O caçador vivia sozinho, numa cabana de madeira ao lado de uma lagoa cristalina, cercada por árvores milenares que sussurravam segredos antigos quando o vento as acariciava. Chamava-se Elias, e tinha aprendido a viver com o essencial: seu arco, sua fogueira, sua liberdade. Mas naquela noite, algo mudou. Enquanto limpava um veado recĂ©m-caçado, uma risada aguda e etĂ©rea flutuou entre as árvores. Elias ergueu o olhar, alerta, e entĂŁo a viu. No começo, pensou que era um jogo da mente ou um reflexo da lua na água, mas nĂŁo. Era real. Uma mulher minĂşscula, nua, de cabelo dourado como trigo e olhos verdes brilhantes, flutuava sobre asas translĂşcidas. Seu corpo, embora pequeno como uma borboleta, era voluptuoso, com peitos generosos e curvas marcadas. Ela o olhava como se o conhecesse desde sempre. — O que vocĂŞ Ă©? — perguntou Elias, maravilhado. A criatura sorriu. — Uma fada — respondeu, com voz suave como o orvalho —. E vocĂŞ Ă© meu. Diante de seus olhos, a minĂşscula fada começou a brilhar com uma luz dourada. Em questĂŁo de segundos, seu corpo se expandiu atĂ© alcançar o tamanho de uma mulher humana. Agora estava de pĂ©, descalça, nua, na clareira da lagoa. Sua beleza era impossĂvel: cabelos que caĂam em cascata dourada pelas costas, umas tetas grandes e firmes que se erguiam orgulhosas, e umas cadeiras largas que convidavam ao pecado.
—Observei seus sonhos, caçador. Você deseja companhia. Calor. —Ela se aproximou dele com passos lentos, como se estivesse dançando—. Deixa eu ser a sua.
ElĂas engoliu seco. O pau dele, duro de tanto olhar, pulsava dentro da calça de couro. A mulher nĂŁo esperou mais. Empurrou ele de leve contra um tronco e, com um gesto mágico, fez a roupa do caçador sumir. A respiração dele ficou presa ao ver a ereção do prĂłprio pau, grosso e pronto pra ela.
—Não tenha medo — sussurrou a fada, ajoelhando na frente dele.
Ela pegou o pinto dele com as mĂŁos macias, e a lĂngua começou a percorrer de baixo pra cima, molhada, devagar, certeira. ElĂas gemeu, enfiando os dedos naquela cabeleira dourada. Quando ela enfiou ele inteiro na boca, ele sentiu a alma saindo do corpo.
A sensação foi deliciosa, molhada, profunda. Ela brincava com ele como se conhecesse cada cantinho do prazer dele. Mas logo se levantou e montou no colo dele, guiando o pau encharcado até enfiar na buceta.
—Quero que você me encha, caçador. Quero sentir você dentro, até a alma.
ElĂas abraçou ela com força e começou a meter de baixo pra cima. Os corpos deles se chocavam com fĂşria e desejo, os gemidos da fada se misturavam com os grunhidos do homem. Os peitos dela balançavam a cada movimento, e o cabelo envolvia ele como um cobertor de ouro.
Ela se contorcia no pau dele, gemendo, apertando com as paredes internas como se quisesse espremer ele até secar.
—Porra…! —gritou ele, sentindo que não aguentava mais.
O orgasmo veio como uma tempestade. ElĂas gozou fundo, enchendo a buceta dela com força. A fada gemeu de prazer, abraçando ele, e por um instante a floresta inteira pareceu tremer junto com eles.
Depois, ficaram abraçados sob a luz da lua, a respiração no mesmo ritmo, os corpos ainda entrelaçados.
—Vou ficar com você, caçador —disse ela—. Você vai ser meu. E eu, sua, pra sempre.
A floresta ficou em silĂŞncio de novo. Mas entre as árvores, o desejo tinha acabado de criar raĂzes.
Naquela noite, ElĂas levou a fada Nos braços dela atĂ© a cabana. A pele dela ainda brilhava sob a luz da lua, e o sorriso dela tinha um quĂŞ de selvagem. Quando cruzaram a porta, a criatura se agarrou nele, esfregando as tetas no peito nu dele. — Faz sĂ©culos que nĂŁo experimento uma cama humana — sussurrou com voz lasciva —. Mas esta noite vou desmontar ela com vocĂŞ em cima.
