bunda divina dela, dando também pro corpo dela toda a porra que ela pedia.
Mas se mudar sozinha pra Buenos Aires, e ainda mais naquela idade, não era tarefa fácil. Todo mundo oferecia aluguéis exorbitantes, com condições de entrada ridículas. Depois de pensar bastante, me ocorreu que era mais fácil eu me mudar, alugar um apartamento menor por minha conta, e ela ficar em casa. Se quisesse, eu disse, que me pagasse um aluguel pra ir se acostumando a bancar as próprias coisas.
Ela ficou muito feliz. Finalmente, alguns meses depois, me mudei e deixei ela na que agora era a vida dela sozinha. Começou a ir pra faculdade também, estudando Comércio Exterior. Arrumou um namorado e tudo, me disse, mas não levou ele pra morar em casa. Às vezes dormia lá só. Tava muito feliz, porque se quisesse, visitava ou chamava o Enrique, como ainda costumava fazer de vez em quando. Ou se quisesse, ficava com o namorado. Ou também se quisesse, me dizia pra ir jantar em casa e ficar pra dormir… e claro, pra outras coisas. E se quisesse, ficava sozinha. Montou muito bem a vida sexual dela.
Já tem 26 anos, minha filha linda. Minha deusa morena cresceu e se tornou uma mulher deslumbrante, e não falo isso porque sou o pai. Ano passado finalmente conseguiu se formar e já tem o diploma. Eu tava, e ainda tô, tão orgulhoso que o coração sai do peito. Pra comemorar e celebrar a formatura dela, dei uma semana num hotel em Mendoza, tudo pago, pra ela ir com o namorado e se divertir. Um hotel lindo, ao pé dos Andes.
Minha filha linda me abraçou, me beijou e disse que não. Que com o namorado não. Que ia aquela semana comigo ou não ia.
Pra zoar e ver o que ela dizia, quando já estávamos no hotel, perguntei se ela não me deixava gravar. Uns vídeos meus, pra eu ver quando sentisse saudade dela. Ela morreu de rir e falou que não precisava eu sentir saudade, que quando eu quisesse, podia ter ela. Mas rindo, me disse que sim, que era só pra mim.



Naquela semana em Mendoza, acho que o bichinho do proibido picou a gente dois com muita força. Não sei por quê. Se foi o ar da montanha, ou saber que estávamos sozinhos longe de casa... não saberia dizer. Mas posso dizer que nunca, nem na minha época de adolescente ou mais jovem, comi tanto, tão bonito e tão fundo como naquela semana. O corpo da Noelia era uma tela onde eu pintava toda a minha paixão e todo o meu amor. De pai. De homem. E ela, quanto mais recebia, mais me dava. A quantidade de porra que deixei no corpo divino da Noelia foi inacreditável. Surpreendente. Me fez sentir um cara de novo. E cada vez que eu fazia, os gemidos e choramingos do prazer mais intenso dela soavam lindos. Soavam verdadeiros. Soavam sempre com fome de mais.
Quanto amo minha filha e em que pedaço de mulher ela se transformou.
Virei a cabeça e ali do meu lado estava a Noelia. Não tinha sido um sonho. A cama estava uma bagunça. Eu tinha ficado meio coberto com o lençol, só cobrindo minhas pernas, e ela estava deitada de lado, totalmente nua igual a mim, me mostrando as curvas suaves das costas e a bunda linda dela, que parecia balançar a cada respiração.
Me aproximei e comecei a acariciar ela suavemente no lado, seguindo o vale do torso dela e como subia íngreme até virar quadril. Ainda sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. Colei meu corpo nu contra o dela e abracei ela por trás, encostando minha pica na bunda dela porque não tinha outro jeito de abraçar. Poucas sensações são melhores que essa. Afastei um pouco o cabelo preto comprido dela e, apertando ela de leve, comecei a beijar devagar o pescoço dela, a orelhinha delicada... senti ela reclamar suavemente ao acordar e logo vi que sorriu sem abrir os olhos e espreguiçou preguiçosamente o corpo contra o meu.
"Bom dia, meu amor...", sussurrei no ouvido dela e chupei de brincadeira o lóbulo da orelha.
Ela continuou sorrindo e senti a mãozinha dela acariciar meu quadril sem olhar, "...mmmh.. Bom dia, pai..."
"Dormiu bem?"
"Hum-hum... e você...?", respondeu entre murmúrios.
"Muito bem."
Continuei beijando e acariciando minha filha assim por um tempo. Aproveitando, me deliciando. Já tinha feito muito disso ontem à noite. Levei minha mão até o umbigo dela e a barriguinha lisa e comecei a acariciar ali, pensando na quantidade de porra que tinha deixado dentro do corpo dela e no jeito que ela recebia tudo, tão gostosa. Graças a Deus pelos anticoncepcionais, pensei.
"Quer café?", sussurrei.
