Meu irmão mais novo tem 22 anos, é daqueles jovens que te despem com o olhar. Em várias ocasiões senti que ele me olhava mais do que devia ou que quando eu o abraçava ele roçava nas minhas tetas, e em outras vezes até senti a mão dele na minha bunda.
Ontem à noite choveu demais e a tempestade foi intensa. Meu irmão tinha vindo em casa passar o dia, e como a tempestade continuava, convidei ele pra ficar. E passar a noite juntos, já que meu marido estava trabalhando. Ele não teve problema nenhum e aceitou.
Pedi pra gente ir pro meu quarto assistir uma série ou filme. Assim a gente não fica entediado.
Entramos e ele tirou a calça e a camiseta pra ficar mais confortável. Eu estava com meu robe e por baixo só a calcinha fio dental. Ele começou brincando com cócegas e me apertava. Dando umas risadas e gargalhadas que eu não conseguia parar, até que num tapa, o robe abre e minhas tetas ficam livres, senti vergonha e quis me cobrir o mais rápido que pude, mas ele colocou a mão numa das minhas tetas e acariciou. Tirei a mão dele e me afastei. Teve um silêncio constrangedor. Pra tudo ficar em paz, falei pra ele não se preocupar, mas que ele não podia me tocar daquele jeito, somos irmãos. Mas ele ficou bravo e não falou comigo por um bom tempo, notei ele desconfortável e tentando esconder a ereção que aquela brincadeira tinha causado. E pra ser sincera, parecia bom, me deu um calor e o sangue ferveu, na cabeça uma voz dizia: louca, não seja tão puta, é seu irmão. Mas minha buceta já estava molhada, imagina que agora eu podia brincar também, e aliviar aquela ereção tão incomodativa.
Não pensei duas vezes, e levei minha mão até a cueca pra pegar o membro dele, a cada movimento que eu fazia, só ouvia ele respirando mais pesado, ele não resistiu, então continuei com meu trabalho, abaixei a cueca, deixei sair aquele pedaço de carne jovem, e coloquei na minha boca, chupei devagar, lento, profundo, queria dar prazer e brincar, não queria que ele gozasse rápido. Queria aproveitar. Conforme a chupada aumentava o ritmo, mais forte ele segurava minha cabeça pra empurrar. mais pra dentro da minha boca a carne dele. Eu queria sentir em outra parte do meu corpo, sim, já tava pronta, parei de chupar e me colocando de quatro, levantei bem a bunda e pedi pra ele me penetrar, a cara dele foi de espanto mas não hesitou, se aproximou e foi entrando devagar até que tava tudo enfiado, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, e isso me deixava mais puta, ele se mexia como um homem com muita experiência, quando o ritmo das estocadas aumentou, eu soube que ele tava prestes a gozar e eu empurrei com mais força pra penetração ser mais funda.
Quando ele terminou e a putaria baixou, pedi pra ele guardar aquele coito como o coito que nunca vai se repetir, só a putaria que nos venceu.
Ele ficou parado, quieto e sem muito remorso, acho, se vestiu e foi pra sala.
Eu fiquei mais um tempo na cama, tentando achar uma resposta pro que aconteceu. A única coisa que sei, é que sou muito fraca da carne ou melhor, sinto fraqueza pela carne de pica.
Ontem à noite choveu demais e a tempestade foi intensa. Meu irmão tinha vindo em casa passar o dia, e como a tempestade continuava, convidei ele pra ficar. E passar a noite juntos, já que meu marido estava trabalhando. Ele não teve problema nenhum e aceitou.
Pedi pra gente ir pro meu quarto assistir uma série ou filme. Assim a gente não fica entediado.
Entramos e ele tirou a calça e a camiseta pra ficar mais confortável. Eu estava com meu robe e por baixo só a calcinha fio dental. Ele começou brincando com cócegas e me apertava. Dando umas risadas e gargalhadas que eu não conseguia parar, até que num tapa, o robe abre e minhas tetas ficam livres, senti vergonha e quis me cobrir o mais rápido que pude, mas ele colocou a mão numa das minhas tetas e acariciou. Tirei a mão dele e me afastei. Teve um silêncio constrangedor. Pra tudo ficar em paz, falei pra ele não se preocupar, mas que ele não podia me tocar daquele jeito, somos irmãos. Mas ele ficou bravo e não falou comigo por um bom tempo, notei ele desconfortável e tentando esconder a ereção que aquela brincadeira tinha causado. E pra ser sincera, parecia bom, me deu um calor e o sangue ferveu, na cabeça uma voz dizia: louca, não seja tão puta, é seu irmão. Mas minha buceta já estava molhada, imagina que agora eu podia brincar também, e aliviar aquela ereção tão incomodativa.
Não pensei duas vezes, e levei minha mão até a cueca pra pegar o membro dele, a cada movimento que eu fazia, só ouvia ele respirando mais pesado, ele não resistiu, então continuei com meu trabalho, abaixei a cueca, deixei sair aquele pedaço de carne jovem, e coloquei na minha boca, chupei devagar, lento, profundo, queria dar prazer e brincar, não queria que ele gozasse rápido. Queria aproveitar. Conforme a chupada aumentava o ritmo, mais forte ele segurava minha cabeça pra empurrar. mais pra dentro da minha boca a carne dele. Eu queria sentir em outra parte do meu corpo, sim, já tava pronta, parei de chupar e me colocando de quatro, levantei bem a bunda e pedi pra ele me penetrar, a cara dele foi de espanto mas não hesitou, se aproximou e foi entrando devagar até que tava tudo enfiado, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, e isso me deixava mais puta, ele se mexia como um homem com muita experiência, quando o ritmo das estocadas aumentou, eu soube que ele tava prestes a gozar e eu empurrei com mais força pra penetração ser mais funda.
Quando ele terminou e a putaria baixou, pedi pra ele guardar aquele coito como o coito que nunca vai se repetir, só a putaria que nos venceu.
Ele ficou parado, quieto e sem muito remorso, acho, se vestiu e foi pra sala.
Eu fiquei mais um tempo na cama, tentando achar uma resposta pro que aconteceu. A única coisa que sei, é que sou muito fraca da carne ou melhor, sinto fraqueza pela carne de pica.
2 comentários - A calentura nos venceu