ElĂas mal teve tempo de responder. Ela o empurrou com força contra o leito de peles e se jogou sobre o corpo dele, devorando ele com o olhar. Ajoelhou-se entre as pernas dele e, com os olhos verdes cravados nele, pegou o pau duro dele com as duas mĂŁos. Acariciou, cheirou, e depois meteu na boca, enfiando atĂ© a garganta.
O caçador soltou um gemido rouco. Ela chupava ele com fome, como se se alimentasse da essĂŞncia dele. A lĂngua dela se enrolava na ponta, descia atĂ© as bolas e lambia elas com devoção. A saliva escorria pelo canto dos lábios dela, fazendo barulhos obscenos cada vez que enfiava ele atĂ© o fundo.
— Porra, sim... assim...! — ofegou ElĂas, tensionando os mĂşsculos.
Mas a fada nĂŁo parou por aĂ. Subiu pelo corpo dele e esmagou as tetas enormes contra o rosto dele.
— Chupa elas, humano. Me faz sentir viva.
Ele obedeceu na hora, pegando um dos mamilos dela com os lábios, sugando com força enquanto abraçava ela. Ela se tremia em cima, gemendo e se esfregando na barriga dele. Os mamilos dela estavam duros, sensĂveis, e ele lambia um apĂłs o outro, como se fossem iguarias.
Então ela se ergueu, com um olhar incendiado, e sentou no pau dele, guiando ele pra dentro da buceta molhada dela. Desceu devagar, gemendo com um gemido longo e profundo enquanto engolia ele todo. Depois começou a cavalgar ele, com movimentos lentos e ondulantes, como se dançasse em cima dele.
ElĂas olhava ela encantado: o corpo dela quicava, as tetas pulavam, as coxas batiam na pĂ©lvis dele com um ritmo delicioso. O som dos corpos se chocando enchia a cabana, misturado com os gemidos agudos da fada.
— Mais forte! ¡Mais! —ela gritava—. Me faz sua, igual um bicho! Ele segurou ela pela cintura e começou a meter de baixo pra cima, fazendo ela quicar com força. O prazer transbordava nos dois. Mas ela nĂŁo tinha terminado. De repente, escorregou pra fora dele e ficou de quatro na cama. Olhou por cima do ombro e abriu as nádegas com as mĂŁos, mostrando o buraquinho apertado. — Agora quero que meta no meu cu, caçador. Quero sentir vocĂŞ fundo, onde ninguĂ©m nunca chegou. Elias, já Ă beira do ĂŞxtase, cuspiu na mĂŁo e passou no prĂłprio pau, depois apontou pro cu dela. Empurrou devagar, sentindo a pressĂŁo do anelzinho apertado cedendo aos poucos, atĂ© entrar por completo. A fada soltou um grito agudo de puro prazer. — Isso... aĂ... me dá tudo! O caçador começou a comer ela com força, segurando os quadris dela e penetrando cada vez mais brutal. O som da pele batendo na pele encheu o quarto. Ela se masturbava com uma mĂŁo, enquanto gemia que nem uma puta no cio. — Vou gozar! Vou gozar com vocĂŞ dentro! Os dois explodiram num orgasmo selvagem. Elias gozou com um grunhido de animal, enchendo ela por dentro enquanto ela tremia e se contorcia no pau dele. CaĂram exaustos entre os restos de suor, gemidos e desejo. E a fada, ainda ofegante, se aninhou do lado dele. — Quero que todas as suas noites sejam assim... e seus dias tambĂ©m. Elias sorriu, acariciando a cintura dela. — EntĂŁo se prepara, porque a gente tá sĂł começando. Elias acordou com o sol entrando pelas frestas da cabana. Do lado dele, o corpo nu da fada dormia profundamente, com um sorriso nos lábios. A pele dela tinha um brilho dourado quase imperceptĂvel, como se a magia ainda pulsasse dentro dela. Mas quando ela abriu os olhos, nĂŁo foi isso que o surpreendeu. — Bom dia, caçador... — disse uma voz doce vindo da altura da virilha dele. Elias levantou a cabeça e viu. A fada tinha voltado ao tamanho original, nĂŁo maior que a mĂŁo dele, e estava de pĂ© sobre sua barriga, completamente