"Hum-hum...", murmurou. Ter ela assim nos meus braços, tão colada, fez eu sentir a pica endurecer de novo, grudada como estava na bunda dela. Não me segurei porque não quis. Continuei acariciando ela suavemente, beijando a pele, esfregando a pica devagar contra as nádegas dela, fazendo com que ela sentisse. Ela suspirava com os olhos ainda fechados e a mão dela também aproveitava meu corpo.
"Mmmh… e o café?", ouvi ela dizer.
"Daqui a pouquinho…", falei no ouvido dela com um sorriso. Peguei minha pica que já tava dura e, guiando devagar, esfregando contra ela, me movi até encontrar o que procurava — a doce e apertada buceta da minha filha, que eu tinha aproveitado tanto na noite anterior. Minha cabeça inchada já começou a se mover devagar, pra cima e pra baixo, separando suavemente os lábios da buceta dela, curtindo o contato.
"Mmh… pa…", ela gemeu pra mim.
"Temos tempo… é domingo…", falei baixinho.
"Mmmh… aaaah…", senti ela reclamar doce, tão doce, quando com minha mão peguei a coxa dela, afastando um pouquinho, só um nada, pra facilitar pra mim. Pressionei firme com meus quadris e lentamente entrei de novo com minha pica dura, fazendo ela se desenvolver toda dentro dela, dando prazer, amando ela. Já sentia ela molhadinha por dentro. Minha filha linda. O calor lá dentro só me dava mais vontade de dar mais pra ela.
Nós nos amamos assim por mais um tempo, que foi lindo. Os dois curtindo nossos corpos naquela manhã preguiçosa, na minha cama, até que mais uma vez enchi ela com todo meu esperma e meu amor. Ficamos assim, juntos, nos beijando e nos acariciando por mais um tempo até que levantamos, nos vestimos e tomamos café.
Esse foi o primeiro dia de uma nova virada de página. A vida, como devia ser, seguiu. Tivemos uma boa e longa conversa com a Noelia depois disso. Esclarecemos todos os pontos que precisávamos esclarecer. Sobre o que tinha acontecido e como íamos lidar com as coisas daí em diante. Ela precisava seguir com a vida dela, isso estava claro e nós dois entendemos. Tinha que seguir o próprio caminho, terminar o pouco que faltava Faltava da escola e tudo mais. Também falei pra ela que, se quisesse ter um namorado, eu acharia de boa. Por mais doce que tivesse sido quando ficamos juntos, como homem e mulher, também tínhamos que ser, mesmo que fosse aos olhos do mundo, pai e filha.
Nós dois entendemos isso e chegamos a esse acordo. Viveríamos nossa vida normal, de pai e filha, mas quando precisássemos, de vez em quando… podíamos nos comportar, mesmo que fosse por um tempinho, se os dois quisessem, como homem e mulher. Ninguém poderia saber de nada, claro, e foi isso que juramos.
Ela nunca, jamais, me contou o que tinha feito com o Enrique e eu, claro, também nunca admiti que sabia de tudo. Pra fazer as coisas direito, pensei, não ia falar nada pro Enrique sobre meu novo acordo com a Noelia. Pra mim, tava de boa ele continuar vendo ela de vez em quando, comendo ela de vez em quando se ela quisesse ou procurasse, recebendo os vídeos dela que continuavam me deixando louco. Que ele continuasse pensando que eu não podia comer ela. Nada tinha mudado naquele acordo porque nada podia mudar. A Noelia nunca ia contar pra ele que também dava pro pai e eu não ia falar nada pra ele com medo de que ele pensasse que ia perder a gostosa, que tanto prazer dava a ele de vez em quando. Pra não dar merda, ele pensar que ia perdê-la e, por vingança, contar pra alguém…
A Noelia me disse uma vez, na nossa intimidade em casa, que o que a gente fazia era só "sexo e love", e tava perfeito. Bom, pra mim, as aventurinhas eventuais dela com o Enrique também eram só "sexo e love" e eu não ficava puto nem com ciúmes. Nós três tínhamos chegado a uma situação ridícula em que ninguém podia se animar a botar tudo pra fora, pelo risco de tudo desmoronar. O castelo de mentiras servia pra todo mundo igual e, tacitamente, optamos por mantê-lo. Cada um calando o que sabia. Não era um mau acordo. Quanto tempo duraria, eu não sabia.
O tempo finalmente passou, como o tempo costuma fazer. A Noelia terminou o ensino médio e um belo dia, quase entre um piscar e outro dos meus olhos, de repente ela se tornou toda uma jovem mulher. Gostosa. Perfeita. Forte de personalidade. Não tinha mais nada da menininha. Me enchia de amor vê-la tão bem. O corpo dela se desenvolveu muito bem, as curvas se acentuaram e, quando todo o processo pareceu terminar, ela ficou com um corpo de mulher voluptuosa que deixava qualquer homem pasmo (ou qualquer mulher com essa inclinação também, imagino). Os caras viravam a cabeça pra ver essa morena gostosa que se destacava sozinha quando a gente caminhava na rua, e eu morria de rir por dentro.
Em casa, a gente dormia junto de vez em quando, mas não sempre nem tão frequente quanto vocês podem imaginar. Comigo também, por mais que me doa, a Noelia fazia o mesmo tratamento que fazia com o Enrique — me procurava ou aceitava minhas sugestões quando ela queria. Quando tava naquela tesão de fazer o proibido com alguém. Que não era, como eu disse, nem o tempo todo nem tão seguido assim. Na maioria do tempo, éramos pai e filha.
Mas era durante essas minorias de tempo lindas, essas noites que a gente dividia a cama, que ela me mostrava totalmente o verdadeiro pedaço de mulher em que tinha se transformado, buscando e dando prazer com uma naturalidade e uma intensidade que me surpreendia. E me fazia muito feliz, como homem.
A gente continuou assim, nesse jeito de viver a vida, por mais alguns anos. Depois que ela fez 21 anos, a Noelia finalmente conseguiu um emprego numa empresa têxtil, na parte de administração. Não era um trabalho muito glamouroso, mas pelo menos pagava bem. Foi aí que ela me disse que tava com vontade de, finalmente, sair de casa e ir morar sozinha. Que não era que não me amava, nem que tava mal em casa, mas queria começar a ter uma vida própria.
Eu sorri pra ela. Claro que entendi e incentivei ela a fazer isso, ia ajudar no que pudesse. Era minha filha. Ela ficou muito feliz naquela janta quando me viu entendendo e que eu não tinha ficado triste com a decisão dela. Como é que eu ia ficar? Triste porque minha filha queria fazer a própria vida? Eu a amava loucamente. E naquela noite, depois do jantar, fiz ela lembrar o quanto eu a amava ao dar um orgasmo incrível nela, com meu pau enterrado até o saco na bunda divina dela, dando também pro corpo dela toda a porra que ela pedia.
Mas se mudar sozinha pra Buenos Aires, e ainda mais naquela idade, não era tarefa fácil. Todo mundo oferecia aluguéis exorbitantes, com condições de entrada ridículas. Depois de pensar bastante, me ocorreu que era mais fácil eu me mudar, alugar um apartamento menor por minha conta, e ela ficar em casa. Se quisesse, eu disse, que me pagasse um aluguel pra ir se acostumando a bancar as próprias coisas.
Ela ficou muito feliz. Finalmente, alguns meses depois, me mudei e deixei ela na que agora era a vida dela sozinha. Começou a ir pra faculdade também, estudando Comércio Exterior. Arrumou um namorado e tudo, me disse, mas não levou ele pra morar em casa. Às vezes dormia lá só. Tava muito feliz, porque se quisesse, visitava ou chamava o Enrique, como ainda costumava fazer de vez em quando. Ou se quisesse, ficava com o namorado. Ou também se quisesse, me dizia pra ir jantar em casa e ficar pra dormir… e claro, pra outras coisas. E se quisesse, ficava sozinha. Montou muito bem a vida sexual dela.
Já tem 26 anos, minha filha linda. Minha deusa morena cresceu e se tornou uma mulher deslumbrante, e não falo isso porque sou o pai. Ano passado finalmente conseguiu se formar e já tem o diploma. Eu tava, e ainda tô, tão orgulhoso que o coração sai do peito. Pra comemorar e celebrar a formatura dela, dei uma semana num hotel em Mendoza, tudo pago, pra ela ir com o namorado e se divertir. Um hotel lindo, ao pé dos Andes.
Minha filha linda me abraçou, me beijou e disse que não. Que com o namorado não. Que ia aquela semana comigo ou não ia.
Pra zoar e ver o que ela dizia, quando já estávamos no hotel, perguntei se ela não me deixava gravar. Uns vídeos meus, pra eu ver quando sentisse saudade dela. Ela morreu de rir e falou que não precisava eu sentir saudade, que quando eu quisesse, podia ter ela. Mas rindo, me disse que sim, que era só pra mim.




Naquela semana em Mendoza, acho que o bichinho do proibido picou a gente dois com muita força. Não sei por quê. Se foi o ar da montanha, ou saber que estávamos sozinhos longe de casa... não saberia dizer. Mas posso dizer que nunca, nem na minha época de adolescente ou mais jovem, comi tanto, tão bonito e tão fundo como naquela semana. O corpo da Noelia era uma tela onde eu pintava toda a minha paixão e todo o meu amor. De pai. De homem. E ela, quanto mais recebia, mais me dava. A quantidade de porra que deixei no corpo divino da Noelia foi inacreditável. Surpreendente. Me fez sentir um cara de novo. E cada vez que eu fazia, os gemidos e choramingos do prazer mais intenso dela soavam lindos. Soavam verdadeiros. Soavam sempre com fome de mais. Quanto amo minha filha e em que pedaço de mulher ela se transformou.
4 comentários - Padre y Hombre - Parte 10 (fin)
excelente .. !!