nua. Os peitos dela ainda eram generosos mesmo em miniatura, suas curvas pequenas e perfeitas. E na frente dela, o pau dele se erguia, duro e pulsante, como um totem sagrado. —Hoje quero te adorar assim —ela disse com um olhar safado, caminhando pelo abdĂ´men dele como se explorasse uma montanha viva. Chegou atĂ© a base do pĂŞnis dele e o abraçou com os dois braços, apertando como se fosse um tronco quente. Depois o beijou com ternura, deixando beijinhos por toda a extensĂŁo. A lĂngua minĂşscula dela começou a percorrer a pele sensĂvel, lambendo, acariciando, como se conhecesse cada veia, cada ponto de prazer. Elias mal podia acreditar no que via. O prazer era diferente, mais intenso, porque cada carĂcia da lĂngua mágica dela se sentia multiplicada, como se estivessem lambendo ele com fogo lĂquido. A fada subiu no pau dele e montou com o corpo, se esfregando contra ele, fazendo os peitos roçarem na pele quente da rola. Depois sentou bem em cima da glande, abraçando, e começou a beijar a ponta com devoção. —Mmm... tá tĂŁo duro, tĂŁo quente... —sussurrou enquanto passava a lĂngua pela fenda do prepĂşcio, engolindo as gotas de lĂquido prĂ©-seminal como se fossem nĂ©ctar. Cada lambida era um choque. Elias se contorcia de prazer, sem ousar se mexer muito com medo de esmagá-la. —NĂŁo para... pelos deuses... —ofegou com a voz rouca. Ela sorriu e conjurou um pequeno brilho com os dedos. Na hora, a sensação ficou ainda mais intensa. Era como se centenas de lĂnguas estivessem acariciando ele ao mesmo tempo. A magia da fada o envolvia. Com uma dança sensual, ela flutuou com as asas e envolveu a cabeça do pau com as perninhas, esfregando a buceta molhada contra ele enquanto o beijava com paixĂŁo. —Quer gozar? —perguntou, olhando para ele de cima com olhos brilhantes. —Sim, por favor...! A fada se elevou no ar bem na hora em que ele explodia. Um jato quente de porra saiu disparado, E ela agarrou aquilo entre as mĂŁos, rindo e brincando com a essĂŞncia do caçador como se fosse um presente divino. Depois desceu devagar e sentou no peito dele, lambendo os prĂłprios dedos. —VocĂŞ tem gosto de um deus, caçador… —sussurrou, satisfeita. Elias a pegou com cuidado e a beijou, lambendo o corpo inteiro dela, especialmente os peitos e a buceta, provocando um orgasmo nela. Ela flutuou atĂ© o ouvido dele e disse, safada: —Da prĂłxima vez, vou me enfiar inteira dentro de você… se vocĂŞ aguentar. E com uma risada brilhante, desapareceu num clarĂŁo dourado, deixando o caçador tremendo de desejo pelo prĂłximo encontro.
—Observei seus sonhos, caçador. VocĂŞ deseja companhia. Calor. —Ela se aproximou dele com passos lentos, como se estivesse dançando—. Deixa eu ser a sua. ElĂas engoliu seco. O pau dele, duro de tanto olhar, pulsava dentro da calça de couro. A mulher nĂŁo esperou mais. Empurrou ele de leve contra um tronco e, com um gesto mágico, fez a roupa do caçador sumir. A respiração dele ficou presa ao ver a ereção do prĂłprio pau, grosso e pronto pra ela.
—Não tenha medo — sussurrou a fada, ajoelhando na frente dele.
Ela pegou o pinto dele com as mĂŁos macias, e a lĂngua começou a percorrer de baixo pra cima, molhada, devagar, certeira. ElĂas gemeu, enfiando os dedos naquela cabeleira dourada. Quando ela enfiou ele inteiro na boca, ele sentiu a alma saindo do corpo.
A sensação foi deliciosa, molhada, profunda. Ela brincava com ele como se conhecesse cada cantinho do prazer dele. Mas logo se levantou e montou no colo dele, guiando o pau encharcado até enfiar na buceta.
—Quero que você me encha, caçador. Quero sentir você dentro, até a alma.
ElĂas abraçou ela com força e começou a meter de baixo pra cima. Os corpos deles se chocavam com fĂşria e desejo, os gemidos da fada se misturavam com os grunhidos do homem. Os peitos dela balançavam a cada movimento, e o cabelo envolvia ele como um cobertor de ouro.
Ela se contorcia no pau dele, gemendo, apertando com as paredes internas como se quisesse espremer ele até secar.
—Porra…! —gritou ele, sentindo que não aguentava mais.
O orgasmo veio como uma tempestade. ElĂas gozou fundo, enchendo a buceta dela com força. A fada gemeu de prazer, abraçando ele, e por um instante a floresta inteira pareceu tremer junto com eles.
Depois, ficaram abraçados sob a luz da lua, a respiração no mesmo ritmo, os corpos ainda entrelaçados.
—Vou ficar com você, caçador —disse ela—. Você vai ser meu. E eu, sua, pra sempre.
A floresta ficou em silĂŞncio de novo. Mas entre as árvores, o desejo tinha acabado de criar raĂzes.
Naquela noite, ElĂas levou a fada Nos braços dela atĂ© a cabana. A pele dela ainda brilhava sob a luz da lua, e o sorriso dela tinha um quĂŞ de selvagem. Quando cruzaram a porta, a criatura se agarrou nele, esfregando as tetas no peito nu dele. — Faz sĂ©culos que nĂŁo experimento uma cama humana — sussurrou com voz lasciva —. Mas esta noite vou desmontar ela com vocĂŞ em cima.
ElĂas mal teve tempo de responder. Ela o empurrou com força contra o leito de peles e se jogou sobre o corpo dele, devorando ele com o olhar. Ajoelhou-se entre as pernas dele e, com os olhos verdes cravados nele, pegou o pau duro dele com as duas mĂŁos. Acariciou, cheirou, e depois meteu na boca, enfiando atĂ© a garganta.
O caçador soltou um gemido rouco. Ela chupava ele com fome, como se se alimentasse da essĂŞncia dele. A lĂngua dela se enrolava na ponta, descia atĂ© as bolas e lambia elas com devoção. A saliva escorria pelo canto dos lábios dela, fazendo barulhos obscenos cada vez que enfiava ele atĂ© o fundo.
— Porra, sim... assim...! — ofegou ElĂas, tensionando os mĂşsculos.
Mas a fada nĂŁo parou por aĂ. Subiu pelo corpo dele e esmagou as tetas enormes contra o rosto dele.
— Chupa elas, humano. Me faz sentir viva.
Ele obedeceu na hora, pegando um dos mamilos dela com os lábios, sugando com força enquanto abraçava ela. Ela se tremia em cima, gemendo e se esfregando na barriga dele. Os mamilos dela estavam duros, sensĂveis, e ele lambia um apĂłs o outro, como se fossem iguarias.
Então ela se ergueu, com um olhar incendiado, e sentou no pau dele, guiando ele pra dentro da buceta molhada dela. Desceu devagar, gemendo com um gemido longo e profundo enquanto engolia ele todo. Depois começou a cavalgar ele, com movimentos lentos e ondulantes, como se dançasse em cima dele.
ElĂas olhava ela encantado: o corpo dela quicava, as tetas pulavam, as coxas batiam na pĂ©lvis dele com um ritmo delicioso. O som dos corpos se chocando enchia a cabana, misturado com os gemidos agudos da fada.
— Mais forte! ¡Mais! —ela gritava—. Me faz sua, igual um bicho! Ele segurou ela pela cintura e começou a meter de baixo pra cima, fazendo ela quicar com força. O prazer transbordava nos dois. Mas ela nĂŁo tinha terminado. De repente, escorregou pra fora dele e ficou de quatro na cama. Olhou por cima do ombro e abriu as nádegas com as mĂŁos, mostrando o buraquinho apertado. — Agora quero que meta no meu cu, caçador. Quero sentir vocĂŞ fundo, onde ninguĂ©m nunca chegou. Elias, já Ă beira do ĂŞxtase, cuspiu na mĂŁo e passou no prĂłprio pau, depois apontou pro cu dela. Empurrou devagar, sentindo a pressĂŁo do anelzinho apertado cedendo aos poucos, atĂ© entrar por completo. A fada soltou um grito agudo de puro prazer. — Isso... aĂ... me dá tudo! O caçador começou a comer ela com força, segurando os quadris dela e penetrando cada vez mais brutal. O som da pele batendo na pele encheu o quarto. Ela se masturbava com uma mĂŁo, enquanto gemia que nem uma puta no cio. — Vou gozar! Vou gozar com vocĂŞ dentro! Os dois explodiram num orgasmo selvagem. Elias gozou com um grunhido de animal, enchendo ela por dentro enquanto ela tremia e se contorcia no pau dele. CaĂram exaustos entre os restos de suor, gemidos e desejo. E a fada, ainda ofegante, se aninhou do lado dele. — Quero que todas as suas noites sejam assim... e seus dias tambĂ©m. Elias sorriu, acariciando a cintura dela. — EntĂŁo se prepara, porque a gente tá sĂł começando. Elias acordou com o sol entrando pelas frestas da cabana. Do lado dele, o corpo nu da fada dormia profundamente, com um sorriso nos lábios. A pele dela tinha um brilho dourado quase imperceptĂvel, como se a magia ainda pulsasse dentro dela. Mas quando ela abriu os olhos, nĂŁo foi isso que o surpreendeu. — Bom dia, caçador... — disse uma voz doce vindo da altura da virilha dele. Elias levantou a cabeça e viu. A fada tinha voltado ao tamanho original, nĂŁo maior que a mĂŁo dele, e estava de pĂ© sobre sua barriga, completamente nua. Os peitos dela ainda eram generosos mesmo em miniatura, suas curvas pequenas e perfeitas. E na frente dela, o pau dele se erguia, duro e pulsante, como um totem sagrado. —Hoje quero te adorar assim —ela disse com um olhar safado, caminhando pelo abdĂ´men dele como se explorasse uma montanha viva. Chegou atĂ© a base do pĂŞnis dele e o abraçou com os dois braços, apertando como se fosse um tronco quente. Depois o beijou com ternura, deixando beijinhos por toda a extensĂŁo. A lĂngua minĂşscula dela começou a percorrer a pele sensĂvel, lambendo, acariciando, como se conhecesse cada veia, cada ponto de prazer. Elias mal podia acreditar no que via. O prazer era diferente, mais intenso, porque cada carĂcia da lĂngua mágica dela se sentia multiplicada, como se estivessem lambendo ele com fogo lĂquido. A fada subiu no pau dele e montou com o corpo, se esfregando contra ele, fazendo os peitos roçarem na pele quente da rola. Depois sentou bem em cima da glande, abraçando, e começou a beijar a ponta com devoção. —Mmm... tá tĂŁo duro, tĂŁo quente... —sussurrou enquanto passava a lĂngua pela fenda do prepĂşcio, engolindo as gotas de lĂquido prĂ©-seminal como se fossem nĂ©ctar. Cada lambida era um choque. Elias se contorcia de prazer, sem ousar se mexer muito com medo de esmagá-la. —NĂŁo para... pelos deuses... —ofegou com a voz rouca. Ela sorriu e conjurou um pequeno brilho com os dedos. Na hora, a sensação ficou ainda mais intensa. Era como se centenas de lĂnguas estivessem acariciando ele ao mesmo tempo. A magia da fada o envolvia. Com uma dança sensual, ela flutuou com as asas e envolveu a cabeça do pau com as perninhas, esfregando a buceta molhada contra ele enquanto o beijava com paixĂŁo. —Quer gozar? —perguntou, olhando para ele de cima com olhos brilhantes. —Sim, por favor...! A fada se elevou no ar bem na hora em que ele explodia. Um jato quente de porra saiu disparado, E ela agarrou aquilo entre as mĂŁos, rindo e brincando com a essĂŞncia do caçador como se fosse um presente divino. Depois desceu devagar e sentou no peito dele, lambendo os prĂłprios dedos. —VocĂŞ tem gosto de um deus, caçador… —sussurrou, satisfeita. Elias a pegou com cuidado e a beijou, lambendo o corpo inteiro dela, especialmente os peitos e a buceta, provocando um orgasmo nela. Ela flutuou atĂ© o ouvido dele e disse, safada: —Da prĂłxima vez, vou me enfiar inteira dentro de você… se vocĂŞ aguentar. E com uma risada brilhante, desapareceu num clarĂŁo dourado, deixando o caçador tremendo de desejo pelo prĂłximo encontro.
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